
💓A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- A todos que amam a Palavra de Deus, sejam muito bem-vindos. É uma alegria receber cada um que tem prazer em aprender mais dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença do nosso Deus.
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é algo indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por essa razão é importante que você estabeleça metas a serem alcançadas. Prepare o esboço da lição e se esforce para estudá-lo durante a semana, selecione os recursos didáticos que utilizará na aplicação da aula; pense nas ilustrações ou exemplos que serão melhores assimilados pelos alunos, elabore algumas perguntas que estimularão seus alunos a pensarem no tema; e é claro, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Saiba que Ele é o seu Auxiliador nesse ministério do Ensino. Ao longo da semana interceda também por cada aluno e suas respectivas famílias.

__ Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.
__ Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.
__ Perguntem como passaram a semana.
__ Escutem atentamente o que eles falam.
__ Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
__ Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

- Ore com seus alunos(a). Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
- Não esqueça que para uma boa conclusão é importante uma revisão. Procure aplicar aos alunos o tema com exemplos vivos que eles os identificam no cotidiano. Era assim que Jesus ensinou as maiores lições.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você partilha com uma pessoa podem influenciara vida de muitas outras. Mas essa influência não será alcançada sem atenção exclusiva a um indivíduo. Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.Ao longo da Bíblia, vemos Jesus chamando pessoas solitárias em meio a uma multidão e ministrando a elas pessoalmente. Todos eram importantes para Ele — um de cada vez. Ninguém era descartável, Cada um tinha um potencial único." (TOLER, Stan. Minutos de Motivação para Professores. Rio de Janeiro
CPAD, p. 11).
Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
ANTES DA AULA
O papel do professor(a) da Escola Dominical vai além da tarefa pedagógica de ensinar conteúdos bíblicos. Todo professor(a) é também um líder de sua classe, ao escrever sobre liderança familiar o Dr. Stephen Adei, em seu livro Seja o líder que sua família precisa (CPAD, p. 27) apresentou o conceito dos três "M"s da liderança espiritual, que pode ser útil para o professor.Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
TITULO DA LIÇÃO:
A Paternidade Divina
- Professor(a). Nesta lição, estudaremos como a Trindade manifesta a paternidade divina por meio do Filho e do Espírito. A paternidade de Deus é uma verdade revelada nas Escrituras que mostra o Pai como fonte eterna de toda vida. Ele enviou o Filho e concedeu o Espírito, formando conosco uma relação íntima, segura e transformadora. É o que estudaremos nesta lição.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
- I) Compreender que a paternidade de Deus é eterna e inseparável de sua natureza;
- II) Reconhecer que confessar a Cristo como Filho é evidência de filiação divina;
- III) Aplicar os princípios do amor do Pai como base para a vida cristã.
B) Motivação:
A compreensão da paternidade de Deus nos leva a desfrutar de segurança espiritual, a viver com confiança diante do mundo e a experimentar um amor que lança fora todo medo.

Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
HARPA CRISTÃ - 33 - COM TUA MÃO SEGURA.wmvHino 48 - Harpa Cristã - O Dia Do Triunfo De Jesus - Legendado
Para ilustrar o tema da aula, utilizem a dinâmica “Aba, Pai!”
Dinâmica: Aba, Pai!
Objetivo:
Refletir sobre a adoção proporcionada por Deus a humanidade, mediante a salvação em Jesus.


Material:
01 coração pequeno confeccionado de cartolina ou EVA
02 figuras de um contorno do corpo humano
Procedimento:
- Escrevam no quadro a palavra ADOÇÃO.
- Falem: Por meio da salvação em Cristo, fomos adotados por Deus. Isto aconteceu por causa do seu grande amor.
- Em seguida, leiam: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
- Nesse momento, entreguem para os alunos um coração pequeno.
- Falem: Este coração representa o amor de Deus que nos alcançou quando cremos no sacrifício vicário de Cristo.
- Leiam, Jo 1.12: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”.
- Falem: Isto fez toda a diferença em nossa vida. No passado, quem éramos e hoje quem somos?
- Fixem um desenho do contorno do corpo humano no quadro e escrevam as características abaixo, referentes ao tempo passado, antes da salvação:
Criaturas
Servos do pecado
Escravos
Sem herança
Sem direito
Perdição eterna
Culpa do pecado
- Depois, fixem o outro desenho do contorno do corpo humano no quadro e escrevam as características abaixo, referentes ao tempo presente, com a salvação:
Filhos de Deus
Filhos de adoção por Jesus Cristo
Libertos do pecado
Família de Deus
Casa do Pai
Herdeiros de Deus
Coerdeiro de Cristo
Filiação eterna
Parecidos com o pai
Amados pelo pai
Direitos e deveres espirituais
- Para concluir, leiam:
“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”(Romanos 8:14,15). Por Sulamita Macedo.
01 coração pequeno confeccionado de cartolina ou EVA
02 figuras de um contorno do corpo humano
Procedimento:
- Escrevam no quadro a palavra ADOÇÃO.
- Falem: Por meio da salvação em Cristo, fomos adotados por Deus. Isto aconteceu por causa do seu grande amor.
- Em seguida, leiam: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
- Nesse momento, entreguem para os alunos um coração pequeno.
- Falem: Este coração representa o amor de Deus que nos alcançou quando cremos no sacrifício vicário de Cristo.
- Leiam, Jo 1.12: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”.
- Falem: Isto fez toda a diferença em nossa vida. No passado, quem éramos e hoje quem somos?
- Fixem um desenho do contorno do corpo humano no quadro e escrevam as características abaixo, referentes ao tempo passado, antes da salvação:
Criaturas
Servos do pecado
Escravos
Sem herança
Sem direito
Perdição eterna
Culpa do pecado
- Depois, fixem o outro desenho do contorno do corpo humano no quadro e escrevam as características abaixo, referentes ao tempo presente, com a salvação:
Filhos de Deus
Filhos de adoção por Jesus Cristo
Libertos do pecado
Família de Deus
Casa do Pai
Herdeiros de Deus
Coerdeiro de Cristo
Filiação eterna
Parecidos com o pai
Amados pelo pai
Direitos e deveres espirituais
- Para concluir, leiam:
“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”(Romanos 8:14,15). Por Sulamita Macedo.
Fonte: Blog/ atitudedeaprendiz.blogspot.com
Texto Áureo
Verdade Prática
Objetivos da Lição
Ao final da aula, o aluno deverá:
Texto Bíblico Base
Introdução (5–10 min)
Inicie perguntando:

Desenvolvimento da Lição
1. Deus se Revela como Pai
➡️ Aplicação:
2. A Paternidade Divina Revelada em Cristo
➡️ Aplicação:
3. Os Filhos de Deus e seus Privilégios
➡️ Aplicação:
4. Vivendo sob a Paternidade de Deus
➡️ Aplicação:
Ilustração
Conclusão
Aplicação Final

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.


Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
2Timóteo 2.15.
João 3.16 
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus
Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus
Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas
Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática
Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE


SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Sugestão de Método:
- Antes de iniciar o estudo desta lição, proponha uma breve revisão das lições 1 a 3.
- Divida a classe em três grupos e atribua a cada grupo uma das lições anteriores para resumir.
- Oriente-os a destacar: O tema central, os principais versículos e a aplicação prática.
- Cada grupo apresenta seu resumo em até 3 minutos.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
A PATERNIDADE DIVINA
- Na presente lição, veremos com maiores detalhes a paternidade divina, bem como o amor divino que nos capacita a viver a nossa filiação com Deus diante do mundo. Inicialmente, a lição destaca que a paternidade de Deus não tem início no tempo. Deus é Pai desde a eternidade. Isso nos remete à compreensão de que as Pessoas do Filho e do Espírito Santo coexistem com o Pai desde a eternidade, tendo em vista que os três compartilham da mesma natureza divina (Jo 10.30). Nesse sentido, a relação entre as três Pessoas da Trindade é a referência ideal para o relacionamento do crente com Deus. Uma das marcas da filiação divina é a fé que expressamos em Jesus, o Filho Unigênito. Ele, por natureza, é o Filho gerado — e não criado — pelo Pai (Hb 1.1-5); em contrapartida, a nossa filiação ocorre a partir da confissão de fé em Jesus, que nos adentra à comunhão com Deus por meio da graça. Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus (Rm 5.1). Agora que somos filhos temos também a testificação dessa filiação por meio do Espírito Santo. Ele testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16).
- De acordo com o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, adoção diz respeito ao “processo voluntário de concessão de direitos, privilégios, responsabilidades e posição de filho ou herdeiro a um indivíduo ou grupo que não nasceu originalmente do adotante. Enquanto o nascimento ocorre naturalmente, a adoção ocorre apenas pelo exercício da vontade. [...] Os filhos adotivos de Deus desfrutam de todos os direitos de um filho natural, incluindo a oportunidade de chamar Deus de ‘Pai’, como Jesus fez (Mt 5.16; Lc 12.32). Paulo particularmente usa a adoção para descrever o novo relacionamento do cristão com Deus por meio do sacrifício expiatório de Jesus Cristo (Rm 8.15,16,21-23; 9.25,26)” (2023, p.23).
- Agora que recebemos a nova natureza, podemos, como filhos de Deus, desfrutar de todas as abundantes bênçãos de Sua graça. Um dos grandes desafios da nossa geração é preservar sua identidade enquanto filhos de Deus. Inclusive, a marca que distingue e torna pública essa filiação é o amor de Deus derramado em nossos corações (Rm 5.5). Esse amor nos capacita a adorar a Deus em espírito e em verdade (Jo 4.24), bem como a amar o próximo e perdoar aqueles que se colocam como nossos inimigos e perseguidores (Mt 5.11,12,44-48). Se quisermos tornar notória ao mundo a nossa experiência como filhos de Deus, precisamos remover da nossa forma de pensar e agir tudo aquilo que não corresponde à natureza divina. Que a cada ato de renúncia ao pecado e submissão aos mandamentos divinos o amor de Deus possa se aperfeiçoar em nós.
PLANO DE AULA BÍBLICA – ADULTOS (CPAD)
Lição 04: A Paternidade Divina
Escrito por Adália Helena.
Texto Áureo
- “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai: Que fôssemos chamados filhos de Deus.” (1 João 3.1).
Verdade Prática
- Deus se revela como Pai amoroso, cuidador e presente, que se relaciona com Seus filhos por meio do amor, da graça e da disciplina.
Objetivos da Lição
Ao final da aula, o aluno deverá:
- Compreender o significado bíblico da paternidade divina.
- Reconhecer Deus como Pai amoroso e acessível.
- Desenvolver uma relação de confiança, obediência e intimidade com Deus Pai.
Texto Bíblico Base
- Mateus 6.9
- Romanos 8.14-17
- Gálatas 4.4-7
- Salmos 103.13
Introdução (5–10 min)
Inicie perguntando:
- Quando ouvimos a palavra “pai”, que sentimentos ela desperta?

- Explique que, embora as experiências humanas de paternidade sejam imperfeitas, Deus se revela como Pai perfeito, cheio de amor, cuidado e fidelidade.
- A Bíblia apresenta a paternidade divina como fundamento do relacionamento entre Deus Pai e os seus filhos.
Desenvolvimento da Lição
1. Deus se Revela como Pai
- No Antigo Testamento, Deus já se apresenta como Pai de Israel (Dt 32.6).
- No Novo Testamento, Jesus aprofunda essa revelação ao ensinar os discípulos a orar: “Pai nosso” (Mt 6.9).
➡️ Aplicação:
- Deus deseja relacionamento, não apenas obediência religiosa.
2. A Paternidade Divina Revelada em Cristo
- Jesus revela o Pai em amor, graça e misericórdia (Jo 14.9). Pela obra redentora de Cristo, somos feitos filhos por adoção (Gl 4.4-7).
➡️ Aplicação:
- Não somos apenas servos; somos filhos com acesso à presença do Pai.
3. Os Filhos de Deus e seus Privilégios
- Guiados pelo Espírito (Rm 8.14).
- Herdeiros das promessas de Deus (Rm 8.17).
- Amados e disciplinados com cuidado (Hb 12.6).
➡️ Aplicação:
A disciplina do Pai é prova de amor, não rejeição.
4. Vivendo sob a Paternidade de Deus
- Confiança em meio às dificuldades (Sl 103.13).
- Vida de obediência motivada pelo amor.
- Segurança espiritual e identidade firmada em Deus.
➡️ Aplicação:
- Quem entende Deus como Pai vive com fé, equilíbrio e esperança.
Ilustração
- Assim como uma criança confia no pai ao atravessar uma rua segurando sua mão, o cristão aprende a confiar em Deus mesmo sem entender todo o caminho, sabendo que o Pai nunca o abandonará.
Dinâmica / Reflexão em Grupo
Pergunta para debate:- Como a compreensão de Deus como Pai pode transformar nossa maneira de orar, obedecer e enfrentar dificuldades?
Conclusão
- A paternidade divina revela um Deus próximo, amoroso e cuidador. Em Cristo, somos acolhidos como filhos e convidados a viver uma relação diária de fé, confiança e obediência. Conhecer Deus como Pai transforma nossa identidade e nossa maneira de viver.
Aplicação Final
- Viva como filho, não como órfão espiritual.
- Confie no cuidado do Pai em todas as áreas da vida.
- Reflita o caráter do Pai em seus relacionamentos.
- Escrito por Adália Helena.
- Utilize imagens ou exemplos do cotidiano para tornar o conteúdo mais acessível e significativo.
Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO ÁUREO
1João 4.14.
Terça — Jo 17.5
Quarta — Jo 5.26
Quinta — Jo 15.26; 16.7
Sexta — 1Jo 4.15,16
Sábado — 1Jo 4.17-19
13 — Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito,
14 — e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
15 — Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.
16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele.
A Paternidade é atributo da Primeira Pessoa da Trindade, que opera por meio do Filho e do Espírito Santo: “um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos vós” (Ef 4.6). O Pai é a fonte de tudo, Ele é soberano (1Co 8.6), Ele é o princípio sem princípio, Ele não é gerado (Jo 1.18), mas é Aquele que gera o Filho (Sl 2.7; Hb 1.5) e de quem, junto com o Filho, procede o Espírito Santo (Jo 14.26). Entender a paternidade divina é uma fonte de consolo. Podemos confiar no cuidado do Pai, pois Ele é o originador de toda boa dádiva (Tg 1.17).
2. A paternidade eterna do Pai.
A Paternidade de Deus não tem início no tempo. Deus é Pai desde toda a eternidade. Na oração sacerdotal Jesus disse: “E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Este texto ensina que o relacionamento entre o Pai e o Filho é anterior à criação, revelando que a identidade de Deus como Pai é eterna. Não houve momento em que Deus se tornou Pai. O Pai sempre foi Pai, o Filho sempre foi Filho e o Espírito sempre foi Espírito (Ef 1.3,4; Hb 1.2,3; 9.14).
3. O Pai gerou o Filho.
A geração do Filho não implica criação; Ele sempre existiu com o Pai, com a mesma essência: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Significa que o Deus Pai não recebeu vida de ninguém, Ele é auto existente. O Filho gerado pelo Pai também é auto existente. Implica dizer que o Filho não foi criado, mas eternamente gerado. O Filho, assim como o Pai, possui vida em si mesmo, isto é, compartilha da mesma natureza divina (Jo 10.30).
4. O Pai nos concede o Espírito.
O Espírito Santo também tem sua origem no Pai, mas de modo distinto. Ele procede do Pai (Jo 15.26) e é enviado pelo Filho (João 16.7). Saber que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho é muito mais do que um detalhe teológico; é uma fonte poderosa de segurança para nossa vida cristã. O Espírito Santo é o próprio Deus (At 5.3,4), enviado para estar conosco para sempre (Jo 14.16,17). Ele nos aproxima do Pai (Ef 2.18), testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16) e nos guia em toda a verdade (Jo 16.13).
A confissão de que Jesus é o Filho de Deus é um ato central na fé cristã: “Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus” (1Jo 4.15). Reconhecer a filiação divina de Cristo é mais do que uma afirmação privada. É uma declaração pública de fé e sinaliza que Deus habita no coração do crente (Rm 10.9,10). Essa capacidade não nasce da carne, nem da persuasão humana, mas da ação sobrenatural do Espírito Santo (1Co 12.3). Reconhecer Jesus como o Filho de Deus é a única forma legítima de acesso ao Pai (Jo 14.6). Negar o Filho é, por consequência, negar o acesso ao Pai (1Jo 2.23). Que cada crente possa, com o coração cheio de fé e gratidão, proclamar com ousadia: “Senhor meu, e Deus meu!” (Jo 20.28).
2. A perfeição do amor do Pai.
O amor faz parte da natureza do Pai: “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele” (1Jo 4.16). O amor do Pai é sacrificial, demonstrado ao enviar Seu Filho (Jo 3.16). Esse amor nos adotou; fomos aceitos por Ele, com todos os direitos de filhos legítimos (1Jo 3.1). Esse amor é inquebrável; nenhum poder ou circunstância poderá nos separar desse amor (Rm 8.38,39). Esse amor é pessoal; não é apenas geral, mas é individual, voltado para cada filho que crê (Jo 16.27). Assim, o amor do Pai é a fonte da nossa nova vida; nossa salvação brota da abundância do Seu amor (Ef 2.4,5). Foi o amor do Pai que nos buscou, nos salvou e nos guarda até o fim. Aleluia!
3. As bênçãos da filiação divina.
As Escrituras afirmam que o amor de Deus, lança fora todo o temor, especialmente o medo do juízo: “Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no Dia do Juízo tenhamos confiança” (1Jo 4.17). Essa confiança estabelece a segurança da nossa condição como filhos de Deus. O crente não é mais um escravo ameaçado pelo castigo eterno, mas um filho livre, amado e aceito em Cristo (Rm 8.15). Isso não significa que o crente não possa perder a salvação (Ez 18.24; 1Co 10.12). Mas sim, que o Espírito Santo, habitando em nós, testemunha a nossa filiação, extinguindo o medo da condenação (Ef 1.13,14). O verdadeiro amor, aperfeiçoado em nós pelo Espírito, remove o medo, pois “no amor, não há temor; antes, o perfeito amor lança fora o temor” (1Jo 4.18).
O aperfeiçoamento do amor em nós é obra do Espírito. Guardar a Palavra é o meio pelo qual o amor divino é amadurecido: “Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (1Jo 2.5). Essa obediência prática à Palavra é a evidência externa de um amor interno e verdadeiro por Deus (Jo 14.21). Não há amor genuíno a Deus, sem compromisso concreto com a sua vontade revelada (1Jo 5.3). A cada ato de obediência, mesmo nas pequenas coisas, o amor de Deus é fortalecido em nós (Lc 16.10). Devemos viver de maneira que nossa prática aprofunde a realidade do amor em nosso coração (Tg 1.22). Portanto, refletir Deus no mundo é estar sendo aperfeiçoado no amor (Mt 22.37-40).
2. O amor é a marca dos filhos de Deus.
O amor distingue os verdadeiros filhos de Deus. O mundo conhece a Deus por meio da manifestação de amor dos seus filhos: “Ninguém jamais viu a Deus; se nós amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor” (1Jo 4.12). Deus é invisível, mas seu amor se torna visível à humanidade quando os cristãos vivem em amor mútuo (Jo 13.34,35). Quem ama de fato, revela que conhece a Deus. Logo, o amor torna real a presença de Deus àqueles que ainda não O conhecem (1Jo 3.10; 4.8).
3. Fomos amados primeiro.
A essência da vida cristã está fundamentada no fato de que Deus nos amou: “Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro.” (1Jo 4.19). Indica que a salvação, a fé e a nossa capacidade de amar são respostas à iniciativa incondicional do amor divino (1Jo 4.10). Em vista disso, fomos amados antes de qualquer mérito, antes de qualquer movimento pessoal em direção a Deus (Ef 2.4,5). Fomos amados no pior estado possível — em pecado — e recebidos como filhos em Jesus (Rm 5.8; Ef 1.5). Esta verdade sinaliza que somente pelo Espírito conseguimos amar a Deus, ao próximo e ao inimigo (Rm 5.5). Antes da nossa redenção, houve uma cruz sangrenta preparada por amor (Jo 15.13). Desse modo, espera-se que a postura cristã seja uma resposta agradecida a esse amor imerecido (2Co 5.14,15).
É fácil dizer que amamos a Deus quando tal amor não nos custa nada mais do que nossa participação semanal nos cultos. Mas o verdadeiro teste do nosso amor a Deus é como tratamos as pessoas que estão à nossa volta — os membros de nossa família e os nossos irmãos em Cristo. Não podemos amar verdadeiramente a Deus enquanto negligenciamos o amor àqueles que foram criados à sua imagem.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.1788).
R. Significa que o Filho é eternamente gerado pelo Pai, não criado, possuindo a mesma essência divina.
2. O que significa reconhecer a filiação divina de Cristo?
R. É reconhecer que Jesus é o Filho de Deus, o único acesso legítimo ao Pai.
3. Qual a relação entre a nossa filiação a Deus e a preservação da salvação?
R. O amor do Pai assegura nossa filiação e nos livra do medo da condenação, embora devamos permanecer firmes para não perder a salvação.
4. Qual é a evidência externa de um amor interno e verdadeiro por Deus?
R. Guardar a Palavra de Deus.
5. De que forma os cristãos tornam visível à humanidade o amor de Deus?
R. Vivendo em amor mútuo, tornando visível o caráter de Deus ao mundo.
VERDADE PRÁTICA
A paternidade de Deus é revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e aperfeiçoando-nos no amor.LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 1.18- O Pai não tem início nem fim, Ele é eterno
Terça — Jo 17.5
- O Pai sempre foi eternamente
Quarta — Jo 5.26
- O Pai gera o Filho e ambos têm a vida em si mesmo
Quinta — Jo 15.26; 16.7
- O Espírito procede do Pai e do Filho
Sexta — 1Jo 4.15,16
- Confessar a Cristo revela a habitação de Deus
Sábado — 1Jo 4.17-19
- O amor de Deus lança fora o temor e nos capacita a amar
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 João 4.13-16.13 — Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito,
14 — e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
15 — Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.
16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele.
INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos como o Pai revela sua paternidade por meio da Trindade. Veremos que esta paternidade é reconhecida na confissão de Cristo e aperfeiçoada em nós pelo amor, garantindo nossa comunhão com Ele, capacitando-nos a viver com confiança, fidelidade e expressão visível da nossa filiação diante do mundo.PALAVRA CHAVE
PATERNIDADE
I. A REVELAÇÃO DA PATERNIDADE DO PAI
1. Definição da paternidade do Pai. A Paternidade é atributo da Primeira Pessoa da Trindade, que opera por meio do Filho e do Espírito Santo: “um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos vós” (Ef 4.6). O Pai é a fonte de tudo, Ele é soberano (1Co 8.6), Ele é o princípio sem princípio, Ele não é gerado (Jo 1.18), mas é Aquele que gera o Filho (Sl 2.7; Hb 1.5) e de quem, junto com o Filho, procede o Espírito Santo (Jo 14.26). Entender a paternidade divina é uma fonte de consolo. Podemos confiar no cuidado do Pai, pois Ele é o originador de toda boa dádiva (Tg 1.17).
2. A paternidade eterna do Pai.
A Paternidade de Deus não tem início no tempo. Deus é Pai desde toda a eternidade. Na oração sacerdotal Jesus disse: “E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Este texto ensina que o relacionamento entre o Pai e o Filho é anterior à criação, revelando que a identidade de Deus como Pai é eterna. Não houve momento em que Deus se tornou Pai. O Pai sempre foi Pai, o Filho sempre foi Filho e o Espírito sempre foi Espírito (Ef 1.3,4; Hb 1.2,3; 9.14).
3. O Pai gerou o Filho.
A geração do Filho não implica criação; Ele sempre existiu com o Pai, com a mesma essência: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5.26). Significa que o Deus Pai não recebeu vida de ninguém, Ele é auto existente. O Filho gerado pelo Pai também é auto existente. Implica dizer que o Filho não foi criado, mas eternamente gerado. O Filho, assim como o Pai, possui vida em si mesmo, isto é, compartilha da mesma natureza divina (Jo 10.30).
4. O Pai nos concede o Espírito.
O Espírito Santo também tem sua origem no Pai, mas de modo distinto. Ele procede do Pai (Jo 15.26) e é enviado pelo Filho (João 16.7). Saber que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho é muito mais do que um detalhe teológico; é uma fonte poderosa de segurança para nossa vida cristã. O Espírito Santo é o próprio Deus (At 5.3,4), enviado para estar conosco para sempre (Jo 14.16,17). Ele nos aproxima do Pai (Ef 2.18), testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16) e nos guia em toda a verdade (Jo 16.13).
SINOPSE I
A paternidade de Deus é eterna, revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
CARACTERÍSTICAS DO PAI
- (1) Como um Pai carinhoso, Ele se importa conosco, nos guia e nos recebe para que possamos ter uma comunhão profunda e aberta com Ele. Através da fé em Cristo, temos acesso ao Pai a qualquer hora para adorá-lo e para expressar as nossas necessidades.
- (2) Como um Pai, Deus não tolera (ao contrário de alguns pais terrenos) o mal em seus filhos, e não falha quando é necessário discipliná-los corretamente. Fazer qualquer coisa menos que isto não seria bom para nós. Deus se opõe ao pecado e àquilo que o pecado pode fazer contra os seus filhos.
- (3) Como um Pai celestial, ele pode castigar assim como abençoar, reter assim como dar, agir tanto com justiça como com misericórdia. A maneira como Ele responde aos seus filhos depende da fé deles, e da obediência que demonstram a Ele. No entanto, podemos ter a confiança de que toda a direção e disciplina de Deus são para o nosso bem.” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1616).
II. RECONHECENDO A PATERNIDADE DO PAI
1. Confessar a Cristo como Filho. A confissão de que Jesus é o Filho de Deus é um ato central na fé cristã: “Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus” (1Jo 4.15). Reconhecer a filiação divina de Cristo é mais do que uma afirmação privada. É uma declaração pública de fé e sinaliza que Deus habita no coração do crente (Rm 10.9,10). Essa capacidade não nasce da carne, nem da persuasão humana, mas da ação sobrenatural do Espírito Santo (1Co 12.3). Reconhecer Jesus como o Filho de Deus é a única forma legítima de acesso ao Pai (Jo 14.6). Negar o Filho é, por consequência, negar o acesso ao Pai (1Jo 2.23). Que cada crente possa, com o coração cheio de fé e gratidão, proclamar com ousadia: “Senhor meu, e Deus meu!” (Jo 20.28).
2. A perfeição do amor do Pai.
O amor faz parte da natureza do Pai: “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele” (1Jo 4.16). O amor do Pai é sacrificial, demonstrado ao enviar Seu Filho (Jo 3.16). Esse amor nos adotou; fomos aceitos por Ele, com todos os direitos de filhos legítimos (1Jo 3.1). Esse amor é inquebrável; nenhum poder ou circunstância poderá nos separar desse amor (Rm 8.38,39). Esse amor é pessoal; não é apenas geral, mas é individual, voltado para cada filho que crê (Jo 16.27). Assim, o amor do Pai é a fonte da nossa nova vida; nossa salvação brota da abundância do Seu amor (Ef 2.4,5). Foi o amor do Pai que nos buscou, nos salvou e nos guarda até o fim. Aleluia!
3. As bênçãos da filiação divina.
As Escrituras afirmam que o amor de Deus, lança fora todo o temor, especialmente o medo do juízo: “Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no Dia do Juízo tenhamos confiança” (1Jo 4.17). Essa confiança estabelece a segurança da nossa condição como filhos de Deus. O crente não é mais um escravo ameaçado pelo castigo eterno, mas um filho livre, amado e aceito em Cristo (Rm 8.15). Isso não significa que o crente não possa perder a salvação (Ez 18.24; 1Co 10.12). Mas sim, que o Espírito Santo, habitando em nós, testemunha a nossa filiação, extinguindo o medo da condenação (Ef 1.13,14). O verdadeiro amor, aperfeiçoado em nós pelo Espírito, remove o medo, pois “no amor, não há temor; antes, o perfeito amor lança fora o temor” (1Jo 4.18).
SINOPSE II
Confessar que Jesus é o Filho de Deus é evidência de filiação divina e comunhão com o Pai.III. A EXPERIÊNCIA DO AMOR DO PAI
1. O amor é aperfeiçoado no crente. O aperfeiçoamento do amor em nós é obra do Espírito. Guardar a Palavra é o meio pelo qual o amor divino é amadurecido: “Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (1Jo 2.5). Essa obediência prática à Palavra é a evidência externa de um amor interno e verdadeiro por Deus (Jo 14.21). Não há amor genuíno a Deus, sem compromisso concreto com a sua vontade revelada (1Jo 5.3). A cada ato de obediência, mesmo nas pequenas coisas, o amor de Deus é fortalecido em nós (Lc 16.10). Devemos viver de maneira que nossa prática aprofunde a realidade do amor em nosso coração (Tg 1.22). Portanto, refletir Deus no mundo é estar sendo aperfeiçoado no amor (Mt 22.37-40).
2. O amor é a marca dos filhos de Deus.
O amor distingue os verdadeiros filhos de Deus. O mundo conhece a Deus por meio da manifestação de amor dos seus filhos: “Ninguém jamais viu a Deus; se nós amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor” (1Jo 4.12). Deus é invisível, mas seu amor se torna visível à humanidade quando os cristãos vivem em amor mútuo (Jo 13.34,35). Quem ama de fato, revela que conhece a Deus. Logo, o amor torna real a presença de Deus àqueles que ainda não O conhecem (1Jo 3.10; 4.8).
3. Fomos amados primeiro.
A essência da vida cristã está fundamentada no fato de que Deus nos amou: “Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro.” (1Jo 4.19). Indica que a salvação, a fé e a nossa capacidade de amar são respostas à iniciativa incondicional do amor divino (1Jo 4.10). Em vista disso, fomos amados antes de qualquer mérito, antes de qualquer movimento pessoal em direção a Deus (Ef 2.4,5). Fomos amados no pior estado possível — em pecado — e recebidos como filhos em Jesus (Rm 5.8; Ef 1.5). Esta verdade sinaliza que somente pelo Espírito conseguimos amar a Deus, ao próximo e ao inimigo (Rm 5.5). Antes da nossa redenção, houve uma cruz sangrenta preparada por amor (Jo 15.13). Desse modo, espera-se que a postura cristã seja uma resposta agradecida a esse amor imerecido (2Co 5.14,15).
SINOPSE III
O amor do Pai é aperfeiçoado no crente, lançando fora o temor e moldando nosso caráter.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O AMOR DE DEUS COMO FONTE DO AMOR HUMANO
“O amor de Deus é a fonte de todo o amor humano, e se espalha como o fogo. Ao amar os seus filhos, Deus acende uma chama em seus corações. Estes, por sua vez, amam os outros, que são então aquecidos pelo amor de Deus.É fácil dizer que amamos a Deus quando tal amor não nos custa nada mais do que nossa participação semanal nos cultos. Mas o verdadeiro teste do nosso amor a Deus é como tratamos as pessoas que estão à nossa volta — os membros de nossa família e os nossos irmãos em Cristo. Não podemos amar verdadeiramente a Deus enquanto negligenciamos o amor àqueles que foram criados à sua imagem.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.1788).
REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que significa a expressão “O Pai gerou o Filho”?R. Significa que o Filho é eternamente gerado pelo Pai, não criado, possuindo a mesma essência divina.
2. O que significa reconhecer a filiação divina de Cristo?
R. É reconhecer que Jesus é o Filho de Deus, o único acesso legítimo ao Pai.
3. Qual a relação entre a nossa filiação a Deus e a preservação da salvação?
R. O amor do Pai assegura nossa filiação e nos livra do medo da condenação, embora devamos permanecer firmes para não perder a salvação.
4. Qual é a evidência externa de um amor interno e verdadeiro por Deus?
R. Guardar a Palavra de Deus.
5. De que forma os cristãos tornam visível à humanidade o amor de Deus?
R. Vivendo em amor mútuo, tornando visível o caráter de Deus ao mundo.
PENSE NISSO!
- A paternidade de Deus é uma verdade revelada nas Escrituras que mostra o Pai como fonte eterna de toda vida. Ele enviou o Filho e concedeu o Espírito, formando conosco uma relação íntima, segura e transformadora.
CONCLUSÃO
- A paternidade de Deus é revelada de forma plena na ação conjunta da Trindade. O Pai envia o Filho, concede o Espírito e estabelece conosco uma relação sólida e paterna. Confessamos a Cristo, amamos porque fomos amados primeiro, e somos conduzidos pelo Espírito a viver em obediência e comunhão. A nossa identidade como filhos de Deus é firmada em sua iniciativa soberana e amorosa, garantindo-nos plena confiança para o dia da eternidade, e ajudando-nos a refletir o amor do Pai ao mundo.
- 1º Trimestre de 2026/ Título: A Santíssima Trindade — O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas/ Comentarista: Douglas Baptista
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!



Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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Deus sempre em Primeiro Lugar.
