Lição 07 Jovens CPAD: A falácia da Teoria Darwiniana | Plano de Aula EBD | 2º Trimestre 2026


💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
CHUVAS DE BÊNÇÃOS PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA
  • Deus sempre em Primeiro Lugar.
  • DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
  • Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
  • Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.



ANTES DA AULA
Professor(a),
  • Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
  • Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
  • Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.



Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.

• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.

• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.

• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.

• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.

• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.

• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.






Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.

Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.


  • Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
  • Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.



CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
  • Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
  • Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
  • Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
  • Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.

  • Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
  • Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.

  • Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏

 


Apresentem o título da lição:
A falácia da Teoria Darwiniana
  • Professor(a). A teoria darwiniana, ao excluir Deus da criação, contradiz a revelação bíblica, que afirma que todas as coisas foram criadas intencionalmente por um Criador soberano.

  • Vivemos em uma época em que seus alunos, como já vimos, têm sido bombardeados por muitas ideias que tentam tirar Deus do centro de tudo, inclusive da própria criação da vida. Uma das ideias mais populares nesse sentido é a teoria da evolução darwiniana, a qual ensina que todas as formas de vida surgiram de um processo baseado em mutações aleatórias e seleção natural. É fundamental que seus alunos saibam que a vida não surgiu do acaso. Tudo o que existe foi feito pelas mãos do Criador. Nesta lição eles aprenderão, à luz das Escrituras, porque essa teoria, que exclui Deus, é um engano perigoso, pois a criação revela a existência do Criador, e que nós somos resultado de um plano divino, não de um acidente cósmico ou um processo aleatório e impessoal proposto pela teoria da evolução.

  • Professor(a). Saiba que há alguém orando pela sua vida e ministério. Aliás, o próprio Espírito Santo intercede junto ao Pai por você. Que parceiro de oração mais incrível, não é mesmo? Portanto, não desanime diante das lutas, porque até mesmo naquelas mais difíceis ou por consequência de nossos próprios erros, o nosso Senhor pode fazer com que ela coopere para um bem maior rumo aos seus propósitos.

  • “[…] o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos. E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.26-28).

  • Além de todo conteúdo pedagógico e teológico presentes em sua revista para enriquecer ainda mais a sua próxima aula, deixamos aqui também um trecho da obra Colossenses, do pastor Elinaldo Renovato, falando sobre o Humanismo, à luz das Sagradas Escrituras.

O que ensina o humanismo. 
  • Segundo essa filosofia, que inclui a ‘tradição dos homens’ a que se referia Paulo, o homem e o universo são apenas originários da energia que se transformou em matéria, por obra do acaso. É a filosofia irmã do evolucio­nismo biológico. Nega a existência de um Deus pessoal e infinito; nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus a raça humana. Para o humanismo, o homem e o seu próprio deus; o homem pode melhorar e evoluir, segundo tais preceitos, por meio da educação, redistribuição econômica, psicologia moderna ou sabedoria humana. o humanismo e relativista, pois crer que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoa sentirem-se felizes… ensina que o homem não deve ficar preso a ideia de Deus” (RENOVATO, Elinaldo. Colossenses. Série Comentário Bíblico. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.90-91).
  • Fonte: Escola Dominical



Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Eu Tenho Um Chamado - Quatro por Um



Quando Deus Escolhe Alguém | DVD Águas Purificadoras | Diante do Trono


Anderson Freire - Relacionamento com Deus - COM LETRA (VideoLETRA® oficial MK Music)


Juliana Reame | Fazer a Diferença


Harpa Cristã Hino 443 Larga o Mundo


Harpa cristã, nº 73 Vem, Vem a Mim


HARPA CRISTÃ 370 MAIS GRATO A TI


GRANDIOSO ÉS TU - Volnei da Costa e grupo C (Maranata) 526 Harpa



RIQUEZAS DO CÉU - 598. HARPA CRISTÃ - (CIFRADO) - CARLOS JOSÉ



Para introduzir a lição, utilizem a:
Dinâmica: A Criação
Objetivos:
Introduzir o estudo sobre a visão bíblica da criação e o Darwinismo.
Enfatizar que os cristãos creem que Deus é o criador do universo, de acordo com a Bíblia, nossa regra de fé e prática.
Material:
Revista de lições bíblicas do trimestre

Bíblia

Procedimento:
- Dividam a turma em 02 grupos.

- Orientem os 02 grupos da seguinte forma:

O grupo 01 vai ler o tópico I da lição, Princípios da Teoria Darwiniana.

O grupo 02 vai ler o tópico II da lição, Visão Bíblica da Criação.

A leitura deve acontecer de forma alternada, para que todos do grupo possam participar, na medida do possível.

À medida que a leitura for realizada, o grupo pode começar a escrever ou destacar pontos importantes para apresentar posteriormente.

Estipulem um tempo de 15 minutos para isto.

Passem em cada grupo para observar o andamento da atividade.

Após o tempo já citado, cada grupo apresentará, de forma objetiva, o que destacou da leitura.

Observem o que cada está apresentando.

- Depois, para concluir, falem: Vimos os princípios do Darwinismo e do Criacionismo. Nós cremos que Deus criou mundo com objetivo e de forma ordeira. É sobre isto o tema da aula de hoje, tomando posicionamento sensata de acordo com o que afirma a Palavra de Deus, nossa regra de fé e prática.

“No princípio criou Deus o céu e a terra”(Gênesis 1:1).

“Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”(Hebreus 11:3).

“Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”(1 Pedro 3:15).

“Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência”(1 Timóteo 6:20).
Fonte da dinâmica por Sulamita Macêdo/Blogatitudedeaprendizblogspot.com.




SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.


O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.




RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
       A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
   Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.



PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
  • Professor(a), reproduza o quadro abaixo e utilize-o para levar os alunos a compararem e discutirem as diferenças fundamentais entre a cosmovisão bíblica da criação e a visão naturalista da evolução darwiniana, desenvolvendo o pensamento crítico e o fortalecimento da fé. Após fazer a comparação, pergunte aos alunos qual dessas visões dá sentido à existência humana; o que essas ideias dizem sobre o valor da vida; qual dessas visões traz mais esperança e propósito?







TEXTO PRINCIPAL
“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” (Jo 1.3).



LEITURA DA SEMANA
  • SEGUNDA — Gn 1.1
  • Deus é o Criador de todas as coisas
  • TERÇA — Gn 1.24,25
  • Os seres foram criados conforme suas espécies
  • QUARTA — Êx 20.11
  • A criação foi um ato direto e rápido de Deus
  • QUINTA — Sl 33.6
  • A ordem soberana de Deus
  • SEXTA — Is 45.18
  • Deus é o Criador com propósito e ordem
  • SÁBADO — Sl 19.1
  • A natureza fala


OBJETIVOS
  • ELENCAR os princípios da teoria darwiniana;
  • MOSTRAR a visão bíblica da criação;
  • APONTAR as consequências da secularização da ciência.


TEXTO BÍBLICO
Gênesis 1.24.
24 — E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis, e bestas-feras da terra conforme a sua espécie. E assim foi.

25 — E fez Deus as bestas-feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom.


Gênesis 2.1-5,7.
1 — Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados.

2 — E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.

3 — E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.

4 — Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus.

5 — Toda planta do campo ainda não estava na terra, e toda erva do campo ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.

7 — E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
    



INTRODUÇÃO
A teoria darwiniana da evolução tornou-se para muitos uma filosofia que exclui a necessidade de um Criador. Ela defende que as espécies surgem e se transformam ao longo do tempo por meio da seleção natural e de mutações aleatórias. Nesta lição, analisamos por que a interpretação darwiniana estrita da evolução é considerada falaciosa no contexto cristão e como essa visão se confronta com a revelação bíblica, tornando-se incompatível com a fé cristã.



I. PRINCÍPIOS DA TEORIA DARWINIANA
1. Origem por acaso.
A teoria darwiniana sustenta que a vida surgiu de forma espontânea a partir de elementos químicos simples, sem qualquer direcionamento ou intenção. A seleção natural e as mutações aleatórias são vistas como os principais mecanismos pelos quais os organismos se adaptam e evoluem ao longo do tempo. Esse modelo exclui qualquer envolvimento direto de um Criador, promovendo uma visão puramente materialista da vida.



2. Ausência de design.

Teoria darwiniana clássica argumenta que a complexidade dos organismos é resultado da acumulação de pequenas mudanças ao longo do tempo, sem a necessidade de um Criador, de um design inteligente. Assim, estruturas altamente complexas, como o olho humano, seriam apenas o resultado de mutações selecionadas por sua utilidade ao longo de milhões de anos. Essa teoria nega a ação direta de Deus na criação, contrariando o que a Bíblia revela.


Na perspectiva cristã, o mundo revela a glória de Deus por meio de sua ordem, beleza e harmonia (Sl 19.1; Rm 1.20). A criação não é resultado do acaso, mas sim de um plano inteligente e amoroso de Deus. Negar o design divino é rejeitar as marcas do Criador impressas em toda a natureza, obscurecendo a verdade espiritual revelada por Deus tanto na criação quanto nas Escrituras.



3. Implicações ateístas.

Muitos que adotam a teoria darwiniana como explicação total da vida concluem que não há espaço para Deus na explicação da origem da vida. Se tudo pode ser explicado por forças naturais, então a fé, a moralidade e o propósito tornam-se irrelevantes ou produtos da evolução cultural e biológica. Isso conduz inevitavelmente ao naturalismo filosófico, que sustenta que só a matéria existe e que não há realidade espiritual. A exclusão de Deus do discurso científico e cultural leva à erosão dos valores absolutos, da responsabilidade moral e da dignidade humana. O Darwinismo, quando transformado em filosofia de vida, torna-se um pilar do Secularismo.


A fé cristã, por outro lado, afirma que Deus é o fundamento de toda realidade e que o mundo criado não pode ser corretamente compreendido sem Ele (Cl 1.16,17). O Darwinismo ateísta não é apenas uma teoria científica, mas uma cosmovisão que precisa ser discernida e rechaçada à luz da Bíblia. A Igreja deve resistir à tentativa de remover Deus da origem e do propósito da vida, mantendo firme o testemunho da criação divina.



SUBSÍDIO I
Professor(a), seus alunos são constantemente bombardeados nas escolas ou universidades com ideias humanas ateístas contrárias à fé cristã. Neste tópico, promova um debate para abrir a mente dos seus alunos para esta estratégica maligna que visa tirar o nosso Deus do centro de todas as coisas. Pergunte a eles “Onde está a evidência de que a seleção natural tem o poder de criar a amplíssima diversidade de seres vivos na terra? Onde vemos esse poder criativo em ação? Com certeza, não é nos exemplos comuns citados em livros didáticos de biologia”. Em seguida narre este exemplo: “Certo professor da Universidade do Estado de Kansas publicou uma carta na prestigiosa revista Nature, declarando: ‘Mesmo que todos os dados indiquem um designer inteligente, tal hipótese é excluída da ciência porque não é naturalista’. Façamos uma pausa para absorvermos o que foi dito: Mesmo que não existam evidências a favor do darwinismo e que todas as evidências favoreceram o designer inteligente, ainda assim não deixaremos de considerá-lo na ciência. É óbvio que a questão não é fundamentalmente de haver ou não evidências, mas de compromisso filosófico já assumido”. (PEARCEY, Nancy. Verdade Absoluta: Libertando o Cristianismo de seu cativeiro cultural. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.188-190).



II. VISÃO BÍBLICA DA CRIAÇÃO
1. Criação ordenada.
A Bíblia afirma com clareza que Deus criou todas as coisas com ordem e propósito. Esse princípio refuta a ideia de que todas as formas de vida surgiram de um ancestral comum sem a intervenção divina. Deus não é apenas o Criador do mundo, Ele é também aquEle que sustenta o mundo. NEle, todas as coisas são consolidadas, protegidas e impedidas de se desintegrarem em um caos (Cl 1.17).


A criação ordenada implica que há limites naturais estabelecidos por Deus, e que cada criatura possui sua identidade, função e valor dados pelo Criador. Isso revela não apenas um ato de poder, mas também de sabedoria e amor. Ao reconhecer que Deus criou cada espécie, rejeitamos a noção de que a diversidade da vida é apenas resultado de modificações aleatórias. A ordem da criação aponta para a confiabilidade e fidelidade de Deus. O universo criado reflete a estabilidade do caráter divino, e os padrões naturais, ao invés de negarem Deus, testificam sobre Ele (Sl 104). O povo de Deus é chamado a observar a criação com reverência, vendo nela as marcas da mão do Criador.



2. Princípio da finalidade.
A visão bíblica apresenta o universo como resultado de uma ação deliberada de Deus, com um fim específico. Romanos 1.20 declara que os atributos invisíveis de Deus são claramente vistos desde a criação do mundo, o que significa que a criação tem o propósito de revelar o Criador. A vida não é fruto do acaso, mas de um plano eterno.


Essa finalidade manifesta-se em todos os níveis da criação. Cada ser vivo cumpre uma função no ecossistema e, mais importante ainda, o ser humano foi criado com o propósito de se relacionar com Deus. Isso confere valor, dignidade e destino a cada pessoa. Ao contrário da visão darwinista, a fé cristã afirma que a vida tem direção e sentido. Ignorar o princípio da finalidade é esvaziar a existência humana de seu verdadeiro propósito. A vida sem Deus tende a perder o sentido, e isso se reflete nas crises existenciais da sociedade contemporânea. A criação proclama que há um Deus que intencionalmente nos formou e que deseja ser conhecido e glorificado por sua obra (Sl 19.1).



3. Ser humano especial.
Na revelação bíblica, o ser humano ocupa lugar de destaque na criação. Gênesis 1.26,27 ensina que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, o que significa que possuímos atributos que refletem o Criador - como moralidade, racionalidade, criatividade e espiritualidade. Isso estabelece uma distinção fundamental entre o homem e os outros seres.


Diferentemente da teoria darwiniana, que vê o ser humano como mero produto da evolução natural, a Bíblia afirma que há algo único em nossa origem. Fomos formados pessoalmente por Deus e dotados de espírito. Isso implica responsabilidade moral, capacidade de adoração e necessidade de redenção. Negar essa realidade é reduzir a humanidade a uma máquina biológica.



III. DEBATE E CONSEQUÊNCIAS
1. Secularização científica.
A adoção do darwinismo como paradigma dominante contribuiu para uma crescente secularização da ciência. A explicação naturalista do mundo passou a ser considerada a única válida, enquanto qualquer menção à fé, propósito ou criação foi descartada como não científica. Esse processo gerou impactos na cultura, na educação e até na legislação. O ensino científico, especialmente nas escolas, muitas vezes promove o Darwinismo como verdade absoluta, sem espaço para o debate ou para a consideração de outras cosmovisões. A fé cristã foi marginalizada, e os jovens foram formados com uma visão de mundo onde Deus é ausente ou irrelevante.


Contudo, a Igreja deve lembrar que ciência e fé não são inimigas. A verdadeira ciência busca a verdade, e toda verdade, por fim, pertence a Deus. Devemos promover uma ciência que seja honesta, aberta à investigação, e que reconheça os limites do conhecimento humano. A fé cristã convida os crentes a amarem a verdade, incluindo a verdade sobre a criação divina.



2. Moralidade e valor.

Sem um Criador que estabeleça o bem e o mal, cada cultura ou indivíduo pode definir seus próprios valores e a moralidade torna-se relativa. Isso enfraquece os fundamentos da ética e promove uma sociedade onde tudo é permitido. Essa visão tem consequências destrutivas pois abre espaço para abusos, injustiças e desrespeito à vida. O aborto, a eutanásia e outras práticas tornam-se justificáveis quando a vida humana é vista apenas como produto de evolução.


A Bíblia, porém, afirma que o corpo humano é templo do Espírito Santo (1Co 6.19), e que cada pessoa possui valor eterno. A moralidade cristã não é baseada em opinião ou conveniência, mas na santidade de Deus e na verdade de sua Palavra. Negar isso é promover um mundo onde reina a confusão e a injustiça.



3. Resposta da igreja.
Diante dos desafios impostos pelo Darwinismo, a Igreja é chamada a oferecer uma resposta firme, porém equilibrada. Não rejeitamos a ciência, mas afirmamos que ela deve ser submetida à soberania de Deus e à autoridade das Escrituras. Devemos formar crentes que sejam pensadores críticos, capazes de dialogar com a cultura sem abrir mão da fé bíblica. A resposta da Igreja também envolve a proclamação corajosa do Evangelho, que apresenta uma cosmovisão completa: criação, queda, redenção e restauração. Em Cristo, encontramos a reconciliação entre fé e razão, e a verdadeira explicação sobre quem somos e para que fomos criados. Ele é o Logos eterno, por meio do qual todas as coisas foram feitas (Jo 1.3).


Assim, a Igreja deve manter-se firme e ensinar com clareza às novas gerações, que não somos frutos do acaso, mas obras-primas do Deus vivo. Essa convicção nos dá segurança, identidade e missão neste mundo. A criação não é apenas um assunto teológico, mas um fundamento essencial para toda a fé cristã.



SUBSÍDIO III
Professor(a), incentive seus alunos a buscarem formações acadêmicas e esclareça que “A universidade, portanto, não é somente um centro de produção de conhecimento, mas também um centro de influência intelectual, capaz de definir tendências, alterar valores e transformar (positiva ou negativamente) a cultura. Logo, a sua retomada pelos cristãos é algo que não pode ser desprezado, pois está diretamente relacionado com o papel da Igreja na terra”. (NASCIMENTO, Valmir. O Cristão e a Universidade: Um guia para a defesa e o anúncio da cosmovisão cristã no ambiente universitário. 1ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.92).



CONCLUSÃO
Nesta lição, reconhecemos que a teoria darwiniana é uma falácia que exclui a soberania de Deus na criação. A fé cristã proclama que cada vida é obra de Deus, dotada de significado e dignidade. Assim, devemos ser vigilantes e fiéis, ensinando que não precisamos temer a investigação científica, mas confiar que toda a verdade, científica ou não, concorda com a sabedoria revelada em Deus.



HORA DA REVISÃO
1. O que a teoria darwiniana da evolução defende?
R. Defende que as espécies surgem e se transformam ao longo do tempo por meio da seleção natural e de mutações aleatórias.




2. O que a perspectiva cristã afirma a respeito da criação?
R. Na perspectiva cristã, a criação não é resultado do acaso, mas sim de um plano inteligente e amoroso de Deus.




3. A exclusão de Deus do discurso científico e cultural leva a quê?
R. Leva à erosão dos valores absolutos, da responsabilidade moral e da dignidade humana.




4. O que reflete a estabilidade do caráter divino?
R. O universo criado reflete a estabilidade do caráter divino.




5. Diante dos desafios impostos pelo Darwinismo, a Igreja deve formar quais tipos de crente?
R. Devemos formar crentes que sejam pensadores críticos, capazes de dialogar com a cultura sem abrir mão da fé bíblica.
2º Trimestre de 2026. Título: Entre a verdade e o engano — Combatendo ideologias e ensinos que se opõem à palavra de Deus. Comentarista: Eduardo Leandro Alves. 





Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.


Ide....pregai o evangelho a toda criatura

AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 
  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática

Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE

Seja imitador de Deus
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Deus é fiel
A tranquilidade de um momento
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.
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