Plano de Aula Bíblica Adultos Betel/ Lição 05: A importância do jejum na vida dos discípulos de Cristo

 💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!

Sejam muito bem-vindos, vocês que amam e valorizam a Palavra de Deus. É uma alegria receber cada pessoa que tem prazer em aprender mais dos caminhos do Senhor.

  • Que o Espírito Santo nos guie neste momento, concedendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja tocado pela graça e pela presença do nosso Deus.



  • Professor(a). Antes de iniciar o tema da aula, é importante promover um momento breve de conversa informal com os alunos:
  • Tenha todo o material da aula preparado e ao alcance, para evitar interrupções.
  • Receba seus alunos com amor e alegria. Demonstre carinho especial por aqueles que têm faltado, mostrando o quanto fazem falta e o quanto são importantes.
  • Perguntem como foi a semana de cada um.
  • Ouçam atentamente as respostas, demonstrando interesse genuíno.
  • Observem se alguém precisa de uma conversa mais profunda ou de oração.
  • Verifiquem se há alunos novos ou visitantes e façam questão de apresentá-los ao grupo.


  • Planejar sua aula antecipadamente é indispensável para alcançar os resultados esperados em sala. Por isso, é fundamental estabelecer metas claras para cada encontro. Prepare o esboço da lição e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana; selecione os recursos didáticos que serão utilizados; pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão dos alunos; elabore perguntas que estimulem a reflexão e aprofundem o tema. E, acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo, pois Ele é o seu Auxiliador no ministério do ensino.

  • Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas famílias. Esse cuidado espiritual faz toda a diferença no processo de ensino e no crescimento de cada um.



  • Ore com seus alunos(a). Observe se á algum pedido especial, pois as vezes pode ter acontecido algo com eles, e a sua oração, será aquilo que pode deixar tranquilo e confiante em Deus.

  • Não esqueça que para uma boa conclusão é importante uma revisão. Procure aplicar aos alunos o tema com exemplos vivos que eles os identificam no cotidiano. Era assim que Jesus ensinou as maiores lições.


CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você partilha com uma pessoa podem influenciara vida de muitas outras. Mas essa influência não será alcançada sem atenção exclusiva a um indivíduo. Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.

Ao longo da Bíblia, vemos Jesus chamando pessoas solitárias em meio a uma multidão e ministrando a elas pessoalmente. Todos eram importantes para Ele — um de cada vez. Ninguém era descartável, Cada um tinha um potencial único." (TOLER, Stan. Minutos de Motivação para Professores. Rio de Janeiro 
CPAD, p. 11).


ANTES DA AULA
O papel do professor(a) da Escola Dominical vai além da tarefa pedagógica de ensinar conteúdos bíblicos. Todo professor(a) é também um líder de sua classe, ao escrever sobre liderança familiar o Dr. Stephen Adei, em seu livro Seja o líder que sua família precisa (CPAD, p. 27) apresentou o conceito dos três "M"s da liderança espiritual, que pode ser útil para o professor.

Segundo o Dr Adei, o líder deve ser um modelo, um ministro e um mentor. Deve ser um modelo, porque os seguidores veem, um ministro porque os outros sentem e um mentor, porque os outros ouvem ao assumirmos o papel de professores da classe de Escola Dominical, precisamos ter a consciência de que estamos assumindo a liderança sobre o grupo de alunos e precisamos exercer essa liderança de forma a edificá-los.

Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Busque a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida.




TITULO DA LIÇÃO:
A importância do jejum na vida dos discípulos de Cristo





Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:

Ó desce fogo santo - 05/ Carlos José


Revela a nós Senhor - 88. Harpa  cristã 


Grato a ti - 370 | Carlos José 


SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.


O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.




RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
    A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
   Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.



CONVERSE COM SEUS ALUNOS    













Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.






TEXTO ÁUREO
"E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum", Marcos 9.29.


VERDADE APLICADA
O jejum bíblico é um exercício espiritual que expressa nosso interesse em buscar primeiro o Reino de Deus e da nossa completa dependência do Senhor.


OBJETIVOS DA LIÇÃO
  • Ressaltar que Jesus afirmou a relevância do jejum.
  • Reconhecer o valor espiritual de jejuar e orar conjuntamente.
  • Identificar o jejum como uma prática vista em toda a Bíblia.


TEXTOS DE REFERÊNCIA
Mateus 4. 1-3
1. Então, foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.

2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;

3. E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.



Mateus 6. 16-18
16. E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, porque desfiguram o rosto, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.

17. Porém tu, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto,

18. para não pareceres aos homens que jejuas, mas sim a teu Pai, que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.



LEITURAS COMPLEMENTARES
  • SEGUNDA | Ed 8.21 Proclamando o jejum.
  • TERÇA | Dn 9.3 Buscando a Deus em oração e jejum.
  • QUARTA | 2Cr 20.3 A busca pelo Senhor em jejum.
  • QUINTA | Mt 6.16 O jejum não visa recompensas humanas.
  • SEXTA | Jl 2.12 Deus se agrada do jejum de Seus servos.
  • SÁBADO | Ne 1.4 O jejum nos fortalece espiritualmente.


MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que a Igreja de Cristo continue a jejuar em consagração a Deus.


INTRODUÇÃO
Jesus não somente jejuou, como também ensinou a maneira correta de fazê-lo. Aliás, a Bíblia está cheia de citações de pessoas que fizeram uso desta disciplina espiritual e nos instrui quanto à maneira correta de praticá-la. Assim, por toda sua relevância, nesta lição, analisaremos essa experiência espiritual à luz da Palavra de Deus.


PONTO DE PARTIDA 
Aspectos bíblicos sobre o jejum.


1. Compreendendo o jejum
O jejum é uma das disciplinas e práticas espirituais que têm acompanhado o povo de Deus desde o Antigo
Testamento, como uma expressão de fé, contrição, total dependência de Deus, arrependimento, devoção. Veremos neste tópico a importância de conhecermos o que a Bíblia diz sobre o jejum, para evitarmos os extremos de praticar sem o necessário discernimento ou desprezar esta prática presente na vida de Jesus Cristo após o batismo em águas e na igreja primitiva.


1.1. O jejum bíblico.
O jejum bíblico pode ser definido como a abstinência de alimentos por um período de tempo com finalidades espirituais (Jl 2.12). Essa disciplina espiritual não deve ser usada para conseguir alguma coisa de Deus, como se fosse uma barganha, mas como uma expressão de humilhar-se diante de Deus (At 3.19,20).


  • Bíblia do Culto do Ministro (Editora Betel, 2022, p.272): "Os fariseus jejuavam duas vezes por semana (Lc 18.12), isto é, no quinto dia da semana, quando Moisés subiu ao Monte Sinai, e no segundo dia, quando imaginaram que ele desceria (Mt 9.14). Enquanto permaneceu com Seus discípulos, o Senhor não ordenou que jejuassem (Mt 9.15); mas também não condenou esse costume (Mt 6.16-18); antes de iniciar o Seu ministério, ele mesmo jejuou (Mt 4.2). Os primeiros cristãos jejuaram, como na ocasião de serem separados Paulo e Barnabé para a obra missionária e quando os anciões foram eleitos (At 13.2,3;14.23). Talvez os jejuns de Paulo, mencionados em 2Co 6.5 e 11.27, fossem de natureza voluntária”.


1.2. O jejum dos hipócritas.
O jejum praticado por quem se mostra abatido, com o semblante descaído, é uma hipocrisia, pois o objetivo de quem age assim é se mostrar espiritual para os demais. Isso, porém, é algo que а Bíblia condena (Mt 6.16-18). Quem jejua não precisa tornar isso público, é entre você e Deus.


  • Bispo Primaz Manoel Ferreira (Revista Betel Dominical - 3º Trimestre de 2016- Lição 7): "A maneira correta de jejuar trará ao servo de Jesus Cristo uma recompensa. Todavia, para que isso suceda, precisamos entender que o jejum é uma arma secreta; que, se usada ocasionalmente, assim como o esmolar, deve ser um ato alegre. Uma vez definido o alvo do jejum, que pode ser mostrar a Deus tristeza pelo pecado ou preparar-se para maiores desafios espirituais, devemos fugir de todo orgulho espiritual. A maneira de jejuar ensinada pelo Senhor Jesus é proceder como se fôssemos a uma festa, ou seja, "unge a tua cabeça e lava o teu rosto". Parafraseando o que foi dito: "Tome um banho e passe um bom perfume, como se você fosse a uma festa".


1.3. Humilhando-se diante de Deus.
O jejum é uma maneira de nos humilharmos diante de Deus. Esdras disse: "Apregoei ali um jejum [...] para nos humilharmos diante da face do nosso Deus", Ed 8.21. Neemias reuniu o povo "com jejum e pano de saco", e os israelitas estavam abatidos por seus pecados (Ne 9.1-3). Naquele momento, o jejum e o pano de saco representavam submissão a Deus e arrependimento.


  • Pastor Adalberto Alves (Revista Betel Dominical - 4° Trimestre de 2018 - Lição 9): "A narrativa bíblica diz que os filhos de Israel se juntaram com jejum e pano de saco, além de trazerem terra sobre si (Ne 9.1). Todos os que pertenciam à linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos que viviam ao redor e se humilharam perante o Senhor, confessando os seus pecados e as iniquidades de seus pais (Ne 9.2). A partir do anúncio da Раlavra, o povo foi quebrantado e, com jejum e oração, reconheceu e arrependeu-se de seus pecados. Ainda hoje, a Palavra de Deus, a oração e o jejum são recursos relevantes para nós, pois nos ajudam a ter disciplina e santidade na caminhada crista".

  • Jejuar é abster-se de alimentos por um período de tempo com o objetivo de nos aproximarmos de Deus.


2. A importância do jejum
No jejum, fortalecemos o espírito para que ele prevaleça sobre as coisas da carne. Essa prática nos ajuda a dizer não para os desejos e anseios humanos e nos ajuda a priorizar os valores eternos.


2.1. Jejum e arrependimento.
Não podemos achar que o jejum é sinônimo de arrependimento ou contrição. Lembremos que Jezabel convocou um jejum (1Rs 21.9). Em Isaías 58.1-14, о profeta denunciou a conduta do povo, pois a essência do jejum que agrada a Deus não se resume a abster-se de alimento ou subjugar o corpo. А mensagem de Isaías confirma o que o salmista declara, ou seja, o jejum não deve ser uma prática isolada de outras atitudes (Sl 66.18). O jejum precisa ser acompanhado de humildade, contrição e oração, além de expressar disposição de mudança, de concerto e de negar-se a si próprio.


  • O Profeta Isaías nos mostrara que o povo não tinha aprendido nada sobre o sentido espiritual do jejum, pois a razão principal dos seus dias de jejum era para o próprio contentamento (Is 58.3). Eles jejuavam e participavam de contendas e debates (Is 58.4), ou seja, jejuavam, mas não havia mudança de comportamento.


2.2. Jejum e oração.
A Bíblia traz muitas passagens em que o jejum está associado à oração. De acordo com as Palavras de Jesus, há ocasiões nas quais a oração deve ser acompanhada de jejum, uma vez que há castas de demônios que só podem ser expulsas com oração e jejum (Mt 17.21). Contudo, não encontramos nas Escrituras uma ênfase no jejum como há em relação à oração. E, quando jejuamos, não devemos considerar que essa prática nos faz merecedores de ser atendidos em nossas orações. Na parábola de Jesus, o fariseu que orava e jejuava não foi justificado (Lc 18.11-14).


  • Bispo Primaz Manoel Ferreira (Revista Betel Dominical - 3° Trimestre de 2016 - Lição 7): "O jejum é uma prática frequentemente mencionada na Bíblia e geralmente vinculada à oração. Davi jejuou quando seu filho recém-nascido adoeceu gravemente (2Sm 12.16). Daniel jejuava quando buscava uma orientação especial da parte de Deus (Dn 10.3). A igreja estava jejuando quando enviou Paulo e Barnabé para o campo missionário (At 13.2,3)".


2.3. Jejum e domínio próprio.
Em um tempo com tantas distrações e ativismo, a prática do jejum e da oração pode contribuir muito para exercitarmos a autodisciplina. Paulo menciona as competições atléticas para enfatizar a importância do domínio próprio (1Сo 9.24-27). Ele se esforçava para não ser dominado pelos desejos carnais. Assim, a prática do jejum bíblico está entre as disciplinas espirituais que o discípulo de Cristo pode praticar para aumentar o autocontrole diante das tentações e adversidades da vida.


  • Bispo Abner Ferreira (Revista Betel Dominical - 3º Trimestre de 2022 - Lição 7): "Da mesma forma que ajudar os necessitados e orar, o jejum também deve ocorrer na privacidade do coração do discípulo (Mt 6.17,18; Lc 2.37). Visto que o jejum requer autocontrole rigoroso, é uma tentação importante comunicar sutilmente nossos esforços ou vitórias aos outros. Embora isso possa ser feito de maneira inocente, Jesus nos avisa que revelar nosso jejum pode se tornar uma forma perigosa de orgulho e autoengano espiritual. O jejum pode ser individual ou coletivo (Jn 3.5). O individual trata com o particular de cada um, o coletivo visa sempre encorajar a Igreja a concentrar-se na Obra de Deus, pedir direcionamento, expressar a tristeza pelo pecado, a buscar o perdão na comunidade".


  • A Bíblia traz muitas passagens em que o jejum está associado à oração.


3. Relatos de pessoas que jejuaram
Deus não decretou o jejum como algo obrigatório, mas muitos de Seus filhos jejuavam voluntariamente: Moisés (Dt 9.9); Davi (2Sm 1.12; 3.35; 12.16); Josafá (2Cr 20.3); Esdras (Ed 10.6); Neemias (1.4); Ester (Et 4.16); Daniel (Dn 9.3; 10.3); Jesus (Mt 4.2). Veremos, neste tópico, as lições que podemos extrair dos relatos do jejum de Ester, Josafá e Daniel.


3.1. Ester enfrentou o desafio com jejum.
Vemos, na atitude de Ester, que jejuar é mais do que se abster de alimentos, é um propósito espiritual profundo na busca por intervenção divina. Ester pediu aos judeus da cidade de Susã que jejuassem por três dias, e eles assim fizeram (Et 4.16). О propósito daquele jejum foi pela sua ida até a presença do rei Assuero pаra pedir a intervenção dele diante do decreto de morte aos judeus imposto por Hamā (Et 4.1-3).


  • Bispo Abner Ferreira (Ester. Editora Betel, 2020, p. 90): "Ester foi uma mulher que verdadeiramente consagrou-se ao Senhor; ela era, sem dúvida, repleta do Espírito Santo (Et 4.16). Ela tinha algo dentro dela que sobrepujava todos os seus sentimentos e todas as suas fraquezas. Algo tão profundo que sustentava sua confiança em Deus. Ester buscava a face do Senhor através de jejuns e de orações, e teve uma intimidade profunda com Ele".


3.2. Josafá buscou a Deus com oração e jejum.
Os exércitos dos amonitas e moabitas, além de alguns outros, ameaçaram o Reino do Sul. Com a união desses povos, o exército inimigo tornou-se bem superior ao do Reino do Sul (2Cr 20.2). Receoso, Josafá orou, buscou a ajuda de Deus e decretou um jejum nacional. O povo de todas as cidades de Judá se uniu para buscar a ajuda do Senhor. Josafá, diante do cerco dos inimigos, voltou-se para Deus, que o socorreu (2Cr 20.3,4).


  • Bispo Abner Ferreira (Transformando as Adversidades em cenários de Milagres e Vitórias: Lições de соmo heróis superaram os desafios em tempos de escassez, guerras e angústias. Editora Betel, 2020, p. 88): "Assim com Josafá, aproxime-se de quem te fortalece nos momentos difíceis, não se afaste do Senhor Deus! [...] Utilizando as armas da oração e jejum, Josafá se fortaleceu e pôde encontrar em Deus proteção contra o inimigo, que marchava confiante. Nenhum dia é igual ao outro, mas você pode fazer de todos uma conquista".


3.3. Daniel jejuou por amor à sua nação.
Daniel meditava nos escritos do Profeta Jeremias, que diziam que Jerusalém teria que ficar em ruínas durante setenta anos. Mesmo morando no palácio, Daniel não se esqueceu de suas origens e continuava a amar o seu povo. Então, ele recorreu ao Senhor Deus: orou com dedicação e sinceridade, vestiu-se de panos de saco, e jejuou sobre cinzas, derramando о coração e abrindo a alma para Deus (Dn 9,2.3). A ruína de Jerusalém levou o profeta à angústia de alma, que ele expressou a Deus com jejum e oração.


  • Bispo Primaz Manoel Ferreira (Revista Betel Dominical - 2° Trimestre de 2005 - Lição 10): "Podemos perceber, em todo o Livro de Daniel, a razão porque este profeta alcançou muitas vitórias (Dn 9.3). Primeiro Daniel procurou, através das Escrituras, o que Deus dissera sobre o assunto. Ele possuía uma biblioteca onde estudava. Ele disse: "Entendi pelos livros". Em seguida orou, jejuou e rogou humilhado, vestido em pano de saco e com cinzas".

  • Jejuar é mais do que se abster de alimentos, é um propósito espiritual profundo na busca por intervenção divina.


CONCLUSÃO
Em tempos de tantas ocupações, que o Espírito Santo nos ajude a priorizar em nosso viver momentos de oração e jejum, como expressão de um sincero interesse em buscar primeiro o Reino de Deus, nossa dependência completa da graça do Senhor, buscar aguçar nossa sensibilidade espiritual, procurar conhecer e receber mais do Senhor e o desejo em exercitar a autodisciplina.




Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!







O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.  


DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.


Ide....pregai o evangelho a toda criatura

AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 


  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14


O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus


Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus


Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas


Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática


Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
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