
💓A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- A todos que amam a Palavra de Deus, sejam muito bem-vindos. É uma alegria receber cada um que tem prazer em aprender mais dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença do nosso Deus.
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é algo indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por essa razão é importante que você estabeleça metas a serem alcançadas. Prepare o esboço da lição e se esforce para estudá-lo durante a semana, selecione os recursos didáticos que utilizará na aplicação da aula; pense nas ilustrações ou exemplos que serão melhores assimilados pelos alunos, elabore algumas perguntas que estimularão seus alunos a pensarem no tema; e é claro, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Saiba que Ele é o seu Auxiliador nesse ministério do Ensino. Ao longo da semana interceda também por cada aluno e suas respectivas famílias.

__ Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.
__ Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.
__ Perguntem como passaram a semana.
__ Escutem atentamente o que eles falam.
__ Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
__ Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

- Ore com seus alunos(a). Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
- Não esqueça que para uma boa conclusão é importante uma revisão. Procure aplicar aos alunos o tema com exemplos vivos que eles os identificam no cotidiano. Era assim que Jesus ensinou as maiores lições.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você partilha com uma pessoa podem influenciara vida de muitas outras. Mas essa influência não será alcançada sem atenção exclusiva a um indivíduo. Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.Ao longo da Bíblia, vemos Jesus chamando pessoas solitárias em meio a uma multidão e ministrando a elas pessoalmente. Todos eram importantes para Ele — um de cada vez. Ninguém era descartável, Cada um tinha um potencial único." (TOLER, Stan. Minutos de Motivação para Professores. Rio de Janeiro
CPAD, p. 11).
Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
ANTES DA AULA
O papel do professor(a) da Escola Dominical vai além da tarefa pedagógica de ensinar conteúdos bíblicos. Todo professor(a) é também um líder de sua classe, ao escrever sobre liderança familiar o Dr. Stephen Adei, em seu livro Seja o líder que sua família precisa (CPAD, p. 27) apresentou o conceito dos três "M"s da liderança espiritual, que pode ser útil para o professor.Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
TITULO DA LIÇÃO:
O Deus Pai
- Professor(a). A doutrina da Trindade nos apresenta o Pai como a Primeira Pessoa divina, de quem procedem o Filho e o Espírito Santo. Nesta lição, estudaremos a identidade, a revelação e a Pessoa de Deus Pai. Veremos que Ele é o único Deus verdadeiro, a fonte da divindade, e que age por meio do Filho e do Espírito. Também compreenderemos que o Pai se revela plenamente em Cristo e que seus atributos e nomes expressam sua natureza e glória. Nosso propósito é aprofundar o conhecimento bíblico sobre quem é o Pai e fortalecer nosso relacionamento com Ele.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
- I) Reconhecer, biblicamente, a identidade de Deus Pai;
- II) Entender que o Pai se revela plenamente em Cristo;
- III) Identificar atributos e nomes que expressam a natureza de Deus Pai.
B) Motivação:
- Muitos têm ideias distorcidas sobre quem é Deus, influenciados por tradições humanas ou experiências pessoais com figuras paternas. A Bíblia, porém, nos revela o Pai verdadeiro: santo, amoroso, fiel e presente. Ao conhecer o Pai revelado por Jesus, nossa fé se firma na verdade e nosso coração se enche de confiança e adoração.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
- O DEUS PAI
- Nesta lição, conheceremos com maiores detalhes a identidade do Pai, Seus atributos e Sua revelação ao homem. As Escrituras comprovam a coexistência das três Pessoas da Santíssima Trindade, bem como a forma como cada Pessoa se manifesta no decorrer da história (Mt 28.19; Rm 1.20). A maior revelação da Pai e que nos aproxima de Sua natureza é a Pessoa de Jesus Cristo. Enquanto esteve neste mundo, Ele revelou quem é o Pai, a saber, um Deus amoroso, compassivo, cheio de misericórdia e disposto a perdoar os pecadores e trazê-los para perto de si (Jo 3.16). O Pai se fez conhecer ao mundo por intermédio do Filho e desfaz, por meio dEle, as inimizades que separam a humanidade do seu Criador (Ef 2.15-17).
- Conhecer a unidade e a inseparabilidade entre o Pai e o Filho é essencial para o nosso relacionamento com Deus (Jo 10.30). Para compreendermos com clareza a natureza do Pai, precisamos conhecer algumas de Suas qualidades mais inerentes, também chamadas pelos estudiosos de atributos. Os atributos são as qualidades que Deus manifesta em Seu caráter e O tornam conhecido. Esses atributos são classificados como incomunicáveis, que são aqueles que pertencem exclusivamente a Ele; e comunicáveis, que são os que compartilha com as Suas criaturas. Dentre os atributos naturais de Deus, há um que nos garante conhecer a Sua Pessoa, mesmo de forma limitada. Estamos falando da cognoscibilidade. A respeito de Deus, esse termo significa que Ele pode ser conhecido e compreendido intelectualmente pelo ser humano.
- Nessa perspectiva, de acordo com a obra Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal (CPAD), editada pelo teólogo Stanley Horton, “Deus não se oculta para encobrir seus atributos, mas para deixar-nos bem patentes nossos limites diante do seu ilimitado poder. Pelo fato de Deus ter decidido agir através de seu Filho (Hb 1.2) e ter a sua plenitude habitando nEle (Cl 1.19), podemos estar confiantes de que encontraremos em Jesus as grandiosas manifestações do caráter divino. Jesus não somente torna conhecido o Pai, como também revela o significado e a importância do Pai Celestial. [...] Se temos algum conhecimento de Deus é porque Ele optou por se nos revelar. Mas este conhecimento que agora temos, embora confessadamente limitado, é mui glorioso e constitui-se na base suficiente de nossa fé” (2021, pp.129,130). Partindo desse princípio, esclareça aos alunos que conhecer a Deus significa conhecer Suas qualidades e submeter-se à Sua vontade, revelada nas Escrituras. Deus quer ter um relacionamento pleno e verdadeiro com Sua criação, principalmente, com o ser humano, a maior obra de Suas mãos.


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Harpa de Ouro - Amor Que Vence (Com Letra)
Harpa Cristã: 35
Porque Ele vive - André Valadão com letra
Grupo Nova Dimensão - Viverei e viverás
Recebi um Novo Coração do Pai - Aline Barros - Legendado
Jesus Cristo Mudou Meu Viver
Para iniciar utilizem :a
Dinâmica: Deus Pai
Objetivos:- Introduzir o estudo sobre O Deus Pai.
- Fortalecer relações interpessoais.

¼ da folha de papel ofício para cada aluno e caneta.
Procedimento:
- Distribuam um pedaço da folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem aos alunos para que escrevam duas características de uma pessoa da classe.
- Perguntem:
Alguém encontrou dificuldade? Por quê?
Também perguntem para os que tiveram facilidade e rapidez.
Espera-se que nesse questionamento haja consenso de que podemos indicar características de alguém quando conhecemos e convivemos com a pessoa.
- Então falem que eles também precisam conhecer Deus. Para isto, é necessário estudar sobre Ele, O Deus Pai.
- Comecem o estudo sobre o conteúdo da lição.
Fonte: Da dinâmica///por Sulamita Macedo///atitudedeaprendiz.blogspot.com
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Sugestão de Método:
Comece pedindo aos alunos que descrevam com uma palavra como imaginam Deus Pai. Anote as respostas no quadro. Em seguida, leia Mateus 11.25-27 e João 14.6-11. Peça que a turma identifique no texto como Jesus apresenta o Pai. Use as respostas para introduzir o estudo da lição. Você pode dividir a turma em pequenos grupos e dar, a cada um, uma passagem bíblica sobre atributos ou nomes de Deus Pai, pedindo que leiam e expliquem o que o texto revela sobre Ele. PLANO DE AULA BÍBLICA
Escrito por Adália Helena
Tempo sugerido: 45 a 60 minutos
VERDADE PRÁTICA
Conhecemos a identidade, os atributos e a glória do Deus Pai por meio da revelação de Cristo e da ação do Espírito Santo.
OBJETIVO DA LIÇÃO
- I) Reconhecer, biblicamente, a identidade de Deus Pai;
- II) Entender que o Pai se revela plenamente em Cristo;
- III) Identificar atributos e nomes que expressam a natureza de Deus Pai.
TEXTO ÁUREO
Ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.Mateus 11.27.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 11.25-2725 — Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 — Sim, ó Pai, porque assim te aprouve.
27 — Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
João 14.6-11
6 — Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
7 — Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis e o tendes visto.
8 — Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
9 — Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
10 — Não crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
11 — Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
ESTRUTURA DA AULA
1️⃣ INTRODUÇÃO (5–10 min) Dinâmica de abertura (opcional):
Pergunte à classe:
- Quando você ouve a palavra “pai”, o que vem à sua mente?
- Explique que a Bíblia revela Deus como o Pai perfeito, diferente das limitações humanas.
Deus Pai é a base da fé cristã e da Trindade.
2️⃣ DESENVOLVIMENTO DA LIÇÃO
I. Deus é Pai desde a eternidade
- A paternidade divina é revelada no relacionamento com o Filho (Jo 17.24).
- A fé cristã é trinitária desde sua origem: Pai, Filho e Espírito Santo.
Aplicação:
- Nossa fé não está em um Deus distante, mas em um Pai eterno.
II. Deus é Pai amoroso e cuidador
Aplicação:
- Ele cuida, corrige, sustenta e ama Seus filhos (Hb 12.6).
- A paternidade divina traz segurança e identidade.
Aplicação:
Vivemos sem medo, pois temos um Pai que cuida de nós.
III. Deus é Pai por adoção
- Não somos filhos por mérito, mas por graça (Rm 8.15).
- A adoção nos dá acesso, herança e intimidade com Deus.
- Podemos chamá-Lo de “Aba, Pai”.
Aplicação:
Nossa identidade não está no passado, mas em quem Deus diz que somos.
3️⃣ ILUSTRAÇÃO (opcional)
- Um pai terreno pode falhar, mas Deus Pai nunca falha.
- Ele não abandona, não se cansa e não deixa de amar.
- Use essa ilustração para contrastar a limitação humana com a perfeição divina.
Leve a classe a refletir:
- Como tenho me relacionado com Deus: Como servo distante ou como filho amado?
- Confio em Deus Pai nas minhas decisões?
- Tenho refletido o caráter do Pai em meus relacionamentos?
5️⃣ PERGUNTAS PARA DEBATE
6️⃣ CONCLUSÃO
Frase de encerramento:
“Quem conhece Deus como Pai, nunca mais caminha sozinho.”
- O que muda na vida cristã quando entendemos Deus como Pai?
- Por que é importante distinguir Deus Pai da ideia humana de paternidade?
- Como a adoção espiritual fortalece nossa fé?
- Reforce que: Deus Pai é amor, autoridade e cuidado;
- Somos chamados a viver como filhos obedientes e confiantes.
Frase de encerramento:
“Quem conhece Deus como Pai, nunca mais caminha sozinho.”
🙏 ORAÇÃO FINAL
Ore agradecendo a Deus pela adoção, pelo cuidado diário e pelo amor do Pai revelado em Cristo.
Escrito por Adália Helena.

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

Mateus 11.27.
Terça — Dt 6.4
Quarta — Jo 5.26
Quinta — 1Tm 2.5
Sexta — Gn 17.1
Sábado — Êx 3.14
25 — Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 — Sim, ó Pai, porque assim te aprouve.
27 — Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
João 14.6-11
6 — Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
7 — Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis e o tendes visto.
8 — Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
9 — Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
10 — Não crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
11 — Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
O Pentateuco declara “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4). Deus, no Antigo Testamento, é um só Deus, que se revela pelos seus nomes, pelos seus atributos e pelos seus atos (Horton, 1997, p.159). O Novo Testamento apresenta o Pai como Deus por excelência, identificado seis vezes com o título de “Deus Pai” (Jo 6.27; 1Co 15.24; Gl 1.1,3; Ef 6.23; 1Pe 1.2). Além dessas ocorrências explícitas, a Bíblia frequentemente se refere a Deus como “Pai”, destacando seu papel como Criador e Sustentador do Universo (Is 63.16; Mt 6.9; Ef 4.6). O próprio Jesus se refere a Deus como “Pai”, e ensina os discípulos a orarem “Pai nosso, que estás nos céus” (Mt 6.9), reforçando a necessidade de um relacionamento pessoal com Deus.
2. O Pai é a fonte da divindade.
Nossa Declaração de Fé professa que Deus é o Supremo Ser, é Eterno, nunca teve começo, princípio e nunca terá fim (Dt 33.27), pois Ele existe por si mesmo: “como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Ele é o Deus imutável, desde a eternidade, desde antes da fundação do mundo (Sl 90.2; Ml 3.6; Tg 1.17). Ele é o Criador do céu e da terra, e de tudo que neles existe (Is 45.18; At 17.24). Ele é o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 20.31); Ele é Espírito doador e mantenedor de toda a vida (Jó 33.4). O Pai é a Primeira Pessoa divina da Santíssima Trindade, portanto, Ele é a origem e fonte eterna da divindade, de quem o Filho é gerado e de quem o Espírito procede (Jo 15.26; Hb 1.1-3).
3. O Pai age por meio do Filho e do Espírito.
A paternidade é o papel da primeira Pessoa da Trindade. Assim, o Pai opera por meio do Filho e por meio do Espírito Santo (1Co 12.4-6; Ef 4.4-6). Isso não implica inferioridade, mas expressa a maneira como as três Pessoas operam inseparavelmente, cada uma conforme sua distinção pessoal. O Pai proclamou as palavras criadoras (Sl 33.9), e o Filho as executou (Jo 1.3). O Pai planejou a redenção (Tt 1.2), e o Filho as realizou (Jo 17.4). Quando o Filho retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o Consolador e Ensinador (Jo 14.26). Conforme o Credo de Atanásio (Séc. V): “nenhuma das três pessoas é antes ou depois da outra; nenhuma é maior ou menor do que outra. Mas as três pessoas são coeternas e coiguais”.
Jesus exalta ao Pai acerca de uma profunda verdade espiritual: “...ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25). Os primeiros, intitulados sábios (gr. sophós) são aqueles que detêm “inteligência e educação acima da média”. Os outros, os instruídos (gr. synetós), são as pessoas com “cultura e instrução”. Esses vocábulos caracterizam os fariseus e os escribas, que se vangloriavam de sua formação privilegiada, mas que padeciam de cegueira espiritual. Significa que os mistérios do Reino de Deus não são revelados aos soberbos, aos que se consideram sábios aos próprios olhos (Pv 3.7). O Pai se dá a conhecer aos “pequeninos” (gr. népios), àqueles que possuem a humildade das crianças (Mt 18.2-4).
2. O Pai se faz conhecer pelo Filho.
Cristo afirma que o conhecimento do Pai é mediado exclusivamente por Ele. A intimidade entre o Pai e o Filho é absoluta e perfeita: “ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27). Essa declaração revela dois princípios importantes: (1) o Pai é um ser pessoal e relacional (Sl 46.10; Is 46.9); e, (2) só é possível conhecer a Deus por meio do Filho, o único mediador entre Deus e os homens (Jo 14.6; 1Tm 2.5). O Filho é o intérprete supremo do Pai, o único capaz de revelar sua natureza, vontade e amor (Jo 1.18; Hb 1.1). Sem Cristo, qualquer tentativa de conhecer o Pai será incompleta ou distorcida, e fadada ao erro e a idolatria (Jo 10.30; Cl 1.15; 2.8,9).
3. Quem vê o Filho vê o Pai.
No diálogo com Filipe, Jesus revela outra verdade sublime: “quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9). Essa declaração ratifica à doutrina da unidade da Trindade. Jesus é a perfeita expressão do Pai: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa” (Hb 1.3). A unidade entre Pai e Filho é essencial e inseparável: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). Não significa que são a mesma Pessoa, mas que compartilham a mesma natureza divina. A obra, as palavras e o caráter de Jesus são expressão direta da ação do Pai (Jo 14.10,11), que opera por meio do Filho, e o Filho age em total comunhão com o Pai (Jo 4.34; 5.30; 6.38-40; 8.28,29). Conhecer Jesus é desfrutar da presença do Pai (Jo 14.21,23).
São qualidades exclusivas da divindade. Elas pertencem apenas ao Deus Pai (bem como ao Filho e ao Espírito), e não podem ser compartilhadas pelo ser humano. Os principais atributos são: Autoexistência, Deus existe por si mesmo, não depende de nada para existir (Êx 3.14; Jo 5.26); Eternidade, Deus não tem começo nem fim, não está limitado pelo tempo (Sl 90.2; Is 57.15); Imutabilidade, Deus não muda, Ele é sempre o mesmo (Ml 3.6; Tg 1.17); Onipotência, Deus é Todo-Poderoso e nada pode frustrar seus desígnios (Jó 42.2; Lc 1.37); Onisciência, Deus conhece perfeitamente o passado, o presente e o futuro (Sl 139.1-6; Hb 4.13); Onipresença, Deus está, ao mesmo tempo, presente em todos os lugares (Sl 139.7-10; Jr 23.24). Estes atributos, portanto, revelam que nosso Deus é absoluto e sem limitação alguma.
2. Atributos comunicáveis do Pai.
São qualidades divinas que, de alguma forma, Deus compartilha com suas criaturas, ainda que de maneira limitada. Refletem os aspectos do caráter e da moral de Deus que podem ser vistos, em grau menor, no ser humano criado à sua imagem e semelhança (Gn 1.26,27). Dentre eles, destacam-se: Santidade, Deus é Santo, e chama seus filhos a serem santos em toda maneira de viver (Lv 19.2; 1Pe 1.15,16); Amor, Deus é amor em essência, e podemos amar a Deus e ao próximo como reflexo desse amor (Mt 22.37-39; 1Jo 4.8); Fidelidade, Deus é sempre fiel, e também somos desafiados a ser fiéis (2Tm 2.13; Ap 2.10); Bondade, Deus é bom em todo o tempo, e somos exortados a agir com bondade em nossa conduta diária (Sl 100.5; Gl 5.22).
3. Os nomes que revelam o Pai.
Os nomes de Deus não tratam apenas de sua identificação, mas revelam sua natureza, obras e virtudes (Sl 9.10). O nome Elohim (Gn 1.1), apesar do plural, reafirma o monoteísmo (Dt 6.4) e alude à pluralidade da Trindade (Gn 1.26); El Shadday (Gn 17.1) revela Deus como o Todo-Poderoso (Gn 28.3; 35.11); Adonai (Sl 8.1) e o grego Kyrios (At 2.36) manifestam sua autoridade como Senhor (Is 6.1; Fp 2.11); o tetragrama pessoal YHWH, revelado como “Eu Sou o Que Sou” (Êx 3.14; 6.13), enfatiza a eternidade e a imutabilidade de Deus (Sl 68.4; Ml 3.6). Esses nomes divinos identificam a primeira Pessoa da Trindade, sua soberania, poder e eternidade, aspectos fundamentais da doutrina cristã sobre a grandeza e a majestade de Deus.
R. Deus, no Antigo Testamento, é um só Deus, que se revela pelos seus nomes, atributos e atos.
2. O que afirma o Credo de Atanásio (séc. V) a respeito das três Pessoas da Trindade?
R. “Nenhuma das três pessoas é antes ou depois da outra; nenhuma é maior ou menor do que outra. Mas as três pessoas são coeternas e coiguais.” (Credo de Atanásio, séc. V).
3. O que significa a expressão dita por Jesus: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30)?
R. Significa que o Pai e o Filho compartilham a mesma natureza divina, embora sejam Pessoas distintas.
4. O que são os atributos incomunicáveis do Pai?
R. Qualidades exclusivas da divindade: autoexistência, eternidade, imutabilidade, onipotência, onisciência e onipresença.
5. O que são os atributos comunicáveis do Pai?
R. Virtudes divinas que Deus compartilha de forma limitada com suas criaturas, como santidade, amor, fidelidade e bondade.
Ore agradecendo a Deus pela adoção, pelo cuidado diário e pelo amor do Pai revelado em Cristo.
Escrito por Adália Helena.
- Utilize imagens ou exemplos do cotidiano para tornar o conteúdo mais acessível e significativo.
Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO ÁUREO
Ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.Mateus 11.27.
VERDADE PRÁTICA
Conhecemos a identidade, os atributos e a glória do Deus Pai por meio da revelação de Cristo e da ação do Espírito Santo.LEITURA DIÁRIA
Segunda — Mt 6.9- O Pai é o nosso Pai celestial
Terça — Dt 6.4
- O Senhor é o único Deus verdadeiro
Quarta — Jo 5.26
- O Pai tem a vida em si mesmo
Quinta — 1Tm 2.5
- O Filho é mediador entre o Pai e os homens
Sexta — Gn 17.1
- Deus, o Pai, é Todo-Poderoso
Sábado — Êx 3.14
- Deus é o “Eu Sou”
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 11.25-2725 — Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 — Sim, ó Pai, porque assim te aprouve.
27 — Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
João 14.6-11
6 — Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
7 — Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis e o tendes visto.
8 — Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
9 — Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
10 — Não crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
11 — Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
INTRODUÇÃO
A doutrina da Trindade é um mistério revelado e central à fé cristã: um só Deus em três Pessoas coeternas, consubstanciais e distintas — o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Dentre essas três Pessoas, estudaremos nesta lição a Identidade, a Revelação e a Pessoa de Deus, o Pai. Aquele de quem procedem o Filho e o Espírito. Ele é a fonte eterna da divindade: Criador, Redentor e Revelador. Por meio da fé, somos convidados a conhecer e nos relacionar com o Pai Celestial.PALAVRA CHAVE
PAI
I. A IDENTIDADE DE DEUS, O PAI
1. O Pai é o único Deus verdadeiro. O Pentateuco declara “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4). Deus, no Antigo Testamento, é um só Deus, que se revela pelos seus nomes, pelos seus atributos e pelos seus atos (Horton, 1997, p.159). O Novo Testamento apresenta o Pai como Deus por excelência, identificado seis vezes com o título de “Deus Pai” (Jo 6.27; 1Co 15.24; Gl 1.1,3; Ef 6.23; 1Pe 1.2). Além dessas ocorrências explícitas, a Bíblia frequentemente se refere a Deus como “Pai”, destacando seu papel como Criador e Sustentador do Universo (Is 63.16; Mt 6.9; Ef 4.6). O próprio Jesus se refere a Deus como “Pai”, e ensina os discípulos a orarem “Pai nosso, que estás nos céus” (Mt 6.9), reforçando a necessidade de um relacionamento pessoal com Deus.
2. O Pai é a fonte da divindade.
Nossa Declaração de Fé professa que Deus é o Supremo Ser, é Eterno, nunca teve começo, princípio e nunca terá fim (Dt 33.27), pois Ele existe por si mesmo: “como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Ele é o Deus imutável, desde a eternidade, desde antes da fundação do mundo (Sl 90.2; Ml 3.6; Tg 1.17). Ele é o Criador do céu e da terra, e de tudo que neles existe (Is 45.18; At 17.24). Ele é o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 20.31); Ele é Espírito doador e mantenedor de toda a vida (Jó 33.4). O Pai é a Primeira Pessoa divina da Santíssima Trindade, portanto, Ele é a origem e fonte eterna da divindade, de quem o Filho é gerado e de quem o Espírito procede (Jo 15.26; Hb 1.1-3).
3. O Pai age por meio do Filho e do Espírito.
A paternidade é o papel da primeira Pessoa da Trindade. Assim, o Pai opera por meio do Filho e por meio do Espírito Santo (1Co 12.4-6; Ef 4.4-6). Isso não implica inferioridade, mas expressa a maneira como as três Pessoas operam inseparavelmente, cada uma conforme sua distinção pessoal. O Pai proclamou as palavras criadoras (Sl 33.9), e o Filho as executou (Jo 1.3). O Pai planejou a redenção (Tt 1.2), e o Filho as realizou (Jo 17.4). Quando o Filho retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o Consolador e Ensinador (Jo 14.26). Conforme o Credo de Atanásio (Séc. V): “nenhuma das três pessoas é antes ou depois da outra; nenhuma é maior ou menor do que outra. Mas as três pessoas são coeternas e coiguais”.
SINOPSE I
Deus Pai é o único Deus verdadeiro, eterno e soberano, a fonte da divindade, que age por meio do Filho e do Espírito Santo.AUXÍLIO TEOLÓGICO
ABBA, PAI
“Paulo designou Deus como ‘abba’ em duas ocasiões: ‘Porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai [gr. ho pater]’ (Gl 4.6). ‘Não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai [gr. ho pater]. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus’ (Rm 8.15,16). Isto é: na Igreja Primitiva, os cristãos judaicos estariam invocando Deus, dizendo: ‘Abba’, ‘Ó Pai!’ e os cristãos gentios estariam exclamando: Ho Pater, ‘Ó Pai!’ Ao mesmo tempo, o Espírito Santo estaria tornando real para eles que Deus é, de fato, o Pai de todos. A qualidade incomparável do termo acha-se no fato de que Jesus lhe atribuiu uma ternura incomum. Além do mais, caracterizava muito bem o seu próprio relacionamento com Deus, e o tipo de relacionamento que Ele queria, em última análise, que os seus discípulos tivessem com o Pai.” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.151).II. O PAI REVELADO EM CRISTO
1. O Pai se revela aos humildes. Jesus exalta ao Pai acerca de uma profunda verdade espiritual: “...ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25). Os primeiros, intitulados sábios (gr. sophós) são aqueles que detêm “inteligência e educação acima da média”. Os outros, os instruídos (gr. synetós), são as pessoas com “cultura e instrução”. Esses vocábulos caracterizam os fariseus e os escribas, que se vangloriavam de sua formação privilegiada, mas que padeciam de cegueira espiritual. Significa que os mistérios do Reino de Deus não são revelados aos soberbos, aos que se consideram sábios aos próprios olhos (Pv 3.7). O Pai se dá a conhecer aos “pequeninos” (gr. népios), àqueles que possuem a humildade das crianças (Mt 18.2-4).
2. O Pai se faz conhecer pelo Filho.
Cristo afirma que o conhecimento do Pai é mediado exclusivamente por Ele. A intimidade entre o Pai e o Filho é absoluta e perfeita: “ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27). Essa declaração revela dois princípios importantes: (1) o Pai é um ser pessoal e relacional (Sl 46.10; Is 46.9); e, (2) só é possível conhecer a Deus por meio do Filho, o único mediador entre Deus e os homens (Jo 14.6; 1Tm 2.5). O Filho é o intérprete supremo do Pai, o único capaz de revelar sua natureza, vontade e amor (Jo 1.18; Hb 1.1). Sem Cristo, qualquer tentativa de conhecer o Pai será incompleta ou distorcida, e fadada ao erro e a idolatria (Jo 10.30; Cl 1.15; 2.8,9).
3. Quem vê o Filho vê o Pai.
No diálogo com Filipe, Jesus revela outra verdade sublime: “quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9). Essa declaração ratifica à doutrina da unidade da Trindade. Jesus é a perfeita expressão do Pai: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa” (Hb 1.3). A unidade entre Pai e Filho é essencial e inseparável: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). Não significa que são a mesma Pessoa, mas que compartilham a mesma natureza divina. A obra, as palavras e o caráter de Jesus são expressão direta da ação do Pai (Jo 14.10,11), que opera por meio do Filho, e o Filho age em total comunhão com o Pai (Jo 4.34; 5.30; 6.38-40; 8.28,29). Conhecer Jesus é desfrutar da presença do Pai (Jo 14.21,23).
SINOPSE II
O Pai é plenamente revelado em Cristo, sendo conhecido apenas por meio do Filho, que é a expressão exata do seu Ser.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O PRIVILÉGIO DE SER FILHO DE DEUS
Paulo usou a adoção para ilustrar o novo relacionamento do cristão com Deus. Na cultura romana, o filho adotado perdia todos os direitos que possuía em relação à família anterior, e recebia todos os direitos de filho legítimo em sua nova família. Ele se tornava herdeiro dos bens de seu novo pai. [...] Da mesma forma, quando alguém se torna um cristão, recebe todos os privilégios e responsabilidades de filho na família de Deus. [...] Não somos mais escravos atemorizados; ao contrário, somos filhos de Deus. Que privilégio!” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p.1565).III. A PESSOA DE DEUS PAI
1. Atributos incomunicáveis do Pai. São qualidades exclusivas da divindade. Elas pertencem apenas ao Deus Pai (bem como ao Filho e ao Espírito), e não podem ser compartilhadas pelo ser humano. Os principais atributos são: Autoexistência, Deus existe por si mesmo, não depende de nada para existir (Êx 3.14; Jo 5.26); Eternidade, Deus não tem começo nem fim, não está limitado pelo tempo (Sl 90.2; Is 57.15); Imutabilidade, Deus não muda, Ele é sempre o mesmo (Ml 3.6; Tg 1.17); Onipotência, Deus é Todo-Poderoso e nada pode frustrar seus desígnios (Jó 42.2; Lc 1.37); Onisciência, Deus conhece perfeitamente o passado, o presente e o futuro (Sl 139.1-6; Hb 4.13); Onipresença, Deus está, ao mesmo tempo, presente em todos os lugares (Sl 139.7-10; Jr 23.24). Estes atributos, portanto, revelam que nosso Deus é absoluto e sem limitação alguma.
2. Atributos comunicáveis do Pai.
São qualidades divinas que, de alguma forma, Deus compartilha com suas criaturas, ainda que de maneira limitada. Refletem os aspectos do caráter e da moral de Deus que podem ser vistos, em grau menor, no ser humano criado à sua imagem e semelhança (Gn 1.26,27). Dentre eles, destacam-se: Santidade, Deus é Santo, e chama seus filhos a serem santos em toda maneira de viver (Lv 19.2; 1Pe 1.15,16); Amor, Deus é amor em essência, e podemos amar a Deus e ao próximo como reflexo desse amor (Mt 22.37-39; 1Jo 4.8); Fidelidade, Deus é sempre fiel, e também somos desafiados a ser fiéis (2Tm 2.13; Ap 2.10); Bondade, Deus é bom em todo o tempo, e somos exortados a agir com bondade em nossa conduta diária (Sl 100.5; Gl 5.22).
3. Os nomes que revelam o Pai.
Os nomes de Deus não tratam apenas de sua identificação, mas revelam sua natureza, obras e virtudes (Sl 9.10). O nome Elohim (Gn 1.1), apesar do plural, reafirma o monoteísmo (Dt 6.4) e alude à pluralidade da Trindade (Gn 1.26); El Shadday (Gn 17.1) revela Deus como o Todo-Poderoso (Gn 28.3; 35.11); Adonai (Sl 8.1) e o grego Kyrios (At 2.36) manifestam sua autoridade como Senhor (Is 6.1; Fp 2.11); o tetragrama pessoal YHWH, revelado como “Eu Sou o Que Sou” (Êx 3.14; 6.13), enfatiza a eternidade e a imutabilidade de Deus (Sl 68.4; Ml 3.6). Esses nomes divinos identificam a primeira Pessoa da Trindade, sua soberania, poder e eternidade, aspectos fundamentais da doutrina cristã sobre a grandeza e a majestade de Deus.
SINOPSE III
Os atributos e nomes de Deus Pai expressam sua natureza, santidade, amor e autoridade, revelando quem Ele é, e como se relaciona com sua criação.CONCLUSÃO
A doutrina Bíblica da Santíssima Trindade é a revelação concreta da vida divina compartilhada entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Nesta lição, vimos que Deus, o Pai, é o Deus verdadeiro, eterno e soberano, revelado plenamente em Cristo. Ele é o autor da criação, o planejador da redenção e o sustentador da vida. Conhecer o Pai por meio do Filho é a essência da vida eterna (Jo 17.3). Que essa verdade desperte em nós o desejo sincero de conhecer, amar e obedecer ao Pai que, em Cristo, nos adotou como filhos (Jo 1.12; Rm 8.15).REVISANDO O CONTEÚDO
1. Como Deus se identifica no Antigo Testamento?R. Deus, no Antigo Testamento, é um só Deus, que se revela pelos seus nomes, atributos e atos.
2. O que afirma o Credo de Atanásio (séc. V) a respeito das três Pessoas da Trindade?
R. “Nenhuma das três pessoas é antes ou depois da outra; nenhuma é maior ou menor do que outra. Mas as três pessoas são coeternas e coiguais.” (Credo de Atanásio, séc. V).
3. O que significa a expressão dita por Jesus: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30)?
R. Significa que o Pai e o Filho compartilham a mesma natureza divina, embora sejam Pessoas distintas.
4. O que são os atributos incomunicáveis do Pai?
R. Qualidades exclusivas da divindade: autoexistência, eternidade, imutabilidade, onipotência, onisciência e onipresença.
5. O que são os atributos comunicáveis do Pai?
R. Virtudes divinas que Deus compartilha de forma limitada com suas criaturas, como santidade, amor, fidelidade e bondade.
PENSE NISSO
Conhecer o Pai é o núcleo da vida eterna (Jo 17.3). Isso implica não apenas saber sobre Ele, mas experimentar seu amor, obedecer à Sua vontade e refletir seus atributos comunicáveis em nossa conduta diária. A revelação de Deus Pai em Cristo é convite à intimidade, à adoração sincera e ao compromisso com Sua obra.1º Trimestre de 2026
Título: A Santíssima Trindade — O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas
Comentarista: Douglas Baptista
Título: A Santíssima Trindade — O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas
Comentarista: Douglas Baptista
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!



Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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CHUVAS DE BÊNÇÃOS PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA

Deus sempre em Primeiro Lugar.
