A paz do Senhor, queridos jovens! 💙🙏
Sejam todos bem-vindos à nossa Escola Bíblica Dominical!
Hoje vamos aprender uma das maiores lições deixadas por Jesus: A verdadeira grandeza está em servir com humildade e amor.
Vivemos em um mundo que muitas vezes nos ensina a buscar reconhecimento, aplausos e posições de destaque. Porém, Jesus nos mostrou um caminho diferente. Mesmo sendo o Filho de Deus, Ele não veio para ser servido, mas para servir. Sua vida nos ensina que a humildade não é sinal de fraqueza, mas uma demonstração de força, maturidade espiritual e amor ao próximo.
📖 Texto bíblico: Filipenses 2:5-8
“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” — Filipenses 2:5
💭 Para refletir:
Se Jesus, sendo Senhor e Mestre, escolheu servir, por que tantas vezes temos dificuldade em reconhecer nossos erros, pedir perdão ou ajudar alguém sem esperar reconhecimento?
A humildade de Cristo nos convida a olhar para dentro de nós e avaliar nossas atitudes. Será que temos demonstrado humildade em casa, na escola, na igreja e nas nossas amizades? Estamos dispostos a ajudar mesmo quando ninguém está olhando?
🌱 Que nesta aula possamos compreender que seguir a Jesus vai muito além de conhecermos Sua Palavra: significa desenvolver o Seu caráter em nós. Que o Espírito Santo nos ajude a abandonar o orgulho, valorizar as pessoas e viver com o mesmo amor e humildade demonstrados por Cristo.
🙌 Sejam bem-vindos! Que esta lição transforme nossos pensamentos, fortaleça nossa fé e nos ensine a refletir o caráter de Jesus em cada atitude.
✨ Frase para iniciar a aula:
A verdadeira grandeza não está em ser servido, mas em ter um coração disposto a servir, seguindo o exemplo de Jesus! 💙

ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.
Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
APRESENTEM O TÍTULO DA LIÇÃO:
A Humildade De Cristo: O Exemplo Supremo
- Professor(a). Quanto mais alguém for humilde, abrir mão de seus direitos, negar-se a si mesmo de todo coração receberá, da parte de Deus, honras indizíveis proporcionais ao seu esvaziamento.
- A lição desta semana nos conduz a um dos textos mais profundos das Escrituras sobre a pessoa de Jesus Cristo. Em Filipenses 2.1-11, o apóstolo Paulo apresenta Cristo como o maior exemplo de humildade, obediência e amor sacrificial. Em um mundo marcado pela busca desenfreada por reconhecimento, status e afirmação pessoal, Jesus nos ensina o caminho oposto: o da renúncia, do serviço e da submissão à vontade do Pai. Procure mostrar aos alunos que a humildade bíblica não é fraqueza e que Cristo, sendo Deus, abriu mão de privilégios e assumiu a forma de servo para cumprir sua missão redentora. Sua vida revela que a verdadeira grandeza não está em ser servido, mas em servir.
- Incentive os alunos a refletirem sobre como têm tratado as pessoas ao seu redor. Vivemos em uma geração fortemente influenciada pela vaidade, comparação e desejo de destaque. Contudo, Paulo nos desafia a desenvolver “o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus”, cultivando um coração humilde, obediente e sensível às necessidades do próximo.
💡 Sugestão para aplicar na aula
Antes de tocar o louvor, pergunte aos jovens:
- “O que é mais difícil: Reconhecer que estamos errados, pedir perdão ou servir alguém sem esperar reconhecimento?”
- Explique que Jesus, mesmo sendo Senhor, demonstrou humildade ao servir e amar as pessoas. Em João 13:14-15, Ele ensinou aos discípulos, por meio do lava-pés, que a verdadeira grandeza está em servir.
Frase para concluir:
- “Ser semelhante a Cristo não é buscar ser maior do que os outros, mas aprender a amar, servir e caminhar com humildade, seguindo o exemplo do nosso Mestre.”


Sugestão:
Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
- Tema: diminuir o orgulho pessoal para que Cristo seja exaltado.
- Combina com a reflexão sobre colocar Jesus no centro da vida.
Preciso de Ti
- Tema: dependência de Deus e reconhecimento de nossas limitações.
- Uma opção para preparar os jovens para um momento de oração.
Rendido Estou
- Tema: Rendição, entrega e submissão à vontade de Deus.
- Pode ser utilizada para enfatizar a importância de seguir a vontade do Senhor.
- Para ilustrar a lição, utilizem a:
Dinâmica: Submisso à vontade do pai
Objetivo: Ilustrar o estudo sobre a humildade de Jesus, enfatizando a obediência a vontade do Pai, cumprindo o plano salvífico de Deus para a humanidade, por meio de sua morte na cruz.
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Material:
4 folhas de papel ofício
01 tubo de cola branca
01 pincel atômico
01 rolo de durex colorido(vermelho)
Procedimento:
Antes da aula:
- Colem 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus , vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresentem para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado( nesse momento rasgue o caminho, simbolizando o caminho destruído).
- Depois, falem que Deus providenciou a religação do homem com Ele. Agora, leiam:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”(João 3:16-17).
- Aqui temos o exemplo supremo de humildade de Jesus, enfatizando a obediência a vontade do Pai, cumprindo o plano salvífico de Deus para a humanidade, por meio de sua morte na cruz.
- Entreguem os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, falam que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através de um único sacrifício de Cristo na cruz( o durex colorido representará o sangue).
- Então, apresentem o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler.
- Concluam, lendo: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).
- Para concluir, leiam os versículos abaixo que apontam para a universalidade da salvação:
“Pois já os meus olhos viram a tua salvação, a qual tu preparaste perante a face de todos os povos; Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel”(Lucas 2:30-32).
“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém”(Lucas 24:46-47).
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.4 folhas de papel ofício
01 tubo de cola branca
01 pincel atômico
01 rolo de durex colorido(vermelho)
Procedimento:
Antes da aula:
- Colem 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus , vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresentem para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado( nesse momento rasgue o caminho, simbolizando o caminho destruído).
- Depois, falem que Deus providenciou a religação do homem com Ele. Agora, leiam:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”(João 3:16-17).
- Aqui temos o exemplo supremo de humildade de Jesus, enfatizando a obediência a vontade do Pai, cumprindo o plano salvífico de Deus para a humanidade, por meio de sua morte na cruz.
- Entreguem os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, falam que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através de um único sacrifício de Cristo na cruz( o durex colorido representará o sangue).
- Então, apresentem o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler.
- Concluam, lendo: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).
- Para concluir, leiam os versículos abaixo que apontam para a universalidade da salvação:
“Pois já os meus olhos viram a tua salvação, a qual tu preparaste perante a face de todos os povos; Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel”(Lucas 2:30-32).
“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém”(Lucas 24:46-47).
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Fonte///blogatitudedeaprendiz.blogspot.com.
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
TEXTO PRINCIPAL
Filipenses 2.5.
LEITURA SEMANAL
- SEGUNDA — Zc 9.9
- A profecia de um Rei humilde
- TERÇA — Mt 11.25-30
- O Rei humilde
- QUARTA — 2Co 8.9
- O Rei que se fez pobre
- QUINTA — Fp 2.7,8
- O Rei que cedeu os direitos
- SEXTA — Is 53.4
- A profecia de um Rei sofredor
- SÁBADO — Sl 24.7-10
- O Rei da Glória
OBJETIVOS
- ENCORAJAR a juventude a adotar o exemplo de Cristo: humildade, obediência e serviço;
- ENSINAR sobre o esvaziamento de Jesus;
- MOSTRAR que a verdadeira exaltação vem de Deus.
TEXTO BÍBLICO
Filipenses 2.1-11.1 — Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 — completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.
3 — Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
4 — Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 — De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 — que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.
7 — Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
8 — e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.
9 — Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome,
10 — para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 — e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
INTRODUÇÃO
O texto da Epístola aos Filipenses 2.1-11 apresenta-se, reconhecidamente, como uma das mais contundentes expressões acerca da deidade de Jesus. Aqui, o apóstolo Paulo apresenta uma das explicações mais impactantes sobre quem Cristo é. Contemplando a atitude de Jesus Cristo, Paulo inicia uma das passagens mais completas da cristologia do Novo Testamento. De acordo com ele, Jesus foi, antes de tudo, um ser divino. Ele era Deus em sua natureza e em sua forma. Essa divindade foi algo que Jesus se recusou a reconhecer como seu direito inalienável. Ele colocou de lado os seus direitos (não a sua divindade) e não os defendeu. É exatamente nesse sentido que vamos caminhar nesta lição, buscando entender quem Jesus é, o que Ele fez e como isso deve influenciar a nossa vida hoje. Se o próprio Cristo abriu mão de seus direitos por amor, o que isso diz sobre a forma como temos vivido?I. A HUMILDADE SUPREMA
1. Abrindo mão de direitos. Vive-se numa época em que todo mundo fala sobre lutas por direitos e por mais dignidade para trabalhadores, mulheres, etnias, minorias etc. Mas, quando olhamos para Jesus, vemos algo totalmente diferente: Ele abriu mão dos seus direitos.
Desde o seu nascimento simples, em uma manjedoura, até a morte na cruz, Jesus viveu negando a si mesmo. Isso resume bem o que é verdadeiramente a humildade. Não significa nos diminuir por baixa autoestima, visto que temos grande valor no Reino de Deus, por sermos salvos pela graça divina (Ef 2.8-10; 1Pe 1.18,19), mas escolher colocar a vontade de Deus acima de nós mesmos.
É nesse contexto que Paulo ensina que os filipenses não deveriam agir “por contenda ou por vanglória, mas por humildade” (Fp 2.3). Na prática, muitos conflitos surgem porque queremos ser reconhecidos, valorizados ou colocados em destaque graças à nossa vaidade (vanglória). Já a humildade, que significa abrir mão de nós mesmos, como Jesus fez, gera paz, crescimento espiritual e maturidade (ver Rm 12.3). Seguir Jesus não é sobre sempre ter razão, mas saber quando abrir mão de nós mesmos para viver do jeito que agrada a Deus, considerando os interesses dos outros como mais importantes do que os nossos.
2. Olhar ascendente.
Paulo nos ensina que todos tenhamos, em relação aos semelhantes, um “olhar ascendente”. Como seria isso? É ter um jeito diferente de olhar as pessoas, considerando a todos superiores a nós mesmos. Enquanto existem ideologias que colocam pessoas como “melhores” que outras, a Bíblia mostra que todos têm o mesmo valor diante de Deus (Lc 12.7; 1Pe 2.9). Não existe ser humano “inferior”.
Diante disso, como mencionado, o Espírito Santo nos exorta a sermos humildes como Jesus (Mt 11.29). Infelizmente é comum ver pessoas arrogantes olhando para os outros “de cima para baixo”, com um olhar descendente. Mas o desejo de Deus é que olhemos para os outros “de baixo para cima”, um olhar ascendente, com humildade, valorizando o próximo, independentemente de quem ele seja.
O mais interessante é que, quando vivemos assim, além de agradarmos a Deus e vivermos em paz com nós mesmos e com o próximo, passamos a enxergar a vida de forma que favoreça o nosso crescimento espiritual e o desenvolvimento da nossa maturidade cristã.
3. Olhar para além de si mesmo.
Ao deixar o seguinte conselho: “não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros” (Fp 2.4), o apóstolo nos adverte contra qualquer forma de egoísmo, preconceito ou ciúme, incentivando-nos a começar a nos importar de verdade com as pessoas, colocando as necessidades delas acima até das nossas. É, de fato, um chamado à prática da solidariedade, em que os atos de um influenciam e inspiram os outros, criando uma corrente de amor e gentileza em que a glória de Deus se manifesta e as pessoas são impactadas pelas nossas atitudes. Agindo assim, refletimos o caráter de Cristo em nós.
II. A OBEDIÊNCIA DE CRISTO
Ter “o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus” (v.5) ressai equivalente à fala de Jesus “sede vós perfeitos” (Mt 5.48) e à de Deus a Abraão “anda na minha presença e sé perfeito” (Gn 17.1). Ter o mesmo sentimento de homens fracos e débeis não se apresenta difícil, porém ter o mesmo olhar de Cristo, para todas as circunstâncias da vida, definitivamente, torna-se viável somente com a ajuda do Alto, do Espírito Santo.1. Esvaziamento.
A humildade verdadeira sempre leva à obediência (Fp 2.8). Por isso, após falar no sentimento que estava em Cristo, a Bíblia menciona acerca do apequenamento, em obediência, de Deus, mostrando o quanto Ele se humilhou. Ora, se para haver uma conversa entre um cientista e uma criança de dois anos, ou entre um professor e um aluno iniciante, é mister que o mais experiente promova sua autolimitação intelectual, imagine o Ser eterno se relacionar com o homem, que é pó?
Para se relacionar com o ser humano, Deus já “se aproxima” de nós de forma que possamos compreender. Mas, no caso de Jesus, foi muito além: Ele se esvaziou.
Jesus “não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2.6). Diferente de Satanás e do primeiro casal em Gênesis, que quiseram ser como Deus, Jesus fez o oposto: mesmo sendo Deus, escolheu se humilhar, submetendo-se à vontade do Pai.
2. Missão encarnacional.
O propósito de todo cristão deve ser seguir os passos de seu Senhor, o qual teve uma missão encarnacional: saiu da sua glória e entrou na realidade humana para nos salvar. Ele deixou sua posição, veio a um mundo hostil e viveu entre nós para nos conduzir à eternidade.
Isso é a missão encarnacional, a qual todo cristão deve compreender e se comprometer, como está escrito: “Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” (1Pe 2.21). Por meio desse modelo de missão baseado no exemplo de Jesus (Jo 1.14; Fp 2.5-8), podemos viver o Evangelho na prática, indo além da zona de conforto e nos importando verdadeiramente com as pessoas. Não é só sobre falar de Jesus, mas viver como Ele viveu.
3. Obediência até o fim.
A obediência tem uma característica própria: ela precisa ser total. Parcialmente, trata-se de desobediência. Assim, o projeto de Deus para o Filho, desde a eternidade, incluía ser gerado no ventre de uma virgem (Is 7.14), a fim de nascer sem a semente do pecado original, ter uma vida simples, normal, diante dos homens (Zc 9.9) e, sem pecado (1Pe 2.22), transpor toda a experiência humana, até ser pendurado em uma cruz, para ali cumprir integralmente a justiça de Deus (Is 53), executando formidavelmente o plano da salvação (Sl 22). Por tal razão, o apóstolo Paulo afirma que Jesus foi “obediente até a morte e morte de cruz”.
SUBSÍDIO II
A encarnação foi um ato do pré-existente Filho de Deus, que voluntariamente assumiu o corpo e a natureza humana. Sem deixar de ser Deus, Ele tornou-se um ser humano, o homem chamado Jesus. Para tornar-se humano, Ele não desistiu de sua divindade, mas deixou de lado o direito à sua glória e poder. Em sinal de submissão à vontade do Pai, Cristo limitou seu poder e sabedoria. Jesus de Nazaré estava sujeito ao lugar, ao tempo e a muitas outras limitações humanas. O que tornou essa humanidade única e especial foi sua isenção de pecado.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.1663).III. EXALTAÇÃO: O PORTO FINAL DA HUMILDADE
1. Deus é quem exalta. O texto (Fp 2.9-11) deixa bastante claro que Jesus, aquEle que a si mesmo se humilhou, deixando voluntariamente suas riquezas celestiais e toda sua glória, submetendo-se espontaneamente a uma condição degradante, a humana; foi presenteado por Deus, sendo o Pai o agente dessa exaltação. O próprio Jesus já tinha ensinado esse princípio em João 12.26 a respeito da recompensa reservada para os que estiverem comprometidos em seguir e viver para Cristo: “meu Pai o honrará”.
Portanto, precisamos reconhecer que quanto mais verdadeiro for o nosso servir (tanto o que fazemos quanto a forma como fazemos), maior é a honra que vem de Deus.
Jesus foi exaltado de forma suprema (gr. uperupsoo) elevando-o às mais elevadas alturas, supremamente, — indicando a natureza elevadíssima e grandiosa da exaltação de Cristo, recebendo, assim, uma glória transcendente, fazendo-O assentar à sua mão direita. Ele, Jesus, foi feito, pelo Pai, o Senhor de todos, de vivos e de mortos, tanto no Céu quanto na Terra e debaixo da Terra (Hb 1.3,4).
2. Nome sobre todos.
Na cultura judaica, o nome simboliza a pessoa, seu ser, sua natureza e seus atributos. Assim, receber um nome que é sobre todo nome significa que Jesus é autoridade principal do universo, sendo superior a todas as outras pessoas que possam ser nomeadas nesta vida e na eternidade. Tal circunstância prova-se de maneira palmar quando se verifica que Deus o colocou à sua mão direita, mas não em um segundo trono, no seu próprio trono. Tanto é assim que João não viu, no apocalipse, dois tronos no Céu, mas somente um: “o trono de Deus e do Cordeiro” (Ap 22.1,3).
Jesus Cristo, 100% homem e 100% Deus, ao ser declarado Senhor, recebeu o mesmo nome do Pai, título que o acompanha eternamente (Hb 13.8). Isso significa que a vitória de Cristo no calvário foi tão retumbante que, por toda eternidade, Ele permanecerá como regente do universo. A vitória de Jesus Cristo na cruz não foi momentânea, ela é eterna. Ele reina para sempre.
3. Para a glória de Deus Pai.
Dessa forma, após analisar todas as expressões que demonstram a exaltação de Jesus, Paulo fecha com chave de ouro ao mencionar que tudo aconteceu para a glória de Deus Pai (Fp 2.11). Por tudo isso, observa-se que o andar humildemente, muito antes de ser uma virtude, trata-se de um agir inteligente, calcado em realidades presentes e também nas eternas.
SUBSÍDIO III
Fp 2.5-11 — Estes versículos provavelmente estejam relacionados a um hino entoado pela igreja cristã primitiva. E esta passagem se mostra como um paralelo com a profecia do servo sofredor em Isaías 53. [...] várias características-chave de Jesus Cristo são louvadas nesta passagem: 1) Cristo sempre existiu com Deus; 2) Cristo é igual a Deus porque Ele é Deus (Jo 1.1ss; Cl 1.15-19); 3) embora Cristo seja Deus, tornou-se homem para realizar o plano divino para a salvação de todas as pessoas; 4) Cristo não só tinha a aparência de ser humano — Ele verdadeiramente tornou-se homem para se identificar com os nossos pecados; 5) Cristo voluntariamente deixou de lado seus direitos e privilégios divinos pelo amor a seu Pai; 6) Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados para que não tivéssemos que enfrentar a morte eterna; 7) Deus glorificou a Cristo por sua obediência; 8) Deus elevou Cristo à sua posição original à sua mão direita, onde reinará por toda a eternidade como nosso Senhor e Juiz. Como seria possível deixar de louvar a Cristo como nosso Senhor, e não nos dedicarmos à sua obra!” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.1663).CONCLUSÃO
Ao concluir esta lição, duas coisas sobrevêm: A primeira é a exaltação do Filho, pelo Pai, dando-lhe a mesma glória que tinha na eternidade antes que o mundo existisse (Jo 17.5) decorrente de sua humildade suprema e obediência; a segunda é a tolice absurda de alguns homens que se vangloriam de si mesmos, considerando-se superiores aos demais, esquecendo-se da noção da finitude, fragilidade e efemeridade da vida humana e de que a “humildade vai adiante da honra”.HORA DA REVISÃO
1. Segundo a lição, quem é o nosso exemplo de alguém que verdadeiramente abriu mão dos seus direitos?R. Jesus.
2. Quem nos exorta a sermos humildes como Jesus?
R. O Espírito Santo nos exorta a sermos humildes como Jesus.
3. Segundo a lição, a humildade verdadeira leva à qual virtude?
R. A humildade verdadeira sempre leva à obediência (Fp 2.8).
4. Qual o nome, segundo a lição, do modelo de missão baseado no exemplo de Jesus?
R. Missão encarnacional.
5. Na cultura judaica, o que simboliza o nome de uma pessoa?
R. Na cultura judaica, o nome simboliza a pessoa, seu ser, sua natureza e seus atributos.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus

Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
