Lição 05 Adultos Betel: A esperança cristã diante da morte: A promessa da vida eterna | Plano de Aula EBD | 4º Trimestre 2026



ANTES DA AULA
  • Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
  • Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
  • Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. 
  • Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.




Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.

• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.

• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.

• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.

• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.

• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.

• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.




Ore com seus alunos.
  • Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
  • Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
  • Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
  • Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.



CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
  • Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
  • Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.,
  • Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
  • Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.

  • Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
  • Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.

  • Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏 



Vejam estas sugestões abaixo:
Apresentem o título da lição:
A esperança cristã diante da morte: A promessa da vida eterna



Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:

183 Harpa Cristã



242 Harpa Cristã



515 Harpa Cristã



SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.

Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.


O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.





RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
  A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
   Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.




CONVERSE COM SEUS ALUNOS











Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.









OBJETIVOS DA LIÇÃO
  • Ressaltar o destino do ser humano após a morte.
  • Compreender o ensinamento bíblico sobre a vida após a morte.
  • Identificar ensinamentos contrários à Palavra de Deus.



TEXTO ÁUREO
“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória”.
1 Coríntios 15.54.




VERDADE APLICADA
Para os que estão em Cristo, a morte física não rompe a comunhão com o Senhor: os salvos permanecem conscientemente em Sua presença, enquanto aguardam a ressurreição do corpo.




TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lucas 16. 22-25
22 E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado.

23 E, no hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.

24 E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.

25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado, e tu, atormentado.




LEITURA COMPLEMENTARES
  • SEGUNDA | Gn 3.17-19 A morte como consequência do pecado.
  • TERÇA | Rm 5.12 A morte passou a todos os homens.
  • QUARTA | Jo 11.25-26 Jesus, a ressurreição e a vida.
  • QUINTA | 2Co 5.8 Ausentes do corpo, presentes com o Senhor.
  • SEXTA | Hb 9.27 O juízo após a morte.
  • SÁBADO | 1Ts 4.13-17 A esperança da ressurreição.




MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que o Senhor nos dê discernimento sobre a Sua verdade.




ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
  • 1- Compreendendo a morte
  • 2- O que acontece após a morte?
  • 3- Ensinamentos contrários à Bíblia
  • Conclusão.




INTRODUÇÃO
A morte constitui uma realidade inevitável da experiência humana, mas não representa o fim para aqueles que pertencem a Cristo. A Palavra de Deus esclarece sua origem, revela o estado consciente após a morte e assegura a futura ressurreição dos salvos. Nesta lição, estudaremos essas verdades e examinaremos ensinamentos que não encontram respaldo nas Escrituras (Jo 11.25,26; 1Co 15.20-23; Hb 9.27).




PONTO DE PARTIDA:
Para quem está em Cristo, a morte não é a palavra final.




1- Compreendendo a morte
A Bíblia apresenta a morte como consequência da entrada do pecado no mundo, mas também anuncia a vitória alcançada por Cristo. Por Sua morte e ressurreição, Jesus abriu aos salvos o caminho da vida eterna e garantiu a futura ressurreição dos que lhe pertencem (Rm 5.12; 6.23; 1Co 15.20-22).




1.1. A morte entrou pelo pecado.
A morte tornou-se uma realidade comum a toda a humanidade (Hb 9.27). Apesar dessa realidade, a Palavra de Deus traz esperança para o ser humano. Isso porque, em Seu amor e misericórdia, Deus providenciou a Salvação por meio de Jesus Cristo, oferecendo perdão dos pecados e promessa de Vida Eterna a quem nEle crê (Jo 3.16; Rm 5.17-19). Cristo venceu a morte e garantiu a esperança da ressurreição para o Seu povo. Sendo assim, a esperança cristã não se limita ao tempo presente, pois sabemos que a morte não tem a palavra final sobre nossa vida (Jo 11.25,26; 1Co 15.21,22; 1Co 15.54-57). Como afirmou o apóstolo Paulo, se a nossa esperança em Cristo se restringisse apenas a esta vida, seríamos os mais miseráveis de todos os homens (1Co 15.19).

Russell Champlin (2014) observa que a universalidade da morte evidencia a extensão dos efeitos do pecado sobre a humanidade. A redenção em Cristo, entretanto, não se limita ao perdão da culpa, mas alcançará também o corpo dos salvos, que será ressuscitado e revestido de incorruptibilidade (Rm 8.23; 1Co 15.42-44). Desse modo, a Salvação revela a resposta completa de Deus às consequências da Queda.




1.2. A morte foi vencida por Cristo.
A ressurreição é uma das verdades centrais da fé cristã. Ao ressuscitar dentre os mortos, Cristo mostrou Seu poder sobre o pecado, a morte e o inferno, confirmando Sua vitória e o cumprimento das promessas de Deus (Mt 28.5,6; At 2.24; Ap 1.17,18). Por essa razão, a morte não é vista como o fim da esperança cristă, mas como uma realidade que foi submetida ao Senhorio de Cristo, cuja vitória fortalece a nossa fé diante das limitações da vida presente; pois, assim como Ele ressuscitou, também ressuscitarão os que Lhe pertencem, para estar sempre em Sua presença (1Co 15.20-23; 1Ts 4.14). Portanto, nossa esperança está fundamentada na promessa da Vida Eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Jo 6.39,40; Rm 6.8,9; 2Tm 1.10).

Stanley Horton destaca que a ressurreição de Cristo não é apenas uma demonstração de poder, mas a confirmação divina de Sua identidade e da eficácia de Sua Obra Redentora. O Cristo ressuscitado é a garantia de que a morte não frustrará o propósito de Deus para os que foram unidos a Ele pela fé (At 2.24,32-36; Rm 4.24,25). A esperança cristã, portanto, repousa em um acontecimento histórico que sustenta toda a mensagem do Evangelho.




1.3. A esperança da ressurreição.
A ressurreição de Cristo é a garantia de que os crentes também ressuscitarão, pois Ele é as primícias dos que dormem (1Co 15.20-23). Portanto, quando ocorrer a ressurreição dos mortos, Deus terá cumprido plenamente Suas promessas, manifestando Seu poder sobre todas as coisas (Jo 5.28,29; At 24.15). Essa esperança fortalece o cris-tão diante das dificuldades e perdas desta vida. Sabemos que nossa fé não é vã e que o Senhor cumprirá tudo que prometeu aos Seus servos (1Ts 4.13,14; Jo 14.1-3). Por isso, aguardamos com confiança o dia em que viveremos para sempre em Sua presença, desfrutando da plenitude da vida que Ele preparou para o Seu povo (1Ts 4.16,17; Ap 21.3,4; Fp 3.20,21).

Antônio Gilberto ressalta que a ressurreição ocupa lugar essencial na mensagem apostólica. Os primeiros pregadores não anunciavam apenas a sobrevivência da alma, mas a vitória de Deus sobre a morte mediante a ressurreição corporal (At 4.2; 17.18,31,32). Essa doutrina afirma o valor do corpo criado por Deus e aponta para a restauração integral dos salvos no dia de Cristo (Fp 3.20,21).

A morte entrou no mundo pelo pecado; porém, para quem está em Cristo, ela já foi vencida na cruz.




2- O que acontece após a morte?

A morte física não representa o fim da existência humana. Ao morrer, permanecemos debaixo da Soberania de Deus, aguardando o cumprimento dos Seus propósitos eternos (Lc 16.22,23; Fp 1.21-23).




2.1. Os salvos vão para a Presença do Senhor.
A Bíblia nos ensina que aqueles que morrem em Cristo desfrutam da bendita esperança de estar com o Senhor. O Apóstolo Paulo expressou o desejo de partir e estar com Cristo, afirmando que isso lhe seria incomparavelmente melhor (Fp 1.23). Da mesma forma, declarou que estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor (2Co 5.8), demonstrando a confiança dos cristãos na comunhão com Deus além desta vida. Essa esperança também pode ser observada nas palavras de Jesus ao ladrão arrependido na cruz: “Hoje estarás comigo no paraíso, Lc 23.43. Por isso, o crente enfrenta a realidade da morte com confiança, sabendo que sua esperança está firmada em Cristo e Suas promessas (Jo 11.25,26; 14.1-3; 1Ts 4.14).

Myer Pearlman relaciona o estado intermediário à certeza de que o salvo permanece sob o cuidado de Deus enquanto aguarda a ressurreição. Essa condição não constitui a etapa final da redenção, pois a esperança cristã inclui a reunião da pessoa com o corpo ressuscitado e glorificado (1Co 15.42-44; Fp 3.20,21). Estar com Cristo após a morte é bendito, mas a consumação ocorrerá na ressurreição.




2.2. Os perdidos aguardam o Juízo.
Quem rejeita a Graça e permanece afastado de Cristo enfrentará o juízo divino. As Escrituras revelam que Deus julgará o mundo com justiça e, assim, cada pessoa responderá diante dEle por suas escolhas e obras (Jo 5.28,29; At 17.30,31; Ap 20.12,13). No relato do rico e Lázaro, Jesus apresenta a realidade da separação entre os que viveram em comunhão com Deus e os que O rejeitaram (Lc 16.22-25). Esse ensino nos lembra da importância de atender ao chamado do Evangelho enquanto há oportunidade, pois Deus não tem prazer na perdição do pecador; em Sua vontade revelada, chama todas as pessoas ao arrependimento e oferece a salvação a todos, por intermédio de Cristo. Todo aquele que vem a Cristo pela fé é recebido (Ez 18.23; 2Pe 3.9; 1Tm 2.4; Jo 6.37).

Dicionário Bíblico Wycliffe (2007): destaca que o juízo divino confirma a responsabilidade moral do ser humano diante de Deus. A morte não apaga a identidade pessoal nem anula as escolhas realizadas nesta vida. Por isso, a mensagem bíblica do juízo também preserva a seriedade da liberdade humana e demonstra que nenhuma injustiça permanecerá definitivamente sem resposta (Ec 12.14; Rm 2.5-8; Ap 20.12).




2.3. A Eternidade deve influenciar a vida presente.

As verdades bíblicas sobre a morte, a ressurreição e a eternidade não foram reveladas apenas para satisfazer a curiosidade humana, mas também para orientar nossa maneira de viver. Saber que esta vida é passageira nos leva a valorizar ainda mais a comunhão com Deus, a obediência à Sua Palavra e o compromisso com o Evangelho (Sl 90.12; Ec 12.13,14). Por isso, o cristão deve permanecer preparado, confiante nas promessas de Deus, firme na fé e atuante na Obra do Senhor. As promes-sas divinas fortalecem nosso coração diante das dificuldades e nos motivam a uma vida de Santidade e perseverança, aguardando o cumprimento de tudo que Deus preparou para os que O amam (Mt 24.42; 1Co 15.58; Tt 2.11-13; 2Pe 3.11-14).

As verdades bíblicas sobre a morte, a ressurreição e a Vida Eterna não foram reveladas apenas para ampliar nosso conhecimento acerca do plano divino, mas para transformar nossa maneira de viver, servir e testemunhar neste mundo. A consciência da eternidade também ensina o cristão a administrar responsavelmente o tempo, as oportunidades e os recursos recebidos de Deus. Jesus orientou Seus discípulos a acumularem tesouros no Céu, indicando que as decisões tomadas no presente possuem consequências eternas (Mt 6.19-21). Viver à luz da eternidade significa empregar a vida naquilo que glorifica a Deus e beneficia o próximo (Ef 5.15,16; Cl 3.1,2).

A morte não é o fim. Os salvos têm a esperança de estar com Cristo, enquanto os perdidos enfrentarão o Juízo de Deus.




3- Ensinamentos contrários à Bíblia
A Palavra de Deus é nossa única regra de fé e prática. Por isso, todo ensinamento relacionado à morte e à eternidade deve ser examinado à luz das Escrituras (At 17.11; 2Tm 3.16,17). Ao longo da história, surgiram interpretações sem respaldo bíblico, capazes de gerar confusão entre os crentes. Diante disso, devemos retornar continuamente ao testemunho das Escrituras, discernindo a verdade e rejeitando ideias incompatíveis com a revelação divina.




3.1. A ideia de que a alma dorme.
Ao longo da história da Igreja, grupos ensinam que, entre a morte e a ressurreição, a pessoa permanece em completa inconsciência. Essa interpretação, conhecida como “sono da alma”, não corresponde ao conjunto do ensino bíblico. Ao prometer ao ladrão arrependido que estaria com Ele no Paraíso, Jesus indicou uma comunhão imediata após a morte (Lc 23.43). Paulo também declarou que desejava partir e estar com Cristo e afirmou que deixar o corpo significava habitar com o Senhor (Fp 1.23; 2Co 5.8). A morte física separa temporariamente o corpo da dimensão imaterial do ser humano, mas não extingue sua existência pessoal. O corpo aguarda a ressurreição, enquanto o salvo permanece na presença do Senhor, esperando a plena redenção que ocorrerá na ressurreição e glorificação dos santos (1Ts 4.16; 1Co 15.52-54). Assim, a esperança cristã não está fundamentada na inconsciência da alma, mas na certeza de que nem mesmo a morte pode separar o crente de Cristo (Rm 8.38,39).

Ao tratar das passagens que descrevem a morte como “sono”, Russell Champlin destaca que essa linguagem não deve ser entendida como desaparecimento da consciência, mas como uma figura relacionada ao estado temporário do corpo. Assim como quem dorme torna a despertar, o corpo que repousa na morte será levantado pela ação poderosa de Deus (Dn 12.2; Jo 11.11-14). A própria Bíblia apresenta pessoas falecidas agindo de maneira consciente: Moisés aparece falando com Jesus no monte da transfiguração, e as almas dos mártires clamam diante de Deus no Apocalipse (Lc 9.30,31; Ap 6.9-11). Portanto, o termo “dormir” ressalta o caráter provisório da morte para o corpo, enquanto a identidade e a consciência da pessoa continuam preservadas diante de Deus.




3.2. Ideias incompatíveis com a esperança cristã. 
A vida humana é única e, após a morte, cada um de nós comparecerá diante de Deus (Hb 9.27). Por essa razão, devemos rejeitar qualquer ensino que apresenta caminhos alternativos para a Salvação ou que contradiga a suficiência da Obra Redentora de Cristo. Somente Jesus é o Salvador e a Vida Eterna é recebida pela Graça, mediante a fé (Jo 14.6; At 4.12; Ef 2.8,9). A esperança cristã está fundamentada na morte e ressurreição de Cristo e não em esforços humanos, experiências futuras ou novas oportunidades após esta vida. Por isso, somos chamados a permanecermos firmes e confiantes nas promessas de Deus reveladas em Sua Palavra (2Co 6.2; 1Co 15.1-4; Gl 1.8,9).

Bispo Abner Ferreira ressalta que a suficiência da Obra de Cristo exclui qualquer possibilidade de salvação por processos sucessivos de aperfeiçoamento humano. Na cruz, Jesus ofereceu um sacrifício único, perfeito e definitivo, capaz de salvar completamente os que se aproximam de Deus por meio dEle (Hb 7.25; 9.27,28; 10.12-14). A resposta bíblica a essa graça é arrependimento e fé durante a vida presente.




3.3. A ideia de um lugar de purificação após a morte.
Entre os ensinos que se afastam da doutrina bíblica está a ideia de que, após a morte, o ser humano ainda precisaria passar por um processo de purificação para alcançar a plena comunhão com Deus; porém, essa doutrina não encontra fundamento nas Escrituras, que apresentam a Obra de Cristo como perfeita e suficiente para a Salvação dos que nEle creem (Hb 7.25; Hb 10.10-14). Nossa esperança está firmada na eficácia do sacrifício de Jesus, não em um processo posterior de purificação. Ele é o único mediador entre Deus e os homens, e Sua Obra Redentora é plenamente capaz de reconciliar o pecador com Deus (1Tm 2.5; 1Jo 2.1,2). Essa verdade nos leva a confiar inteiramente na Graça manifestada em Cristo, que purifica e salva perfeitamente os que se achegam a Deus por meio dEle (Rm 5.1; Cl 1.13,14).

A doutrina da justificação ensina que o pecador é declarado justo diante de Deus pela fé em Jesus Cristo, e não por méritos próprios ou por uma purificação posterior à morte (Rm 3.24-28; 5.1). A Obra do Calvário é plenamente suficiente para perdoar, purificar e reconciliar com Deus todos os que creem. Acrescentar outro meio de purificação enfraquece a finalidade e a perfeição do sacrifício de Cristo (Hb 10.10-14).


Devemos rejeitar qualquer ensinamento contrário às Escrituras e permanecer firmes na esperança revelada por Cristo.




CONCLUSÃO
Em Cristo, temos a esperança da ressurreição e da Vida Eterna. Por isso, devemos permanecer firmes na Palavra de Deus, confiantes em Suas promessas e preparados para a Eternidade. Essa certeza fortalece a nossa fé, nos encoraja a perseverar até o fim (Jo 11.25,26; 1Ts 4.16,17), nos sustenta em meio às lutas, consola o nosso coração diante da realidade da morte e nos lembra de que a nossa jornada não termina aqui. Em Cristo, a morte perde seu poder, a Eternidade se torna nossa herança e cada passo nesta vida nos direciona ao pleno cumprimento da promessa divina.









Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!





O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.  


DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!
Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.


Ide....pregai o evangelho a toda criatura

AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO

 2Timóteo 2.15.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 


  João 3.16 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14


O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus


Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus


Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas


Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática


Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!

Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
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