Lição 10 Adultos Betel: O arrependimento: Aspecto indispensável para uma nova vida | Plano de Aula EBD | 2º Trimestre 2026

 

💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
  • Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
  • Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.



ANTES DA AULA
Professor(a),
  • Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
  • Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
  • Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.



Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.

• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.

• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.

• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.

• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.

• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.

• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.







Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.

Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.


  • Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
  • Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.



CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
  • Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
  • Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.,
  • Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
  • Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.

  • Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
  • Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.

  • Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏




TITULO DA LIÇÃO:
O arrependimento: Aspecto indispensável para uma nova vida



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Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Harpa Cristã 303 - Precisamos De Jesus


Harpa Cristã 548 - Breve Jesus Há De Vir


Harpa Cristã 495 - Cristo À Porta Está



SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.


O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.




RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
    A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
   Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.



CONVERSE COM SEUS ALUNOS



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Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.






TEXTO AUREO
Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor.
 Atos 3.19.




VERDADE APLICADA
O arrependimento genuíno não se limita à tristeza, mas traz mudança de pensamento e novidade de vida.




OBJETIVOS DA LIÇÃO
  • Compreender o significado do arrependimento genuíno.
  • Conhecer exemplos bíblicos de arrependimento genuíno.
  • Ressaltar os passos que acompanham o arrependimento genuíno.



TEXTOS DE REFERÊNCIA
Neemias 9. 1-3,38
1 E, no dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com sacos e traziam terra sobre si.

2 E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquida-des de seus pais.

3 E, levantando-se no seu posto, leram no livro da lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia; e, na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram ao Senhor, seu Deus.

38 E, com tudo isso, fizemos um firme concerto e o escrevemos; e selaram-no os nos-sos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes.



LEITURAS COMPLEMENTARES
  • SEGUNDA | At 3.19 O arrependimento conduz ao despertamento espiritual.
  • TERÇA | 2Co 5.17 O arrependimento leva à mudança de vida.
  • QUARTA | Jn 3 O arrependimento dos ninivitas.
  • QUINTA | 2Cr 33.11-14 O arrependimento genuíno atrai a Graça de Deus.
  • SEXTA | Jo 16.8 O Espírito Santo promove o arrependimento.
  • SÁBADO | Lc 3.8 O perdão deve ser acompanhado por frutos de arrependimento.



MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que a Igreja permaneça sensível à voz de Deus



ESBOÇO DA LIÇÃO
  • Introdução
  • 1- O significado do arrependimento
  • 2- Exemplos bíblicos do verdadeiro arrepen-dimento
  • 3- Verdades importantes sobre o arrependimento
  • Conclusão.



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INTRODUÇÃO
Logo após o povo de Israel se alegrar e celebrar, a Palavra de Deus produziu neles um arrependimento profundo e sincero (Ne 9). Esse fato nos proporciona lições importantes, como veremos nesta lição.




PONTO DE PARTIDA
  •         Arrepender-se é escolher uma nova vida em Deus .



1- O significado do arrependimento
Desde o AT, o arrependimento genu-íno diante de Deus provoca mudança de pensamento e transfor-mação de vida naquele que se arrepende. Reconhecer essa verdade nos leva a re-fletir sobre a importância de passar a revista em nós mesmos constantemente, pedindo ao Senhor que sonde se há em nós algum caminho mau (Sl 139.23).




1.1. O arrependimento bíblico.
No NT, o termo grego metanoia tem o sentido de “mudança de pensamento e propósito”. Não se trata aqui de remorso, mas do verdadeiro despertamento espiritual. Em Romanos 12.2, o Apóstolo Pau-lo ensina à Igreja que a transformação produzida pelo Evangelho de Cristo passa pela renovação da mente (metanoia). Portanto, o arrependimento a que se refere a Bíblia não é algo superficial, mas tão profundo que leva o ser humano ao novo nascimento em Cristo Jesus. Deus nos adverte so-bre nos arrependermos de nossos pecados: “Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras”, Ap 2.5a. O arrependimento como condição para se viver a chegada do Reino de Deus foi pregado por: João Batista (Mt 3.2); Jesus (Mc 1.15; Mt 4.17); Pedro (At 2.38; 3.19); Paulo (At 26.20) e todos os Apóstolos (At 5.29-31).

  • Bispo Abner Ferreira (2017, L.4): “O verdadeiro arrependimento resulta em uma mudança de comportamento (Lc 3.8-14; At 3.19). O pecador arrependido se propõe a mudar de vida e voltar-se para Deus, e o resultado prá-tico é que ele produz frutos dignos do arrependimento (Mt 3.8). É como um viajante que descobre estar no trem errado; então, desce e toma a direção correta. Assim é o arrependimento”.



1.2. Arrependimento implica abandonar o pecado. 
O arrependimento é acompanhado por uma aversão real às práticas de pecado (Sl 119.128), que passam a ser vistas com repúdio pelo nov
o crente. Diante da Excelência e da Presença de Deus, os convertidos passam a desprezar as práticas erradas que outrora os dominavam (Jó 42.5,6). Eles experimentam uma tristeza real e profunda pela sua condição passada, o que resulta em arrependimento para a Salvação (2Co 7.10). Isso não é um fato isolado ou esporádico, mas comum na vida de todos que vivenciam o novo nasci mento. É impossível ser uma nova criatura em Cristo Jesus sem experimentar o arrependimento genuíno pela condição de pecador. Quando pecou e fez o que era mau aos olhos do Senhor, Davi recebeu uma dura mensagem divina por intermédio do profeta Natã, mas ele se humilhou perante Deus, se arrependeu, e alcançou misericórdia (2Sm 11 e 12; Sl 51).


Bispo Abner Ferreira (2017, L.4): “O primeiro sintoma que surge em quem está no processo de arrependi-mento é a certeza de que algo está errado. Nessa hora, o pecador se sente indefeso, envergonhado e miserável (2Co 7.10). Sua primeira reação é re-conhecer que está perdido; e, como resultado da Obra do Espírito Santo, sente um vazio, sente que algo lhe falta e, após ouvir a Palavra de Deus, é impelido a confessar suas culpas (1Co 14.24-25)”.




1.3. O arrependimento conduz à Santidade.

O verdadeiro arrependimento nos leva a uma nova vida em Cristo, baseada em uma nova mentalidade e em novas práticas (2Co 5.17). A Santidade é o estilo de vida do cristão: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto es-crito está: Sede santos, porque eu sou santo”, 1Pe 1.15,16. Em Atos 2.42, vemos os primeiros cristãos vivendo em unidade e em comunhão com Deus. A oração e a Palavra ocupam um espaço central na nova vida em Cristo, e o arrebatamento da Igreja passa a ser a nossa esperança. Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores, afirma que o primeiro chamado do crente é para a Santidade. Qualquer outro chamado ou vocação vem depois da Santidade. Em Mateus 24.12, Jesus faz um importante alerta para o nosso tempo: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. O nosso amor não pode esfriar.


Bispo Abner Ferreira (2024, L. 9): “Santidade é o padrão da pureza ética e moral do crente em Jesus Cristo. Santificação é o processo que se inicia no novo nascimento e se estende por toda a vida do cristão”. Bispo Abner também menciona dois termos encon-trados nas cartas de Paulo aos Efésios e aos Colossenses (Ef 4.22-32; Cl 3.8-14): despojeis e revistais. Segundo ele: “São expressões que apontam para uma mudança radical na vida de todo aquele que passou pela experiência do novo nascimento e agora faz parte da Família de Deus”.


  • O arrependimento genuíno leva à tristeza pela condição de pecado, seguida pelo afastamento do pecado e do viver em Santidade para Deus.



2- Exemplos biblicos de verdadeiro arrependimento
Na Bíblia, encontramos relatos de pessoas que erraram, mas se arrependeram. Algumas delas cometeram pecados terríveis, que aos olhos humanos seriam imper-doáveis; entretanto, Deus, em Sua infinita misericórdia, não rejeita um coração quebrantado e contrito (Sl 51.17). Vejamos algumas dessas histórias e seu desfecho.




2.1. O arrependimento de Manassés.

Manassés foi, sem dúvida, um dos pio-res reis de Israel. Ele profanou o Templo do Senhor (2Cr 33.7); era cruel e assassino (2Rs 21.16); voltou-se para adivinhações e práticas de ocultismo, tendo matado os próprios filhos no fo-go (2Cr 33.6). Por fim, o juízo divino o atingiu, e ele se viu preso na Babilônia. Contudo, no pior momento de sua vida, Manassés se arrependeu de todos os seus pecados, se voltou para Deus com o coração contrito, orou e se humilhou perante Ele (2Cr 33.11-14). Devido ao arrependimento sincero e ao quebrantamento, Deus perdoou Manassés. A história de Manassés mostra como o amor divino alcança até mesmo o pior dos pecadores, oferecendo perdão e Salvação. Para aquele que se arrepende, o Senhor diz: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos co-mo a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a


Pr. Marcos Vieira Henrique (2000, L. 11): “Manassés foi o pior rei de Is-rael (2Cr 33.9); mas, ao se converter ao Senhor, ele tomou uma nova posição espiritual por reconhecer que o Senhor era Deus (2Cr 33.13b). Seus atos, a partir de então, demonstraram que ele havia voltado atrás em sua vi-da de pecados e, agora, era uma nova criatura (2Co 5.17). Ao retornar de seu exílio, agora convertido, Manassés fez uma limpeza espiritual em Jerusalém (2Cr 33.15-16)”.




2.2. O arrependimento de Ninive.
O Profeta Jonas foi enviado por Deus a Nínive com uma dura mensagem de iminente destruição e juízo pelos terríveis pecados daquele povo: “Ε começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida”, Jn 3.4. Como resultado da pregação do profeta, o povo de Ninive creu, se arrependeu de seus pecados e se humilhou diante do Senhor. O rei proclamou um jejum, e todos os habitantes da cidade, e também os animais, jejuaram (Jn 3.4-9). O arrependimento levou Deus a oferecer perdão e livra-mento aos ninivitas. O exemplo de Nínive serve de farol para os nossos dias. Pelo anúncio do Evangelho pela Igreja, Deus manda que todos os seres humanos se arrependam, pois chegará o tempo do julgamento di vino (At 17.30-31).


Pr. Antônio Paulo Antunes (2023, L.6): “O improvável aos olhos do profe ta aconteceu: a perversa, imoral e idólatra Nínive se arrependeu e se converteu. A pregação de Jonas resultou em um grande avivamento naquele lugar, pois mais de cento e vinte e mil pessoas voltaram-se para Deus, ouvindo uma mensagem de sete palavras: ‘Ainda quarenta dias, e Nínive será subverti-da, Jn 3.4. Nem entre o seu povo, Jonas tinha presenciado tamanho feito, já que repetidas vezes foi dito a respeito dos dezenove reis idólatras de Israel: …e fez o que parecia mal aos olhos do Senhor”.




2.3. O arrependimento do filho pródigo.
Dentre as Parábolas de Jesus, te-mos um relato emblemático de arre-pendimento genuíno: a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15.11-32). O texto bíblico descreve um filho que deixa a casa do pai em busca de prazeres e satisfação; todavia, em pouco tempo, ele ficou sem dinheiro e sem amigos, vivendo numa condição tão miserável que desejava comer a comida dos porcos para saciar sua fome. Como nem isso lhe foi permitido, aquele jovem caiu em si, se arrependeu de suas más escolhas e voltou para casa. Ele esperava ser recebido como um dos empregados de seu pai; mas, ao chegar, encontrou a misericórdia e o amor de seu pai, que abraçou o filho e festejou sua volta. A lição aqui é clara: Jesus espera o arrependimento daquele que cai, a quem Ele oferece perdão e restauração.


Myer Pearman (2006): “E, levantando-se, foi para seu pai’ (Lc 15.20). Imediatamente, age à altura de sua resolução, tornando real o seu arrependimento. Crê no amor do pai e descobre-o maior do que imaginara: ‘E, quando ainda estava longe, viu-o seu pai. Não foi acidente ter sido o pai o primeiro a vê-lo. Sem dúvida, dia após dia, observava o caminho, na esperança de ver o filho voltar. O amor tornou-lhe o olhar telescópico. Teria o pai ido ao encontro do filho com rosto severo, embaraçando-o com repreensões? Não! ‘Se moveu de intima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Assim também Deus aguarda a volta do pecador, velando sobre os primeiros sinais de arrependimento (Tg 4.8)”.

  • Os exemplos bíblicos mostram que Deus perdoa e salva quem se arrepende genuinamente.



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3- Verdades importantes sobre o arrependimento

Existem algumas verdades fundamentais para que o arrependimento produza mudanças significativas na vida do pecador. Com base em Atos 3.19 e 2 Coríntios 7.10, o arrependimento genuíno envolve reconhecer o pecado, confessá-lo a Deus, e abandonar as práticas contrárias à Sua vontade, buscando viver em obediência.




3.1. Remorso não é arrependimento.

Depois de ter traído Jesus e vê-lo condenado à morte, Judas se arrependeu do que fez e jogou as trinta moedas de prata que recebera pela sua traição no Templo (Mt 27.3,4). Porém, em vez de buscar perdão e uma segunda chance, ele atentou contra sua própria vida (Mt 27.5). Por que cometeu esse ato se a Palavra de Deus diz que ele se arrependeu? A palavra grega usada para descrever o arrependimento de Judas é “metamelomai”, que tem o sentido de dor ou pesar, mas não necessariamente de mudança. Isso significa que, emborra tenha sentido culpa e remorso pelo que fez, Judas não se rendeu aos pés do Salvador; pelo contrário, ele perdeu a esperança de um novo começo, por isso atentou contra a própria vida. O remorso leva o pecador a buscar punição pelos seus atos, enquanto o arrependimento genuíno leva o pecador aos pés do Salvador.


Russell Norman Champlin (2002): “No grego foi usada uma palavra diferente daquela que é normalmente traduzida por ARREPENDIMENTO, conforme normalmente usada no NT. Significa ‘entristecer-se depois, sendo utilizada por apenas cinco vezes no NT (Mt 21.29,32; 27.3; 2Co 7.8; Hb7.21). A ênfase dessa palavra é remorso”. Por isso Judas “se arrependeu” (metamelomai) e ainda assim caminhou para a morte (Mt 27.3), ao passo que Pedro experimentou tristeza segundo Deus que produz metanoia e vida (cf. 2Co 7.8-10); o arrependimento bíblico é conversão concreta confissão, fé e frutos dignos (Mt 3.8). Em suma: remorso sente; arrependimento muda.




3.2. O Espírito Santo nos leva ao verdadeiro arrependimento.
O arrependimento não resulta de uma força mental ou de preparo intelectual, mas, sim, da ação do Espírito Santo. Ele leva o pescador a arrepender-se verdadeiramente de seus pecados e experimentar uma vida nova em Jesus. Em João 16.8-11, Jesus diz: “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo. Do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado”. Por isso, devemos sempre pedir ao Espírito Santo, em oração, que toque o coração do pecador. Dentre outros nomes que revelam o Seu caráter (Is 11.2), o Espírito Santo é também chamado de Espírito de Cristo (Rm 8.9), e Sua missão é glorificar a Jesus (Jo 16.14).


Myer Pearman (2006): “De que maneira o Espírito Santo ajuda a pessoa a arrepender-se? Ele a ajuda aplicando a Palavra de Deus à consciência, comovendo o coração e fortalecendo o desejo de abandonar o pecado. Isso conecta com Jo 16.8: o Espírito convence do pecado, e faz isso pela Palavra (Hb 4.12), penetrando a consciência, comovendo o coração e empoderando a vontade para romper com o pecado (Fp 2.13; Ez 36.26-27). Assim, Ele transforma remorso em metanoia: não apenas sentir dor pelo erro, mas crer, confessar e mu-dar de caminho com frutos dignos de arrependimento (Mt 3.8).




3.3. A responsabilidade do pecador arrependido.
Para vencer o pecado, é necessário arrependimento (Ap 2.5), que deve ser acompanhado de uma nova maneira de viver, na qual o pecado não encontra mais espaço. João Batista chama isso de produzir frutos de arrependimento (Mt 3.8). Dessa maneira, a responsabilidade de quem se arrepende genuinamente é, após ex-perimentar a Graça divina, incorporar a oração e o estudo da Palavra de Deus em sua vida diária, bem como congregar em uma Igreja que lhe proporcione edificação e instrução bíblica. O arrependimento genuíno não se comprova com lágrimas e palavras, mas com renúncia ao pecado e adoção de um novo estilo de vida. De outra forma, será como a semente semeada entre os espinhos: produz alegria no início, mas, como não tem raízes, não dura muito (Mt 13.20-21).


Bispo Abner Ferreira (2017, L.4), ao comentar sobre os frutos do arrependimento, enfatizou très aspectos: abandono das práticas do velho ho-mem, novidade de vida e diligência. Sobre ‘diligência, escreveu: “resulta da profunda convicção gerada pela Palavra de Deus e pela ação do Espírito Santo. A pessoa se torna plenamente consciente de que precisa estar em Cristo (Jo 15.3) e andar no Espírito (Gl 5.16) para não mais viver segundo a natureza pecaminosa. A diligência aponta para um viver não acomodado nem passivo, mas em constante reno-vação (Rm 12.1,2)”.


  • O Espírito Santo age no coração do pecador para que haja arrependimento e Salvação, mas cabe ao pecador arrependido fazer a sua parte.



CONCLUSÃO
Deus nos salva pela graça em Cristo, e o Espírito Santo, por meio da Palavra, desperta fé e arrependimento como resposta. Esse arrependimento não é só remorso: ele muda a mente, o caminho e produz frutos. Após a conversão, permanece na santificação, mortificando o pecado e cultivando obediência. Assim, toda a glória é de Deus, que inicia, sustenta e aperfeiçoa a nossa vida em Cristo, fruto do arrependimento genuíno.




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Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!





O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.  


DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.


Ide....pregai o evangelho a toda criatura

AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 


  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14


O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus


Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus


Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas


Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática


Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
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