
💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
Professor(a),- Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
TITULO DA LIÇÃO:
Espírito Santo — O Capacitador
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
- I) Mostrar que o derramamento do Espírito Santo é uma promessa universal e atual;
- II) Explicar que o Espírito Santo concede poder para testemunhar de Cristo;
- III) Destacar que o Espírito distribui dons espirituais com propósito e para edificação da Igreja.
Motivação:
- O Pentecostes não foi apenas um evento histórico, mas a inauguração de uma experiência que permanece disponível a todo crente. O mesmo Espírito que desceu sobre os primeiros discípulos continua revestindo a Igreja hoje. Essa realidade deve nos motivar a buscar continuamente a plenitude do Espírito, permitindo que Ele nos use com poder e santidade.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
ESPÍRITO SANTO — O CAPACITADOR
- A Doutrina do Espírito Santo ensina que o revestimento de poder do Alto não se restringe a uma experiência de intimidade maior com Deus. O poder do Espírito veio também para capacitar o crente de um modo especial e sobrenatural para testemunhar de Cristo. Observe que testemunhar significa não apenas proclamar a mensagem do Reino, mas, sobretudo, ter a capacidade de viver a verdade do Evangelho tão abundantemente que não restará dúvidas aos incrédulos de que somos testemunhas vivas da manifestação do poder divino (Jo 13.35).
- Muito se discorre sobre a manifestação do poder do Espírito no tocante ao exercício dos dons espirituais e ministeriais. De fato, a virtude do Espírito Santo capacita o crente a realizar a obra ministerial tendo como finalidade a edificação do Corpo de Cristo (Ef 4.4,7-12). No entanto, vale destacar que tais exercícios se tornam incompletos sem que haja, de fato, o compromisso ético com os princípios e valores da Palavra de Deus (Tg 1.22). Nesse sentido, o testemunho de vida cristã transcende a importância dos dons.
- O apóstolo Paulo exorta os tessalonicenses a não extinguirem a manifestação do Espírito (1Ts 5.19). Por certo, o apóstolo destaca que as manifestações sobrenaturais dos dons não deveriam ser reprimidas ou rejeitadas, mas cultivadas. Mas o ministério do Espírito coaduna tanto exercício dos dons quanto a prática da vida cristã. Ter e preservar a presença do Espírito significa administrar os dons sem perder de vista o temor e o compromisso com a prática dos ensinamentos do Evangelho (2Co 5.5).
- Em Abraçados pelo Espírito (CPAD), Charles Swindoll frisa: “Nós obtemos nossas palavras poder, dinâmica e dinamite da palavra grega dunamis. É uma palavra que se refere à 'capacitação divina'. Como eu tenho o Espírito, tendo dentro de mim capacidade suficiente para lidar com a minha carne. Eu não consigo lidar com ela sozinho. Durante todo o tempo em que estive sem Cristo, não conseguia fazê-lo, mas depois que fui a Cristo, recebi a chave do meu carro. Eu também recebi o combustível para o tanque, o que me permitia engatar as marchas. Quando o Espírito de Deus assume o controle, o seu poder vence as forças carnais que há dentro de mim — o impulso de revidar, o impulso de me vingar, o impulso de ter um ataque de nervos, o impulso de fazer as coisas à minha maneira, e assim continua a lista. Esta é a obra do Espírito, à medida que Ele proporciona, agora, a capacitação divina” (2014, p.57). O poder do Espírito virá sobre nós quando buscarmos Sua presença de todo coração, e permanecerá se abdicarmos das obras da carne para nutrir as virtudes do Fruto do Espírito.


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
O caminho de Deus - Asaph Borba
Sarah Farias - O Rosto de Cristo (Live Session)
Jesus Cristo Mudou Meu Viver
O mover do Espírito (Quero que valorize)
Eu navegarei - Gabriela Rocha
Espírito, enche a minha vida (Harpa Cristã 688)
Harpa Cristã: 360
A Unção Real - 101 - Harpa Cristã.mpg
Para iniciar a aula, apliquem a dinâmica:
Dinâmica: No Poder do Espírito Santo
- Objetivos:
- Ressaltar que o Espírito Santo é o capacitador da igreja para testemunhar de Cristo.
- Refletir sobre o crescimento da Igreja, através da expansão do evangelho no poder do Espírito Santo.
Os numerais 120 e 3000 digitados em tamanho grande
Quadro branco ou cartolina
01 marcador para quadro branco ou pincel atômico
01 figura do globo terrestre
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Acabamos de estudar sobre a evangelização realizada pelo apóstolo Paulo movido pelo Espírito Santo.
- Fazendo uma pequena retrospectiva sobre a descida do Espírito Santo, perguntem: Quantas pessoas estavam no cenáculo esperando a descida do Espírito Santo?
Espera-se que os alunos falem que eram quase 120 pessoas(Atos 1.15).
- Falem:
Estas quase 120 pessoas formaram o primeiro grupo da Igreja(coloquem no quadro o numeral 120).
Neste mesmo dia, da descida do Espírito Santo, outras 3000 pessoas também somaram a estes 120(coloquem no quadro o numeral 3000), após o discurso de Pedro. E assim a Igreja foi aumentando.
Leiam, Atos 2. 37 a 41.
- Falem: No início da igreja eram quase 120, depois mais 3000 e eu(dizer seu nome) também faço parte dela, e ... (falar os nomes dos alunos da direita para a esquerda).
- Agora, peçam para que os alunos façam a mesma coisa, um de cada vez:
No início da igreja eram 120, depois mais 3000 e eu também faço parte dela, e...(falar os nomes dos colegas da direita para a esquerda).
À medida que os alunos forem falando, vocês escrevem os nomes deles na cartolina.
- Apresentem um globo terrestre ou uma figura dele, colocando no quadro.
- Falem, apontado para o globo: 120 mais 3000 pessoas foram o que formavam a Igreja naquele dia, mas hoje além de vocês, a igreja tem milhares fiéis em todo o mundo, devido a expansão do evangelho através do apóstolo Paulo para o mundo gentio.
- Para finalizar, peçam para que os alunos falem: Eu devo cumprir o Ide de Jesus e falar da salvação, movido pelo poder do Espírito Santo.
Por Sulamita Macedo.
Fonte da dinâmica///blogatitudedeaprendiz.blogspot.com
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Sugestão de Método:
No início da aula, pergunte aos alunos:
- O que o Espírito Santo representa para você em sua vida cristã?
- Anote no quadro algumas respostas curtas que surgirem.
- Em seguida, destaque três palavras-chaves:
Promessa, Poder e Dons.
- Explique, brevemente, como cada uma aparece na Bíblia: A promessa universal (Jl 2.28), o poder para testemunhar (At 1.8) e os dons para edificação (1Co 12.7).
- Finalize mostrando que a plenitude do Espírito Santo envolve essas três dimensões, e incentive os alunos a viverem-nas em sua vida cristã.
E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne.
Joel 2.28a.
VERDADE PRÁTICA
O derramamento do Espírito Santo é uma promessa universal que capacita a Igreja com poder para pregar o Evangelho.LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jl 2.28,29- A promessa do derramamento do Espírito alcança todo tipo de pessoa do Reino
Terça — At 2.1-4
- O Espírito Santo desceu com poder e línguas no Pentecostes
Quarta — At 2.38,39
- A promessa do batismo no Espírito é para todos os que creem
Quinta — 1Co 12.4-7
- Os dons espirituais são diversos, mas vêm do mesmo Espírito
Sexta — 1Co 14.12,26
- Os dons espirituais são para a edificação da Igreja
Sábado — Gl 5.22,23
- O fruto do Espírito é a evidência contínua de uma vida de plenitude do Espírito
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Joel 2.28,29;
28 — E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
29 — E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.
Atos 2.1-4;
1 — Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2 — e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3 — E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4 — E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Atos 8.14-17;
14 — Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João,
15 — os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo.
16 — (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus.)
17 — Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo.
1 Coríntios 12.4-7.
4 — Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 — E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 — E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 — Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.
Na Antiga Aliança, o Espírito atuava de modo pontual sobre pessoas específicas e para tarefas determinadas (1Sm 19.20; 2Cr 15.1; Ez 37.1). Porém, cerca de 800 anos antes de Cristo, Joel profetizou uma nova dispensação: “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne” (Jl 2.28a). Na Nova Aliança, essa promessa foi registrada em todos os Evangelhos (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.32,33). Na profecia, a expressão “sobre toda a carne” aponta para a abrangência universal do Espírito — não a todos de modo indiscriminado, mas a todos que invocam o nome do Senhor (Jl 2.32). Essa linguagem quebra paradigmas, e, assim a ação do Espírito ultrapassa fronteiras e alcança jovens e velhos, homens e mulheres, livres e servos (Jl 2.28,29).
2. Uma promessa com ação sobrenatural.
O derramamento do Espírito vem acompanhado de manifestações visíveis e sobrenaturais: “vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões” (Jl 2.28b). As profecias (1Co 14.3), sonhos (Mt 1.20) e visões (At 16.9) revelam a atuação do Deus vivo entre o seu povo. São experiências extraordinárias que servem de edificação espiritual (1Co 14.26). Elas indicam que a vida cheia do Espírito é ativa, dinâmica e sensível à voz de Deus (Rm 8.14). Onde o Espírito Santo é bem-vindo, o agir de Deus se manifesta com propósito e poder (2Co 3.17). Todo crente deve cultivar uma vida de comunhão e santidade, a fim de ser um canal sensível para as manifestações dos dons do Espírito (1Co 12.4-7).
3. Uma promessa para os últimos dias.
A palavra profética aponta para um tempo específico: “naqueles dias, derramarei o meu Espírito” (Jl 2.29b). Na terminologia da Antiga Aliança, tais expressões referem-se à chegada do Messias e ao início dos eventos escatológicos (Is 2.2; Mq 4.1). Pedro identifica o Pentecostes como o cumprimento inicial desses “últimos dias” (At 2.17). Eles começaram com a vinda do Messias, que, juntamente com o Pai, enviou o Espírito Santo (Jo 15.26). A descida do Espírito inaugurou a Igreja e prossegue sua atuação contínua na vida do crente até o arrebatamento dos salvos (Ef 1.13). A profecia de Joel não se esgotou no Pentecostes, permanecendo vigente durante toda a dispensação da graça. A promessa é válida para todos os que crerem em todos os tempos (At 2.39).
O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade, e seu derramamento no Pentecostes cumpre a promessa do Pai e a mediação do Filho. Antes de sua ascensão, Jesus assegurou aos discípulos que eles seriam revestidos de poder: “eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Esse “revestimento” (gr. endýō) significa “vestir-se como uma armadura” e aponta para uma capacitação sobrenatural e indispensável para testemunhar de Cristo (At 1.8). Esse poder (gr. dýnamis) não é apenas força para resistir ao pecado (Rm 8.13), mas também ousadia para proclamar o Evangelho (At 4.31), autoridade para operar milagres (At 6.8) e sabedoria para edificar a Igreja (1Co 12.7).
2. Os sinais da descida do Espírito Santo.
Atos registra dois sinais sobrenaturais que marcaram o advento do Espírito Santo: o “som, como de um vento veemente e impetuoso” (At 2.2) e as “línguas repartidas, como que de fogo” (At 2.3). O “vento” e o “fogo” enfatizam a grandeza da ocasião e são sinais audíveis e visíveis da chegada do Espírito. O som, como de um vento, simboliza a presença criadora de Deus (Ez 37.9). As línguas, como que de fogo, são sinal de purificação e consagração (Êx 19.18; Mt 3.11). Esses sinais particulares não se repetiram posteriormente nos batismos no Espírito Santo subsequentes, pois se tratava de um evento solene e único. Ali, no Pentecostes, a Igreja, revelada como Corpo de Cristo (Ef 1.22,23; 3.2-5), foi inaugurada e marcada com esses sinais de forma visível e poderosa (At 2.1-4).
3. A evidência do revestimento de poder.
O revestimento de poder veio com um sinal específico: “falar em outras línguas” (At 2.4). Em Atos, o falar em línguas está explícito em três registros (At 2.1-4; 10.46; 19.6) e implícito em outras duas ocasiões (At 8.14-17; 9.17,18). Dessa forma, biblicamente, o falar em outras línguas é sempre a evidência física inicial do batismo no Espírito Santo. Essa evidência difere do dom espiritual de “variedades de línguas”. Este último dom requer interpretação para a edificação da Igreja, porém, o “falar línguas” como batismo ou renovação não requer interpretação (1Co 14.27,28). Na experiência da salvação em Cristo, todo crente é “selado” com o Espírito (Ef 1.13,14); porém, no batismo no Espírito Santo, todo crente é “revestido” de poder (At 2.2-4).
III. A CONTINUIDADE DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
1. A extensão da promessa do Espírito.
Pedro exorta seus ouvintes ao arrependimento, ao batismo nas águas e lhes assegura: “recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38). Essa frase precisa ser entendida à luz do seu contexto. O “dom do Espírito” refere-se ao cumprimento da profecia de Joel e à promessa de Jesus a respeito do revestimento de poder (Jl 2.28; Lc 24.49). Esse dom não ficou restrito ao Pentecostes, mas é estendido aos crentes de todas as épocas: “a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe” (At 2.39). Na casa de Cornélio, a regeneração ocorreu pela fé em Cristo, e o batismo no Espírito Santo precedeu o batismo em águas (At 10.44-46). Em Samaria e Éfeso, foi derramado após a conversão (At 8.15,16; 19.2,6). Esse revestimento de poder é algo distinto do novo nascimento.
2. O Espírito opera com diversidade e unidade.
Paulo ensina que “há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo” (1Co 12.4). O termo “diversidade” (gr. diaíresis) aponta para a variedade de dons, operações e ministérios. A Trindade inteira participa: o Espírito distribui os dons (1Co 12.4), o Filho dirige os ministérios (1Co 12.5) e o Pai opera os resultados (1Co 12.6). Essa pluralidade indica a riqueza da Igreja. Os salvos recebem dons específicos visando à edificação dos crentes (Rm 12.4-18). De modo que o falar em línguas é a evidência inicial do batismo no Espírito, e o “fruto do Espírito” com “os dons espirituais” é sua evidência contínua (Gl 5.22; 1Co 12.8-10). Tudo resulta em uma igreja cheia de poder e unidade, ligada a Cristo, o cabeça da Igreja (Ef 1.22,23).
3. O Espírito distribui dons com propósito.
Os dons (gr. charísmata) não são para ostentação pessoal, mas para o serviço do Reino (1Pe 4.10), edificação da Igreja (1Co 14.12) e glorificação de Cristo (1Co 12.3). O Espírito os distribui com propósito: “para o que for útil” (1Co 12.7); e os reparte soberanamente: “a cada um como quer” (1Co 12.11). Os dons são “graças espirituais” concedidas e controladas pelo Espírito (Rm 12.6-8). A finalidade específica dos dons nos protege de dois perigos espirituais: a soberba, que transforma o dom em motivo de vanglória (Fp 2.3), e a negligência, que enterra o dom e impede seu uso (Mt 25.25). Portanto, cada crente é chamado a exercitar o dom que recebeu com humildade, e disponibilidade para servir com amor, zelo e temor ao Senhor (Rm 12.3; Cl 3.23,24).
R. Significa que a promessa é para todos os que invocarem o nome do Senhor (Jl 2.28,32).
2. O que a palavra profética aponta nestes últimos dias?
R. Para o tempo messiânico e escatológico, inaugurado no Pentecostes (At 2.17).
3. Quais são os sinais da descida do Espírito e o que significam?
R. O vento simboliza a presença de Deus e o fogo aponta para purificação e consagração (At 2.2,3).
4. Ao que se refere a expressão “dom do Espírito” na profecia de Joel?
R. Ao dom do Espírito Santo como revestimento de poder, cumprindo a promessa de Joel (At 2.38).
5. Qual a importância de compreender a finalidade específica dos dons distribuídos pelo Espírito?
R. Para evitar a soberba e a negligência, entendendo que os dons são para servir e edificar (1Co 12.7; 1Pe 4.10).
28 — E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
29 — E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.
Atos 2.1-4;
1 — Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2 — e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3 — E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4 — E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Atos 8.14-17;
14 — Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João,
15 — os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo.
16 — (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido, mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus.)
17 — Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo.
1 Coríntios 12.4-7.
4 — Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 — E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 — E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 — Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.
INTRODUÇÃO
A promessa do derramamento do Espírito Santo cumpriu-se no Pentecostes e permanece válida para todos os que creem. A atuação do Espírito Santo vai além da obra de Regeneração. Ele também é o capacitador do crente para o serviço no Reino de Deus. Nesta lição, veremos que o Espírito distribui dons e conduz a Igreja com manifestações sobrenaturais, promovendo unidade, santidade e testemunho eficaz no mundo.PALAVRA CHAVE
PODER
I. A PROMESSA DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
1. Uma promessa de abrangência universal. Na Antiga Aliança, o Espírito atuava de modo pontual sobre pessoas específicas e para tarefas determinadas (1Sm 19.20; 2Cr 15.1; Ez 37.1). Porém, cerca de 800 anos antes de Cristo, Joel profetizou uma nova dispensação: “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne” (Jl 2.28a). Na Nova Aliança, essa promessa foi registrada em todos os Evangelhos (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.32,33). Na profecia, a expressão “sobre toda a carne” aponta para a abrangência universal do Espírito — não a todos de modo indiscriminado, mas a todos que invocam o nome do Senhor (Jl 2.32). Essa linguagem quebra paradigmas, e, assim a ação do Espírito ultrapassa fronteiras e alcança jovens e velhos, homens e mulheres, livres e servos (Jl 2.28,29).
2. Uma promessa com ação sobrenatural.
O derramamento do Espírito vem acompanhado de manifestações visíveis e sobrenaturais: “vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões” (Jl 2.28b). As profecias (1Co 14.3), sonhos (Mt 1.20) e visões (At 16.9) revelam a atuação do Deus vivo entre o seu povo. São experiências extraordinárias que servem de edificação espiritual (1Co 14.26). Elas indicam que a vida cheia do Espírito é ativa, dinâmica e sensível à voz de Deus (Rm 8.14). Onde o Espírito Santo é bem-vindo, o agir de Deus se manifesta com propósito e poder (2Co 3.17). Todo crente deve cultivar uma vida de comunhão e santidade, a fim de ser um canal sensível para as manifestações dos dons do Espírito (1Co 12.4-7).
3. Uma promessa para os últimos dias.
A palavra profética aponta para um tempo específico: “naqueles dias, derramarei o meu Espírito” (Jl 2.29b). Na terminologia da Antiga Aliança, tais expressões referem-se à chegada do Messias e ao início dos eventos escatológicos (Is 2.2; Mq 4.1). Pedro identifica o Pentecostes como o cumprimento inicial desses “últimos dias” (At 2.17). Eles começaram com a vinda do Messias, que, juntamente com o Pai, enviou o Espírito Santo (Jo 15.26). A descida do Espírito inaugurou a Igreja e prossegue sua atuação contínua na vida do crente até o arrebatamento dos salvos (Ef 1.13). A profecia de Joel não se esgotou no Pentecostes, permanecendo vigente durante toda a dispensação da graça. A promessa é válida para todos os que crerem em todos os tempos (At 2.39).
SINOPSE I
A promessa do Espírito Santo é universal, atual e se cumpre em todos os que invocam o nome do Senhor.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
RECEBEREIS A VIRTUDE.
Este é o versículo essencial do livro de Atos. O principal propósito do batismo no Espírito é o de receber poder para testemunhar e para o serviço cristão. Esse poder tem como objetivo o de que aqueles que não têm um relacionamento pessoal com Deus possam receber o seu perdão, aprendam a seguir Jesus e cumpram o seu propósito para as suas vidas. O resultado final é que mais pessoas venham a conhecer, amar e honrar a Jesus como Senhor — o líder e a autoridade em suas vidas (Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23; 15.26,27). “Virtude” (gr. dynamis): quer dizer mais que força ou habilidade; a palavra indica poder em ação. Lucas (em seu Evangelho e no livro de Atos) enfatiza que o poder (ou virtude) do Espírito Santo inclui autoridade para expulsar espíritos malignos (isto é, ordenar que os espíritos deixassem de controlar as vidas das pessoas) e a unção (isto é, a capacitação e comissão) para curar os enfermos.” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1921).II. O CUMPRIMENTO: PODER PARA TESTEMUNHAR
1. O Espírito Santo veio com o poder do Alto. O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade, e seu derramamento no Pentecostes cumpre a promessa do Pai e a mediação do Filho. Antes de sua ascensão, Jesus assegurou aos discípulos que eles seriam revestidos de poder: “eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Esse “revestimento” (gr. endýō) significa “vestir-se como uma armadura” e aponta para uma capacitação sobrenatural e indispensável para testemunhar de Cristo (At 1.8). Esse poder (gr. dýnamis) não é apenas força para resistir ao pecado (Rm 8.13), mas também ousadia para proclamar o Evangelho (At 4.31), autoridade para operar milagres (At 6.8) e sabedoria para edificar a Igreja (1Co 12.7).
2. Os sinais da descida do Espírito Santo.
Atos registra dois sinais sobrenaturais que marcaram o advento do Espírito Santo: o “som, como de um vento veemente e impetuoso” (At 2.2) e as “línguas repartidas, como que de fogo” (At 2.3). O “vento” e o “fogo” enfatizam a grandeza da ocasião e são sinais audíveis e visíveis da chegada do Espírito. O som, como de um vento, simboliza a presença criadora de Deus (Ez 37.9). As línguas, como que de fogo, são sinal de purificação e consagração (Êx 19.18; Mt 3.11). Esses sinais particulares não se repetiram posteriormente nos batismos no Espírito Santo subsequentes, pois se tratava de um evento solene e único. Ali, no Pentecostes, a Igreja, revelada como Corpo de Cristo (Ef 1.22,23; 3.2-5), foi inaugurada e marcada com esses sinais de forma visível e poderosa (At 2.1-4).
3. A evidência do revestimento de poder.
O revestimento de poder veio com um sinal específico: “falar em outras línguas” (At 2.4). Em Atos, o falar em línguas está explícito em três registros (At 2.1-4; 10.46; 19.6) e implícito em outras duas ocasiões (At 8.14-17; 9.17,18). Dessa forma, biblicamente, o falar em outras línguas é sempre a evidência física inicial do batismo no Espírito Santo. Essa evidência difere do dom espiritual de “variedades de línguas”. Este último dom requer interpretação para a edificação da Igreja, porém, o “falar línguas” como batismo ou renovação não requer interpretação (1Co 14.27,28). Na experiência da salvação em Cristo, todo crente é “selado” com o Espírito (Ef 1.13,14); porém, no batismo no Espírito Santo, todo crente é “revestido” de poder (At 2.2-4).
SINOPSE II
No Pentecostes, o Espírito Santo desceu com poder, capacitando os crentes para testemunhar com ousadia.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O PROPÓSITO DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
O propósito principal do batismo no Espírito Santo é trazer coragem e poder para testemunhar de Jesus e vida de piedade pessoal. Quando o Espírito Santo é derramado, Ele vem como o poder de Deus a fim de que o crente possa viver uma vida cristã de forma vitoriosa e possa realizar obras de Deus com eficácia. Jesus enfatizou que o resultado essencial do batismo no Espírito Santo é a transmissão da sua mensagem de forma poderosa, com ousadia e com sinais eficazes que a confirmam (veja At 1.8; 2.14-41; 4.31,33; 6.8; 10.38; 19.6; Rm 15.19; 1Co 2.4). O Espírito Santo dá testemunho de Jesus, de seu poder de dores dos pecados e da salvação (Jo 15.26; 16.8,14; At 5.32).” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1919).III. A CONTINUIDADE DO DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
1. A extensão da promessa do Espírito.
Pedro exorta seus ouvintes ao arrependimento, ao batismo nas águas e lhes assegura: “recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38). Essa frase precisa ser entendida à luz do seu contexto. O “dom do Espírito” refere-se ao cumprimento da profecia de Joel e à promessa de Jesus a respeito do revestimento de poder (Jl 2.28; Lc 24.49). Esse dom não ficou restrito ao Pentecostes, mas é estendido aos crentes de todas as épocas: “a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe” (At 2.39). Na casa de Cornélio, a regeneração ocorreu pela fé em Cristo, e o batismo no Espírito Santo precedeu o batismo em águas (At 10.44-46). Em Samaria e Éfeso, foi derramado após a conversão (At 8.15,16; 19.2,6). Esse revestimento de poder é algo distinto do novo nascimento.
2. O Espírito opera com diversidade e unidade.
Paulo ensina que “há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo” (1Co 12.4). O termo “diversidade” (gr. diaíresis) aponta para a variedade de dons, operações e ministérios. A Trindade inteira participa: o Espírito distribui os dons (1Co 12.4), o Filho dirige os ministérios (1Co 12.5) e o Pai opera os resultados (1Co 12.6). Essa pluralidade indica a riqueza da Igreja. Os salvos recebem dons específicos visando à edificação dos crentes (Rm 12.4-18). De modo que o falar em línguas é a evidência inicial do batismo no Espírito, e o “fruto do Espírito” com “os dons espirituais” é sua evidência contínua (Gl 5.22; 1Co 12.8-10). Tudo resulta em uma igreja cheia de poder e unidade, ligada a Cristo, o cabeça da Igreja (Ef 1.22,23).
3. O Espírito distribui dons com propósito.
Os dons (gr. charísmata) não são para ostentação pessoal, mas para o serviço do Reino (1Pe 4.10), edificação da Igreja (1Co 14.12) e glorificação de Cristo (1Co 12.3). O Espírito os distribui com propósito: “para o que for útil” (1Co 12.7); e os reparte soberanamente: “a cada um como quer” (1Co 12.11). Os dons são “graças espirituais” concedidas e controladas pelo Espírito (Rm 12.6-8). A finalidade específica dos dons nos protege de dois perigos espirituais: a soberba, que transforma o dom em motivo de vanglória (Fp 2.3), e a negligência, que enterra o dom e impede seu uso (Mt 25.25). Portanto, cada crente é chamado a exercitar o dom que recebeu com humildade, e disponibilidade para servir com amor, zelo e temor ao Senhor (Rm 12.3; Cl 3.23,24).
SINOPSE III
O Espírito distribui dons espirituais com propósito, visando a edificação da Igreja e a glorificação de Cristo.REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que significa a expressão “sobre toda a carne” ao referir-se à profecia do derramamento do Espírito?R. Significa que a promessa é para todos os que invocarem o nome do Senhor (Jl 2.28,32).
2. O que a palavra profética aponta nestes últimos dias?
R. Para o tempo messiânico e escatológico, inaugurado no Pentecostes (At 2.17).
3. Quais são os sinais da descida do Espírito e o que significam?
R. O vento simboliza a presença de Deus e o fogo aponta para purificação e consagração (At 2.2,3).
4. Ao que se refere a expressão “dom do Espírito” na profecia de Joel?
R. Ao dom do Espírito Santo como revestimento de poder, cumprindo a promessa de Joel (At 2.38).
5. Qual a importância de compreender a finalidade específica dos dons distribuídos pelo Espírito?
R. Para evitar a soberba e a negligência, entendendo que os dons são para servir e edificar (1Co 12.7; 1Pe 4.10).
PENSE NISSO
- O Espírito Santo orienta-nos e consola-nos, além de nos dotar de uma poderosa capacitação para testemunhar o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não existe uma vida verdadeiramente cristã sem a presença do Espírito Santo.
CONCLUSÃO
O Espírito Santo é o capacitador divino prometido aos que creem. Ele atua em cada geração com poder, dons espirituais e direção. Desde o Pentecostes, sua presença é real e contínua. O crente pentecostal vive não apenas no Espírito, mas pelo Espírito, como testemunha viva do poder de Deus no mundo. Portanto, cada cristão regenerado é chamado a viver na plenitude do Espírito.Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!



Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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