Lição 10 Adultos Betel: O arrependimento: Aspecto indispensável para uma nova vida | Plano de Aula EBD | 2º Trimestre 2026

  • Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. 
  • É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor. Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. 
  • Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.



ANTES DA AULA
Professor(a).
  • Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
  • Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
  • Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.



Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.

• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.

• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.

• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.

• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.

• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.

• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.







Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.

Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.


  • Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
  • Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.



CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
  • Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
  • Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.,
  • Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
  • Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.

  • Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
  • Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.

  • Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏




TITULO DA LIÇÃO:
O arrependimento: Aspecto indispensável para uma nova vida



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Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Harpa Cristã 303 - Precisamos De Jesus


Harpa Cristã 548 - Breve Jesus Há De Vir


Harpa Cristã 495 - Cristo À Porta Está



SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.


O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.




RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
    A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
   Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.



CONVERSE COM SEUS ALUNOS



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Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.






TEXTO AUREO
Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor.
 Atos 3.19.




VERDADE APLICADA
O arrependimento genuíno não se limita à tristeza, mas traz mudança de pensamento e novidade de vida.




OBJETIVOS DA LIÇÃO
  • Compreender o significado do arrependimento genuíno.
  • Conhecer exemplos bíblicos de arrependimento genuíno.
  • Ressaltar os passos que acompanham o arrependimento genuíno.



TEXTOS DE REFERÊNCIA
Neemias 9. 1-3,38
1 E, no dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com sacos e traziam terra sobre si.

2 E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais.

3 E, levantando-se no seu posto, leram no livro da lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia; e, na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram ao Senhor, seu Deus.

38 E, com tudo isso, fizemos um firme concerto e o escrevemos; e selaram-no os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes.



LEITURAS COMPLEMENTARES
  • SEGUNDA | At 3.19 O arrependimento conduz ao despertamento espiritual.
  • TERÇA | 2Co 5.17 O arrependimento leva à mudança de vida.
  • QUARTA | Jn 3 O arrependimento dos ninivitas.
  • QUINTA | 2Cr 33.11-14 O arrependimento genuíno atrai a Graça de Deus.
  • SEXTA | Jo 16.8 O Espírito Santo promove o arrependimento.
  • SÁBADO | Lc 3.8 O perdão deve ser acompanhado por frutos de arrependimento.



MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que a Igreja permaneça sensível à voz de Deus



ESBOÇO DA LIÇÃO
  • Introdução
  • 1- O significado do arrependimento
  • 2- Exemplos bíblicos do verdadeiro arrependimento
  • 3- Verdades importantes sobre o arrependimento
  • Conclusão.



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INTRODUÇÃO
Logo após o povo de Israel se alegrar e celebrar, a Palavra de Deus produziu neles um arrependimento profundo e sincero (Ne 9). Esse fato nos proporciona lições importantes, como veremos nesta lição.




PONTO DE PARTIDA
  •         Arrepender-se é escolher uma nova vida em Deus .



1- O significado do arrependimento
Desde o AT, o arrependimento genuíno diante de Deus provoca mudança de pensamento e transformação de vida naquele que se arrepende. Reconhecer essa verdade nos leva a refletir sobre a importância de passar a revista em nós mesmos constantemente, pedindo ao Senhor que sonde se há em nós algum caminho mau (Sl 139.23).




1.1. O arrependimento bíblico.
No NT, o termo grego metanoia tem o sentido de “mudança de pensamento e propósito”. Não se trata aqui de remorso, mas do verdadeiro despertamento espiritual. Em Romanos 12.2, o Apóstolo Paulo ensina à Igreja que a transformação produzida pelo Evangelho de Cristo passa pela renovação da mente (metanoia). Portanto, o arrependimento a que se refere a Bíblia não é algo superficial, mas tão profundo que leva o ser humano ao novo nascimento em Cristo Jesus. Deus nos adverte sobre nos arrependermos de nossos pecados: “Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras”, Ap 2.5a. O arrependimento como condição para se viver a chegada do Reino de Deus foi pregado por: João Batista (Mt 3.2); Jesus (Mc 1.15; Mt 4.17); Pedro (At 2.38; 3.19); Paulo (At 26.20) e todos os Apóstolos (At 5.29-31).

  • Bispo Abner Ferreira (2017, L.4): “O verdadeiro arrependimento resulta em uma mudança de comportamento (Lc 3.8-14; At 3.19). O pecador arrependido se propõe a mudar de vida e voltar-se para Deus, e o resultado prático é que ele produz frutos dignos do arrependimento (Mt 3.8). É como um viajante que descobre estar no trem errado; então, desce e toma a direção correta. Assim é o arrependimento”.



1.2. Arrependimento implica abandonar o pecado. 
O arrependimento é acompanhado por uma aversão real às práticas de pecado (Sl 119.128), que passam a ser vistas com repúdio pelo novo crente. Diante da Excelência e da Presença de Deus, os convertidos passam a desprezar as práticas erradas que outrora os dominavam (Jó 42.5,6). Eles experimentam uma tristeza real e profunda pela sua condição passada, o que resulta em arrependimento para a Salvação (2Co 7.10). Isso não é um fato isolado ou esporádico, mas comum na vida de todos que vivenciam o novo nasci mento. É impossível ser uma nova criatura em Cristo Jesus sem experimentar o arrependimento genuíno pela condição de pecador. Quando pecou e fez o que era mau aos olhos do Senhor, Davi recebeu uma dura mensagem divina por intermédio do profeta Natã, mas ele se humilhou perante Deus, se arrependeu, e alcançou misericórdia (2Sm 11 e 12; Sl 51).


Bispo Abner Ferreira (2017, L.4): “O primeiro sintoma que surge em quem está no processo de arrependimento é a certeza de que algo está errado. Nessa hora, o pecador se sente indefeso, envergonhado e miserável (2Co 7.10). Sua primeira reação é reconhecer que está perdido; e, como resultado da Obra do Espírito Santo, sente um vazio, sente que algo lhe falta e, após ouvir a Palavra de Deus, é impelido a confessar suas culpas (1Co 14.24-25)”.




1.3. O arrependimento conduz à Santidade.

O verdadeiro arrependimento nos leva a uma nova vida em Cristo, baseada em uma nova mentalidade e em novas práticas (2Co 5.17). A Santidade é o estilo de vida do cristão: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo”, 1Pe 1.15,16. Em Atos 2.42, vemos os primeiros cristãos vivendo em unidade e em comunhão com Deus. A oração e a Palavra ocupam um espaço central na nova vida em Cristo, e o arrebatamento da Igreja passa a ser a nossa esperança. Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores, afirma que o primeiro chamado do crente é para a Santidade. Qualquer outro chamado ou vocação vem depois da Santidade. Em Mateus 24.12, Jesus faz um importante alerta para o nosso tempo: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. O nosso amor não pode esfriar.


Bispo Abner Ferreira (2024, L. 9): “Santidade é o padrão da pureza ética e moral do crente em Jesus Cristo. Santificação é o processo que se inicia no novo nascimento e se estende por toda a vida do cristão”. Bispo Abner também menciona dois termos encontrados nas cartas de Paulo aos Efésios e aos Colossenses (Ef 4.22-32; Cl 3.8-14): despojeis e revistais. Segundo ele: “São expressões que apontam para uma mudança radical na vida de todo aquele que passou pela experiência do novo nascimento e agora faz parte da Família de Deus”.


  • O arrependimento genuíno leva à tristeza pela condição de pecado, seguida pelo afastamento do pecado e do viver em Santidade para Deus.



2- Exemplos bíblicos de verdadeiro arrependimento
Na Bíblia, encontramos relatos de pessoas que erraram, mas se arrependeram. Algumas delas cometeram pecados terríveis, que aos olhos humanos seriam imperdoáveis; entretanto, Deus, em Sua infinita misericórdia, não rejeita um coração quebrantado e contrito (Sl 51.17). Vejamos algumas dessas histórias e seu desfecho.




2.1. O arrependimento de Manassés.

Manassés foi, sem dúvida, um dos piores reis de Israel. Ele profanou o Templo do Senhor (2Cr 33.7); era cruel e assassino (2Rs 21.16); voltou-se para adivinhações e práticas de ocultismo, tendo matado os próprios filhos no fogo (2Cr 33.6). Por fim, o juízo divino o atingiu, e ele se viu preso na Babilônia. Contudo, no pior momento de sua vida, Manassés se arrependeu de todos os seus pecados, se voltou para Deus com o coração contrito, orou e se humilhou perante Ele (2Cr 33.11-14). Devido ao arrependimento sincero e ao quebrantamento, Deus perdoou Manassés. A história de Manassés mostra como o amor divino alcança até mesmo o pior dos pecadores, oferecendo perdão e Salvação. Para aquele que se arrepende, o Senhor diz: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a


Pr. Marcos Vieira Henrique (2000, L. 11): “Manassés foi o pior rei de Israel (2Cr 33.9); mas, ao se converter ao Senhor, ele tomou uma nova posição espiritual por reconhecer que o Senhor era Deus (2Cr 33.13b). Seus atos, a partir de então, demonstraram que ele havia voltado atrás em sua vida de pecados e, agora, era uma nova criatura (2Co 5.17). Ao retornar de seu exílio, agora convertido, Manassés fez uma limpeza espiritual em Jerusalém (2Cr 33.15-16)”.




2.2. O arrependimento de Ninive.
O Profeta Jonas foi enviado por Deus a Nínive com uma dura mensagem de iminente destruição e juízo pelos terríveis pecados daquele povo: “Ε começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida”, Jn 3.4. Como resultado da pregação do profeta, o povo de Nínive creu, se arrependeu de seus pecados e se humilhou diante do Senhor. O rei proclamou um jejum, e todos os habitantes da cidade, e também os animais, jejuaram (Jn 3.4-9). O arrependimento levou Deus a oferecer perdão e livramento aos ninivitas. O exemplo de Nínive serve de farol para os nossos dias. Pelo anúncio do Evangelho pela Igreja, Deus manda que todos os seres humanos se arrependam, pois chegará o tempo do julgamento divino (At 17.30-31).


Pr. Antônio Paulo Antunes (2023, L.6): “O improvável aos olhos do profeta aconteceu: a perversa, imoral e idólatra Nínive se arrependeu e se converteu. A pregação de Jonas resultou em um grande avivamento naquele lugar, pois mais de cento e vinte e mil pessoas voltaram-se para Deus, ouvindo uma mensagem de sete palavras: ‘Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida, Jn 3.4. Nem entre o seu povo, Jonas tinha presenciado tamanho feito, já que repetidas vezes foi dito a respeito dos dezenove reis idólatras de Israel: …e fez o que parecia mal aos olhos do Senhor”.




2.3. O arrependimento do filho pródigo.
Dentre as Parábolas de Jesus, temos um relato emblemático de arrependimento genuíno: a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15.11-32). O texto bíblico descreve um filho que deixa a casa do pai em busca de prazeres e satisfação; todavia, em pouco tempo, ele ficou sem dinheiro e sem amigos, vivendo numa condição tão miserável que desejava comer a comida dos porcos para saciar sua fome. Como nem isso lhe foi permitido, aquele jovem caiu em si, se arrependeu de suas más escolhas e voltou para casa. Ele esperava ser recebido como um dos empregados de seu pai; mas, ao chegar, encontrou a misericórdia e o amor de seu pai, que abraçou o filho e festejou sua volta. A lição aqui é clara: Jesus espera o arrependimento daquele que cai, a quem Ele oferece perdão e restauração.


Myer Pearman (2006): “E, levantando-se, foi para seu pai’ (Lc 15.20). Imediatamente, age à altura de sua resolução, tornando real o seu arrependimento. Crê no amor do pai e descobre-o maior do que imaginara: ‘E, quando ainda estava longe, viu-o seu pai. Não foi acidente ter sido o pai o primeiro a vê-lo. Sem dúvida, dia após dia, observava o caminho, na esperança de ver o filho voltar. O amor tornou-lhe o olhar telescópico. Teria o pai ido ao encontro do filho com rosto severo, embaraçando-o com repreensões? Não! ‘Se moveu de intima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Assim também Deus aguarda a volta do pecador, velando sobre os primeiros sinais de arrependimento (Tg 4.8)”.

  • Os exemplos bíblicos mostram que Deus perdoa e salva quem se arrepende genuinamente.


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3- Verdades importantes sobre o arrependimento

Existem algumas verdades fundamentais para que o arrependimento produza mudanças significativas na vida do pecador. Com base em Atos 3.19 e 2 Coríntios 7.10, o arrependimento genuíno envolve reconhecer o pecado, confessá-lo a Deus, e abandonar as práticas contrárias à Sua vontade, buscando viver em obediência.




3.1. Remorso não é arrependimento.

Depois de ter traído Jesus e vê-lo condenado à morte, Judas se arrependeu do que fez e jogou as trinta moedas de prata que recebera pela sua traição no Templo (Mt 27.3,4). Porém, em vez de buscar perdão e uma segunda chance, ele atentou contra sua própria vida (Mt 27.5). Por que cometeu esse ato se a Palavra de Deus diz que ele se arrependeu? A palavra grega usada para descrever o arrependimento de Judas é “metamelomai”, que tem o sentido de dor ou pesar, mas não necessariamente de mudança. Isso significa que, emborra tenha sentido culpa e remorso pelo que fez, Judas não se rendeu aos pés do Salvador; pelo contrário, ele perdeu a esperança de um novo começo, por isso atentou contra a própria vida. O remorso leva o pecador a buscar punição pelos seus atos, enquanto o arrependimento genuíno leva o pecador aos pés do Salvador.


Russell Norman Champlin (2002): “No grego foi usada uma palavra diferente daquela que é normalmente traduzida por ARREPENDIMENTO, conforme normalmente usada no NT. Significa ‘entristecer-se depois, sendo utilizada por apenas cinco vezes no NT (Mt 21.29,32; 27.3; 2Co 7.8; Hb7.21). A ênfase dessa palavra é remorso”. Por isso Judas “se arrependeu” (metamelomai) e ainda assim caminhou para a morte (Mt 27.3), ao passo que Pedro experimentou tristeza segundo Deus que produz metanoia e vida (cf. 2Co 7.8-10); o arrependimento bíblico é conversão concreta confissão, fé e frutos dignos (Mt 3.8). Em suma: remorso sente; arrependimento muda.




3.2. O Espírito Santo nos leva ao verdadeiro arrependimento.
O arrependimento não resulta de uma força mental ou de preparo intelectual, mas, sim, da ação do Espírito Santo. Ele leva o pescador a arrepender-se verdadeiramente de seus pecados e experimentar uma vida nova em Jesus. Em João 16.8-11, Jesus diz: “E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo. Do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado”. Por isso, devemos sempre pedir ao Espírito Santo, em oração, que toque o coração do pecador. Dentre outros nomes que revelam o Seu caráter (Is 11.2), o Espírito Santo é também chamado de Espírito de Cristo (Rm 8.9), e Sua missão é glorificar a Jesus (Jo 16.14).


Myer Pearman (2006): “De que maneira o Espírito Santo ajuda a pessoa a arrepender-se? Ele a ajuda aplicando a Palavra de Deus à consciência, comovendo o coração e fortalecendo o desejo de abandonar o pecado. Isso conecta com Jo 16.8: O Espírito convence do pecado, e faz isso pela Palavra (Hb 4.12), penetrando a consciência, comovendo o coração e empoderando a vontade para romper com o pecado (Fp 2.13; Ez 36.26-27). Assim, Ele transforma remorso em metanoia: não apenas sentir dor pelo erro, mas crer, confessar e mudar de caminho com frutos dignos de arrependimento (Mt 3.8).




3.3. A responsabilidade do pecador arrependido.
Para vencer o pecado, é necessário arrependimento (Ap 2.5), que deve ser acompanhado de uma nova maneira de viver, na qual o pecado não encontra mais espaço. João Batista chama isso de produzir frutos de arrependimento (Mt 3.8). Dessa maneira, a responsabilidade de quem se arrepende genuinamente é, após experimentar a Graça divina, incorporar a oração e o estudo da Palavra de Deus em sua vida diária, bem como congregar em uma Igreja que lhe proporcione edificação e instrução bíblica. O arrependimento genuíno não se comprova com lágrimas e palavras, mas com renúncia ao pecado e adoção de um novo estilo de vida. De outra forma, será como a semente semeada entre os espinhos: produz alegria no início, mas, como não tem raízes, não dura muito (Mt 13.20-21).


Bispo Abner Ferreira (2017, L.4), ao comentar sobre os frutos do arrependimento, enfatizou três aspectos: abandono das práticas do velho homem, novidade de vida e diligência. Sobre ‘diligência, escreveu: “resulta da profunda convicção gerada pela Palavra de Deus e pela ação do Espírito Santo. A pessoa se torna plenamente consciente de que precisa estar em Cristo (Jo 15.3) e andar no Espírito (Gl 5.16) para não mais viver segundo a natureza pecaminosa. A diligência aponta para um viver não acomodado nem passivo, mas em constante renovação (Rm 12.1,2)”.


  • O Espírito Santo age no coração do pecador para que haja arrependimento e Salvação, mas cabe ao pecador arrependido fazer a sua parte.

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CONCLUSÃO
Deus nos salva pela graça em Cristo, e o Espírito Santo, por meio da Palavra, desperta fé e arrependimento como resposta. Esse arrependimento não é só remorso: ele muda a mente, o caminho e produz frutos. Após a conversão, permanece na santificação, mortificando o pecado e cultivando obediência. Assim, toda a glória é de Deus, que inicia, sustenta e aperfeiçoa a nossa vida em Cristo, fruto do arrependimento genuíno.






Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!





O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.  


DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.


Ide....pregai o evangelho a toda criatura

AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 


  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14


O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus


Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus


Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas


Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática


Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
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