
💓A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- A todos que amam a Palavra de Deus, sejam muito bem-vindos. É uma alegria receber cada um que tem prazer em aprender mais dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença do nosso Deus.
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é algo indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por essa razão é importante que você estabeleça metas a serem alcançadas. Prepare o esboço da lição e se esforce para estudá-lo durante a semana, selecione os recursos didáticos que utilizará na aplicação da aula; pense nas ilustrações ou exemplos que serão melhores assimilados pelos alunos, elabore algumas perguntas que estimularão seus alunos a pensarem no tema; e é claro, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Saiba que Ele é o seu Auxiliador nesse ministério do Ensino. Ao longo da semana interceda também por cada aluno e suas respectivas famílias.

__ Tenha todo o material da aula à mão para que não haja interrupções.
__ Receba seus alunos com muito amor e alegria. Aqueles que tem faltado, mostre o quanto faz falta. O quanto é especial.
__ Perguntem como passaram a semana.
__ Escutem atentamente o que eles falam.
__ Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
__ Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

- Ore com seus alunos(a). Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.
- Não esqueça que para uma boa conclusão é importante uma revisão. Procure aplicar aos alunos o tema com exemplos vivos que eles os identificam no cotidiano. Era assim que Jesus ensinou as maiores lições.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você partilha com uma pessoa podem influenciara vida de muitas outras. Mas essa influência não será alcançada sem atenção exclusiva a um indivíduo. Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.Ao longo da Bíblia, vemos Jesus chamando pessoas solitárias em meio a uma multidão e ministrando a elas pessoalmente. Todos eram importantes para Ele — um de cada vez. Ninguém era descartável, Cada um tinha um potencial único." (TOLER, Stan. Minutos de Motivação para Professores. Rio de Janeiro
CPAD, p. 11).
Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
ANTES DA AULA
O papel do professor(a) da Escola Dominical vai além da tarefa pedagógica de ensinar conteúdos bíblicos. Todo professor(a) é também um líder de sua classe, ao escrever sobre liderança familiar o Dr. Stephen Adei, em seu livro Seja o líder que sua família precisa (CPAD, p. 27) apresentou o conceito dos três "M"s da liderança espiritual, que pode ser útil para o professor.Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.
Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.
TITULO DA LIÇÃO:
O Deus Filho
- Professor(a). Nesta lição, estudaremos a doutrina bíblica sobre o Deus Filho, revelada de modo marcante no episódio da transfiguração. Com base nos relatos de Lucas 1.31-35 e Mateus 17.1-8, veremos como Jesus, a segunda Pessoa da Trindade, é plenamente Deus, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens. Destacaremos sua divindade, sua centralidade e sua missão redentora, compreendendo o impacto dessa verdade para a fé e a vida cristã.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Explicar a concepção virginal e a deidade absoluta de Jesus;
II) Mostrar a centralidade de Cristo como cumprimento da Lei e dos Profetas;
III) Enfatizar a exclusividade de Cristo como único mediador e salvador.
B) Motivação:
Já esteve diante de algo tão grandioso que mudou a forma como você enxerga tudo? A transfiguração foi essa experiência para Pedro, Tiago e João. Ao verem a glória de Cristo, compreenderam que Ele não é apenas mais um enviado de Deus, mas o próprio Deus Filho encarnado. Essa revelação nos chama a viver com os olhos fixos nEle e a ouvi-Lo acima de todas as outras vozes.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
DEUS FILHO
- Nesta lição, veremos que no Filho habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Cl 2.9). Ele é a revelação plena do Pai que se manifestou em carne sem abandonar a natureza divina. Assim, Ele é o único mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5,6). Por isso, os estudiosos declaram que Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Essa doutrina é conhecida como união hipostática. Para compreendermos melhor esse aspecto importante da Cristologia, precisamos nos ater às características de Jesus, tanto as que evidenciam Sua natureza humana quanto as que ratificam Sua natureza divina em Sua única Pessoa.
- De acordo com a Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal, editada pela CPAD, “O ensino bíblico aceca da humanidade de Jesus revela-nos que, na encarnação, Ele tornou-se plenamente humano em todas as áreas da vida, menos na prática de um eventual pecado. [...] Jesus era capaz de sentir em profundidade as emoções humanas. Conforme vemos nos evangelhos, Ele sentia dor, tristeza, alegria e esperança. Assim acontecia porque Ele compartilhava conosco a realidade da alma humana. [...] Os escritores do Novo Testamento atribuem divindade a Jesus em vários textos importantes. Em João 1.1, Jesus, como o Verbo existia como o próprio Deus. É difícil imaginar uma afirmação mais clara do que esta acerca da divindade de Cristo. [...] As informações do Novo Testamento a respeito desse assunto levam-nos a reconhecer que Jesus não deixou de ser Deus durante a encarnação. Pelo contrário, abriu mão apenas do exercício independente dos atributos divinos. Ele ainda era plena Deidade no seu próprio ser, mas cumpriu o que parece ter sido imposto pela encarnação: Limitações humanas reais, não artificiais” (2021, pp.325-327).
- Isto posto, conhecer as especificidades dessa doutrina é imprescindível para que tenhamos a compreensão de que a fé cristã está centralizada no Filho de Deus, aquEle que possui em Sua Pessoa os atributos divinos e humanos em plena harmonia. Qualquer ensinamento que nega as naturezas divina e humana na Pessoa de Jesus é falso e, portanto, deve ser rejeitado. Cristo é e sempre será Deus. Ele próprio, por meio de Sua morte, nos abriu um novo e vivo caminho que nos leva ao Santo dos Santos para que possamos desfrutar da comunhão plena com o Criador (Hb 10.19-22). Devemos reconhecer Seu senhorio, pois o Pai exaltou-O como Senhor e lhe concedeu um nome que é sobre todo nome (Fp 2.9-11).


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Jesus Em Tua Presença ● Diante do Trono
Porque Ele vive - André Valadão com letra
"Eu creio que tudo é possível" - "Ministério Fonte da Vida de Adoração"
Ninguém Explica Deus
Eu creio em Ti - Sabrina Natiéli
- Para iniciar e revisar o conteúdo sobre a divindade de Jesus, utilizem a dinâmica “O Filho de Deus”.
- Ao trabalhar o conteúdo da lição, escrevam no quadro branco palavras-chave para chamar a atenção do aluno, utilizando lápis de cores diferentes.
Dinâmica: O Filho de Deus
Objetivos:Iniciar e revisar conteúdo sobre a divindade de Jesus.
Desenvolver rapidez de raciocínio e ação.
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02 cartolinas
02 pincéis atômicos
02 mesas para apoio
Observação:
Caso não haja condição de utilizar cartolina, pois há necessidade de mesa para apoiá-la, use folhas de papel ofício e caneta.
Procedimento:
Antes da aula
Escrevam na parte superior da cartolina:
Na cartolina 01: Jesus: Deus desde o princípio
Na cartolina 02: Jesus: Deus encarnado
Durante a aula:
- No início da aula, dividam os alunos em grupo.
- Entreguem para cada grupo uma cartolina e um pincel atômico.
Cada grupo recebe uma pergunta diferente, já escrita na cartolina ou papel ofício.
Grupo 01(cartolina 01): Jesus: Deus desde o princípio
Grupo 02(cartolina 02): Jesus: Deus encarnado
- Dado um sinal pelo professor, os grupos começam a responder a questão que receberam, observando o tempo de 1 minuto.
- Após 1 minuto, o professor dá novo sinal e os grupos trocam de cartolina ou folha.
Esse procedimento deve acontecer até que todos os grupos respondam as duas perguntas. Os participantes, quando receberem a folha do outro grupo, deverão acrescentar informações diferentes daquelas já escritas pelos colegas.
Observação: Os alunos vão reclamar que o tempo é pouco, mas não se preocupem, pois a intenção da dinâmica é que todos os grupos colaborem com informações de forma rápida em tempo reduzido.
- Quando os grupos já tiverem respondido sobre a divindade e a humanidade de Jesus, apresentem o que os alunos escreveram.
- Reservem as cartolinas.
- Depois do estudo da lição, mais ainda dentro do tempo da aula, peguem as cartolinas do início da aula e peçam para que os alunos agora acrescentem outras informações.
- Em seguida, leiam as ideias dos alunos, observando se há necessidade de outras informações ou correções.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Procedimento:
Antes da aula
Escrevam na parte superior da cartolina:
Na cartolina 01: Jesus: Deus desde o princípio
Na cartolina 02: Jesus: Deus encarnado
Durante a aula:
- No início da aula, dividam os alunos em grupo.
- Entreguem para cada grupo uma cartolina e um pincel atômico.
Cada grupo recebe uma pergunta diferente, já escrita na cartolina ou papel ofício.
Grupo 01(cartolina 01): Jesus: Deus desde o princípio
Grupo 02(cartolina 02): Jesus: Deus encarnado
- Dado um sinal pelo professor, os grupos começam a responder a questão que receberam, observando o tempo de 1 minuto.
- Após 1 minuto, o professor dá novo sinal e os grupos trocam de cartolina ou folha.
Esse procedimento deve acontecer até que todos os grupos respondam as duas perguntas. Os participantes, quando receberem a folha do outro grupo, deverão acrescentar informações diferentes daquelas já escritas pelos colegas.
Observação: Os alunos vão reclamar que o tempo é pouco, mas não se preocupem, pois a intenção da dinâmica é que todos os grupos colaborem com informações de forma rápida em tempo reduzido.
- Quando os grupos já tiverem respondido sobre a divindade e a humanidade de Jesus, apresentem o que os alunos escreveram.
- Reservem as cartolinas.
- Depois do estudo da lição, mais ainda dentro do tempo da aula, peguem as cartolinas do início da aula e peçam para que os alunos agora acrescentem outras informações.
- Em seguida, leiam as ideias dos alunos, observando se há necessidade de outras informações ou correções.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Fonte/ blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Sugestão de Método:
- Para introduzir a aula, sugerimos que leve para a sala três cartões grandes com as palavras Lei, Profetas e Cristo escritas.
- Peça a três voluntários que segurem cada cartão e fiquem em pontos diferentes da sala.
- Explique brevemente o que cada um representa: Moisés (Lei), Elias (Profetas) e Jesus (Cristo).
- Depois, conduza um diálogo: Pergunte aos alunos como a Lei e os Profetas apontavam para o Messias e, em seguida, peça que todos caminhem em direção ao aluno com o cartão “Cristo”, mostrando simbolicamente que tudo converge para Ele.
- Finalize lendo Mateus 17.8 (“ninguém viram, senão a Jesus”) e destacando que nossa fé deve ter essa mesma centralidade.
Plano de Aula Bíblica – Adultos
Lição 05: O Deus Filho
Escrito por Adália Helena
Texto Áureo:- “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14).
Verdade Prática:
- Jesus Cristo é plenamente Deus e plenamente homem; nEle, Deus se revelou de forma perfeita para realizar a salvação da humanidade.
Objetivos da Lição
Ao final da aula, o aluno deverá ser capaz de:
- Compreender a divindade do Filho dentro da Trindade.
- Reconhecer Jesus como o Verbo eterno que se encarnou.
- Valorizar a obra redentora de Cristo como centro da fé cristã.
- Aplicar os ensinamentos sobre Cristo à vida cristã diária.
Texto Bíblico Base
- João 1.1-14; Filipenses 2.5-11; Colossenses 1.15-20; Hebreus 1.1-4.
Introdução (Sugestão – 5 a 10 minutos)
- Apresente Jesus não apenas como um grande mestre ou profeta, mas como o próprio Deus Filho.
- Destaque que a fé cristã é essencialmente cristocêntrica: Tudo começa, se sustenta e se cumpre em Cristo.
Pergunta motivadora:
Quem é Jesus para você segundo a Bíblia?
Desenvolvimento da Lição
I. A Eternidade do Filho
- Jesus não teve início em Belém; Ele é eterno.
- O Filho sempre existiu com o Pai (Jo 1.1; Mq 5.2).
- A pré-existência de Cristo confirma Sua divindade.
Aplicação:
- Crer em Jesus é confiar em um Salvador eterno, soberano sobre o tempo e a história.
II. A Encarnação do Filho
O Verbo se fez carne (Jo 1.14).
- Jesus assumiu a natureza humana sem deixar de ser Deus.
- A encarnação revela o amor, a humildade e o plano redentor de Deus.
Aplicação:
- Cristo compreende nossas dores e limitações, pois viveu como homem entre nós.
III. A Obra Redentora do Filho
- Jesus veio para salvar o que se havia perdido (Lc 19.10).
- Sua morte foi substitutiva, vicária e suficiente.
- Na cruz, justiça e graça se encontram.
Aplicação:
- A salvação não é mérito humano, mas resultado da obra perfeita de Cristo.
IV. A Exaltação e Glória do Filho
- Jesus ressuscitou, ascendeu aos céus e está exaltado à direita do Pai.
- Todo joelho se dobrará diante dEle (Fp 2.9-11).
- Cristo reina hoje e reinará eternamente.
Aplicação:
- Nossa vida deve refletir submissão, obediência e adoração ao Senhor Jesus.
Conclusão
- O Deus Filho é a revelação máxima de Deus ao homem. Conhecer Jesus é conhecer o Pai. Negar Sua divindade compromete o fundamento da fé cristã. Segui-Lo é um chamado à fé, obediência e transformação de vida.
Perguntas para Reflexão em Classe
- Por que a divindade de Cristo é essencial para a salvação?
- O que significa dizer que Jesus é plenamente Deus e plenamente homem?
- Como a exaltação de Cristo impacta nossa vida diária?
Aplicação Final
- Convide a classe a reafirmar sua fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, reconhecendo-O como o Deus Filho que veio ao mundo para nos reconciliar com o Pai.
Sugestão ao Professor:
Finalize com uma oração de gratidão pela obra redentora de Cristo e incentive a leitura diária dos Evangelhos durante a semana.
Plano de Aula Bíblica – Adultos/ Lição 05: O Deus Filho.
Escrito por Adália Helena.
- Utilize imagens ou exemplos do cotidiano para tornar o conteúdo mais acessível e significativo.
Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO ÁUREO
VERDADE PRÁTICA
Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens.LEITURA DIÁRIA
Segunda — Lc 1.35
- A concepção virginal e a ação da Trindade
Terça — Jo 1.1-3
- O Filho é Deus desde a eternidade
Quarta — Mt 17.2,3
- A glória divina de Jesus na Transfiguração
Quinta — Hb 1.1-3
- O Filho como revelação suprema
Sexta — At 4.12
- Cristo é o único caminho de salvação
Sábado — Fp 2.9-11
- Cristo exaltado acima de todo nome
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 1.31,32,34,35;31 — E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.
32 — Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai.
34 — E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão?
35 — E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.
Mateus 17.1-8.
1 — Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte.
2 — E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
3 — E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4 — E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para Elias.
5 — E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.
6 — E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre seu rosto e tiveram grande medo.
7 — E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse: Levantai-vos e não tenhais medo.
8 — E, erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus.
INTRODUÇÃO
Ratificamos que a Trindade nos revela um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O episódio da transfiguração (Mt 17.1-8) é um dos momentos marcantes da revelação da glória do Deus Filho. Nele, Jesus — a Segunda Pessoa da Trindade — é exaltado diante de testemunhas oculares, com a aprovação explícita do Pai. Ele não é um personagem entre outros, mas o Deus encarnado. Esta lição nos conduz a contemplar a divindade, a centralidade e a missão redentora do Deus Filho.PALAVRA CHAVE
CRISTO
I. A DIVINDADE DO FILHO
1. A Concepção Virginal de Jesus.A concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. Sobre isso, o anjo Gabriel explicou à virgem: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” (Lc 1.35a). O texto afirma que Jesus seria concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. A expressão “sombra” (gr. episkiázō) refere-se à presença divina (Êx 40.35). Assim, o Espírito Santo está vinculado à sombra da “virtude” (gr. dýnamis), ou seja, ao poder de Deus. Isso indica que a presença poderosa de Deus repousou sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado de Filho de Deus (Lc 1.35b). Dessa maneira, observa-se, nesse evento, a manifestação da Trindade: o Pai, o Filho de Deus e o Espírito Santo.
2. A deidade absoluta do Filho.
O Senhor Jesus Cristo é, desde a eternidade, o único Filho de Deus e possui a mesma essência e substância (gr. homooúsios) do Pai (Jo 10.30; 14.9). Antes de nascer em Belém, o Filho já existia eternamente com o Pai: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Ele é a Segunda Pessoa da Trindade e foi enviado pelo Pai ao mundo (1Jo 4.9). Ele se fez carne, sem deixar de ser Deus, possuindo duas naturezas, a divina e a humana, unidas numa única pessoa (Jo 1.14; Fp 2.6-11). Essa união das duas naturezas é sem confusão, sem mudança, sem divisão e sem separação (Concílio de Calcedônia, 451 d.C.). Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem (Rm 1.3,4; 9.5). Sendo Deus e homem, Jesus é o único mediador entre Deus e a humanidade (1Tm 2.5).
3. Os atributos divinos de Jesus.
Como Segunda Pessoa da Trindade, Jesus p ossui todos os atributos essenciais da divindade. Entre eles, citamos: Eternidade — Jesus não teve começo, pois é eterno como o Pai (Is 9.6); Imutabilidade — Cristo, sendo Deus, não muda em seu ser ou caráter (Hb 1.12); Onipresença — Jesus declarou sua presença universal (Mt 18.20); Onisciência — Jesus conhece todas as coisas, inclusive nossos pensamentos (Jo 21.17); Onipotência — nada é impossível para Ele (Ap 1.8). Em suma, Jesus Cristo manifesta em si mesmo todos os atributos que pertencem exclusivamente a Deus. Isso demonstra de forma incontestável sua plena divindade. Crer em Jesus como Deus é vital para a fé cristã. Negar qualquer um desses atributos é negar a essência do Evangelho (João 20.31).
SINOPSE I
A concepção virginal e os atributos divinos de Jesus revelam que Ele é Deus desde a eternidade e possui a mesma essência do Pai.AUXÍLIO TEOLÓGICO
A DIVINDADE DE JESUS
“Os escritores do Novo Testamento atribuem divindade a Jesus em vários textos importantes. Em João 1.1, Jesus, como o Verbo, existia como o próprio Deus. É difícil imaginar uma afirmação mais clara do que esta acerca da divindade de Cristo. Baseada na linguagem de Gênesis 1.1, eleva Jesus à ordem eterna de existência com o Pai.Em João 8.58, temos outro testemunho poderoso da divindade de Cristo. Jesus assevera, a respeito de si mesmo, sua existência contínua com o do Pai. ‘EU SOU’ é a bem conhecida revelação que Deus fez de si mesmo a Moisés na sarça ardente (Êx 3.14). Ao dizer: ‘Eu sou’, Jesus estava colocando à disposição o conhecimento da sua divindade, para quem quisesse crer. [...] Paulo nos informa aqui a existência de Jesus em um estado de igualdade com Deus. Mesmo assim, Ele não ficou agarrado a esse estado, mas abriu mão dele, tornando-se um servo e morrendo na cruz por nós. As informações do Novo Testamento a respeito desse assunto levam-nos a reconhecer que Jesus não deixou de ser Deus durante a encarnação.” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.326).
II. A CENTRALIDADE DO DEUS FILHO
1. A glória sobrenatural de Jesus. Pedro, Tiago e João acompanharam Jesus até um alto monte (Mt 17.1). Neste local, Jesus “transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz” (Mt 17.2). O verbo “transfigurar” é tradução do grego metamorphóō do qual se originou o vocábulo “metamorfose” (transformação, mudança). Na ocasião, Jesus revelou temporariamente a glória da sua natureza divina, com aparência resplandecente. Um prólogo escatológico, um vislumbre do Cristo pós-ressurreto e glorificado (Ap 1.6). Uma confirmação da união das duas naturezas de Cristo: humana e divina, duas naturezas em uma só pessoa (Jo 1.14). Aqui, a divindade de Jesus foi revelada. Uma manifestação visível da glória de Deus no Filho encarnado (Fp 2.6-9).
2. O testemunho da Lei e dos Profetas.
Estando no monte “eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele” (Mt 17.3). A aparição de Moisés e Elias não foi um contato com os mortos (Mc 12.27; Lc 16.26), mas um ato divino carregado de significado escatológico. Moisés representa a Lei. Ele é o mediador da Antiga Aliança, o legislador do povo hebreu (Êx 24.7,8). Sua presença indica que toda a Lei aponta para Cristo (Mt 5.17). Elias representa os Profetas, considerado o símbolo da proclamação profética. Sua aparição mostra que os profetas anunciavam a vinda do Messias (Is 9.6; Ml 4.5,6). Esses dois personagens testemunham que Jesus é o tema central e o cumprimento definitivo das Escrituras (Lc 24.27). A presença deles é uma prova visível da superioridade de Jesus (Hb 1.1,2).
3. A aprovação divina do Pai.
A transfiguração atinge seu clímax com a voz audível do próprio Pai: “eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz” (Mt 17.5a). A voz vinda da nuvem — símbolo da presença de Deus (Êx 13.21) — ecoa as palavras já proferidas no batismo de Jesus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17; 17.5b). Essa repetição é significativa: o Pai confirma que Jesus é o seu Filho eterno, não apenas em missão redentora, mas em natureza divina. A expressão “em quem me comprazo” (gr. eudokēsa) revela que o Filho é aquEle em quem o Pai se deleita (Is 42.1). A voz do Pai é uma afirmação da centralidade de Cristo (Jo 14.6) e sustenta a doutrina da Trindade, em que o Filho é Deus, gerado pelo Pai e consubstancial com Ele (Jo 14.9,10).
SINOPSE II
Na transfiguração, Cristo é confirmado pelo Pai como centro da revelação e cumprimento da Lei e dos Profetas.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
A TRANSFIGURAÇÃO
“A transfiguração foi uma visão, um breve lampejo da verdadeira glória do Rei (16.27,28). Foi uma revelação especial da divindade de Jesus a três de seus discípulos e a confirmação por parte de Deus Pai de tudo aquilo que Jesus havia feito e estava por fazer. Moisés e Elias foram os dois maiores profetas do AT. Moisés representa a lei, a antiga aliança. Ele escreveu o Pentateuco e predisse a vinda de um grande profeta (Dt 18.15-19). Elias representa os profetas que vaticinaram a vinda do Messias (Ml 4.5,6). A presença de Moisés e Elias junto a Jesus confirmam a missão messiânica de Jesus, que consistiu em cumprir a lei de Deus e as palavras dos profetas. Assim como a voz de Deus, ecoando da nuvem sobre o monte Sinai, conferiu autoridade à sua lei (Êx 19.9), na transfiguração, validou a autoridade das palavras de Jesus. Pedro queria fazer uma tenda para cada um desses três grandes homens, para mostrar como a Festa dos Tabernáculos se cumpriria na vinda do Reino de Deus. Pedro tinha uma concepção correta a respeito de Cristo, mas desejava agir no momento errado.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1253).III. A MISSÃO REDENTORA DO DEUS FILHO
1. O Filho como revelação suprema. A transfiguração é marcada, também, por uma ordem direta do Pai acerca do Filho: “escutai-o” (Mt 17.5c). A declaração reflete a profecia de Moisés: “O Senhor, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis” (Dt 18.15). A Escritura deixa claro que esse Profeta prometido é o próprio Cristo (Jo 6.14; At 3.20-23). A instrução — “escutai-o” — coloca o Filho em posição de supremacia sobre as revelações anteriores (Lc 16.16; Jo 1.17,18). Não é Moisés (a Lei) e nem Elias (os Profetas) que devem ser ouvidos, mas o Cristo (Hb 1.1,2). Esse evento sinaliza a transição entre a Antiga e a Nova Aliança, centrada na pessoa do Filho (Cl 2.17; Hb 10.1). Logo, negar a Cristo, ignorá-lo ou relativizar sua voz é rejeitar a autoridade de Deus (1Jo 5.12).
2. A exclusividade de Cristo na redenção.
Após a visão do Cristo transfigurado, a Bíblia declara: “erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus” (Mt 17.8). Essa afirmação encerra uma verdade fundamental: Cristo é absolutamente único e exclusivo na obra da redenção. A presença de Moisés e Elias cessou; restou apenas Cristo. Ele é o cumprimento da Lei e dos Profetas (Mt 5.17). Toda a Escritura aponta para Ele (Lc 24.27). Cristo não é meramente um Profeta; Ele é o Deus revelado (Jo 14.9), o resplendor da glória divina (Hb 1.3). Ele é o único mediador entre Deus e os homens (At 4.12; 1Tm 2.5). Seu sacrifício é plenamente suficiente para reconciliar o pecador com Deus (Cl 1.20-22). Diante de sua majestade, toda figura da Antiga Aliança se desfaz — somente Jesus permanece.
3. O aprendizado pela experiência.
A revelação da glória do Cristo ressurreto, foi também um evento pedagógico para os discípulos. A experiência os fortaleceu para o futuro sofrimento de Jesus. Mais tarde, Pedro reconheceu o episódio como evidência incontestável da majestade de Jesus: “mas nós mesmos vimos a sua majestade [...] quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido” (2Pe 1.16,17). A transfiguração, portanto, é o vislumbre do Reino, prenúncio da ressurreição, antecipação da vitória final de Cristo, e o anúncio de seu triunfo escatológico sobre a morte e todo domínio (Hb 1.8-12; Fp 2.9-11). Diante dessa glória, somos chamados a contemplar e adorar a Cristo com fé e esperança (Hb 12.2).
R. Eternidade, imutabilidade e onisciência (entre outros).
2. A aparição de Moisés no momento da transfiguração de Jesus foi um ato divino carregado de significado escatológico. O que a sua presença indica?
R. Que toda a Lei aponta para Cristo como seu cumprimento.
3. Quem é o cumprimento da Lei e dos Profetas?
R. Jesus Cristo.
4. O sacrifício de Cristo é plenamente suficiente para quê?
R. Reconciliar o pecador com Deus.
5. A transfiguração é o anúncio do triunfo escatológico de Cristo sobre o quê?
R. Sobre o pecado, a morte e todo domínio do mal.
SINOPSE III
Cristo é o único mediador e salvador; sua missão redentora é exclusiva e plenamente suficiente.REVISANDO O CONTEÚDO
1. Cite ao menos três atributos divinos de Jesus apresentados na lição.R. Eternidade, imutabilidade e onisciência (entre outros).
2. A aparição de Moisés no momento da transfiguração de Jesus foi um ato divino carregado de significado escatológico. O que a sua presença indica?
R. Que toda a Lei aponta para Cristo como seu cumprimento.
3. Quem é o cumprimento da Lei e dos Profetas?
R. Jesus Cristo.
4. O sacrifício de Cristo é plenamente suficiente para quê?
R. Reconciliar o pecador com Deus.
5. A transfiguração é o anúncio do triunfo escatológico de Cristo sobre o quê?
R. Sobre o pecado, a morte e todo domínio do mal.
CONCLUSÃO
A doutrina do Deus Filho nos conduz à centralidade de Cristo na fé cristã. Sua divindade, glória e missão redentora revelam o coração do Pai e o agir do Espírito. Ele é o Verbo eterno feito carne, o único que pode reconciliar o homem com Deus. Por isso, devemos reconhecê-lo como Senhor absoluto, prostrar-nos em adoração, ouvi-Lo e segui-Lo em obediência, reverência e gratidão.PENSE NISSO!
Reconhecer Jesus como Deus Filho é central para a fé cristã. Ele é o Verbo eterno feito carne, a revelação suprema do Pai e o único que pode reconciliar o homem com Deus. Por isso, devemos adorá-Lo, obedecê-Lo e anunciá-Lo como o único caminho de salvação. Negar sua divindade ou relativizar sua voz é distorcer o Evangelho e perder a essência da vida cristã.Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!



Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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Deus sempre em Primeiro Lugar.
