
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus.
- É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor. Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão.
- Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino.
- Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.
Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.,
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
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Vejam estas sugestões abaixo:
Apresentem o título da lição:
A sabedoria do Livro de Provérbios



Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:


147 da harpa cristã
Palavra – Aline Barros.
Tua Palavra" – Ministério Zoe.
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

TEXTO ÁUREO
Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência. Provérbios 1.2
VERDADE APLICADA
Busquemos diariamente do Senhor mais sabedoria, para vivermos no presente século segundo a Sua vontade.OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Enfatizar a aplicação do Livro de Provérbios como fundamento para uma vida.
- Reconhecer o Livro de Provérbios como uma fonte de sabedoria.
- Identificar os princípios do Livro de Provérbios no NT.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
Provérbios 1. 2-72 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência;
3 Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a equidade;
4 Para dar aos simples prudência, e aos jovens conhecimento e bom siso;
5 Para o sábio ouvir e crescer em sabedoria, e o entendido adquirir sábios conselhos;
6 Para entender provérbios e sua interpretação, como também as palavras dos sábios e suas adivinhações.
7 O temor do Senhor é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
LEITURAS COMPLEMENTARES
- Segunda | Pv 1.7 Um guia para viver bem.
- Terça | Pv 1.2 Um aprendizado para a vida.
- Quarta | Pv 18.15 A importância do conhecimento.
- Quinta | Pv 22.3 Um livro de instruções sábias.
- Sexta | Pv 1.3 Aprendendo a proceder bem.
- Sábado | Pv 3.19 Deus fez o mundo com sabedoria.
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MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que a Igreja de Cristo caminhe com sabedoria neste mundo.PONTO DE PARTIDA:
Conhecendo o Livro de Provérbios.
INTRODUÇÃO
O Livro de Provérbios está entre os Livros Sapienciais, ou livros de sabedoria, e é reconhecido como um verdadeiro manual da sabedoria bíblica pela diversidade de temas que apresenta, tanto para a vida pessoal quanto para a convivência coletiva. Constitui-se em uma admirável fonte de conselhos firmes e práticos, oferecendo direção segura para a caminhada cristã.1- INTRODUÇÃO AO LIVRO DE PROVÉRBIOS
Provérbios é um livro prático. À medida que o estudamos, descobrimos ensinamentos que direcionam a vida cristã. Os Provérbios Bíblicos nos auxiliam a valorizar a sabedoria, os bons conselhos e as palavras de prudência (Pv 1.2). Assim, encontramos no Livro de Provérbios orientações valiosas para uma vida bem-sucedida.
1.1. Um dos Livros Poéticos.
1.1. Um dos Livros Poéticos.
Provérbios – juntamente com Jó, Salmos, Eclesiastes e Cantares de Salomão – faz parte da coletânea dos Livros Poéticos, ou Sapienciais, encontrados no AT, assim chamados devido ao estilo com que foram produzidos originalmente. São textos que, em geral, recorrem à linguagem figurada e a outros recursos literários para nos transmitir a Palavra de Deus. Esses cinco livros, portanto, são ricos em sabedoria divina para o nosso bom viver (Pv 1.33).
A cultura do povo hebreu sempre foi marcada por uma forte sensibilidade artística. Eles expressavam sua fé, sua história e suas emoções por meio de poesia, música e dança, elementos que estavam profundamente presentes em seu cotidiano. Não é por acaso que o Antigo Testamento traz em sua composição uma grande quantidade de poesia. Estima-se que cerca de um terço de seus textos possui estrutura poética, revelando o quanto esse recurso literário foi essencial para comunicar verdades espirituais. Além disso, essa poesia não aparece apenas nos livros classificados como “Poéticos”, ela atravessa diversas narrativas e discursos, mostrando que a linguagem poética foi, para o povo de Deus, um caminho natural para registrar experiências, sabedoria e revelação.
A cultura do povo hebreu sempre foi marcada por uma forte sensibilidade artística. Eles expressavam sua fé, sua história e suas emoções por meio de poesia, música e dança, elementos que estavam profundamente presentes em seu cotidiano. Não é por acaso que o Antigo Testamento traz em sua composição uma grande quantidade de poesia. Estima-se que cerca de um terço de seus textos possui estrutura poética, revelando o quanto esse recurso literário foi essencial para comunicar verdades espirituais. Além disso, essa poesia não aparece apenas nos livros classificados como “Poéticos”, ela atravessa diversas narrativas e discursos, mostrando que a linguagem poética foi, para o povo de Deus, um caminho natural para registrar experiências, sabedoria e revelação.
1.2. Síntese do livro.
O Livro de Provérbios é composto de trinta e um capítulos, os quais apresentam princípios práticos, principalmente escritos pelo rei Salomão, mas também por outros autores, como Agur e o rei Lemuel. É admirado por cristãos e também por não cristãos, uma vez que trata de aspectos comuns a todos, como: a excelência da sabedoria (Pv 2.6); o perigo das más companhias (Pv 1.15,16); a advertência sobre servir como fiador para outros (Pv 6.1,2); o risco da soberba, que precede à ruína (Pv 16.18), dentre outros. Por seu caráter pedagógico, o Livro de Provérbios é de grande relevância para quem deseja aprender os princípios divinos para uma vida plena e bem-sucedida (Pv 6.23).
Estudar o Livro de Provérbios é ingressar em um ambiente de formação profunda, onde a sabedoria bíblica é tratada como disciplina central da vida. É como sentar-se diante de Salomão, reconhecido em sua geração como o homem mais sábio, e ouvir, não apenas sua experiência, mas também a inspiração que o Espírito Santo concedeu aos escritores que contribuíram para essa coletânea tão rica. Ao percorrer suas páginas, somos conduzidos por princípios que atravessam séculos e continuam funcionando como um farol que aponta direção, discernimento e maturidade espiritual. Não se trata apenas de uma reunião de boas frases, mas de conteúdos moldados e soprados pela ação divina, preservados para orientar cada geração que busca viver com entendimento e temor do Senhor.
1.3. O propósito do livro.
Estudar o Livro de Provérbios é ingressar em um ambiente de formação profunda, onde a sabedoria bíblica é tratada como disciplina central da vida. É como sentar-se diante de Salomão, reconhecido em sua geração como o homem mais sábio, e ouvir, não apenas sua experiência, mas também a inspiração que o Espírito Santo concedeu aos escritores que contribuíram para essa coletânea tão rica. Ao percorrer suas páginas, somos conduzidos por princípios que atravessam séculos e continuam funcionando como um farol que aponta direção, discernimento e maturidade espiritual. Não se trata apenas de uma reunião de boas frases, mas de conteúdos moldados e soprados pela ação divina, preservados para orientar cada geração que busca viver com entendimento e temor do Senhor.
1.3. O propósito do livro.
O Livro de Provérbios foi escrito para nos ensinar a viver com sabedoria nas situações comuns da vida. Seu propósito é mostrar que a verdadeira compreensão começa quando reconhecemos o Senhor como fonte de todo entendimento (Pv 1.7). À medida que lemos suas páginas, percebemos que Deus nos oferece discernimento para agir com prudência, pois “da sua boca vem o conhecimento e o entendimento” (Pv 2.6). Provérbios aponta para um jeito de viver marcado por justiça, equilíbrio e maturidade espiritual (Pv 3.13) e nos convida a buscá-la como prioridade (Pv 4.7). Essa sabedoria não é teórica; ela se reflete em nossas escolhas, atitudes e palavras.
Bispo Abner Ferreira (Livros Poéticos – IBE – Seminário Maior de Ensino Teológico, p.26) escreveu sobre a importância da sabedoria: “A Bíblia tem muito a dizer sobre a sabedoria. Segundo alguns estudiosos, a palavra ‘sabedoria’ é empregada 312 vezes na Bíblia hebraica, com a maioria das ocorrências nos Livros de Jó, Provérbios e Eclesiastes”. O propósito central da obra é nos instruir com sabedoria prática, que aponta o caminho para uma vida justa e nos ensina a viver com retidão, discernimento e, principalmente, temor a Deus. Essa repetição, portanto, evidencia a relevância de adquirirmos sabedoria ao longo da jornada cristã. (Pv 1.7; 2.6; 3.13; 4.7; 9.10; 16.16).
2.1. A autoria dos Provérbios.
Bispo Abner Ferreira (Livros Poéticos – IBE – Seminário Maior de Ensino Teológico, p.26) escreveu sobre a importância da sabedoria: “A Bíblia tem muito a dizer sobre a sabedoria. Segundo alguns estudiosos, a palavra ‘sabedoria’ é empregada 312 vezes na Bíblia hebraica, com a maioria das ocorrências nos Livros de Jó, Provérbios e Eclesiastes”. O propósito central da obra é nos instruir com sabedoria prática, que aponta o caminho para uma vida justa e nos ensina a viver com retidão, discernimento e, principalmente, temor a Deus. Essa repetição, portanto, evidencia a relevância de adquirirmos sabedoria ao longo da jornada cristã. (Pv 1.7; 2.6; 3.13; 4.7; 9.10; 16.16).
- O Livro de Provérbios nos ensina a ser pessoas sábias, justas e bem-sucedidas aos olhos de Deus.
2- O NOME DO LIVRO
O nome original do livro, em hebraico, é Mishlê Shelomoh (Provérbios de Salomão, literalmente), que aponta para o conceito de comparação. Isso porque a raiz hebraica mashal significa: “comparar, assemelhar-se”, de onde vem o sentido de provérbio, parábola, dito sábio, porque compara uma verdade com uma imagem ou situação. Muitas vezes, o termo se refere a ensinos, advertências, parábolas, poemas e cantos. Em português, “Provérbios” tem sua origem em duas palavras latinas: pro (em vez de) e verbum (palavra, vocábulo), relacionando-se a ditos que proclamam a veracidade de algo de maneira sucinta.2.1. A autoria dos Provérbios.
Conforme a Bíblia, o rei Salomão escreveu a maior parte do Livro de Provérbios, o que faz dele o mais notável de seus autores (Pv 1.1), embora não seja o único. Salomão incentiva seus leitores a ouvirem “as palavras dos sábios” (Pv 22.17) e confessa ter recorrido aos provérbios de sábios anônimos (Pv 24.23-34). Além disso, os homens de Ezequias transcreveram alguns provérbios de Salomão, que circulavam nos dias daquele rei (Pv 25.1). O capítulo trinta foi escrito por Agur, filho de Jaque, e o capítulo trinta e um foi escrito pelo rei Lemuel, que transcreveu os ensinamentos de sua mãe.
Baxter Sidlow (1993, pp.140,141): “Há pouca dúvida de que a maior parte dos provérbios foi escrita por Salomão. O livro começa assim: ‘Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel…’. É então bastante provável, em vista disso e da própria alegação do livro, que os provérbios sejam principalmente de Salomão, tendo sido organizado substancialmente, em sua forma atual, durante o reinado de Ezequias, quando os treze ditados de Agur (30) e os conselhos da mãe de Lemuel (31) foram acrescentados”.
2.2. A data e o local de autoria do livro.
Baxter Sidlow (1993, pp.140,141): “Há pouca dúvida de que a maior parte dos provérbios foi escrita por Salomão. O livro começa assim: ‘Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel…’. É então bastante provável, em vista disso e da própria alegação do livro, que os provérbios sejam principalmente de Salomão, tendo sido organizado substancialmente, em sua forma atual, durante o reinado de Ezequias, quando os treze ditados de Agur (30) e os conselhos da mãe de Lemuel (31) foram acrescentados”.
2.2. A data e o local de autoria do livro.
Não se sabe ao certo quando e onde o Livro de Provérbios foi escrito, mas a tradição aponta para Jerusalém, no reinado de Salomão, no século X a.C., quando o rei, dotado de sabedoria concedida por Deus (1Rs 3.12), reuniu grande parte dos ensinos que formam a obra. Com o tempo, esse material foi sendo preservado e ampliado, e o próprio texto informa que os escribas do rei Ezequias transcreveram e acrescentaram outros provérbios de Salomão à coletânea já existente (Pv 25.1-29.27). Assim, Provérbios se consolidou como um livro formado ao longo de gerações, reunindo a sabedoria que o povo de Deus julgou essencial para a vida.
R.N. Champlin (2001, p. 2531): “Duas questões diferentes estão envolvidas no problema da data do Livro de Provérbios, a saber: a data em que cada seção do livro foi escrita, […] a data em que foi feita a coletânea ou a ‘editoração’ das várias seções, a fim de formar um único volume (rolo) daquilo que hoje conhecemos como o livro de Provérbios. Os eruditos conservadores seguem o ponto de vista tradicional da autoria salomônica do livro inteiro, excetuando os capítulos 30 (de Agur) e 31 (de Lemuel). Isto posto, eles datam o volume maior do livro como pertencente ao século X a.C.”.
2.3. O apoio teológico.
R.N. Champlin (2001, p. 2531): “Duas questões diferentes estão envolvidas no problema da data do Livro de Provérbios, a saber: a data em que cada seção do livro foi escrita, […] a data em que foi feita a coletânea ou a ‘editoração’ das várias seções, a fim de formar um único volume (rolo) daquilo que hoje conhecemos como o livro de Provérbios. Os eruditos conservadores seguem o ponto de vista tradicional da autoria salomônica do livro inteiro, excetuando os capítulos 30 (de Agur) e 31 (de Lemuel). Isto posto, eles datam o volume maior do livro como pertencente ao século X a.C.”.
2.3. O apoio teológico.
O apoio teológico do Livro de Provérbios está no fato de que sua sabedoria prática nasce de um coração voltado para Deus e submisso à Sua vontade. Seus ensinamentos mostram que a verdadeira vida bem-sucedida não é medida apenas por conquistas humanas, mas pela capacidade de agir com discernimento dentro do mundo que Deus criou. Como observa Derek Kidner (2017, p.14), a sabedoria apresentada em Provérbios é profundamente teocêntrica e, mesmo quando trata de assuntos cotidianos, orienta o leitor a administrar suas decisões de forma equilibrada, saudável e alinhada aos propósitos divinos.
Bispo Abner Ferreira (Livros Poéticos – IBE – Seminário Maior de Ensino Teológico, pp. 81,82): “O livro nos oferece ensinamentos práticos sobre nossos deveres para com Deus e o próximo, no relacionamento entre marido e esposa e entre pais e filhos. Portanto, Provérbios é o livro que vai ao encontro do povo, da vida diária, das práticas em relacionamentos de forma bem prática e instrutiva”.
Bispo Abner Ferreira (Livros Poéticos – IBE – Seminário Maior de Ensino Teológico, pp. 81,82): “O livro nos oferece ensinamentos práticos sobre nossos deveres para com Deus e o próximo, no relacionamento entre marido e esposa e entre pais e filhos. Portanto, Provérbios é o livro que vai ao encontro do povo, da vida diária, das práticas em relacionamentos de forma bem prática e instrutiva”.
- O Livro de Provérbios é bastante admirado por seus conselhos práticos para uma vida bem-sucedida aos olhos de Deus.
3- A PRESENÇA DO LIVRO DE PROVÉRBIOS NO NT
Quando esteve nesta terra, Jesus fez uso do Livro de Provérbios, tanto diretamente quanto por alusão. Embora nunca cite “Provérbios” pelo nome, Ele usou expressões, temas e versículos específicos desse livro em Seus ensinamentos. Assim, é possível afirmar que existe uma intertextualidade entre Provérbios e o NT. A parábola de Jesus sobre a escolha dos primeiros lugares pelos convidados para banquetes (Mt 23.6,7; Lc 14.7-11) está relacionada a Provérbios 25.6,7.3.1. Jesus conhecia o Livro de Provérbios.
Jesus recorreu ao Livro Sapiencial como base de alguns de Seus ensinamentos, conforme podemos observar na Parábola do Rico Insensato (Lc 12.15-20), que nos remete a Provérbios 27.1 e na Parábola dos Dois Alicerces (Mt 7.24-27), que tem embasamento em Provérbios 14.11. E, na conversa com Nicodemos (Jo 3.13), é como se as palavras de Jesus respondessem ao questionamento de Agur em Provérbios 30.4.
Em alguns momentos, Jesus se baseou na tradição da sabedoria prática, que nos guia sobre questões habituais da vida. Ele fez diferentes alusões a Provérbios, como: “Vem a tempestade e acaba com os maus” (Pv 10.25), que se assemelha à Parábola dos Dois Alicerces (Mt 7.24-27). Aliás, a referência de Jesus a alguns provérbios em Seus ensinamentos O apontam como um Sábio da tradição sapiencial.
3.2. Onde Jesus está no Livro de Provérbios?
Em alguns momentos, Jesus se baseou na tradição da sabedoria prática, que nos guia sobre questões habituais da vida. Ele fez diferentes alusões a Provérbios, como: “Vem a tempestade e acaba com os maus” (Pv 10.25), que se assemelha à Parábola dos Dois Alicerces (Mt 7.24-27). Aliás, a referência de Jesus a alguns provérbios em Seus ensinamentos O apontam como um Sábio da tradição sapiencial.
3.2. Onde Jesus está no Livro de Provérbios?
Provérbios faz referência a Cristo apenas de modo indireto. Do verso 22 ao 26 do capítulo 8, a “sabedoria” descreve a si mesma como quem “existe desde a eternidade, antes das obras do Senhor mais antigas” (v.22); que foi “gerada antes de haver fontes de águas” (v.24); “antes que os montes fossem firmados” (v.25) e “antes de o Senhor ter feito a terra, e seus campos, e o princípio do pó do mundo” (v. 26).
Bispo Abner Ferreira (IBE – Instituto Bíblico Ebenézer: Livros Poéticos, p.89): “Em Provérbios, as referências a Cristo relacionam-se, principalmente, à caracterização da sabedoria, no capítulo 8. Mas o texto faz referência a Cristo apenas de modo indireto. O objetivo é apresentar a sabedoria e seus benefícios de modo sintetizado. Esse discurso não é basicamente Cristológico, mas demonstra que a sabedoria exalada no livro é a mesma pela qual Deus age”.
Bispo Abner Ferreira (IBE – Instituto Bíblico Ebenézer: Livros Poéticos, p.89): “Em Provérbios, as referências a Cristo relacionam-se, principalmente, à caracterização da sabedoria, no capítulo 8. Mas o texto faz referência a Cristo apenas de modo indireto. O objetivo é apresentar a sabedoria e seus benefícios de modo sintetizado. Esse discurso não é basicamente Cristológico, mas demonstra que a sabedoria exalada no livro é a mesma pela qual Deus age”.
3.3. A intertextualidade de Provérbios no NT.
O Novo Testamento utiliza repetidamente a sabedoria de Provérbios, retomando seus ensinamentos em diferentes temas. A disciplina paterna aparece em Pv 3.11,12 em paralelo com Hb 12.5,6; o amor que cobre o pecado é visto em Pv 10.12 e reafirmado em 1Pe 4.8; o respeito às autoridades surge em Pv 24.21 e também em 1Pe 2.17; a humildade diante dos outros é ensinada em Pv 25.6,7 e retomada por Jesus em Lc 14.7-11; fazer o bem ao inimigo, presente em Pv 25.21, é reforçado por Paulo em Rm 12.20; a atitude do insensato que volta ao erro, descrita em Pv 26.11, aparece novamente em 2Pe 2.22; a imprevisibilidade da vida ensinada em Pv 27.1 é reafirmada em Tg 4.14; e a reflexão sobre a origem celestial do Filho de Deus em Pv 30.4 encontra eco nas Palavras de Jesus em Jo 3.13.
Champlin (2001, p. 2529): “Há duas palavras gregas que podem ser traduzidas por ‘provérbios’: parabolé, como em Lc 4.23, e paroimia, como em Jo 16.25-29 e 2Pe 2.22. Figuras de linguagem, expressões vívidas ou declarações enigmáticas podem ser envolvidas nesses vocábulos. Paulo falou em ‘amontoar brasas vivas sobre a cabeça de alguém’ (Rm 12.20). […] Outros provérbios de Paulo acham-se em 1Co 14.8: ‘Pois se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?’ e em Tt 1.15: ‘Todas as coisas são puras para os puros, todavia, para os impuros e descrentes nada é puro’. […] Também podemos citar 1Tm 6.10: ‘Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males’, um provérbio universalmente conhecido”.
Champlin (2001, p. 2529): “Há duas palavras gregas que podem ser traduzidas por ‘provérbios’: parabolé, como em Lc 4.23, e paroimia, como em Jo 16.25-29 e 2Pe 2.22. Figuras de linguagem, expressões vívidas ou declarações enigmáticas podem ser envolvidas nesses vocábulos. Paulo falou em ‘amontoar brasas vivas sobre a cabeça de alguém’ (Rm 12.20). […] Outros provérbios de Paulo acham-se em 1Co 14.8: ‘Pois se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?’ e em Tt 1.15: ‘Todas as coisas são puras para os puros, todavia, para os impuros e descrentes nada é puro’. […] Também podemos citar 1Tm 6.10: ‘Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males’, um provérbio universalmente conhecido”.
- Quando esteve nesta terra, Jesus fez uso do Livro de Provérbios, tanto diretamente quanto por alusão.
CONCLUSÃO
O Livro de Provérbios é um guia prático para vivermos com sabedoria, cujo principal princípio é o temor do Senhor. De Salomão aos sábios anônimos, os provérbios bíblicos nos ensinam a escolher o caminho da justiça, da humildade e do discernimento — princípios que Jesus não só citou, mas viveu plenamente. Portanto, que possamos pautar nossa existência na busca por sabedoria, pois quem a obtém descobre um tesouro incalculável.{inAds}
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!


O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

