

• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.
• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração.
- Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo. Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto. Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso. Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ao longo da semana interceda também por cada aluno e suas respectivas famílias.🙏


Harpa Cristã: 77
Harpa Cristã: 577

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
- Faça com que eles interajam e apresentem suas respostas, e a seguir, defina o que é a oração, seus propósitos na Palavra de Deus. Lembre-se de que talvez alguns deles jamais tenham ouvido falar sobre a oração, e que outros certamente trarão muitas respostas com base no senso comum, e você pode aproveitar para fazer as observações necessárias ao longo da lição, corrigindo as ideias que não estejam de acordo com a Palavra de Deus e reforçando as que possuem apoio nas Escrituras.



e direito. (1 Sm 12.23).
6 - Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.
7 - E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos.
8 - Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes.
9 - Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.
10 - Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu.
11 - O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.
12 - Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.
13 - E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!
14 - Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós.
15 - Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.
2 Descrever na Bíblia os diversos tipos de oração apresentados e como eles podem servir de modelo em nossos dias;
3 Reiterar que por meio da oração, podemos dialogar com Deus.
e por meio da adoração nós o glorificamos. No tocante à adoração, é preciso destacar que adorar é mais do que cantar e levantar as mãos, atos que fazemos quando participamos
da adoração congregacional. Adorar implica ter uma vida que agrade a Deus também fora do círculo congregacional, quando as pessoas da igreja não estão nos vendo. Seja dentro ou fora da igreja, toda a nossa vida deve ser no sentido de adorar a Deus com nossos lábios e com nossas atitudes. A oração é também nossa forma de nos comunicarmos com Deus. Ele deseja falar
conosco e nós podemos falar com Ele. Por meio da leitura da Palavra nós podemos ver o que Deus nos deixou registrado. Entretanto, por intermédio da oração Deus pode ouvir nossos agradecimentos, adoração, súplicas e intercessões. Deus já sabe o que precisamos, mas ainda assim, ele tem prazer em nos ouvir.
Mais do que transmitir informações, a oração traz a nós a oportunidade de receber de Deus respostas às nossas petições. A
comunicação exige respostas, e podemos esperar de Deus que Ele nos responda: “Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei
coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jr 33.3). Quando oramos, restabelecemos com Deus a comunicação perdida por Adão no Éden, e dessa forma, nos aproximamos do nosso Criador.
nós, e como na oração Deus fala conosco, Ele pode mover nossos corações à intercessão. Nesses momentos, precisamos ouvir a voz
de Deus e interceder por tais pessoas.
ato que cometemos, uma rendição de nosso orgulho ou de nossa auto justificação, para dar lugar ao perdão que receberemos de
Deus mediante ao nosso arrependimento. A confissão traz alívio ao pecador, que se tiver realmente um coração arrependido e
desejoso de renunciar ao seu pecado, retira de seus ombros o peso do pecado e traz sobre si o alívio do perdão divino. Lembre-se de que confessar um pecado pode ser, na esfera humana, constrangedor, mas para Deus, é o único caminho para receber o perdão.
Paulo para que ‘oremos sem cessar’ do que isso. O pano de fundo judaico, a partir do qual Paulo estava escrevendo, dava grande valor à prática de prestar ação de graças a Deus por tudo quanto acontece na vida das pessoas. Até hoje os judeus devotos entremeiam o dia inteiro com orações de curtas sentenças. As ‘bênçãos’ ou ‘ações de graças’ usualmente começam dizendo ‘bendito sejas tu, ó Senhor, rei do Universo’... dessa forma, um judeu devoto exprime breves agradecimentos a Deus quanto a tudo que lhe acontece; por haver recebido um favor, por ter sentido a fragrância de uma flor, por ter observado um belo por do sol, por ter presenciado um arco-íris, por ter visto a obra
das mãos de Deus no relâmpago, no trovão ou numa tempestade. Uma sincera expressão de agradecimento ao Deus Todo-Poderoso é uma poderosa maneira de expressar uma oração’" (BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp.468,69).
estava baseada em tudo o que ele fazia, de forma que sua justiça própria sobressaísse às demais pessoas. Nessa mesma história,
Jesus destaca outro homem, que com humildade fez sua oração. Jesus encerra a história dizendo que este homem foi justificado para sua casa, e não o outro, “porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lc 18.14).
de espiritualidade e serem admiradas pelos homens. Sobre essas pessoas, Jesus disse que já foram recompensadas. Jesus não disse que havia problema em uma pessoa orar em público. Nós fazemos isso nas orações públicas congregacionais na igreja local. O que Jesus quis abordar foi o uso da oração para autopromoção. Contra isso, Jesus disse que deveríamos buscar um momento a sós com Deus, para ser ouvidos por Ele. A diferença está no final do tipo de oração que fazemos: os fariseus que oravam em público seriam admirados pelos homens, e
quem orava em secreto, seria recompensado por Deus. A oração particular permite que nos abramos para Deus sem que para isso precisemos nos preocupar com pessoas à nossa volta.
repetindo o que já disseram, como se Deus não pudesse entender o que foi dito. Jesus disse que não precisávamos ser repetitivos
em nossas orações, pois Deus, que nos vê, sabe do que precisamos. Os gentios faziam suas orações a ídolos de madeira ou pedra, mas aqueles que são de Cristo oram a um Deus vivo (Mt 6.7). Jesus não condena aqui a persistência na oração, pois Ele mesmo a incentivou. O que está sendo colocado em cheque são palavras desprovidas de um relacionamento pessoal com Deus. Deus ouve nossas orações não porque não saiba do que precisamos, e sim porque Ele sabe que precisamos orar e falar com Ele.
compartilhar seus interesses, porque Deus as conhece. Ele cuida, Ele se preocupa, e Ele prometeu responder às orações feitas a Ele.
1. Uma oração que alegra o coração de Deus é a oração do pecador.
‘Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!’ (Lc 18.13). Não suponha que, porque a pessoa pediu oração, é uma pessoa cristã. Assegure à pessoa que você está interessado e feliz por levar o seu pedido a Deus. No entanto, antes de fazer isso, você gostaria de perguntar se ela já recebeu Jesus Cristo como Salvador e Senhor [...]
2. Antes de orar pela necessidade expressa, encoraje a pessoa lendo estas duas promessas da Bíblia sobre oração: ‘E tudo o que
pedirdes na oração, crendo, o recebereis’ (Mt 21.22); ‘Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem,
isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus’ (Mt 18.19). (Sugira que a pessoa escreva as referências bíblicas para ler mais
tarde)” (GRAHAM, Billy. Billy Graham Responde. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p. 241).
dar prosseguimento à propagação do Evangelho após a sua ascensão aos céus. Orou por crianças que vinham estar com Ele (Mt19.13-15). Orou no monte da Transfiguração, e orou por Pedro, para que o Diabo não destruísse o então discípulo. Jesus Cristo não deixou de orar nem negligenciou a oração.
Devemos seguir o seu exemplo.
3.2. Jesus nos orientou a orar e esperar uma resposta de Deus. Em seu último discurso, antes de ser preso e crucificado, Jesus incentivou seus discípulos a orar. Se lermos o Evangelho de João, veremos seis falas de Jesus em que Ele disse aos seus discípulos que orassem em nome dEle ao Pai (Jo 14.13,14). Nesse mesmo discurso, Ele voltou a falar sobre a resposta do Pai às orações se permanecermos nEle (Jo 15.7). Noutra oportunidade, Jesus falou novamente sobre a importância de estarmos nEle, poisEle foi quem nos escolheu (Jo 15.16). O que entendemos dessas passagens? Que Jesus nos incentiva a orar e a esperar aresposta divina. Ele não daria uma ênfase na oração a Deus se “orar” não fosse importante para a nossa vida espiritual. Em seu último discurso, Ele destacou a oração, e nós devemos não apenas crer que orar é importante, mas devemos praticar a oração diariamente.
real circunstância dessa oração, pois estamos diante de uma das mais significativas orações de toda a Bíblia [...] Quando o Senhor fez a oração sumo sacerdotal registrada em João 17, três preocupações primárias ocupavam a sua mente: (1) sua própria glorificação (vv. 1-5); (2) seu grupo apostólico imediato (vv. 6-19); e (3) o grande número de crentes que ainda haveria de aceitar a fé (vv 20-26) [...]. A terceira preocupação de Jesus exarada na oração sacerdotal incluía-nos (Jo 17.20-26). Seu interesse abrangia pessoas que estavam muito além da circunstância imediata, na realidade, sua atenção estendia-se até o fim da era da igreja: ‘Por aqueles que pela sua [dos discípulos] palavra hão de crer em mim’ (Jo 17.20). Quer tenhamos
consciência ou não, essa oração chega até nós, os que nEle cremos. Nossas orações normalmente confinam-se ao presente, ou, quando muito, ao nosso período de vida. A lição que nos cabe aprender aqui é que podemos ampliar a abrangência de nossas orações indo além de nossa própria geração, incluindo nelas todos os crentes até o fim dos tempo” (BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp.232,33,38).
edificação espiritual, que nos aproxima do Eterno e abre portas divinas para as nossas vidas.
R. No tocante à adoração, é preciso destacar que adorar é mais do que cantar e levantar as mãos, atos que fazemos quando participamos da adoração congregacional.
2 . O que deve afetar a nossa comunhão com Deus?
R. A comunhão com Deus deve igualmente afetar a nossa comunhão com nossos irmãos
3 . Como devemos orar?
R. Em atitude de humildade, não buscando a glória dos homens e sendo objetivo.
4 . Concernente a oração, o que Jesus nos orientou a fazer?
R. A orar e esperar uma resposta de Deus.
5 . Você decidiu viver uma vida de oração?
Resposta livre.










01 tapete
Rosas
Pedras grandes e pequenas
Versículos bíblicos sobre oração
Procedimento:
- Organizem o material da dinâmica, no meio da sala de aula da seguinte forma: Tapete no chão, e sobre ele as rosas, as pedras e os versículos bíblicos.
- Expliquem o que cada objeto representa:
Tapete: caminho da vida cristã.
Rosas: bênçãos recebidas.
Pedras: as dificuldades que enfrentamos.
Os versículos: em que confiamos.
- Peçam para que cada aluno passe pelo tapete e escolha dois objetos que representam o que ele está vivenciando, por exemplo:
Ele pode pegar uma pedra grande, por considerar o seu problema de difícil solução e ainda escolher um versículo, representando sua fé em Deus, que tudo pode.
Ele poder pegar uma pedra e uma rosa, o primeiro indica um problema que já teve e o segundo a vitória já alcançada.
- Para finalizar, façam uma oração de intercessão pelas dificuldades apresentadas e agradeçam pelas bênçãos já alcançadas.
Observações:
- Se sua turma tiver quantidade grande de alunos, faça neste domingo apenas com uma parte da classe e em outra aula com o restante.
- Se sua classe funcionar dentro da Igreja e não houver outro espaço para realizar a dinâmica com o material já descrito, sugiro que utilize figuras de pedras e de rosas, coloque-as dentro de uma cesta, acrescentando os versículos. E mesmo sentados, passem a cesta e façam o mesmo procedimento anterior.
Ideia original desconhecida.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo///blogatitudedeaprendiz.blogspot.com
Fonte: Créditos da lição- Novos Convertidos, cpad.

Discipulados, dinâmicas, textos para reflexões - Arquivo

Justificativa: A nova Revista Discipulando está estruturado em 4 Ciclos, isto é, são quatro trimestre ao longo de um ano de curso.

2. Revista 2:
Conhecendo as Doutrinas Cristãs
3. Revista 3:
Vivendo as Verdades da Fé
4. Revista 4:
Portando uma nova identidade

• Conceituar o Reino de Deus e expressar os seus aspectos e implicações para vida do novo convertido.
• Conhecer as principais doutrinas bíblicas com ênfase na experiência pentecostal clássica.
• Estimular o novo convertido a aplicar os ensinos bíblicos doutrinários à sua vida cotidiana.
• Conscientizar o novo convertido de sua nova identidade, a cristã.


