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- 📖 Tema: Sansão: A força e a fraqueza de um jovem
- Hoje vamos aprender com a história de Sansão que ter força não significa ser invencível. Deus pode nos capacitar com dons, talentos e oportunidades, mas precisamos cuidar do nosso caráter, das nossas escolhas e da nossa comunhão com Ele.
- 💡 Uma reflexão para começar:
- “De que adianta ter força para vencer batalhas externas se não conseguimos vencer nossas próprias fraquezas?”
- Que esta lição nos ajude a compreender que a verdadeira força do jovem está em depender de Deus e permanecer fiel à Sua vontade.
- 🔥 EBD Jovens — lugar de aprender, crescer e viver a Palavra!
- Seja bem-vindo(a)! Vamos juntos aprender com Sansão e fortalecer nossa caminhada com Deus! 🙏📚
- Por Adália Helena.

ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
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APRESENTEM O TÍTULO DA LIÇÃO:
Sansão: A força e a fraqueza de um jovem
- Professor(a). Por mais que Deus use alguém de forma extraordinária, a natureza humana ainda carrega fragilidades.
- Na sequência dos estudos sobre os juízes de Israel, chegamos à história de Sansão, um dos personagens bíblicos mais conhecidos e retratados na arte e no cinema. Herói marcado por contradições, Sansão destaca-se como o fisicamente mais forte entre os juízes, mas também como o mais fraco em caráter. Sua natureza vacilante e suas decisões impensadas fazem dele um exemplo de alguém que, embora tenha realizado grandes feitos pelo poder de Deus, não utilizou plenamente o potencial recebido. Enquanto alguns juízes anteriores eram libertadores improváveis, sem qualquer expectativa de destaque, Sansão, ao contrário, tinha tudo para ser um herói exemplar. Nesta lição e na próxima, veremos como Deus, em sua graça, foi capaz de usar um homem tão falho como ele. Com seus exemplos negativos, aprenderemos sobre diversos cuidados que precisamos ter na caminhada cristã.


Sugestão:
Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
“Raridade” — Anderson Freire
Minha escolha para essa lição
“Raridade”, de Anderson Freire, principalmente se vocês quiserem fazer uma introdução que destaque que Sansão recebeu uma grande capacidade de Deus, mas suas escolhas e fraquezas comprometeram seu propósito.Para iniciar o estudo, utilizem a dinâmica “Sansão: força e fraquezas”.
Dinâmica: Sansão: força e fraquezas
Objetivos:Iniciar o estudo sobre o juiz de Israel por nome Sansão, sua força e fraquezas.
Enfatizar a importância de obedecer normas, apontando a desobediência de Sansão a Deus trouxe sérias consequências.

Material:
O material pode ser improvisado de acordo com o tipo de brincadeira escolhida pelos grupos.
Procedimento:
- Dividam a turma em dois grupos.
- Orientem cada grupo para pensar numa brincadeira ou jogo de infância. As regras deverão ser lembradas e explicadas para o outro grupo.
Estipulem um tempo de no máximo 05 minutos.
- Falem: Agora, cada grupo deverá expor para os colegas qual a brincadeira, as regras e fazer uma demonstração, realizando a brincadeira.
- Depois, perguntem:
Havia alguém que fugia das regras? Caso positivo, havia punição? Por quê?
Havia também alguém que queria mudar as regras para ser favorecido, isto é, ganhar o jogo ou a brincadeira? Qual a atitude do grupo com relação a isto?
- Depois, falem que como nas brincadeiras e jogos, que há regras e punições, também em todo lugar há necessidade de normas para que haja melhor convivência e que nesta lição vamos estudar sobre o jovem Sansão que deveria cumprir regras, porém decidiu não cumpri-las e por isso sofreu as consequências de sua desobediência a Deus.


Juízes 13.24.
O material pode ser improvisado de acordo com o tipo de brincadeira escolhida pelos grupos.
Procedimento:
- Dividam a turma em dois grupos.
- Orientem cada grupo para pensar numa brincadeira ou jogo de infância. As regras deverão ser lembradas e explicadas para o outro grupo.
Estipulem um tempo de no máximo 05 minutos.
- Falem: Agora, cada grupo deverá expor para os colegas qual a brincadeira, as regras e fazer uma demonstração, realizando a brincadeira.
- Depois, perguntem:
Havia alguém que fugia das regras? Caso positivo, havia punição? Por quê?
Havia também alguém que queria mudar as regras para ser favorecido, isto é, ganhar o jogo ou a brincadeira? Qual a atitude do grupo com relação a isto?
- Depois, falem que como nas brincadeiras e jogos, que há regras e punições, também em todo lugar há necessidade de normas para que haja melhor convivência e que nesta lição vamos estudar sobre o jovem Sansão que deveria cumprir regras, porém decidiu não cumpri-las e por isso sofreu as consequências de sua desobediência a Deus.
Fonte da dinâmica por Sulamita
Macedo/Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
- Professor(a), diante de questões mais complexas, os alunos desejam respostas bem fundamentadas. Nesta lição, um tema central que certamente pode despertar perguntas e debates é o seguinte: Por que Deus usa alguém tão falho como Sansão? Embora esse assunto permeie todo o livro de Juízes, ele se torna ainda mais evidente na vida de Sansão devido às suas decisões impensadas. Como pode o Espírito de Deus capacitar alguém assim?
- Para responder a essas questões, pesquise boas referências teológicas sobre o tema e vá para a sala de aula bem-preparado. Em síntese, é fundamental ressaltar que Deus é soberano e gracioso, e a maneira como utilizou Sansão estava diretamente relacionada ao seu compromisso com a nação de Israel, seu povo escolhido. Deus usou Sansão apesar dele mesmo. Afinal, se o Senhor dependesse dos méritos e virtudes humanas para agir, não haveria ninguém que pudesse ser usado.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO PRINCIPAL
Depois, teve esta mulher um filho e chamou o seu nome Sansão; e o menino cresceu, e o Senhor o abençoou.Juízes 13.24.
LEITURA SEMANAL
- SEGUNDA — Rm 12.2
- Não vos conformeis com este mundo
- TERÇA — Rm 6.16
- Não seja escravo
- QUARTA — 1Pe 1.15,16
- Seja santo
- QUINTA — Rm 5.8
- Cristo, o libertador
- SEXTA — 1Jo 2.14
- A força dos jovens
- SÁBADO — Tg 4.7
- Resistindo ao Diabo
OBJETIVOS
- COMPREENDER o contexto da servidão de Israel aos filisteus e o anúncio do libertador;
- APRESENTAR o episódio do nascimento de Sansão;
- RECONHECER as fraquezas do jovem Sansão.
TEXTO BÍBLICO
Juízes 13.1-7,24,25;
1 — E os filhos de Israel tornaram a fazer o que parecia mal aos olhos do SENHOR, e o SENHOR os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos.
2 — E havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher era estéril e não tinha filhos.
3 — E o Anjo do SENHOR apareceu a esta mulher e disse-lhe: Eis que, agora, és estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho.
4 — Agora, pois, guarda-te de que bebas vinho ou bebida forte, nem comas coisa imunda.
5 — Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus.
6 — Então, a mulher entrou e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Deus veio a mim, cuja vista era semelhante à vista de um anjo de Deus, terribilíssima; e não lhe perguntei de onde era, nem ele me disse o seu nome.
7 — Porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora, pois, não bebas vinho nem bebida forte e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até o dia da sua morte.
24 — Depois, teve esta mulher um filho e chamou o seu nome Sansão: e o menino cresceu, e o Senhor o abençoou.
25 — E o Espírito do Senhor o começou a impelir de quando em quando para o campo de Dã, entre Zorá e Estaol.
1 — E os filhos de Israel tornaram a fazer o que parecia mal aos olhos do SENHOR, e o SENHOR os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos.
2 — E havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher era estéril e não tinha filhos.
3 — E o Anjo do SENHOR apareceu a esta mulher e disse-lhe: Eis que, agora, és estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho.
4 — Agora, pois, guarda-te de que bebas vinho ou bebida forte, nem comas coisa imunda.
5 — Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre e ele começará a livrar a Israel da mão dos filisteus.
6 — Então, a mulher entrou e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Deus veio a mim, cuja vista era semelhante à vista de um anjo de Deus, terribilíssima; e não lhe perguntei de onde era, nem ele me disse o seu nome.
7 — Porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora, pois, não bebas vinho nem bebida forte e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até o dia da sua morte.
24 — Depois, teve esta mulher um filho e chamou o seu nome Sansão: e o menino cresceu, e o Senhor o abençoou.
25 — E o Espírito do Senhor o começou a impelir de quando em quando para o campo de Dã, entre Zorá e Estaol.
Juízes 14.1-3.
1 — E desceu Sansão a Timna; e, vendo em Timna a uma mulher das filhas dos filisteus,
2 — subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, e disse: Vi uma mulher em Timna, das filhas dos filisteus; agora, pois, tomai-ma por mulher.
3 — Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o meu povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus, daqueles incircuncisos? E disse Sansão a seu pai: Tomai-me esta, porque ela agrada aos meus olhos.
INTRODUÇÃO
Nesta lição, daremos início ao estudo a respeito de Sansão, um dos mais conhecidos juízes de Israel. Suas façanhas não são lendas, mas histórias reais registradas na Bíblia. Embora dotado de força extraordinária concedida pelo Senhor, ele se revelou um homem de caráter frágil, frequentemente guiado por seus próprios desejos. Hoje, examinaremos a primeira etapa da trajetória deste libertador de Israel, levantado por Deus em um tempo em que a própria nação havia se conformado com a opressão dos filisteus. Aplicando esses ensinamentos à vida cristã, veremos que, em Deus, somos fortes, embora continuemos a carregar nossa fragilidade humana.I. A SERVIDÃO DE ISRAEL AOS FILISTEUS E O ANÚNCIO DO LIBERTADOR
Logo após a morte de Jefté, surgiram outros três juízes menores em Israel: Ebsã, Elom e Abdom (Jz 12.8-15).
1. Acostumando-se com a servidão.
Na sequência, o ciclo vicioso da apostasia do povo israelita volta a operar (Jz 13.1), culminando na sua servidão aos filisteus por quarenta anos. Os filisteus haviam crescido e dominavam os israelitas (Jz 14.2). Diferentemente dos ciclos anteriores, Israel parece conviver com os seus inimigos, adaptado à situação. No passado, diante das opressões pagãs, eles agonizavam e clamavam a Deus. Agora, parecem não ter consciência da rendição. Se acomodaram culturalmente e perderam a consciência da situação de escravos. Não choram e não clamam por libertação. O pior escravo é aquele que não reconhece a sua condição (Jo 8.23; Rm 6.16). O cristão, jamais, pode se conformar com este mundo (Rm 12.2), e muito menos se fazer amigo dele (Tg 4.4).
2. O anjo anuncia o libertador.
Distintamente dos libertadores anteriores, este é anunciado antes do seu nascimento (Jz 13.2-5). O anjo do Senhor aparece à esposa de Manoá, que era estéril e não tinha filhos, e disse que ela conceberia e teria um filho sobre cuja cabeça não passaria navalha, pois o menino seria nazireu de Deus desde o ventre, e livraria a Israel da mão dos filisteus (Jz 13.5). O povo não clamou por um libertador, mas Deus iria prover um. Ele sempre toma a iniciativa da salvação, revelando sua graça preveniente (1Jo 4.19; Sl 100.3). De igual forma, Deus, vendo nossa condição de escravidão ao pecado, enviou o seu Filho para nos libertar (Rm 5.8; Gl 4.4,5).
3. Um nazireu de Deus.
Os nazireus (hb. nazir, separado) eram pessoas consagradas e separadas para Deus, seja por toda a vida, seja por um período específico. O nazireado da criança foi estabelecido pelo próprio Deus. Por essa razão, o anjo do Senhor instruiu a mulher a seguir a dieta de um nazireu (Nm 6.3,4), visto que o chamado de seu filho começava ainda no ventre. Isso evidencia que a mensagem de um anjo jamais pode contradizer a Palavra de Deus (Gl 1.8) e ressalta o valor da vida intrauterina (Sl 139.16). O aborto é antiético e antibíblico!
A lei estabelecia que “todos os dias do seu nazireado santo será ao Senhor” (Nm 6.8). Esse princípio ecoa no Novo Testamento a todos os crentes, indistintamente, como estilo de vida e compromisso contínuo (1Pe 1.15,16; 2Co 6.17,18).
II. O NASCIMENTO DE SANSÃO
1. O zelo do pai. O relato em que a esposa narra (Jz 13.6-23) o ocorrido a Manoá evidencia sua preocupação com a criança. Ele ora pedindo que o mensageiro retorne para instruí-los sobre como cuidar do menino (Jz 13.8) e, quando o anjo do Senhor reaparece à sua mulher, repete a mesma pergunta (Jz 13.12), interessado também em conhecer a missão e o propósito do filho. Tal atitude demonstra seu desejo sincero de educá-lo conforme a orientação divina; uma preocupação fundamental para os pais. Hoje, muitos cristãos priorizam o sucesso profissional dos filhos, mas o texto lembra de que o mais importante é ensiná-los no caminho em que devem andar (Pv 22.6). Ao receber novamente as orientações, Manoá ofereceu um cabrito com oferta de manjares (Jz 13.19), em sinal de gratidão, consagração e reconhecimento da provisão de Deus.
2. O nascimento de Sansão.
No tempo devido, a mulher deu à luz ao menino e o chamou Sansão (Jz 13.24). Ele cresceu e o Senhor o abençoou, e o seu Espírito o impeliu. Sansão foi abençoado com uma força descomunal para realizar grandes prodígios.
3. Um herói forte e fraco.
Sansão tinha todos os elementos para ser um herói exemplar. Diferente de Jefté, cresceu em um lar piedoso, sob o cuidado atento dos pais. Recebeu de Deus um dom extraordinário. Entretanto, não aproveitou tudo isso. Sua trajetória revela que foi o mais vacilante dos juízes de Israel: possuía imensa força física, mas um caráter frágil. É o retrato vivo de como, em um mesmo homem, podem coexistir poder e fragilidade, força e fraqueza. Sua história é também um testemunho da misericórdia e fidelidade de Deus para com Israel, o seu povo eleito. Deus usaria Sansão não por causa de sua fé e muito menos por sua moralidade, mas por causa da promessa de Deus ao seu povo. Por isso, precisamos ler a história de Sansão à luz da antiga aliança, reconhecendo a ação soberana de Deus em conduzir a libertação de Israel de seus inimigos.
Vale lembrar de que os jovens são fortes e já venceram o Maligno (1Jo 2.14), mas por meio da obra de Cristo e da Palavra de Deus. Não são fortes em si mesmos, antes é preciso se submeter constantemente a Deus, adquirindo força para resistir às tentações e influências malignas do Diabo (Tg 4.7).
SUBSÍDIO II
“[...] para manter nossa identidade cristã, precisamos lembrar de nossas fraquezas e debilidades morais. Devemos recordar da Queda e da nossa propensão à corrupção (Rm 7.15), assim como a necessidade de nos entregarmos a uma vida de santificação.Dentre as doze razões por que os universitários cristãos perdem a fé mencionadas por J. Budziswski, duas se aplicam a esse tópico:
1) Eles não aprenderam a reconhecer os desejos e armadilhas de seus corações;
2) Eles acham que boas intenções são suficientes para protegê-los do pecado.
Segundo Budziswski, geralmente as pessoas não desacreditam em Deus e começam então a pecar. O processo é inverso. As pessoas se envolvem em algum pecado e com o tempo querem adequar suas vidas e assim encontram alguma desculpa para desacreditar de Deus. Por esta razão, ele diz que a melhor apologética no mundo não pode ser bem-sucedida a menos que os estudantes saibam como desmascarar seus próprios motivos secretos. Ou seja, eles precisam estar conscientes e preparados contra as armadilhas do coração pecaminoso (Jr 17.9). Isso porque, nossa velha natureza decaída continua a competir com a vida cristã que está se formando em nós: podemos mortificar nossa velha natureza, como Paulo nos exorta (Rm 8.13; Cl 3.5), mas mesmo assim ela se contorce com uma vida agitada.
O cristão consciente de suas falhas e limitações morais geralmente se mantém afastado de qualquer situação de risco que possa levá-lo a naufragar na fé. É idêntico àquela pessoa que não sabe nadar, mantendo-se, por prudência, longe do mar revoltoso. Aquele que acha que consegue gerenciar totalmente seus impulsos e controlar seus sentimentos, é mais facilmente aliciado pelo pecado. Consideremos as palavras de Tiago: Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência (Tg 1.14). Por outro lado, aquele que sabe das armadilhas do coração decaído, embora também seja passível de falhar, geralmente mantém uma postura de prudência, afastando-se do mal (1Pe 3.11) e também da sua aparência (1Ts 5.22). Consciente de sua condição miserável, ele é mais dependente de Deus e por isso clama por misericórdia, igualmente ao publicano.” (NASCIMENTO, Valmir. O Cristão e a Universidade: um guia para a defesa e o anúncio da cosmovisão cristã no ambiente universitário. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, pp.239,240).
III. AS FRAQUEZAS DO JOVEM SANSÃO
1. Movido pelo desejo. Em primeiro lugar, Sansão era um jovem impetuoso e temperamental, movido pela cobiça dos olhos (Jz 14.1,2). Ao chegar à cidade de Timna, apaixonou-se por uma mulher filisteia e logo decidiu casar-se com ela. Seu critério foi puramente visual: ela era agradável aos seus olhos (Jz 14.3). Em vez de se opor aos filisteus, como era sua missão, Sansão desejou unir-se a eles por laços familiares. É um alerta para o perigo de decisões baseadas apenas na atração física e visual (1Jo 2.16; Pv 31.30).
2. Quebra o preceito do nazireado.
Sansão, ainda jovem, desce a Timna e, no caminho, mata um leão com as próprias mãos (Jz 14.5-9). Mais tarde, ao passar pelo mesmo local, encontra o cadáver do animal com um enxame de abelhas e mel dentro. O que Sansão queria indo em busca do animal morto? O fato é que ele toca no cadáver para pegar o mel e o come, repartindo com seus pais, mas sem contar a origem. Era o mel da morte!
Ao fazer isso, quebra o preceito do nazireado, que proibia contato com qualquer coisa morta (Nm 6.6,7). Esse episódio revela sua atitude descuidada e irreverente diante da consagração que tinha perante Deus, mostrando como, desde cedo, começou a desprezar as restrições e os propósitos de seu chamado.
3. Fazedor de apostas.
Sansão prepara um banquete para comemorar o casamento com a filisteia (Jz 14.10-20). O termo empregado para “festa” (mishteh) indica literalmente que era um “banquete de bebida”. Sansão propõe aos trinta rapazes convidados um enigma envolvendo o mel encontrado no leão morto, apostando trinta túnicas e trinta mudas de roupa. Era um enigma impossível. Incapazes de resolvê-lo, eles pressionam a esposa de Sansão, que o convence a revelar a resposta. Sansão havia se colocado em um ambiente hostil e de associações perigosas. Ao descobrir a traição, Sansão cumpre a aposta matando trinta homens em Ascalom para obter as roupas prometidas. O episódio mostra seu temperamento impulsivo e gosto por vingança. Mas também o custo de pagar uma aposta. Quais os tipos de apostas na atualidade em que muitos estão perdendo tempo, dinheiro e a vida espiritual?
SUBSÍDIO III
Professor(a), como forma de complementar este tópico, uma outra fraqueza que também pode ser apontada na vida de Sansão é que ele “foi um jovem muito tolo (Jz 14.1-4). Já crescido e quase na idade adulta, desceu Sansão a Timna e apaixonou-se por uma moça filisteia. Timna era uma cidade na fronteira de Judá, atribuída a Dã (Js 15.10; 19.43), e aparentemente estava nas mãos dos filisteus naquela época [...] Quando voltou para casa, deixou seus pais piedosos chocados ao anunciar: ‘Vi uma mulher em Timna com a qual gostaria de me casar. Façam os preparativos para o casamento’. Normalmente eram os pais hebreus que escolhiam as noivas para seus filhos (Gn 24.1-3; 28.1,2; 38.6). Sansão fez sua própria escolha, mas desejava que seu pai completasse os preparativos.Manoá e sua esposa fizeram as devidas objeções. O casamento era contrário à lei mosaica (Êx 34.16; Dt 7.3). Muitos filhos deixaram de gozar da sabedoria de seus pais para provarem o fruto amargo de suas próprias escolhas teimosas. ‘Não há uma moça adequada para você no meio do nosso povo?’, perguntaram eles. Esta é a lei de Deus até hoje. Um cristão deve sempre se casar com alguém que identifique com ele a mesma fé (2Co 6.14). É possível que alguns, inocentemente, achem que poderão encontrar felicidade mesmo quando desprezam essa lei divina. Que tais pessoas ponderem sobre os tristes exemplos que podem ser vistos hoje em dia.
Sansão foi persistente. Tomai-me esta, exigiu ele, porque ela agrada aos meus olhos. Como é comum que os olhos dos jovens os façam tomar decisões tolas e imutáveis! Qualquer casamento baseado puramente na atração física está destinado a não durar ‘até que a morte os separe’. Mas Deus usava a obstinada teimosia desse rapaz para seus próprios propósitos. O Senhor extrairia coisas boas desta situação infeliz.” (Comentário Bíblico Beacon: Josué o Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.138,139).
CONCLUSÃO
A vida de Sansão nos confronta com o paradoxo de um homem separado por Deus desde o ventre, dotado de força extraordinária, mas marcado por fraquezas e escolhas impensadas. Sua trajetória inicial nos serve de alerta: dons e oportunidades, quando não acompanhados de caráter e obediência, podem ser desperdiçados. Que possamos aprender com seus erros e acertos, usando tudo o que Deus nos deu com fidelidade e consagração, para que sua glória seja manifesta em nossas vidas.HORA DA REVISÃO
1. Quais os nomes dos três juízes que surgiram após a morte de Jefté?R. Ebsã, Elom e Abdom (Jz 12.8-15).
2. Quem eram os nazireus?
R. Os nazireus (hb. nazir, separado) eram pessoas consagradas e separadas para Deus, seja por toda a vida, seja por um período específico.
3. Qual o nome do pai de Sansão?
R. Manoá.
4. O que ocorreu quando Sansão chegou à cidade de Timna?
R. Apaixonou-se por uma mulher filisteia e logo decidiu casar-se com ela.
5. O que Sansão quebra ao tocar no cadáver do leão?
R. Quebra o preceito do nazireado, que proibia contato com qualquer coisa morta (Nm 6.6,7).
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
