
ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.
Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
APRESENTEM O TÍTULO DA LIÇÃO:
Uma esperança inabalável perante os poderosos
- Professor(a). Diante de tribunais humanos e pressões injustas, o servo de Deus é chamado a permanecer firme. Em Atos 24, Paulo nos ensina que a verdadeira força nasce de uma consciência limpa e de uma esperança viva na ressurreição. Ao conduzir esta aula, recorde que ensinar é também testemunhar: nossa fidelidade cotidiana pode inspirar os alunos a sustentar a fé, mesmo quando confrontados pelos poderosos deste mundo.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:- I) Expor a injustiça contra Paulo e refletir sobre fidelidade;
- II) Enfatizar a defesa do apóstolo e aplicar à vida cristã;
- III) Desafiar o aluno a viver esperança firme diante das pressões.
B) Motivação:
Ao estudarmos a respeito da firmeza de Paulo diante de acusações e pressões políticas, somos levados a examinar nossa própria consciência e esperança. Esta lição não trata apenas de história bíblica, mas de postura cristã atual. Que sua classe se sinta motivada a aprender como viver com integridade e coragem diante das adversidades.


Sugestão:
Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
⭐ Se for escolher apenas uma🎶 Todavia Eu Me Alegrarei
- Para uma EBD de adultos, eu colocaria essa música na abertura da aula, antes da oração. Ela introduz muito bem a ideia de uma esperança que não desmorona diante das circunstâncias ou daqueles que parecem ter poder sobre nós.
Excelente para enfatizar que Deus é fiel às Suas promessas, mesmo quando enfrentamos oposição.
Muito apropriada para uma aplicação de perseverança e resistência diante das dificuldades.
Boa opção se a aula quiser enfatizar a fidelidade e o amor de Deus.
Funciona muito bem antes da exposição da Palavra, criando um ambiente de confiança e descanso em Deus.
581 da Harpa Cristã.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS
Sugestão de Método:
- Inicie a aula apresentando o contexto da acusação contra Paulo (At 24.1-9), pedindo que a classe identifique as intenções e estratégias dos acusadores.
- Em seguida, conduza os alunos à leitura da defesa (vv.10-16), destacando como Paulo responde com serenidade e fatos.
- Por fim, enfatize que o centro da defesa não é apenas jurídico, mas teológico: a esperança da ressurreição.
- Mostre progressivamente que a Verdade não se impõe por retórica, mas se sustenta na convicção da fé e numa consciência limpa diante de Deus.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
UMA ESPERANÇA INABALÁVEL PERANTE OS PODEROSOS- O apóstolo Paulo foi um homem que buscou ser fiel à causa do Evangelho a ponto de não ter a sua própria vida como preciosa, contanto que estivesse cumprindo integralmente a vontade de Deus (At 20.24). Para ele, o viver era Cristo e o morrer era ganho (Fp 1.21). As acusações injustas e opressões dos judeus contra Paulo o levaram a ter de comparecer diante dos tribunais para responder a respeito da doutrina que divulgava em todos os lugares por onde passava. De maneira respeitosa e coerente, Paulo responde ao governador Félix acerca da sua fé na ressurreição dos mortos, tanto dos justos como dos injustos (At 24.15). O grande cerne da sua defesa é o fato de que Paulo tinha uma consciência sem ofensa, isto é, sem culpa perante Deus e os homens. Isso significa que Paulo tinha convicção do que estava pregando e porque insistia em pregar. A Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD) explica que “A consciência é a percepção interior que testifica junto à nossa personalidade no tocante ao certo ou ao errado das nossas ações. Uma boa consciência diante de Deus dá o veredito de que não temos ofendido nem a Ele, nem à sua vontade. A declaração de Paulo (provavelmente com referência à sua vida pública diante dos homens) é sincera; note Filipenses 3.6, onde ele declara: ‘segundo a justiça que há na lei, irrepreensível’. Antes da sua conversão, ele chegou a crer que praticava a vontade de Deus ao perseguir os crentes (At 26.9). A dedicação de Paulo a Deus, sua total resolução em agradá-lo e sua vida ‘irrepreensível’ até mesmo antes da sua conversão a Cristo, deixam envergonhados e julgados os crentes professos que se desculpam de sua infidelidade a Cristo, alegando que todos pecam e que é impossível viver diante de Deus com uma boa consciência” (1995, p.1682). Nesse sentido, a perseverança de Paulo era resultado do nível de convicção e solidez da sua fé. Seu exemplo leva os crentes atuais a refletir até que ponto estão convictos da fé que uma vez receberam (Jd v.3). Essa convicção encoraja e impulsiona o nível de compromisso do crente para com o Evangelho e o distancia da hipocrisia, mascarada nos movimentos falsamente espirituais. Tais movimentos, que se dizem cristãos, canalizam sua atenção apenas nas manifestações espirituais e se esquecem da formação do caráter cristão, fundamentado na sã doutrina e na prática de boas obras consequentes de uma fé genuína (Ef 2.10). Para o bom pentecostal, cheio do Espírito Santo, e comprometidos com o ensino das Escrituras Sagradas, há uma consciência limpa de uma fé não fingida, baseada na verdade da Palavra de Deus (2Tm 1.5).
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO PRINCIPAL
E, por isso, procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens.Atos 24.16.
VERDADE PRÁTICA
A fidelidade ao Evangelho se expressa em uma consciência irrepreensível diante de Deus e dos homens.LEITURA DIÁRIA
- Segunda — At 24.4,5
- A fidelidade ao Evangelho pode gerar acusações injustas
- Terça — At 24.10-13
- Uma vida íntegra é a melhor defesa diante de acusações humanas
- Quarta — At 24.14-16
- A consciência limpa diante de Deus e dos homens sustenta o testemunho cristão
- Quinta — 1Pe 3.15,16
- A boa consciência permite defender a fé com mansidão e firmeza
- Sexta — At 24.24,25
- A Palavra confronta consciências e chama ao arrependimento
- Sábado — Hb 10.35,36
- A esperança em Deus fortalece o crente a perseverar
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 24.1-6,10-16.1 — Cinco dias depois, o sumo sacerdote, Ananias, desceu com os anciãos e um certo Tértulo, orador, os quais compareceram perante o governador contra Paulo.
2 — E, sendo chamado, Tértulo começou a acusá-lo, dizendo:
3 — Visto como, por ti, temos tanta paz, e, por tua prudência, se fazem a este povo muitos e louváveis serviços, sempre e em todo lugar, ó potentíssimo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer.
4 — Mas, para que te não detenha muito, rogo-te que, conforme a tua equidade, nos ouças por pouco tempo.
5 — Temos achado que este homem é uma peste e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo, e o principal defensor da seita dos nazarenos;
6 — o qual intentou também profanar o templo; e, por isso, o prendemos e, conforme a nossa lei, o quisemos julgar.
10 — Paulo, porém, fazendo-lhe o governador sinal que falasse, respondeu: Porque sei que já vai para muitos anos que desta nação és juiz, com tanto melhor ânimo respondo por mim.
11 — Pois bem podes saber que não há mais de doze dias que subi a Jerusalém a adorar;
12 — e não me acharam no templo falando com alguém, nem amotinando o povo nas sinagogas, nem na cidade;
13 — nem tampouco podem provar as coisas de que agora me acusam.
14 — Mas confesso-te que, conforme aquele Caminho, a que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na Lei e nos Profetas.
15 — Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, tanto dos justos como dos injustos.
16 — E, por isso, procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens.
INTRODUÇÃO
Em Atos 24, acompanhamos o julgamento de Paulo diante do governador Félix. Cinco dias após sua prisão, líderes judeus, conduzidos pelo sumo sacerdote Ananias e representados pelo orador Tértulo, apresentam acusações falsas contra o apóstolo. Mesmo diante de injustiça, interesses políticos e corrupção, Paulo mantém uma fé firme, testificando do “Caminho” e da ressurreição. O episódio revela que nenhuma autoridade humana é capaz de abalar a fé de quem confia plenamente em Deus.PALAVRA CHAVE
ESPERANÇA
I. A ACUSAÇÃO INJUSTA
1. A conspiração judaica contra Paulo (vv.1,2). A presença do sumo sacerdote Ananias, de alguns anciãos e do orador profissional Tértulo diante do governador Félix revela uma articulação cuidadosamente planejada para condenar Paulo. Não se tratava de buscar justiça, mas de silenciar a voz do Evangelho. A união dessas lideranças religiosas demonstra como interesses políticos e religiosos podem se associar para combater a verdade (At 24.1). Paulo não era acusado por crimes reais, mas por anunciar Cristo e a esperança da ressurreição, o que sempre despertou oposição (At 23.12; Mt 5.11,12).
2. O discurso bajulador de Tértulo diante do poder (vv.2-4). Tértulo inicia sua acusação com palavras exageradas de elogio ao governador Félix, tentando conquistar sua simpatia por meio da bajulação. Embora a administração de Félix fosse marcada por corrupção e violência, o orador recorre a um discurso vazio de verdade, usando a adulação como estratégia para influenciar a decisão judicial (At 24.2-4). Em seguida, apresenta Paulo como uma ameaça pública, chamando-o de “peste” e líder de uma seita perigosa (At 24.5).
3. Falsas acusações contra Paulo (vv.5-9).
As acusações levantadas contra Paulo resumem-se a três pontos: sedição política, heresia religiosa e profanação do templo (At 24.5,6). Nenhuma delas, porém, pôde ser comprovada. O apóstolo não incitava revoltas, não negava a Lei e não profanara o templo; sua fé estava firmada na esperança da ressurreição prometida por Deus (At 24.14,15). Esse cenário revela que a injustiça humana não anula a justiça divina. A fidelidade ao Evangelho inevitavelmente gera oposição, mas a comunhão com Cristo sustenta o crente mesmo em meio às falsas acusações (Mt 5.11,12). Diante disso, veremos como Paulo transforma a acusação injusta em oportunidade para uma defesa firme e testemunhal da fé cristã.
SINOPSE I
A acusação injusta revela oposição à verdade do Evangelho.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
ACUSAÇÃO CONTRA PAULO
O relato de Lucas do caso contra Paulo reflete o procedimento legal padrão dos romanos, que incluía a acusação trazida por um orador (advogado). Tértulo era um nome romano comum, mas ele pode ter sido um judeu (v.6), embora se refira aos judeus de forma objetiva no versículo 5. Tértulo começou com uma captatio benevolentiae, a introdução padrão de um discurso greco-romano destinada a conquistar a simpatia do ouvinte, Félix. Paulo foi acusado por Tértulo de muito mais do que apenas introduzir um gentio no templo (profanar o templo). Embora a acusação de profanação do templo talvez fizesse Félix suspeitar de Paulo, as acusações de ser um promotor de sedições e o principal defensor certamente o deixaram alarmado, pois isso significava que Paulo constituía uma ameaça para o governo romano. Tértulo também afirmou que as autoridades em Jerusalém teriam condições de lidar com a situação se Lísias não tivesse interferido. É evidente que os judeus entendiam que eles deviam ser liberados para lidar com Paulo da maneira que quisessem.” (Bíblia de Estudo Holman. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.1768).II. A DEFESA DO EVANGELHO BASEADA NA VERDADE
1. Paulo expõe sua integridade e fala com coragem (vv.10-13). Diante do governador Félix, Paulo demonstra respeito à autoridade constituída, sem abrir mão da verdade. Ele inicia sua defesa com serenidade e firmeza, confiando não em artifícios retóricos, mas na clareza de sua conduta. Sem testemunhas em sua defesa e sem aviso prévio das acusações, Paulo responde com coragem, amparado pela assistência do Espírito Santo, o verdadeiro Advogado do crente (Mc 13.11; Lc 21.15; Jo 14.16). Ele nega com fatos as acusações de sedição e profanação do templo, afirmando que esteve em Jerusalém para adorar a Deus e que seus acusadores diretos sequer estavam presentes (At 24.11-13). Sua vida íntegra torna-se o argumento mais convincente contra as falsas acusações.2. A fé na ressurreição como fundamento da defesa (vv.14-16). Paulo deixa claro que o centro de sua fé é a esperança da ressurreição dos mortos, doutrina fundamental do Evangelho e da fé cristã (At 24.14,15; 1Co 15.20). Mesmo diante de autoridades políticas, ele não dilui nem oculta sua convicção. Ao confessar publicamente sua fé, Paulo cumpre o ensino de Cristo de não negar o seu nome diante dos homens (Mt 10.32,33).
3. Uma consciência irrepreensível diante de Deus e dos homens (vv.17-21).
Paulo afirma viver com uma consciência limpa diante de Deus e dos homens, fruto de uma vida coerente, piedosa e íntegra (At 24.16). Essa consciência irrepreensível lhe concede paz interior e ousadia para enfrentar qualquer tribunal terreno, pois sabe que Deus é o Juiz supremo, que julga com justiça e equidade (Sl 98.9). O cristão que anda em santidade não teme acusações injustas, pois sua fidelidade está firmada no Senhor.
SINOPSE II
A defesa firme revela fé na verdade e na ressurreição.AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
DEFESA DA FÉ
O verbo grego apologeomai significa ‘dizer em defesa’, ‘defender-se’. A palavra portuguesa ‘apologia’ deriva diretamente do substantivo grego correlato apologia, que significa ‘defesa’ — e não ‘desculpa’, como o termo inglês apology. A conhecida obra de Platão, Apologia, consiste na defesa de Sócrates, não em um pedido de desculpas. No Novo Testamento, apologia pode referir-se a uma defesa por meio da conduta (2Co 7.11) ou do discurso (Fp 1.7,16; 1Pe 3.15), frequentemente em contexto jurídico (At 22.1; 25.16; 2Tm 4.16), bem como de forma escrita (1Co 9.3). De modo semelhante, o verbo apologeomai geralmente indica uma defesa verbal (At 19.33), também em contexto judicial (Lc 12.11; 21.14; At 24.10; 25.8; 26.1,2,24), podendo ainda referir-se à consciência que se defende (Rm 2.15) ou a uma defesa escrita (2Co 12.19).” (Bíblia de Estudo Holman. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.1768).III. A ESPERANÇA QUE SUPERA A OPRESSÃO
1. Félix adia, mas escuta a mensagem. O governador Félix possuía conhecimento prévio acerca do “Caminho”, isto é, do cristianismo (v.22), e sabia que Paulo não era culpado das acusações levantadas contra ele. Ainda assim, optou pelo adiamento e pela omissão. Embora moralmente corrompido e interessado em suborno (v.26), Félix foi confrontado pela Palavra viva e eficaz, que alcança o íntimo do coração humano e revela o pecado com clareza (Hb 4.12,13).
2. A Palavra provoca temor nos ímpios.
A Palavra de Deus desperta temor porque expõe a santidade divina e confronta o pecado humano. Paulo falou de justiça a governantes injustos, de domínio próprio a pessoas marcadas pela imoralidade e de juízo vindouro a quem vivia sem temor de Deus (At 24.24,25). O temor experimentado por Félix não foi acompanhado de arrependimento, evidenciando que não basta sentir medo; é necessário responder com obediência à voz do Espírito Santo, que convence do pecado e conduz à salvação (Jo 16.7,8). O endurecimento do coração diante da verdade resulta em perda espiritual, mesmo quando a consciência é tocada.
3. A firmeza de Paulo na esperança em Cristo.
Apesar de permanecer preso por dois anos, Paulo não perdeu a fé nem a esperança. Sua confiança estava firmada em Deus, e não nas decisões humanas (Hb 10.35,36). A prisão, longe de silenciar sua missão, tornou-se instrumento para a expansão do testemunho cristão. Paulo nos ensina que a verdadeira liberdade não depende das circunstâncias, mas da esperança viva em Cristo. Assim, este episódio reafirma que nenhuma opressão é capaz de aprisionar aquele que vive sustentado pela promessa de Deus e comprometido com o Evangelho.
SINOPSE III
A esperança em Cristo sustenta o crente diante da opressão.{inAds}
CONCLUSÃO
A fidelidade cristã precisa ser maior do que o medo da perseguição. A exemplo de Paulo, somos chamados a permanecer firmes na fé mesmo quando enfrentamos injustiças e pressões. Preso e acusado injustamente, o apóstolo não negociou a verdade nem silenciou seu testemunho. Sua postura revela que a confiança em Cristo sustenta o servo de Deus em qualquer circunstância. O mundo pode tentar calar a voz do cristão, mas o Evangelho permanece vivo, verdadeiro e sempre triunfante.REVISANDO O CONTEÚDO
1. Em Atos 24, o que revela uma articulação planejada contra Paulo?R. A presença do sumo sacerdote Ananias, de alguns anciãos e do orador profissional Tértulo diante do governador Félix, revela uma articulação cuidadosamente planejada para condenar Paulo.
2. Quais foram as três acusações principais feitas contra Paulo?
R. As acusações levantadas contra Paulo resumem-se a três pontos: sedição política, heresia religiosa e profanação do templo (At 24.5,6).
3. Como Paulo se porta diante do governador Félix?
R. Paulo demonstra respeito à autoridade constituída sem abrir mão da verdade. Ele inicia sua defesa com serenidade e firmeza.
4. O que Paulo deixa claro em relação a sua fé na esperança da ressurreição?
R. Paulo deixa claro que o centro de sua fé é a esperança da ressurreição dos mortos, doutrina fundamental do Evangelho e da fé cristã.
5. Como a postura de Paulo demonstra a esperança em Cristo?
R. Apesar de permanecer preso por dois anos, Paulo não perdeu a fé nem a esperança. Sua confiança estava firmada em Deus, e não nas decisões humanas (Hb 10.35,36).
Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “A fidelidade de Paulo”.
Dinâmica: A fidelidade de Paulo
Objetivos:- Contextualizar com a vida dos alunos o testemunho fiel na defesa do apóstolo Paulo, mesmo estando preso e acusado injustamente.
- Refletir sobre a necessidade do cristão possuir todos os elementos da armadura espiritual para vencer as ciladas do Diabo e defender a fé em Cristo.
01 figura de 01 soldado
01 quadro ou cartolina
Papel ofício e caneta
Procedimento:
- Falem: acabamos de estudar sobre o julgamento de Paulo diante das autoridades; percebemos que mesmo diante da prisão e acusações falsas ele permaneceu fiel ao evangelho e não recuou.
- Em seguida, coloquem a figura do soldado no quadro e perguntem quais são as armas de combate e defesa de um soldado. Escrevam as respostas no quadro de giz ou cartolina.
- Agora falem: O cristão é comparado a um soldado pronto para o combate, que possui armas especiais para a caminhada cristã. Então, apresentem quais são os elementos que compõem a armadura do cristão, que encontramos em Ef 6. 13 ao 17. Para tanto, façam uma leitura compartilhada, explicando cada elemento da armadura.
Cinturão – verdade
Couraça – justiça
Escudo – fé
Capacete – salvação
Espada – palavra
- Agora, peçam para que os alunos desenhem os elementos que compõem a armadura e coloquem no soldado.
Outra forma para exemplificar os elementos da armadura: fazer os elementos de papel e colocar em um dos alunos da classe.
- Depois, falem: O Diabo tem suas armas para investir contra o cristão, mas se ele estiver revestido da armadura de Deus, ele está protegido e sua vida espiritual está segura em Deus. E, também, terá condições de defender a fé cristã com ousadia.
- Para concluir, leiam:
Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,(1 Pedro 3:15).
E ainda: Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência, a qual, professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja contigo. Amém. 1 Timóteo 6:20,21.
Fonte da dinâmica por Sulamita
Macedo/Blog//atitudedeaprendizblogspot.com.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
