A paz do Senhor Jesus, queridos irmãos! Sejam todos muito bem-vindos à nossa Escola Bíblica Dominical!
Hoje temos uma oportunidade especial de aprender sobre uma das mais preciosas promessas das Escrituras: A gloriosa volta de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
A volta de Jesus não é apenas um acontecimento futuro, mas uma promessa que fortalece a nossa fé, renova a nossa esperança e nos desperta para uma vida de vigilância, santidade e fidelidade a Deus.
Nesta lição, vamos estudar as promessas bíblicas, compreender os sinais que antecedem esse grande acontecimento e refletir sobre os propósitos da volta de Cristo.
Que esta aula nos ajude a permanecer firmes, preparados e comprometidos com a Palavra de Deus, vivendo cada dia com a esperança de que Jesus voltará!
📖 Palavra para reflexão:
"E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo..." (João 14:3).
💬 Para iniciar nossa aula, pense nesta pergunta:
Se Jesus voltasse hoje, como estaria a nossa vida espiritual? Estamos vivendo de maneira que demonstra nossa fé e esperança na promessa da sua volta?
🙏 Que o Espírito Santo conduza nosso aprendizado e fortaleça em cada coração a bendita esperança da volta de Cristo!
Escrito por Adália Helena.

• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Hoje temos uma oportunidade especial de aprender sobre uma das mais preciosas promessas das Escrituras: A gloriosa volta de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
A volta de Jesus não é apenas um acontecimento futuro, mas uma promessa que fortalece a nossa fé, renova a nossa esperança e nos desperta para uma vida de vigilância, santidade e fidelidade a Deus.
Nesta lição, vamos estudar as promessas bíblicas, compreender os sinais que antecedem esse grande acontecimento e refletir sobre os propósitos da volta de Cristo.
Que esta aula nos ajude a permanecer firmes, preparados e comprometidos com a Palavra de Deus, vivendo cada dia com a esperança de que Jesus voltará!
📖 Palavra para reflexão:
"E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo..." (João 14:3).
💬 Para iniciar nossa aula, pense nesta pergunta:
Se Jesus voltasse hoje, como estaria a nossa vida espiritual? Estamos vivendo de maneira que demonstra nossa fé e esperança na promessa da sua volta?
🙏 Que o Espírito Santo conduza nosso aprendizado e fortaleça em cada coração a bendita esperança da volta de Cristo!
Escrito por Adália Helena.

ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino.
- Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.
Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.,
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
Apresentem o título da lição:
A gloriosa volta de Cristo: Promessa, sinais e propósitos


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:


SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
CONVERSE COM SEUS ALUNOS

Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Compreender a distinção entre o Arrebatamento e a Manifestação Gloriosa de Cristo
- Destacar os sinais bíblicos relacionados aos últimos dias.
- Identificar os principais aspectos e propósitos da Segunda Vinda de Jesus.
TEXTO REFERÊNCIA
2 Pedro 3. 8-108 Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10 Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
LEITURA COMPLEMENTARES
- SEGUNDA | Ap 1.7 A volta gloriosa de Cristo.
- TERÇA | 2Ts 2.3 A grande apostasia.
- QUARTA | Mt 24.12 O esfriamento do amor
- QUINTA | Is 26.20 Proteção durante o juízo.
- SEXTA | Ap 19.1-11 A vitória e as bodas do Cordeiro.
- SÁBADO | Dn 9.25-27 A profecia das setenta semanas
MOTIVO DE ORAÇÃO:
Ore para que a Igreja permaneça firme, vigilante e cheia de esperança, aguardando a Volta de Cristo com fidelidade.ESBOÇO DA LIÇÃO
- Introdução
- 1- A Segunda Vinda de Cristo
- 2- Os sinais da manifestação gloriosa
- 3- Os aspectos da manifestação gloriosa
- Conclusão.
INTRODUÇÃO
A volta de Jesus constitui uma promessa segura das Escrituras e ocupa lugar central na esperança cristã. O Novo Testamento apresenta diferentes aspectos desse acontecimento, mostrando que o Senhor cumprirá plenamente Seu propósito para a Igreja, Israel e as nações. Conhecer essa verdade fortalece nossa confiança na fidelidade de Deus e orienta nossa vida no presente (Jo 14.1-3; At 1.11; Tt 2.13).PONTO DE PARTIDA:
A Volta de Jesus fortalece a esperança cristã.
1- A Segunda Vinda de Cristo
A promessa da Volta de Jesus ocupa lugar de destaque nas Escrituras. Ele mesmo declarou que voltaria, e os apóstolos reafirmaram essa esperança em seus ensinamentos. A Segunda Vinda, portanto, não é uma ideia criada pela Igreja, mas uma verdade revelada por Deus em Sua Palavra. Os profetas do AT anunciaram a Vinda e o Governo do Messias. Embora não tivessem recebido todos os detalhes posteriormente revelados no NT, eles falaram sobre Sua glória, justiça e vitória.
1.1. Entendendo a Segunda Vinda.
O Arrebatamento e a Manifestação Gloriosa de Cristo são acontecimentos relacionados; porém, distintos. No Arrebatamento, Jesus virá buscar Sua Igreja, os mortos nEle ressuscitarão, e os crentes que estiverem vivos serão transformados para encontrá-Lo nos ares e permanecerem para sempre com Ele (1 Ts 4.16,17;1Co 15.51-53). Já na Manifestação Gloriosa, Cristo retornará visivelmente, ao final da Grande Tribulação, quando todo olho O verá, e Sua autoridade, Sua majestade e Seu senhorio serão plenamente reconhecidos (Mt 24.29,30; Ap 1.7). Nesse momento, Jesus derrotará o Anticristo e estabelecerá Seu Reino de justiça e paz (2Ts 2.8; Ap 19.11-21). Portanto, no Arrebatamento, Cristo virá para a Igreja; e, na Manifestação Gloriosa, Ele virá com a Igreja.
Em “O Calendário da Profecia”, Antônio Gilberto, ao organizar os acontecimentos proféticos, destaca que a distinção entre Israel e Igreja ajuda a compreender os propósitos relacionados à volta de Cristo. No Arrebatamento, completa-se a reunião da Igreja com o Senhor; na Manifestação Gloriosa, cumprem-se promessas relacionadas ao juízo das nações e ao estabelecimento do Reino messiânico (Dn 7.13,14; lTs 4.16,17; Ap 19.11-16).
1.2. As profecias bíblicas do AT.
Daniel viu o Filho do Homem vindo com as nuvens para receber domínio, glória e um reino eterno (Dn 7.13,14). Zacarias anunciou que o Senhor Se manifestaria no Monte das Oliveiras e reinaria sobre toda a terra (Zc 14.4,9). Malaquias destacou a santidade e a obra de purificação que acompanhariam a Vinda do Senhor (MI 3.2,3). Isaías profetizou o “ano aceitável do Senhor” e o “dia da vingança do nosso Deus” (Is 61.1,2). Ao ler essa passagem em Nazaré, Jesus anunciou o cumprimento de Sua missão salvadora, encerrando a leitura antes da referência ao dia da justiça divina (Lc 4.17-21). Essa parte da profecia aponta também para a futura Manifestação de Cristo em glória. Ou seja, o AT apresenta o Messias que veio para salvar e que voltará em glória para reinar.
Stanley M. Horton (Teologia Sistemática) ressalta que as profecias messiânicas frequentemente apresentam, em uma mesma perspectiva, acontecimentos ligados à Primeira e à Segunda Vinda de Cristo. O Novo Testamento permite distinguir o cumprimento relacionado à Sua Obra Redentora daquele que ainda ocorrerá em Sua manifestação gloriosa. Essa compreensão evidencia a unidade das Escrituras e o desenvolvimento progressivo da revelação divina (Is 61.1,2; Lc 4.17-21).
1.3 As profecias bíblicas do NT.
O NT confirma, de maneira clara, a promessa da Volta de Jesus. Após Sua Ascensão, os anjos declararam que Ele retornaria de forma pessoal e visível, assim como havia subido ao Céu (At 1.9-11). Os apóstolos também ensinaram sobre a ressurreição dos mortos, a transformação dos crentes e a esperança daqueles que aguardam o Senhor (lTs 4.16,17; Hb 9.28). Pedro e Tiago destacaram a importância de uma vida santa, firme e perseverante até a Vinda de Cristo (2Pe 3.13,14; Tg 5.7,8). A Bíblia não revela o dia nem a hora desse acontecimento (Mt 24.36); por isso, a Igreja deve evitar especulações, permanecer vigilante, anunciar o Evangelho e viver em fidelidade, aguardando o retorno do Senhor.
Myer Pearlman (2006) ensina que a volta de Cristo também confirma a responsabilidade do crente como mordomo. Ao retornar, o Senhor encontrará Seus servos exercendo ou negligenciando as responsabilidades que lhes foram confiadas (Mt 24.45-47; Lc 12.35-40). A expectativa cristã, portanto, envolve prontidão, diligência e fidelidade no serviço até que Ele venha.
- O Arrebatamento será o encontro de Cristo com a Igreja nos ares, e a Manifestação Gloriosa será Sua volta visível, em poder e glória, a esta terra.
2- Os sinais da manifestação gloriosa
Jesus e os apóstolos ensinaram que os últimos dias seriam marcados por acontecimentos relacionados ao cumprimento das profecias e à Sua Manifestação Gloriosa. Entre eles, destacam-se: eventos naturais, decadência moral e crescimento da apostasia religiosa. Esses sinais não foram dados para calcular datas, mas para despertar responsabilidade, fortalecer a vida cristã e impulsionar a Igreja no cumprimento de sua missão. Portanto, precisamos permanecer firmes na Palavra, rejeitar as obras das trevas e viver como luz neste mundo (Ef 5.8-11; Fp 2.15).
2.1. Sinais na natureza.
Jesus ensinou que haveria guerras, fomes, pestes e terremotos em vários lugares, descrevendo-os como “o princípio das dores” (Mt 24.6-8). Esses sinais revelam que a criação ainda sofre os efeitos do pecado e aguarda sua plena restauração por Deus (Rm 8.19-22). Contudo, é necessário equilíbrio: nem toda calamidade deve ser interpretada isoladamente como cumprimento de uma profecia específica, pois Jesus afirmou que essas coisas aconteceriam, mas ainda não seria o fim. A esperança cristã não está na estabilidade deste mundo, mas na promessa do Senhor, que fará novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça (2Pe 3.13).
William Barros (Editora Betel, 2022), destaca que os sinais na natureza também revelam a fragilidade das estruturas humanas. O progresso científico e tecnológico não elimina a dependência da criação em relação ao seu Criador. Esses acontecimentos lembram que somente o Reino de Deus é inabalável e convidam a Igreja a testemunhar com compaixão em meio ao sofrimento humano (Hb 12.26-28; Mt 5.16).
2.2. Sinais na moral humana.
Jesus ensinou que a multiplicação da iniquidade provocaria o esfriamento do amor de muitos (Mt 24.12), enquanto o Apóstolo Paulo descreveu os últimos dias como tempos trabalhosos, marcados por egoísmo, avareza, desobediência, crueldade e amor aos prazeres acima do amor a Deus (2Tm 3.1-5). O declínio moral começa quando o ser humano rejeita a verdade divina e passa a tratar o pecado como algo banal (Rm 1.21-25). A Bíblia adverte contra aqueles que chamam o mal de bem e o bem de mal (Is 5.20), normalizando a mentira, a violência, a injustiça, a impureza e a falta de amor (2Tm 3.2-4; Ef 4.17-19). Diante desse cenário, a Igreja deve anunciar a Verdade com amor, acolher os que se arrependem e testemunhar o poder transformador do Evangelho (Ef 4.15; 1Co 6.9-11).
A decadência moral também pode ser percebida quando o pecado deixa de produzir constrangimento e passa a ser exibido como motivo de orgulho. A Escritura descreve pessoas cuja consciência se tornou insensível e que perderam a percepção da gravidade de seus atos (Jr 6.15; lTm 4.2). Paulo ainda menciona aqueles que se gloriam no que deveria causar vergonha, demonstrando uma profunda inversão de valores (Fp 3.18,19). Esse quadro revela que o problema moral não está apenas nas ações praticadas, mas também na perda do temor de Deus e da capacidade de reconhecer o mal.
2.3. Apostasia o engano espiritual.
Jesus alertou que os últimos dias seriam marcados pelo surgimento de falsos cristas, falsos profetas e ensinamentos capazes de desviar muitas pessoas da Verdade (Mt 24.11,24). A Bíblia nos alerta da apostasia, isto é, do afastamento consciente da fé e da verdade revelada por Deus (2Ts 2.3), quando alguns abandonarão a fé por dar ouvidos a espíritos enganadores e a falsas doutrinas ( 1 Tm 4.1). Outros ainda deixariam de suportar a sã doutrina e buscariam mestres que ensinassem segundo seus próprios desejos (2Tm 4.3,4). Diante dessa realidade, a Igreja deve permanecer firme na Palavra, na oração e na comunhão (At 2.42; Hb 10.25), examinando todo ensinamento à luz da Escritura e com discernimento espiritual (At 17.11; 1Jo 4.1). Somente o crescimento no conhecimento de Cristo produz maturidade espiritual, ajudando o cristão a reconhecer e rejeitar o engano (Ef 4.13,14; Cl 2.6-8).
O engano espiritual geralmente não se apresenta como rejeição aberta a toda verdade bíblica, mas como distorção parcial da mensagem. Por isso, a maturidade cristã exige conhecimento do conjunto das Escrituras, e não apenas familiaridade com textos isolados. A Igreja permanece protegida quando persevera na doutrina apostólica, discerne os espíritos e mantém Cristo como centro de sua fé (At 2.42; Ef 4.13- 15; 1Jo 4.1-3).
- Jesus e os apóstolos ensinaram que os últimos dias seriam marcados por acontecimentos relacionados ao cumprimento das profecias e à Sua Manifestação Gloriosa.
3- Os aspectos da manifestação gloriosa
A Manifestação Gloriosa será visível, poderosa e triunfante. Ao final da Grande Tribulação, o Senhor Jesus voltará à Terra em poder e grande glória, destruirá as forças do mal, cumprirá as profecias e estabelecerá Seu Reino milenial de justiça e paz (Mt 24.29,30; 2Ts 2.8; Ap 19.11-16; 20.1-6).
3.1. O propósito da Manifestação Gloriosa.
Na Manifestação Gloriosa, o Senhor Jesus voltará de maneira visível, de modo que todos O verão (Ap 1.7). Conforme profetizado por Zacarias, Seus pés estarão sobre o Monte das Oliveiras (Zc 14.4). Ele destruirá o poder do Anticristo pelo resplendor de Sua vinda e vencerá todos os que se levantarem contra Deus (2Ts 2.8; Ap 19.19-21). Israel reconhecerá o Messias, as nações serão julgadas, e Satanás será aprisionado por mil anos (Zc 12.9,10; Mt 25.31-46; Ap 20.1-3). Então, o Senhor estabeleceu o Seu Reino milenial de justiça e paz, manifestando plenamente Sua autoridade como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16; 20.4-6).
William Barros (Apocalipse, Editora Betel) apresenta o Livro do Apocalipse como uma mensagem de edificação e esperança, não como uma fonte de medo ou de especulações intermináveis. A Manifestação Gloriosa revelará o triunfo de Cristo sobre o Anticristo e todas as forças do mal. O Seu retorno mostrará que a História está sob o controle de Deus e que Seu Reino será plenamente estabelecido.
3.2. A Vinda de Jesus em glória.
Em Sua Primeira Vinda, Jesus veio em humildade; na Manifestação Gloriosa, virá revestido de poder, majestade e glória. João viu o céu aberto, de onde Cristo virá como Fiel e Verdadeiro, com autoridade para julgar e reinar (Ap 19.11- 16). Para Israel, se manifestará como Messias e Libertador; para as nações rebeldes, como Justo Juiz. Por sua vez, a Igreja estará com Ele, participando do Seu Reino (Rm 11.25-27; Ap 19.14; 20.4). A Manifestação de Cristo confirmará a fidelidade divina e o pleno cumprimento das promessas anunciadas na Palavra de Deus (Tt 2.13).
Bispo Abner Ferreira (Revista Betel Dominical) destaca que a manifestação gloriosa revelará publicamente a identidade e a autoridade daquele que o mundo rejeitou. O Jesus que compareceu diante de governantes humanos será visto como o Juiz e Rei universal (Jo 18.36,37; Ap 1.7; 19.11-16). Essa inversão confirma que a avaliação definitiva da história pertence a Deus, e não aos poderes deste mundo.
3.3. Israel e a Manifestação Gloriosa.
Israel tem um lugar importante nas profecias sobre a Manifestação Gloriosa de Cristo. Durante a Grande Tribulação, a nação sofrerá forte perseguição, mas o Senhor agirá em seu favor (Zc 14.1-4). Naquele dia, Israel reconhecerá Jesus como o Messias e se voltará para Ele com arrependimento (Zc 12.9,10). No AT, a visão dos ossos secos revela a restauração de Israel pela ação divina (Ez 3 7 .1- 14). Por fim, Jesus destruirá o Anticristo e cumprirá os planos de Deus para a nação de Israel (2Ts 2.8; Rm 11.25-27). Também a Igreja estará presente na Manifestação Gloriosa e participará do Reino (Ap 19.14; 20.4). Assim, a Manifestação de Jesus mostrará que Deus é fiel e cumpre Suas promessas à Igreja e a Israel.
Abraão de Almeida (Israel, Gogue e o Anticristo) ressalta que a restauração profética de Israel evidencia a irrevogabilidade das promessas de Deus. O Senhor conduz Seu plano sem confundir as responsabilidades atribuídas a Israel e à Igreja, e a fidelidade demonstrada à nação confirma que nenhuma palavra divina ficará sem cumprimento (Rm 11.25-29). Assim, a escatologia preserva tanto a unidade do plano redentor quanto os propósitos específicos revelados nas Escrituras.
- Na Manifestação Gloriosa, Cristo voltará com a Igreja, julgará as nações e estabelecerá Seu Reino milenial.
CONCLUSÃO
A volta de Cristo revela que a história caminha para o triunfo definitivo do Senhor. No Arrebatamento, a Igreja será reunida com Ele; na Manifestação Gloriosa, Sua autoridade será publicamente reconhecida, o mal será vencido e o Reino messiânico será estabelecido. Essa certeza deve manter nossa confiança na fidelidade de Deus e nosso compromisso com a missão recebida (lTs 4.16,17; Ap 19.11-16).
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!


Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus
