
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
APRESENTEM O TÍTULO DA LIÇÃO:
Gideão: Deus transforma a insegurança em coragem
- Professor(a). Mesmo diante das limitações, Deus capacita e conduz à vitória aqueles que confiam nEle.
- Prezado(a) professor(a), nesta lição conheceremos a vida de Gideão, o “herói inseguro” levantado por Deus. Ele foi um dos juízes mais conhecidos de Israel e as suas inquietações servem como importantes pontos de reflexão que podem ser aplicados na vida de seus alunos, especialmente aqueles que enfrentam as incertezas da vida. Esta é uma excelente oportunidade para abordar as inseguranças e os medos que eles carregam, tanto no âmbito espiritual quanto no cotidiano. Vivemos tempos em que as redes sociais projetam um mundo ideal composto por pessoas fortes, bonitas e super capacitadas. No entanto, sabemos que a realidade é bem diferente: angústias assolam a alma e minam as forças. Aproveite esta lição para incentivar e fortalecer uma fé viva, animada e encorajada pelo Senhor, sem desconsiderar a realidade e o perfil de cada jovem.


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
Enfatiza a fidelidade de Deus e a confiança em Suas promessas.
"Não Pare" – Midian Lima
Fala sobre perseverança e coragem diante das dificuldades.
"Ousado Amor" – Isaias Saad
Destaca o amor de Deus que alcança e transforma vidas.
"Aquieta Minh'alma" – Ministério Zoe
Ideal para refletir sobre confiar em Deus mesmo em meio ao medo.
Para iniciar o estudo, utilizem a dinâmica “Gideão”.
Dinâmica: Gideão
Objetivo:Estudar e contextualizar as características de Gideão com a vivência dos alunos.
Material:
01 cartolina ou 01 folha de papel madeira
01 pincel atômico
Procedimento:
- Falem: Hoje, vamos estudar sobre mais um juiz de Israel – Gideão.
- Continuem, falando: à medida que estudarmos sobre Gideão, vamos separar características positivas e negativas deste personagem bíblico.
- Incentivem os alunos para que eles fiquem atentos durante a exposição do tema, para apontarem o que foi solicitado.
- Para isto, utilizem 01 folha de cartolina ou papel madeira. Tracem uma linha, de cima para baixo, dividindo a folha em 02 partes: de um lado escrevam as características positivas e do outro, as negativas.
- Ao término, peçam que os alunos falem sobre as características apontadas, incluindo em que situações ocorreram, se antes ou depois do chamado de Deus para Gideão exercer a função de juiz, que podem ser de cunho pessoal, familiar ou enfrentar as adversidades no trato com o povo desobediente de Israel.´
- Depois, indaguem: Estas características e situações também podem ser atribuídas a vocês?
Deixem que os alunos se coloquem. Se algum aluno não quiser se expor, não insistam.
- Para concluir, afirmem: A história de Gideão nos leva a reafirmar que a confiança em Deus e fortalecimento de sua fé são inegociáveis em momentos de incertezas e de medo.
Fonte da dinâmica por Sulamita
Macedo/Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.
- Falem: Hoje, vamos estudar sobre mais um juiz de Israel – Gideão.
- Continuem, falando: à medida que estudarmos sobre Gideão, vamos separar características positivas e negativas deste personagem bíblico.
- Incentivem os alunos para que eles fiquem atentos durante a exposição do tema, para apontarem o que foi solicitado.
- Para isto, utilizem 01 folha de cartolina ou papel madeira. Tracem uma linha, de cima para baixo, dividindo a folha em 02 partes: de um lado escrevam as características positivas e do outro, as negativas.
- Ao término, peçam que os alunos falem sobre as características apontadas, incluindo em que situações ocorreram, se antes ou depois do chamado de Deus para Gideão exercer a função de juiz, que podem ser de cunho pessoal, familiar ou enfrentar as adversidades no trato com o povo desobediente de Israel.´
- Depois, indaguem: Estas características e situações também podem ser atribuídas a vocês?
Deixem que os alunos se coloquem. Se algum aluno não quiser se expor, não insistam.
- Para concluir, afirmem: A história de Gideão nos leva a reafirmar que a confiança em Deus e fortalecimento de sua fé são inegociáveis em momentos de incertezas e de medo.
Fonte da dinâmica por Sulamita
Macedo/Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
- Professor(a), nesta aula, use uma atividade de discussão em sala denominada “E se fosse você, Gideão?”, com o objetivo de ajudar os jovens a aplicarem as lições da vida de Gideão às suas próprias inseguranças e desafios diários, reconhecendo que Deus transforma o medo em coragem.
- Inicie com uma pergunta reflexiva:
- “Você já se sentiu incapaz de realizar algo que sabia que precisava fazer?
- ” Leve os jovens a lembrarem da história de Gideão. Ele era alguém comum, inseguro, cheio de dúvidas e receios, mas foi chamado por Deus para libertar Israel. Apesar do medo, respondeu com fé. Exponha no seu recurso audiovisual algumas situações reais que geram insegurança nos jovens.
Veja alguns exemplos abaixo:
• “Você sente que não tem talento suficiente para servir na igreja?”• “Você está inseguro quanto ao seu futuro profissional?”
• “Você tem medo de se posicionar como cristão na escola ou na faculdade?”
• “Você duvida que Deus está ouvindo suas orações?”
• “Você acha que outros são mais capacitados do que você?”
• “Você tem medo de fracassar diante das pessoas?”
💓Encerre com uma mensagem clara e encorajadora e faça uma oração, pedindo que Deus fortaleça cada jovem a vencer seus medos e dúvidas, como Ele também fez com Gideão.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO PRINCIPAL
Então, o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: O Senhor é contigo, varão valoroso.Juízes 6.12.
LEITURA SEMANAL
- SEGUNDA — 1Tm 4.2
- O perigo da mente cauterizada
- TERÇA — Jo 10.10
- As ações do ladrão
- QUARTA — Is 40.31
- Renovando as forças
- QUINTA — Rm 8.35-39
- Quem nos afastará do amor de Cristo?
- SEXTA — 1Jo 2.14b
- Jovens, sois fortes!
- SÁBADO — Rm 8.37
- Somos mais que vencedores
OBJETIVOS
- COMPREENDER o cenário de infidelidade de Israel e a advertência profética do Senhor;
- MOSTRAR os elementos do chamado de Gideão e sua resposta ao desafio divino;
- RECONHECER como Deus confirma sua presença e conduz o seu povo à vitória.
TEXTO BÍBLICO
Juízes 6.1-5,11-16.1 — Porém os filhos de Israel fizeram o que parecia mal aos olhos do Senhor; e o Senhor os deu na mão dos midianitas por sete anos.
2 — E, prevalecendo a mão dos midianitas sobre Israel, fizeram os filhos de Israel para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e as cavernas, e as fortificações.
3 — Porque sucedia que, semeando Israel, subiam os midianitas e os amalequitas; e também os do Oriente contra ele subiam.
4 — E punham-se contra eles em campo, e destruíam a novidade da terra, até chegarem a Gaza, e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos.
5 — Porque subiam com os seus gados e tendas; vinham como gafanhotos, em tanta multidão, que não se podiam contar, nem a eles nem aos seus camelos; e entravam na terra para a destruir.
11 — Então, o Anjo do Senhor veio e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
12 — Então, o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: O Senhor é contigo, varão valoroso.
13 — Mas Gideão lhe respondeu: Ai, senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém, agora, o Senhor nos desamparou e nos deu na mão dos midianitas.
14 — Então, o Senhor olhou para ele e disse: Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu?
15 — E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.
16 — E o Senhor lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás os midianitas como se fossem um só homem.
INTRODUÇÃO
Você já se sentiu inseguro ou incapaz de realizar alguma tarefa? Esse era exatamente o sentimento de Gideão ao ser chamado pelo Senhor. Ele se via como pequeno e inapto para cumprir a missão divina em sua vida. Nesta lição, veremos como Deus trabalhou no coração desse jovem libertador de Israel, preparando-o para liderar um exército pequeno, mas corajoso, contra os midianitas, em um tempo em que Israel se encontrava enfraquecido e oprimido. Que este estudo inspire sua fé e o ajude a compreender que Deus enxerga muito além das nossas limitações e da visão humana.I. INFIDELIDADE E ADVERTÊNCIA PROFÉTICA
1. A monotonia da infidelidade. O livro de Juízes parece ser repetitivo, devido à recorrência do pecado por parte da nação de Israel. A reincidência, mais uma vez anunciada em Juízes 6.1, revela o perigo desse padrão persistente, que continuamente afasta o povo de Deus, mesmo após o perdão e a intervenção divina. Aquele que se acostuma com esse ciclo corre o risco de ter a mente cauterizada pelo pecado (1Tm 4.2). Como consequência, Deus mais uma vez permitiu que Israel fosse oprimido, desta vez pelos midianitas, um povo nômade que habitava a região desértica a leste do Mar Morto, nas fronteiras de Moabe e Edom. Antigos inimigos de Israel (Nm 31.8,17), os midianitas ainda nutriam um desejo de vingança contra o povo hebreu.
2. A força destruidora do pecado.
Tomados pelo pavor, os israelitas foram forçados a se refugiar nos montes em busca de segurança. Isso porque, sempre que realizavam suas colheitas, os midianitas, em aliança com os amalequitas, invadiam suas terras e saqueavam os frutos da terra e o gado. Era uma situação de caos. Por causa da desobediência, os hebreus não desfrutavam de paz nem segurança, sendo obrigados a viver em constante fuga. Sua economia foi devastada, a ponto de enfrentarem fome e pobreza (Jz 6.6). O ataque inimigo era tão intenso que o texto bíblico descreve que “vinham como gafanhotos” (Jz 6.5). De fato, Deus havia advertido anteriormente sobre as consequências da desobediência (Dt 28.38). Podemos recordar as palavras de Jesus: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir: eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (Jo 10.10).
3. A advertência divina.
Mais uma vez, os filhos de Israel clamaram ao Senhor, e novamente o Senhor lhes respondeu (Jz 6.7). Contudo, antes de levantar um libertador, Deus envia um profeta para trazer esperança, mas, sobretudo, para confrontá-los com seu pecado (Jz 6.8-10). O verdadeiro profeta de Deus não suaviza a mensagem divina com discursos de autoajuda, mas transmite com fidelidade a Palavra do Senhor. É necessário lembrar que a profecia, inclusive atualmente, também tem como propósito a exortação e a correção (1Co 14.3). A mensagem profética confronta o pecado e chama ao arrependimento.
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SUBSÍDIO I
Professor(a), “Israel se voltou para Deus como o último recurso, e somente porque eles estavam desesperados. Infelizmente, muitas vezes é preciso que aconteçam circunstâncias difíceis para que as pessoas confiem em Deus. 1) O principal problema com os israelitas era o fato de que a sua fé em Deus era egocêntrica. Ela não se baseava no amor por Deus e na gratidão a Ele, mas somente nos próprios benefícios e desejos. Eles confiavam em Deus apenas em tempos de crise, ou quando sentiam que precisavam dEle. 2) Os seguidores de Cristo do Novo Testamento também precisam examinar a sua fé para ver se ela é genuína e baseada no amor sincero e no apreço por Deus. O nosso relacionamento com Deus não deve estar baseado no que podemos receber dEle, mas em um desejo genuíno de segui-lo mesmo que isto signifique problema, sofrimento, perseguições e perdas”. (Extraído e adaptado de Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.418).II. O CHAMADO DE GIDEÃO
1. Um jovem trabalhador. Diante da situação, Deus escolheu Gideão para libertar Israel. Segundo estudiosos, Gideão era um jovem com cerca de 30 anos e duas características se destacam nele. Primeiramente, seu pai, Joás, e toda a sua família haviam cedido à idolatria (Jz 6.25). Isso revela que a origem familiar ou o contexto social não determinam o destino de uma pessoa. Mesmo criada em ambientes espiritualmente hostis, a pessoa alcançada por Deus pode ser liberta de vícios, da promiscuidade e da violência, e trilhar um novo caminho diante do Senhor. Em segundo lugar, o texto registra que Gideão “malhava o trigo no lagar” (Jz 6.11). O lagar era usado para esmagar uvas ou azeitonas e extrair suco ou azeite, geralmente escavado na rocha. Já a debulha do trigo ocorria em espaços abertos, onde o vento ajudava a separar a palha do grão. Gideão estava trabalhando nesse local inadequado e escondido, de maneira improvisada, para não ser saqueado pelos midianitas. Mesmo diante das adversidades, este jovem não deixou de trabalhar diligentemente para ajudar sua família e o seu povo (Pv 14.23; 2Ts 3.10; Cl 3.23,24).
2. Um jovem cético.
O anjo do Senhor aparece a Gideão e lhe dá uma mensagem de ânimo: “O Senhor é contigo, varão valoroso” (Jz 6.12). Contudo, no primeiro momento, o rapaz se mostra cético diante das circunstâncias. Ele questiona os infortúnios sobre Israel, pergunta sobre os feitos antigos e diz que o Senhor os desamparou (Jz 6.13). De fato, Gideão ainda tinha uma visão parcial das coisas e sua imaturidade o levou a questionar a mensagem divina. Embora isso possa soar estranho, ele estava abrindo o seu coração de maneira autêntica. Deus aprecia um coração sincero (Sl 51.17), entende nossas dúvidas e nos ampara quando derramamos nossas inquietações diante dEle. Na vida cristã, as dúvidas podem surgir, afinal, nosso coração é frágil. A questão é como deixamos que o Senhor trabalhe em nós, para que as dúvidas não se transformem em incredulidade. Como Deus fez isso na vida de Gideão? Dando-lhe uma mensagem de encorajamento: “Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas: porventura, não te enviei eu?” (Jz 6.14; 1Jo 2.14b; Is 40.31).
3. Um jovem inseguro.
Mesmo após ouvir a palavra divina, Gideão ainda demonstra insegurança. Argumenta que sua família era a mais insignificante da tribo de Manassés, e ele, o menor dentre os seus parentes. Gideão se via como alguém inadequado para cumprir a missão que Deus lhe confiara, assim como fizeram Moisés e Jeremias (Êx 3.11; Jr 1.6). Ao olhar para o seu contexto, ele concluiu que havia outros mais fortes, mais influentes e mais capacitados do que ele. Temos a tendência de nos comparar com os outros e de minimizar os dons que o Senhor nos confiou. Por um lado, corremos o risco de cair no vitimismo, acreditando que somos totalmente incapazes. Por outro lado, há o perigo oposto: desenvolvermos um espírito de orgulho e superioridade. O caminho equilibrado é reconhecer nossos dons e habilidades como fruto da graça de Deus, e não como mérito pessoal (Rm 12.3).
Diante da hesitação de Gideão, o Senhor reafirma sua vocação, dizendo que estaria com ele para derrotar os midianitas (Jz 6.16). A confiança de Gideão, portanto, não deveria estar em sua força, mas na presença e promessa do Senhor.
SUBSÍDIO II
“Com infinita paciência, Yahweh levantou um campeão para livrar seu povo, quando este clamou por seu nome (Jz 6.7). Agora era Gideão, filho de Joás, o abiesrita, que morava na cidade de Ofra, em Manassés (talvez a moderna ‘Affuleh’ na planície de Jezreel). A existência de assentamentos israelitas em territórios anteriormente dominados pelos cananeus atesta a eficácia da conquista sob a liderança da juíza Débora quarenta anos antes. Como havia feito aos outros, Yahweh manifestou-se como o Anjo do Senhor. Inicialmente, Gideão resistiu ao chamado de Yahweh, argumentando que Ele havia abandonado seu povo nas mãos dos midianitas, e que ele, Gideão, dificilmente estava qualificado para conduzir o povo, pois vinha de família humilde.Entretanto, seu protesto foi silenciado quando Yahweh miraculosamente enviou fogo do céu e consumiu totalmente o sacrifício que Gideão havia preparado. Naquela mesma noite, Gideão desmantelou o altar de Baal e o poste de Aserá que seu pai havia erguido, construindo no local um altar em honra a Yahweh. Esta atitude ocasionou a fúria de toda aquela comunidade apóstata e, não fosse a intercessão de seu pai, teria ele morrido nas mãos dos desobedientes. Se Baal realmente é deus, disse Joás, ele mesmo se defenda contra o sacrilégio de Gideão.” (MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.171).
III. DEUS CONFIRMA SUA PRESENÇA E CONDUZ À VITÓRIA
1. Deus confirma a sua presença.
Gideão se destaca entre os juízes por sua personalidade questionadora e seu senso de inadequação. Ele precisava ser moldado por Deus em sua forma de pensar e crer. Por isso, Jeová atende ao pedido de um sinal que comprove sua presença (Jz 6.17,18). O jovem prepara uma oferta voluntária, e Deus a recebe com um ato sobrenatural como confirmação de que, de fato, estava com ele (v.21). Diante dessa experiência, a visão espiritual de Gideão se abriu e as dúvidas se dissiparam. Então, ele entende ter visto o anjo do Senhor face a face (v.22), e constrói ali um altar e põe o nome: Senhor é paz (v.24). Isso porque, Deus havia pacificado a sua alma, dizendo: não temas: não morrerás (v.23). Como é glorioso, diante das adversidades e das dúvidas que assolam o nosso coração, ser confortado pelo Senhor!
2. Deus prepara o coração para a missão.
Para ser reconhecido como líder, Gideão precisava assumir uma posição firme dentro da sua família. Assim, a primeira missão foi derrubar o altar de Baal, que pertencia ao seu pai, e cortar os bosques e seus postes-ídolos (vv.25,26), símbolos da idolatria e da corrupção espiritual do povo. Antes de derrotar os midianitas, Gideão precisava destruir a falsa religiosidade da sua própria casa. Então, ele elabora um plano e o executa (vv.27,28). Diante da reação dos homens da cidade, nem mesmo Joás, pai de Gideão, ousou questionar a ação de seu filho. Se Baal era deus, por que ele mesmo não se defendeu? Essa foi a posição sensata de Joás, já reconhecendo a liderança de seu filho. A partir de então, chamaram Gideão de Jerubaal, que significa “aquele que combate contra Baal”.
3. Deus conduz à vitória com poucos.
A trajetória de Gideão até a vitória sobre os midianitas nos oferece lições preciosas. Em primeiro lugar, ele foi revestido pelo Espírito do Senhor e reconhecido como líder pelos homens do seu clã (Jz 6.34). Em seguida, Gideão pediu ao Senhor dois sinais adicionais, envolvendo o controle de elementos naturais — o teste da lã (vv.36-40). A resposta divina não apenas confirmou que Deus estava com ele, mas também revelou que Jeová, e não Baal, era o verdadeiro soberano sobre todas as coisas. Num terceiro momento, Deus prova a fé de Gideão ao ordenar a drástica redução do exército. O propósito era claro: impedir que Israel atribuísse a vitória à própria força (Jz 7.2). Após dois critérios seletivos — a retirada dos medrosos e a separação dos que se curvavam ao beber água — restaram apenas 300 homens, dos 32 mil iniciais. Por meio dessa estratégia, Deus ensina que, quando há obediência e fé, o pouco nas mãos dEle se torna suficiente. Com esse pequeno exército, Israel iniciou a vitória, fazendo os inimigos entrarem em confusão e fugirem (Jz 7.22). Na sequência, Gideão convoca outras tribos de Israel para perseguir os midianitas em retirada, capturando e matando seus príncipes, Orebe e Zeebe, consolidando assim a vitória concedida por Deus ao seu povo.
SUBSÍDIO III
Professor(a), reforce aos alunos que era aos 300 que o Senhor daria a vitória. “Existe aqui a indicação da importância dos remanescentes fiéis aos propósitos de Deus. Minorias criativas sempre serviram à causa da justiça de maneira muito mais eficiente do que as massas descuidadas.Há, aqui, também, um retrato do modo pelo qual a eleição divina relaciona-se com a liberdade humana. Deus escolheu os que podem servi-lo, a fim de serem salvos. Mas o fato de um indivíduo ser incluído ou não entre os eleitos depende de sua resposta às condições que o Senhor coloca. Em termos do evangelho cristão, Deus elegeu para a salvação todo e qualquer que receba as boas-novas com arrependimento, obediência e fé. A inclusão ou não de um indivíduo depende de sua própria resposta às condições da salvação. Portanto, a salvação é do Senhor e, ao mesmo tempo, está condicionada à obediência e à fé do indivíduo.” (Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Volume 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.118).
CONCLUSÃO
Que esta lição fortaleça sua confiança em Deus, lembrando que Ele permanece presente e fiel mesmo nos momentos de dúvida e fraqueza. A história de Gideão é um exemplo de que quando Deus está conosco, o tamanho do desafio perde a força. No entanto, é necessário vigilância para que o êxito das conquistas não nos leve à soberba, como veremos na próxima lição, ao analisarmos os desdobramentos finais da vida de Gideão.{inAds}
HORA DA REVISÃO
1. Quem eram os midianitas?R. Um povo nômade que habitava a região desértica a leste do Mar Morto, nas fronteiras de Moabe e Edom.
2. Antes de Deus enviar um libertador, o que Ele fez?
R. Deus envia um profeta para trazer esperança, mas, sobretudo, para confrontá-los com seu pecado (Jz 6.8-10).
3. O que Gideão estava fazendo quando o anjo do Senhor falou com ele?
R. Estava malhando o trigo no lagar (Jz 6.11).
4. Por que Gideão se mostrou inseguro?
R. Porque, segundo ele, sua família era a mais insignificante da tribo de Manassés, e ele, o menor dentre os seus parentes.
5. Qual o propósito de Deus mandar reduzir o número de homens do exército?
R. Impedir que Israel atribuísse a vitória à própria força (Jz 7.2).
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
