
💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
Professor(a),- Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
TITULO DA LIÇÃO:
Fortalecido pela fé para combater o medo com coragem



Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:


Rompendo em Fé
Harpa de Ouro - Os Guerreiros Se Preparam (Com Letra)
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Plano de Aula – EBD Adultos
Lição 05: Fortalecido pela fé para combater o medo com coragemPlano de aula escrito por Adália Helena
Objetivo Geral
Levar os alunos a compreenderem que a fé em Deus é a base para vencer o medo e agir com coragem diante das adversidades.
Objetivos Específicos
- Entender a diferença entre medo natural e medo que paralisa
- Identificar exemplos bíblicos de pessoas que venceram o medo
- Aplicar princípios de fé no enfrentamento das dificuldades diárias
Texto Base
Salmos 27:1
Isaías 41:10
2 Timóteo 1:7
Salmos 27:1
Isaías 41:10
2 Timóteo 1:7
Verdade Aplicada
A fé em Deus fortalece o coração humano, capacitando-o a enfrentar qualquer medo com coragem e confiança.
Estrutura da Aula
1. Introdução (10 min)
Pergunte: - “O que mais causa medo nas pessoas hoje?”
- Mostre que o medo é comum, mas não deve dominar a vida do cristão.
- Destaque que a fé é o antídoto contra o medo
2. Desenvolvimento (25 min)
I – A realidade do medo - O medo faz parte da experiência humana
- Pode proteger, mas também pode paralisar.
Exemplo:
- Elias (1 Reis 19) fugiu com medo
Aplicação:
Nem sempre sentir medo é pecado, mas permanecer dominado por ele enfraquece a fé.
II – A fé como resposta ao medo
- A fé nos conecta ao poder de Deus
- Bíblia Sagrada mostra vários exemplos de coragem baseada na fé
- Exemplo:
- Davi enfrentando Golias (1 Samuel 17)
Aplicação:
A fé não elimina o problema, mas muda nossa postura diante dele.
III – Coragem que vem de Deus
- Deus fortalece os que confiam nEle
- Promessas divinas trazem segurança
- O Espírito Santo nos encoraja.
Aplicação:
- Coragem não é ausência de medo, mas decisão de confiar em Deus apesar dele
3. Conclusão (10 min)
Reforce: - O medo não pode governar a vida do cristão
Desafie os alunos a enfrentarem seus medos com confiança em Deus.
Dinâmica Sugerida
“Enfrentando o medo”
- Peça para cada aluno escrever um medo em um papel (sem se identificar)
- Ore coletivamente apresentando esses medos a Deus
- Finalize declarando versículos de coragem.
Perguntas para Debate
- O medo sempre é negativo? Por quê?
- Como fortalecer a fé em tempos difíceis?
- Qual personagem bíblico mais inspira coragem em você?
Encerramento
- Oração final pedindo fortalecimento espiritual
- Incentive leitura bíblica diária e confiança em Deus.
- Plano de aula escrito por Adália Helena.

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

TEXTO ÁUREO
“Porque todos eles procuravam atemorizar, dizendo: As suas mãos largaram a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, esforça as minhas mãos”, Neemias 6.9.VERDADE APLICADA
O medo pode ser uma prisão emocional, por isso o cristão deve enfrentá-lo com fé, oração e Palavra de Deus.OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Compreender a relação entre medo e vida cristã.
- Identificar o medo como uma emoção humana.
- Ressaltando como Neemias lidou com o medo.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
Neemias 6. 10-1410 E, entrando eu em casa de Semaías, filho de Delaías, o filho de Meetabel (que estava encerrado), disse ele: Vamos juntamente à casa de Deus, ao meio do templo, e fechemos as portas do templo; porque virão matar-te; sim, de noite, virão matar-te.
12 E conheci que eis que não era Deus quem o enviara; mas esta profecia falou contra mim, porquanto Tobias e Sambalate o subornaram.
13 Para isto o subornaram, para me atemorizar, e para que eu assim fizesse e pecasse, para que tivessem alguma causa a fim de me informarem e assim me vituperarem.
14 Lembra-te, meu Deus, de Tobias e de Sambalate, conforme estas suas obras, e também da profetisa Noadias e dos mais profetas que procuraram atemorizar-me.
LEITURAS COMPLEMENTARES
- SEGUNDA | Mc 5.33 Devemos levar nossos medos a Deus
- TERÇA | SI 23.4 A Presença de Deus traz segurança.
- QUARTA | Jó 3.25 Não devemos ser escravos do medo.
- QUINTA | 2Cr 32.21 Deus está perto daqueles que O buscam.
- SEXTA | 1 Sm 17.17-51 Davi não permitiu que o medo o dominasse.
- SÁBADO | Pv 30.5 A confiança em Deus vence o medo.
MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que o Espírito Santo nos ensine a enfrentar o temor com coragem e paz.ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução- 1- Uma emoção humana
- 2- Uma arma do diabo contra o povo de Deus
- 3- Neemias sabia controlar o medo
- Conclusão.
INTRODUÇÃO
O medo é uma das emoções mais primitivas do instinto humano. Porém, embora seja uma reação de autopreservação, pode tornar-se um problema de saúde mental e uma prisão espiritual quando fora de controle. Nesta lição, veremos como lidar com o medo à luz da Palavra de Deus.1- Uma emoção humana
O medo é uma resposta a ameaças reais ou imaginárias, cujo papel é essencial para a sobrevivência humana, uma vez que serve como um alerta de ameaças e perigos. O medo leva nosso corpo a determinadas reações, como: enfrentamento, fuga e paralisia. Embora seja comum a todos os seres humanos, o medo varia de intensidade conforme as experiências pessoais, a cultura e o contexto em que estamos inseridos. Apesar de sua função protetora, o medo excessivo ou irracional pode limitar a vida, gerando ansiedade e fobias; por outro lado, pode estimular a coragem e a superação quando controlado de maneira adequada.
1.1 Exemplos bíblicos.
Deus criou o ser humano com sentimentos e emoções, e o medo não foge à regra: sentir medo nos mantém alertas diante de situações de risco e pode ser vital para a sobrevivência quando associado à preservação. O primeiro sentimento do homem após a queda no Éden foi o medo (Gn 3.10). Deus não deixou em oculto as situações que provocaram medo em Seus servos: Abraão sentiu medo (Gn 15.1); Saul e seu exército sentiram medo (1Sm 17.11); os discípulos de Jesus sentiram medo (Mc 4.38-40); Pedro sentiu medo (Mt 14.30). Portanto, se nos sentimos amedrontados diante de qualquer situação, não devemos nos culpar nem nos achar fracos. O importante é saber como manter o medo sob controle para que não se torne excessivo e prejudicial.
Na Bíblia, “medo” aparece em sentidos distintos. Há o pavor primário diante do desconhecido ou do sobrenatural, susto, tremor, sensação de ameaça (Jó 4.14-16; Lc 2.9). Há o medo servil, que paralisa e escraviza a consciência (Rm 8.15a; Hb 2.15). Em contraste, existe o temor do Senhor, que não é pânico, mas reverência obediente à santidade e majestade de Deus; dele nascem sabedoria, integridade e vida (Pv 1.7; Sl 34.11; Hb 12.28-29). Também vemos o medo circunstancial, ligado a perigos reais (2Co 7.5), e o medo moral, que surge quando a culpa não tratada acusa o coração (Gn 3.10; Sl 32.3-4). Assim, o discípulo aprende a viver com santo temor, mas livre do pavor — seguro no amor perfeito de Deus.
1.2. O medo patológico.
A sociedade atual avançou muito em várias áreas. O profeta Daniel predisse que, em tempos futuros, a ciência se multiplicará (Dn 12.4), e assim está acontecendo.
O homem tem criado meios de transporte cada vez mais avançados, revolucionado e expandido a comunicação global, desenvolvido tecnologias nunca antes imaginadas, aprimorado recursos médicos e realizado inúmeras descobertas. Entretanto, em termos de saúde mental e emocional, temos regredido a passos largos, e os casos de ansiedade, síndrome do pânico, burnout e depressão lotam consultórios de psiquiatras e terapeutas.
As pessoas têm muitos medos: medo de avião, medo de casar e não dar certo, medo de engordar, medo de não conseguir emprego, e assim por diante. O medo deixa de ser aceitável quando ultrapassa o limite da preservação e torna-se um fator paralisante. Nesse caso, deve-se procurar ajuda profissional.
Bispo Abner Ferreira (2020): “Com a chegada da pandemia, surgiram outros problemas, como: depressão, crises de ansiedade, dores de cabeça e problemas emocionais. Nunca a indústria farmacêutica ganhou tanto dinheiro.” A pandemia não trouxe só um vírus; expôs fragilidades emocionais e sociais. O aumento de depressão, ansiedade e queixas somáticas é real, e muitos recorreram a medicamentos, algo que pode ser necessário em diversos casos, sob orientação médica, mas que não substitui o cuidado integral. O evangelho fala ao coração ferido e também organiza a vida: fé que consola, corpo que apoia, profissionais que tratam, todos servindo ao Deus que cura.
1.3. O medo pode nos aprisionar espiritualmente.
No Éden, quando pecaram, os primeiros seres viventes sentiram medo, a primeira emoção relatada na Bíblia (Gn 3.10). Sem comunhão com Deus, o ser humano vive sob o poder do reino das trevas e, consequentemente, torna-se escravo do pecado (Jo 8.34; Cl 1.13). Em trevas, sem a Luz de Cristo, a alma humana fica exposta a medos terríveis: morrer, ir para o inferno, não ser perdoada, dentre outros.
A única solução para isso é a Salvação em Cristo: “E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.15). Quando experimentamos a Salvação, o Amor de Deus expulsa de nós o medo e nos oferece Vida Eterna (1Jo 4.18).
Na batalha espiritual, precisamos resistir ao engano de satanás e se unir as vozes que se levanta contra a verdade, mesmo quando vem de pessoas talentosas ou influentes (2Co 11.14). não damos ouvidos a quem presta mente, força e recursos ao mal; antes provamos os espíritos pela Palavra (1Jo 4.1), vestimos a armadura de Deus (Ef 6.10-13), e derrubamos sofisma que se opõe ao evangelho (2Co 10.4-5). firmeza na verdade, vida e santidade comunhão com a Igreja são nossa defesa.
- Sem comunhão com Deus, o ser humano vive sob o poder do reino da escuridão e, consequentemente, torna-se escravo do pecado.
2- Uma arma do diabo contra o povo de Deus
Ao longo das Escrituras, o inimigo usa o medo para paralisar o povo de Deus. Foi assim com o relatório dos espias, que espalhou pânico e atrasou a entrada em Canaã (Nm 13–14); com o desafio diário de Golias, que intimidou Israel por quarenta dias (1Sm 17.11,16); com a ameaça de Jezabel, que fez Elias fugir e desejar a morte (1 Rs 19.2-4). A estratégia é sempre a mesma: ampliar o perigo, diminuir a fé e interromper a missão.
2.1 Senaqueribe usou o medo para desestabilizar Israel.
Deus concedeu livramento a Israel no tempo do rei Ezequias. Senaqueribe, rei da Assíria, tinha um exército imbatível, com cento e oitenta e cinco mil soldados, mais do que suficiente para acabar com Jerusalém. Porém, em vez de atacar Israel diretamente, o rei da Assíria primeiro enviou mensageiros para dizer aos israelitas para não confiar nem em Ezequias nem em Deus, porque as nações que eles dizimaram antes também confiaram em seus reis e deuses. Por que o inimigo agiu assim? Porque sabia que o medo seria uma arma eficaz para desestabilizar os oponentes antes da batalha. Senaqueribe queria os judeus em pânico, desesperados, brigando entre si e se rebelando contra seus líderes. Todavia, quando Ezequias buscou a face do Deus Vivo de todo o coração, Ele interveio e livrou Seu povo (2Cr 32; Is 37; 2Rs 19).
Senaqueribe seguiu a mesma tática dos adversários de Neemias: ampliar o medo para paralisar a obra. Por meio das bravatas do Rabsaqué (cartas, insultos e “fatos” distorcidos), tentou desestabilizar Jerusalém e levar o povo ao pânico, facilitando a rendição (2Rs 18–19; Is 36–37; cf. Ne 6.9). É a arma antiga de Satanás: intimidar, confundir e interromper a missão. A resposta bíblica continua a mesma: oração e confiança, Palavra e coragem “no dia em que eu temer, hei de confiar em ti” (Sl 56.3), “não temas, porque eu sou contigo” (Is 41.10), vestindo a armadura de Deus para resistir e permanecer firmes (Ef 6.10-13).
2.2. O medo paralisou Israel diante de Golias.
Os filisteus e os israelitas estavam acampados no vale de Elá quando Golias de Gate passou a desafiar Israel, pedindo um guerreiro capaz de enfrentá-lo em combate (1 Sm 17.1-10). Golias tinham quase três metros de altura, e a Bíblia assim descreve a reação do povo de Deus: “Ouvindo então Saul e todo o Israel estas palavras do filisteu, espantaram-se, e temeram muito”, 1Sm 17.11. Eles fugiram apavorados (1Sm 17.24), e ficaram ali, paralisados pelo medo, durante quarenta dias (1Sm 17.16). Foi nessa ocasião que Davi, um jovem cuja confiança em Deus era maior que o medo, enfrentou e venceu o gigante Golias na força do Senhor. O medo pode tornar-se uma prisão sem muros se não reagirmos, porque só diminui de tamanho quando o enfrentamos.
Em 1Sm 17, o exército de Israel ouviu a voz errada por tempo demais: quarenta dias de afronta fizeram o medo virar rotina (1Sm 17.16). Medo não é só emoção; vira narrativa que paralisa. A diferença não foi a ausência de crise, mas quem interpretou a crise: enquanto os soldados viam um gigante contra homens, Davi viu um incircunciso contra o Deus vivo (15m 17.26,45). Ele trocou o discurso do pânico pela memória das vitórias de Deus (o leão e o urso), pegou o que tinha à mão e avançou “em nome do Senhor”. Lembre-se do que Deus já fez (testemunho reacende coragem), aja com os recursos que você tem hoje (funda e pedras), confesse a verdade maior: a batalha é do Senhor (1Sm 17.47; 2Tm 1.7; Sl 56.3). Quando a fé governa a leitura da crise, o gigante perde o poder de nos deter.
2.3. Os Apóstolos controlaram o medo.
Depois que Jesus foi assunto ao Céu, os Apóstolos pregaram o Evangelho em Jerusalém, e muitas pessoas se converteram. O ensino acompanhado de curas e milagres fazia com que cada vez mais pessoas tivessem interesse em ouvi-los (At 5.12-16); mesmo assim, não demorou muito para que a perseguição chegasse. Em Atos 5.17-42, vemos que o sumo sacerdote mandou prender os Apóstolos, mas um anjo os tirou miraculosamente da prisão. E o que eles fizeram depois disso? Fugiram apavorados? Eles se esconderam? Não, foram pregar no Templo. Então, o sumo sacerdote mandou buscar os Apóstolos, que foram ameaçados pelos líderes de Israel e espancados. Depois dessa experiência negativa, poderíamos supor que eles viveriam de forma discreta, evitando aborrecer os maiorais de Israel. Contudo, não foi isso que aconteceu; pelo contrário, os Apóstolos saíram de lá alegres por terem sofrido por amor a Jesus. Aleluia!
A Igreja é a Noiva de Cristo e Seu instrumento para levar o Evangelho “até aos confins da terra” (Mt 28.19-20; At 1.8). Jesus prometeu edificá-la, e “as portas do Hades” (defesas do reino das trevas) não resistirão ao seu avanço (Mt 16.18). Como povo comprado pelo sangue, ela vive em santidade e esperança, aguardando o Esposo (Ef 5.25-27; Ap 19.7), e testemunha com palavra e poder, servindo com compaixão e justiça (1Pe 2.9; Tg 1.27). Missão e noivado caminham juntos: quanto mais ama a Cristo, mais a Igreja anuncia Cristo.
- O inimigo da nossa alma se vale do medo como estratégia para acabar com o povo de Deus.
3- Neemias sabia controlar o medo
Durante a restauração de Jerusalém, Neemias esteve sob forte pressão dos seus inimigos, que queriam amedrontá-lo para que parasse a obra. Porém, o tempo como copeiro no palácio, provando alimentos e bebidas para que o rei não fosse envenenado, preparou Neemias para lidar com o medo.
3.1. Neemias superou o medo com a fé.
A partir do momento que a obra se iniciou, Sambalate, Tobias e Gesém começaram uma guerra psicológica implacável: chamaram os judeus de fracos (Ne 4.2); menosprezaram a qualidade da obra que estavam realizando, afirmando que uma simples raposa seria capaz de derrubar os muros facilmente (Ne 4.3); alardearam que os inimigos viriam de todos os lugares para matar Neemias (Ne 4.12); subornaram um falso profeta para dizer que Neemias seria morto (Ne 6.10). Em contextos assim, de seguidos ataques verbais, muitos entram em pânico e fogem com medo de morrer, mas Neemias tinha certeza de que estava onde Deus queria que ele estivesse e seguiu firme no propósito que tinha no coração.
William Barros (2022): “Sem enfrentamento não é possível vencer o medo. O pior que uma pessoa pode fazer é simplesmente evitar lugares e situações que a deixam apavorada. Agindo assim, sem perceber começa a viver nu-ma prisão sem muros”. Medo se vence encarando aos poucos, não fugindo sempre. A evasão dá alívio momentâneo, mas vira prisão sem muros. Na Bíblia, Davi enfrentou Golias lembrando quem Deus é (1Sm 17), e Josué ouviu: “Sê forte e corajoso” (Js 1.9). Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, amor e domínio próprio (2Tm 1.7). Passo a passo, a coragem cresce.
3.2. Neemias conhecia a situação e a Vontade de Deus.
O medo se agiganta no quarto escuro da ignorância: quanto menos conhecimento, mais medo. Pessoas que buscam ajuda profissional para lidar com o medo de viajar de avião, por exemplo, recebem informações sobre o funcionamento das aeronaves, os procedimentos de segurança, o que fazer em caso de turbulência etc. A partir daí, a maioria delas vence esse tipo de medo. Neemias, antes de iniciar a reconstrução dos muros, buscou conhecer o estado da cidade e do povo, por isso sabia o que precisava ser feito (Ne 2.11-18). O mais importante, porém, é que ele conhecia a Vontade e a Palavra de Deus, na qual baseou suas orações e súplicas, e esse conhecimento mudou tudo (Ne 1.5-9; 2.20; 6.1-13). Neemias tinha certeza de que Deus o havia enviado para aquela missão; sendo assim, estava sob Sua proteção e bênção (Ne 2.18).
O medo muitas vezes é fruto daquilo que não compreendemos. Quando o conhecimento chega, a mente se reorganiza e o coração encontra descanso. É por isso que a fé e o entendimento andam juntos, não é uma fé cega, mas iluminada pela verdade. Na vida espiritual, conhecer a Deus, à Sua Palavra e às Suas promessas é o caminho mais seguro para vencer o medo. O profeta Isaías declarou: “Tu conservarás em perfeita paz aquele cuja mente está firme em ti” (Is 26.3). Assim, quanto mais conhecemos a Deus, mais confiamos n’Ele, e quanto mais confiamos, menos o medo tem poder sobre nós. O conhecimento da verdade substitui a ignorância pela confiança, e o temor pelo descanso em Deus.
3.3. Neemias enfrentou seus medos e continuou a obra.
Neemias se negou a viver amedrontado e, a cada nova ameaça de seus inimigos, orou a Deus (Ne 4.4-5,9). Como atitude prática, ele colocou guardas na construção dia e noite e armou seus companheiros; assim, cada trabalhador era um soldado, e cada soldado era um trabalhador (Ne 2.9; 4.13,16-18, 21), dando andamento na obra de reconstrução. O resultado disso foi que o povo de Israel avançou rapidamente na reconstrução dos muros. No capítulo 2.6, eles já tinham reparado até a metade dos muros; no capítulo 6.15, os muros estavam totalmente levantados, e isso no tempo recorde de cinquenta e dois dias de trabalho. Então, algo incrível acontece: os inimigos sentiram medo e reconheceram que o Deus de Israel estava com Neemias (Ne 6.16).
Buscar a intenção de Deus em cada situação é o caminho para uma vida espiritual equilibrada e sábia. O crente maduro aprende a reagir menos e discernir mais, deixando que a vontade divina molde suas atitudes. A oração contínua não é fuga, mas sintonia, ela afina a mente e o coração para que o Espírito Santo direciona as decisões (Rm 12.2; Cl 3.15). Quando a mente está centrada em Cristo, as circunstâncias externas perdem o poder de controlar as reações internas. Assim, o cristão age com paz, discernimento e firmeza, consciente de que obedecer à voz de Deus é sempre o caminho mais seguro.
- Neemias venceu o medo com fé, conhecimento e oração.
CONCLUSÃO
Devemos levar nossos medos a Deus em oração, adquirir conhecimento sobre a situação adversa que teremos pela frente e procurar entender o contexto à nossa volta. Com isso, evitamos recuar, dando continuidade à tarefa que temos nas mãos.Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!


O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

