
💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
Professor(a),- Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
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Apresentem o título da lição:
Lição 10: A falácia da Teoria do Deísmo
- Professor(a). O Deus da Bíblia é pessoal, amoroso, presente e atuante, em total contraste com a ideia de um deus distante do propagado pelo Deísmo.
- Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo veremos a respeito da Teoria do Deísmo a qual afirma que Deus até existe, mas que, depois de criar tudo, deixou o mundo funcionando sozinho, como um relógio automático.
- Este pode ser um dos ensinamentos que os seus alunos podem estar recebendo hoje nas escolas e universidades. Por isso temos a urgência de apresentar a eles um Deus que se relaciona conosco como filhos amados e que, mesmo quando parecer que estamos sozinhos e desamparados em nossas necessidades, temos um Pai que nos ama e que se importa com a nossa vida no presente e no futuro. Nisso consiste a fé cristã que é a certeza de que temos um Deus que está conosco e age por amor em todo o tempo, e não apenas quando as nossas forças não forem mais suficientes.


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
GABRIELA ROCHA - Eu Navegarei (Lyric Vídeo)
A Presença da Glória - Pr. Antônio Cirilo
A Tua palavra é semente, Razão Gospel
BUSCAI PRIMEIRO / CORINHOS
DEUS ESTÁ AQUI - CORINHOS #10
Jesus Cristo Mudou Meu Viver
A ALEGRIA ESTÁ NO CORAÇÃO | CD JOVEM | MENOS UM
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
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PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
- Professor(a), reproduza a tabela abaixo no quadro.
- Utilize-a para mostrar aos alunos, de modo resumido, que a Palavra de Deus não deixa dúvida quanto à presença dEle e a sua ação no mundo, refutando, assim, o Deísmo.
- A partir das referências bíblicas selecionadas, apresente a visão bíblica de Deus explicada no tópico 2.
- Faça deste momento da lição uma oportunidade de levar seus alunos a reconhecer porque o Deísmo contrasta com a doutrina bíblica, e identificar as evidências bíblicas da ação contínua de Deus no mundo.
- Encerre com uma palavra de ânimo, confirmando que Deus é fiel e está sempre próximo dos seus filhos, confiando que temos um Deus que ouve, responde e nos guia em nossa vida cotidiana.
- Reforce também a importância da oração, fé e dependência total em Deus.

Plano de Aula EBD
A Falácia da Teoria do Deísmo
Plano de aula escrito por Adália Helena
- Texto Base: Mateus 6.25-34
- Texto Principal: Colossenses 1.16,17
Tema:
- O Deus da Bíblia é pessoal, presente e atuante, em contraste com o deísmo.
Objetivos da Aula
Ao final da aula, os alunos deverão ser capazes de:
- Definir o que é o deísmo.
- Compreender sua origem histórica.
- Identificar os conflitos entre o deísmo e a doutrina bíblica.
- Reconhecer a importância da providência divina, da oração e do relacionamento com Deus.
Introdução
Pergunte à classe:
- "Você acredita que Deus apenas criou o universo e deixou tudo funcionando sozinho?"
Explique que essa ideia é conhecida como deísmo. Segundo essa visão, Deus criou o mundo, estabeleceu suas leis naturais e não interfere mais na criação. Essa teoria ganhou força durante o Iluminismo, quando a razão humana passou a ser exaltada acima da revelação divina.
1. O Que é o Deísmo?
O deísmo ensina que:
- Deus existe.
- Deus criou o universo.
- O universo funciona por leis naturais.
- Deus não realiza milagres.
- Deus não responde orações.
- Deus não intervém na história humana.
Muitos deístas comparavam Deus a um relojoeiro que constrói um relógio, dá corda e o deixa funcionando sozinho.
Aplicação
- Hoje existe um "deísmo prático": Pessoas afirmam acreditar em Deus, mas vivem como se Ele estivesse distante e sem participação em suas vidas.
2. A Visão Bíblica de Deus
- A Bíblia apresenta um Deus completamente diferente:
- Deus Sustenta a Criação
- "Todas as coisas subsistem por Ele" (Cl 1.17).
- Deus não apenas criou o universo; Ele continua sustentando-o.
- Deus Cuida dos Seus Filhos
Em Mateus 6.25-34, Jesus mostra que:
- Deus alimenta as aves.
- Deus veste os lírios.
- Deus conhece nossas necessidades.
- Isso demonstra um Deus presente e cuidadoso.
- Deus Responde Orações.
- O cristianismo ensina que a oração é comunicação real com Deus, e não apenas um ritual religioso.
3. Por Que o Deísmo é uma Falácia?
- O deísmo falha porque contradiz o testemunho das Escrituras.
- Se Deus não intervém:
- Os milagres bíblicos seriam impossíveis.
- A oração perderia seu sentido.
- A providência divina não existiria.
- A encarnação de Cristo seria incoerente.
- Entretanto, a Bíblia revela um Deus que fala, guia, salva, disciplina e age na história humana.
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Dinâmica para a Classe
Deus Distante ou Deus Presente?
Escreva duas colunas no quadro:
| Deus Distante (Deísmo) | Deus Presente (Bíblia) |
|---|---|
| Não responde oração | João 14.13 |
| Não intervém | Isaías 41.10 |
| Não cuida das pessoas | Mateus 6.26-30 |
| Apenas criou o universo | Hebreus 1.3. |
- Peça aos alunos que encontrem outros textos bíblicos que mostrem a atuação de Deus.
Perguntas para Discussão
- Por que o deísmo se tornou atraente durante o Iluminismo?
- Como o deísmo afeta a vida de oração?
- Existe hoje um "deísmo prático" entre os cristãos?
- Quais evidências bíblicas mostram que Deus continua agindo?
Conclusão
O deísmo apresenta um criador distante. A Bíblia revela um Pai amoroso, presente e atuante. Jesus ensinou que Deus conhece nossas necessidades, ouve nossas orações e cuida de nós diariamente. A fé cristã não está baseada em um Deus ausente, mas em um Deus vivo que continua governando sua criação e se relacionando com seu povo.Versículo para memorizar:
- “E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” (Colossenses 1.17).
- Plano de aula escrito por Adália Helena
TEXTO PRINCIPAL
Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, [...]. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.Colossenses 1.16,17.
LEITURA DA SEMANA
- SEGUNDA — Hb 1.3
- Deus sustenta o Universo
- TERÇA — Sl 121.4
- Deus está sempre vigilante, ativo e presente
- QUARTA — Jo 14.13
- Jesus responde orações
- QUINTA — Is 41.10
- Deus não é um Ser distante
- SEXTA — Mt 10.29,30
- Deus está atento aos mínimos detalhes da criação
- SÁBADO — Sl 139.7-10
- Deus é onipresente e age continuamente
OBJETIVOS
- CONCEITUAR o que é o Deísmo e sua origem histórica;
- EXPLICAR a visão bíblica de um Deus pessoal, presente e atuante;
- IDENTIFICAR as implicações do Deísmo para a fé cristã mostrando a relevância da oração, da Palavra e da confiança no agir de Deus hoje.
TEXTO BÍBLICO
Mateus 6.25-34.25 — Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta?
26 — Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
27 — E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
28 — E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam.
29 — E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
30 — Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?
31 — Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?
32 — (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas;
33 — Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.
34 — Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
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INTRODUÇÃO
Hoje estudaremos a teoria do Deísmo a qual sustenta que, embora Deus exista, Ele não intervém no universo após criá-lo, deixando-o autogerir-se como uma máquina perfeita. Esse conceito, contrastando com o Deus pessoal da Bíblia, passou a circular especialmente durante o período da história conhecido como Iluminismo. Nesta lição, examinamos porque a visão de um Deus distante é inconsistente com as Escrituras e quais são suas implicações para a fé cristã.I. ORIGENS DO DEÍSMO
1. Deus relojoeiro. O conceito do “Deus relojoeiro” nasceu no contexto do Iluminismo, quando os pensadores passaram a privilegiar a razão acima da revelação. Para muitos desses filósofos, Deus foi necessário como explicação para a origem do universo, mas depois da criação, Ele não mais interveio. Essa visão, embora admita a existência de Deus, o reduz a uma figura impessoal, que apenas deu início à máquina cósmica e depois se afastou.
A metáfora do relojoeiro sugere um universo autossuficiente, regido por leis naturais fixas e imutáveis, que dispensariam qualquer interferência do Criador. Assim, Deus seria como um artesão que constrói um relógio, dá corda e simplesmente observa o funcionamento à distância. Isso torna a relação entre o Criador e a criação fria e mecânica. A Bíblia revela um Deus que anda com o ser humano, que se compadece, intervém e redime (Sl 103.13,14).
2. Negação dos milagres.
Para os deístas, milagres são incompatíveis com a razão e com as leis naturais. Segundo essa visão, Deus criou um mundo perfeitamente ordenado, e qualquer intervenção sobrenatural violaria essa ordem. Assim, milagres, profecias e até a encarnação de Cristo são rejeitados, sendo considerados por essa teoria como irracionais ou mitológicos.
Esse ceticismo impede o reconhecimento da ação de Deus na história reduzindo os eventos bíblicos a meras metáforas morais. Essa teoria busca esvaziar o poder do Evangelho e tornar a experiência cristã uma prática de bons costumes, mas sem a dimensão espiritual vivificante. No entanto, os milagres não são exceções arbitrárias, mas expressões do cuidado e do propósito de Deus, que criou as leis da natureza. Jesus curou enfermos (Mt 4.23-25), acalmou tempestades (Mt 8.23-27; Mc 4.35-41) e ressuscitou mortos (Lc 7.11-17; 8.40-56), demonstrando que o Reino de Deus invade a ordem natural para restaurar o que foi corrompido pelo pecado. Deus, portanto, intervém por amor, não por capricho.
3. Enfoque na moral natural.
Os deístas argumentavam que, uma vez que Deus criou a razão humana, ela seria suficiente para que o homem conhecesse o bem e o mal. Dessa forma, rejeitavam a necessidade de uma revelação específica ou da direção contínua de Deus. A moral seria, portanto, universal, natural e acessível a todos sem a Bíblia. Porém, essa perspectiva minimiza o problema do pecado e a insuficiência da razão humana após a Queda.
A Escritura ensina que, embora o ser humano tenha consciência moral, ele está corrompido pelo pecado e, por si só, não busca a Deus (Rm 3.10-12). A razão, sem a luz da revelação divina, é falha e tendenciosa. Além disso, a moral revelada por Deus nas Escrituras não é apenas um código de conduta, mas expressão de sua santidade e amor. Os mandamentos, as promessas e os juízos revelam não só o que Deus quer, mas quem Ele é. Por isso, sem a Palavra e o Espírito, o homem não pode viver de forma que agrade a Deus.
SUBSÍDIO I
Professor(a), explique aos alunos que “Deísmo é o termo usado para designar um sistema de crenças filosófico-religiosas que surgiu sem qualquer ajuda organizacional sem resposta ao Iluminismo na Europa. O Iluminismo foi a revolução cultural lançada pelos intelectuais europeus, que se revoltaram contra a autoridade da tradição e buscaram novos caminhos para o conhecimento somente pela razão. As guerras religiosas imediatamente após a Reforma deram forte impulso ao Iluminismo. Durante a primeira metade do século XVII, protestantes e católicos massacraram-se em grande parte da Europa. Muitas elites intelectuais da Europa buscaram na razão universal um novo fundamento para a religião e a política. Os primórdios da ciência moderna estavam mostrando o caminho a seguir: o conhecimento do universo baseado na observação e na lógica, sem a revelação, a tradição e a fé”. (OLSON, Roger E. Cristianismo Falsificado: A Persistência de Erros Históricos na Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2021, p.141).II. VISÃO BÍBLICA DE DEUS
1. Providência contínua. A Bíblia ensina que Deus não apenas criou o mundo, mas o sustenta em cada detalhe. Todas as coisas subsistem por meio de Cristo (Cl 1.16,17). Essa doutrina é chamada de providência: o governo contínuo de Deus sobre toda a criação, dirigindo-a para o cumprimento de seus propósitos.
Diferente do Deísmo, que vê Deus como alguém ausente, a providência bíblica mostra um Deus presente, que guia os eventos da história, cuida das necessidades do ser humano e age até nas situações mais comuns. Ele é quem dá o fôlego de vida, quem alimenta os pássaros e veste os lírios do campo (Mt 6.26-30). Saber que Deus está no controle e acompanha cada detalhe da existência humana traz paz em meio às adversidades. Nada acontece por acaso, pois tudo está debaixo da soberania de um Deus sábio, justo e amoroso (Is 41.10).
2. O Deus que age.
A história bíblica é marcada pela ação direta de Deus no mundo. No Antigo Testamento, Ele escolheu Abraão, libertou Israel do Egito, falou por meio dos profetas e agiu poderosamente em favor do seu povo. No Novo Testamento, Deus se fez carne em Jesus Cristo e realizou milagres que testificam do seu amor e autoridade. Jesus não apenas ensinou, mas curou, libertou e ressuscitou mortos. Ele ouviu orações e respondeu com poder. João 14.13,14 confirma que Jesus continua respondendo orações, mostrando que a intervenção divina não cessou com os tempos bíblicos. Deus ainda age na história, porque é vivo e presente.
Além dos milagres, Deus age nos corações. Ele transforma vidas, orienta nas tomadas de decisões, concede sabedoria e consola os aflitos. A oração não é apenas um ritual, mas um canal de comunhão com o Deus que fala e responde. Isso mostra que o relacionamento com Deus é real, dinâmico e transformador. O Deísmo, ao negar essa ação contínua, tenta esvaziar o cristianismo de sua força vital. Mas a fé cristã proclama que o mesmo Deus que abriu o mar ainda abre caminhos. O Deus que agiu ontem age hoje e agirá para sempre.
3. Revelação especial.
A revelação de Deus não se limita à criação (revelação geral), mas se manifesta de maneira pessoal e específica por meio das Escrituras e, principalmente, em Jesus Cristo. NEle, Deus se dá a conhecer plenamente como Pai, Salvador e Senhor. O Deísmo rejeita essa revelação especial, mas o cristianismo a considera essencial para a fé e a vida cristã. É por meio dela que conhecemos o caminho da salvação, a vontade de Deus e a esperança eterna.
Negar a revelação especial é negar o próprio Evangelho. Um Deus que não fala, que não se mostra, que não se relaciona, não pode ser conhecido nem amado. A fé cristã é resposta à Palavra viva de Deus, que se comunica conosco de forma pessoal e transformadora. O Deus da Bíblia não é mudo nem distante. Ele fala, se aproxima e convida. A revelação de Deus em Cristo é a maior prova de que Ele quer ser conhecido, amado e seguido.
SUBSÍDIO II
Professor(a), afirme aos alunos que o Deísmo é heresia, pois ele “reduz a imagem bíblica e cristã de Deus a algo tão pequeno, tão insignificante, tão banal que não é mais importante. Pode ser muito perigoso, na medida em que leva as pessoas a pensar que a salvação vem por esforço próprio, mesmo que Deus ajude um pouco (de alguma forma). É, na melhor das hipóteses, um reflexo pálido do cristianismo robusto e ‘espesso’. É, na melhor das hipóteses, o cristianismo que perdeu seu poder. É o cristianismo negociado e acomodado - se é que é cristianismo”. (OLSON, Roger E. Cristianismo Falsificado: A Persistência de Erros Históricos na Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2021, p.149).III. IMPLICAÇÕES PARA A FÉ
1. Falta de esperança. Se não há intervenção divina, conforme defende esta teoria, a oração perde o sentido. Não há consolo verdadeiro nas adversidades, porque não se pode esperar ajuda sobrenatural. O ser humano se torna prisioneiro do acaso ou de suas próprias forças, e a vida se torna fria, mecânica e solitária. A ausência de um Deus atuante gera ansiedade, pois a alma humana anseia por cuidado e direção. Sem um Deus pessoal, a dor não tem propósito, os problemas não têm solução eterna, e a morte é um fim sem esperança.
A fé bíblica, por outro lado, oferece esperança firme (Rm 8.28). Por meio dela temos a confiança de que podemos clamar, chorar, suplicar e esperar no Deus que ouve e age. A fé cristã é um abrigo no tempo da tempestade, porque crê em um Deus presente, que vê, que ouve, que responde e que consola. O Deísmo tira essa esperança. O Evangelho, porém, a reafirma com poder.
2. Substituição por autoajuda.
Sem um Deus ativo, o ser humano recorre a si mesmo. A fé dá lugar a filosofias de autoajuda, à busca por autossuficiência e à valorização exagerada da capacidade humana. Isso pode parecer libertador à primeira vista, mas resulta em esgotamento, frustração e confusão. A Bíblia não ensina que o homem deve ser sua própria esperança. Pelo contrário, diz que “maldito o homem que confia no homem” (Jr 17.5). O ser humano é limitado, falho e pecador. Precisamos de um Salvador, de um guia, de um Deus que nos sustente.
A substituição de Deus por técnicas humanas torna a fé uma questão de desempenho, não de graça. Isso contradiz o Evangelho, que nos chama a descansar na obra redentora de Cristo e a viver pela fé, não pelas obras. É importante que a Igreja combata essa tendência, reafirmando que a verdadeira transformação e segurança vêm de um Deus pessoal e presente, não de manuais de autoajuda ou ideologias humanas.
3. Convite à confiança.
A boa notícia do Evangelho é que Deus está próximo e quer se relacionar conosco. Ele nos convida a crer, a orar, a entregar nossas vidas e a caminhar com Ele todos os dias. A fé cristã é uma resposta viva a esse chamado amoroso. Sabendo que Deus apenas criou o mundo, mas caminha com seus filhos, concede paz, sabedoria, força e direção. Quem crê, experimenta. Quem se entrega, conhece. Quem se aproxima, é acolhido. Essa é a promessa viva que encontramos em sua Palavra.
A Igreja deve proclamar esse convite com ousadia: Deus não é uma ideia, Ele é uma Pessoa (Is 45.5). Ele age, salva, transforma (Sf 3.17). Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13.8). Essa confiança é o alicerce da vida cristã. Por isso, devemos rejeitar qualquer visão que retrate Deus como ausente (Jr 23.23). Nossa fé se firma no Deus que está conosco, que habita em nós e que age em nosso favor em todas as coisas (1Co 3.16).
CONCLUSÃO
A teoria do Deísmo tenta separar Deus da criação, negando sua intervenção contínua. Mas a Bíblia revela um Deus pessoal, presente e amoroso, que se envolve conosco. A fé cristã não é fé em uma força impessoal, mas no Pai que vê, ouve e age. Portanto, devemos manter a vigilância contra ideias que enfraquecem essa verdade, e firmar nossa vida na Palavra de Deus, vivendo em oração, confiança e obediência.HORA DA REVISÃO
1. O que a teoria do Deísmo sustenta?R. Sustenta que, embora Deus exista, Ele não intervém no universo após criá-lo, deixando-o autogerir-se como uma máquina perfeita.
2. O que essa teoria busca fazer com o poder do Evangelho e com a experiência cristã?
R. Essa teoria busca esvaziar o poder do Evangelho e tornar a experiência cristã uma prática de bons costumes, mas sem a dimensão espiritual vivificante.
3. Como a providência bíblica mostra-nos Deus?
R. A providência bíblica mostra um Deus presente, que guia os eventos da história, cuida das necessidades do ser humano e age até nas situações mais comuns. Ele é quem dá o fôlego de vida, quem alimenta os pássaros e veste os lírios do campo (Mt 6.26-30).
4. O que a lição nos ensina sobre a oração?
R. A oração não é apenas um ritual, mas um canal de comunhão com o Deus que fala e responde.
5. Ao substituir Deus por técnicas humanas, quais as implicações desta teoria para a fé?
R. A substituição de Deus por técnicas humanas torna a fé uma questão de desempenho, não de graça.
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Para finalizar o estudo, utilizem a:
Dinâmica: Deus cuida de mim!
Objetivos:- Confirmar o cuidado de Deus para com a criação, o relacionamento com suas criaturas, refutando os princípios do Deismo.
- Oportunizar momentos de socialização das bênçãos recebidas e agradecimento a Deus, rebatendo o pensamento de que Deus não se importa com as criaturas.

Material:
Harpa Cristã(hino no. 564)
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo para uma roda de conversa, para refutar os princípios do Deismo através das bênçãos recebidas e agradecimento a Deus por seu cuidado e providência.
- Antes, porém, cantem ou falem, conjuntamente, a 1ª estrofe e o estribilho do hino da Harpa Cristã no. 564:
“Se da vida as vagas procelosas são,
Se, com desalento, julgas tudo vão,
Conta as muitas bênçãos, dize-as duma vez,
E verás, surpreso, quanto Deus já fez!
Conta as bênçãos! Dize-as quantas são,
Recebidas da divina mão!
Vem dizê-las, todas duma vez,
E verás, surpreso, quanto Deus já fez!”
- Agora, peçam para que alguns alunos contem uma bênção, de forma objetiva.
O aluno deve começar falando “Deus cuida de mim, porque...”
- Estipulem no máximo 10 minutos para isto.
O relato destas bênçãos recebidas revela e confirma que Deus tem cuidado com suas criaturas e se relaciona com elas.
- Depois, leiam Mateus 6. 26 a 30:
“Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.
Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?”.
Fonte da dinâmica por Sulamita Macedo//atitudedeaprendiz.blogspot.com.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
