
💓 A paz do Senhor Jesus Cristo a todos!
- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
Professor(a),- Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor. • Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
TITULO DA LIÇÃO:
O Deus Espírito Santo
O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade, plenamente divino e coigual ao Pai e ao Filho. Ele não é uma força impessoal, mas Consolador, Ensinador e Santificador da Igreja. Nesta lição, estudaremos sua Pessoa, sua divindade e suas principais obras, confirmando sua atuação indispensável na vida cristã e na missão da Igreja.
APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Mostrar que o Espírito Santo é uma Pessoa, distinta, mas coigual ao Pai e ao Filho;
II) Evidenciar a plena divindade do Espírito Santo e seus atributos;
III) Ressaltar as principais obras do Espírito Santo: encarnação, ressurreição e santificação.
B) Motivação:
Muitos confundem o Espírito Santo como mera força ou influência. A Bíblia, porém, o apresenta como Pessoa divina, com mente, vontade e emoções. Ele age em nossa vida como Consolador, Ensinador e Santificador. Reconhecer sua divindade fortalece nossa fé e nos leva a viver em plena dependência de sua ação.


Hino 155 - Harpa Cristã - Imploramos Teu Poder - Com Letra
Hino 340 - Harpa Cristã - Um Povo Forte
Harpa Cristã 514 - Em Glória Esplendente
Renova-me - Aline Barros, com letra
Harpa Cristã 367 - Espírito Consolador
Porque Ele vive - André Valadão
Aplicação:
Aplicação:
III. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NA VIDA DO CRENTE
Aplicação:

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre.
João 14.16.
Terça — 1Co 12.11
Quarta — Jo 14.26
Quinta — Rm 8.11
Sexta — 2Ts 2.13
Sábado — At 13.2
25 — Tenho-vos dito isso, estando convosco.
26 — Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
27 — Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
28 — Ouvistes o que eu vos disse: vou e venho para vós. Se me amásseis, certamente, exultaríeis por ter dito: vou para o Pai, porque o Pai é maior do que eu.
29 — Eu vo-lo disse, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis.
30 — Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo e nada tem em mim.
31 — Mas é para que o mundo saiba que eu amo o Pai e que faço como o Pai me mandou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.
O Espírito não é uma força impessoal, uma energia ou uma influência, mas o próprio Deus. Ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Ele age com autonomia, exercendo funções próprias de uma Pessoa. Ele tem propósito, mente e consciência, o que comprova sua racionalidade (Rm 8.27). Ele pode ser entristecido, o que envolve sensibilidade e emoções (Ef 4.30). Ele ensina e faz lembrar, o que demonstra inteligência e comunicação consciente (Jo 14.26). Ele guia os crentes, função que exige entendimento e relacionamento (Jo 16.13). Ele distribui os dons soberanamente, o que confirma sua vontade em ação (1Co 12.11). Ele fala com clareza, chama pessoas e designa tarefas, que são ações de uma Pessoa divina (At 13.2). Negar sua Pessoa é mutilar a Trindade.
2. Pessoa distinta na Trindade.
A doutrina da Trindade afirma que Deus é um só em essência, mas subsiste em três Pessoas distintas (1Pe 1.2). Embora o Espírito Santo compartilhe da mesma natureza divina do Pai e do Filho, sendo plenamente Deus, Ele é uma Pessoa distinta dentro da unidade da Trindade (Tt 3.5). Essa distinção do Espírito Santo é essencial para refutar heresias, como o modalismo que ensina que Pai, Filho e Espírito são apenas “modos” sucessivos de uma única Pessoa divina. E o arianismo, que negava a divindade do Filho e do Espírito; e os pneumatómacos que negavam a deidade. Porém, as Escrituras ensinam que o Espírito é enviado pelo Pai e em nome do Filho, evidenciando seu papel distinto e sua missão específica (Jo 14.26). Em suma, o Espírito Santo é distinto do Pai e do Filho, mas plenamente Deus (1Co 2.10,11).
3. O Consolador prometido.
Jesus prometeu aos discípulos um divino companheiro: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “Consolador” é tradução do grego paráklētos, que significa “aquele que encoraja e conforta”; e, “Ajudador”, que auxilia na necessidade; e, ainda “Advogado”, que intercede ou defende alguém perante uma autoridade. O vocábulo paráklētos aparece cinco vezes nos escritos de João, referindo-se tanto ao Espírito Santo como a Cristo (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7; 1Jo 2.1). Nesse contexto, o Espírito Santo é chamado de “outro Consolador”, isto é, alguém da mesma natureza que Jesus. O Espírito Santo, portanto, não é inferior ao Filho, mas assume o papel da presença permanente de Deus na vida dos crentes.
A expressão latina filioque significa “e do Filho”, foi inserida no Credo Niceno-Constantino-politano para reafirmar o ensino bíblico que o Espírito procede do Pai e do Filho: “o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome” (Jo 15.26 — NAA); “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8.9); “Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho” (Gl 4.6). Esse debate ocorreu no século IV em virtude das heresias do arianismo e dos pneumatómacos. Em 381, após confirmar que o Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem a mesma essência divina, a igreja aprovou o Credo que ratificava as Escrituras e professava a fé: “no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado”.
2. Os atributos divinos do Espírito.
Todos os atributos divinos do Pai e do Filho podem ser igualmente relacionados com o Espírito Santo, tais como: Onipotência, o Consolador tem pleno poder sobre todas as coisas (Lc 1.15; Rm 15.19). Onisciência, não existe nada além de seu conhecimento (At 5.3,4; 1Co 2.10,11). Onipresença, não há lugar algum onde se possa fugir da sua presença (Sl 139.7-10). Eternidade, Ele não passou a existir no Pentecostes, pois estava presente no ato da criação (Gn 1.1,2; Hb 9.14). Esses atributos absolutos são exclusivos da divindade. Tais virtudes são, de modo inequívoco, evidências da deidade do Espírito Santo. Essas características lhe são inerentes, não lhe foram agregadas nem conferidas. A Terceira Pessoa da Trindade possui a mesma essência do Pai e do Filho.
3. Os símbolos do Espírito.


Ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo.
Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
2Timóteo 2.15.
João 3.16 
O segredo da felicidade está nestes versículos
Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus
Ser feliz é uma decisão. Se você é salvo por Jesus, você tem muitas razões para ser feliz! Mesmo quando tudo corre mal, você tem a vida eterna e a amizade, a proteção e o conforto de Deus. Alegre-se, nem tudo é ruim!
2. Ser grato e entregar os problemas a Deus
Você está preocupado com alguma coisa? Não deixe que a ansiedade estrague sua felicidade. Fale com Deus sobre o problema. Confie em Deus e ele vai lhe ajudar. Não precisa ficar ansioso.
- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas
Muitas vezes pensamos tanto nas coisas ruins da vida que esquecemos das coisas boas. Pensamentos negativos tiram a felicidade. Por isso, quando você está em baixo, pense em coisas boas! Por cada pensamento negativo pense em duas coisas positivas e agradeça a Deus por elas.
4. Pôr em prática
Saber não basta. Você precisa praticar! Quanto mais você pratica, mais fácil fica. Se você realmente quer ser feliz, precisa praticar o que a Bíblia diz.
Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE


I) Mostrar que o Espírito Santo é uma Pessoa, distinta, mas coigual ao Pai e ao Filho;
II) Evidenciar a plena divindade do Espírito Santo e seus atributos;
III) Ressaltar as principais obras do Espírito Santo: encarnação, ressurreição e santificação.
B) Motivação:
Muitos confundem o Espírito Santo como mera força ou influência. A Bíblia, porém, o apresenta como Pessoa divina, com mente, vontade e emoções. Ele age em nossa vida como Consolador, Ensinador e Santificador. Reconhecer sua divindade fortalece nossa fé e nos leva a viver em plena dependência de sua ação.
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
O DEUS ESPÍRITO SANTO
- Nesta oportunidade, estudaremos sobre a Pessoa do Espírito Santo, que, juntamente com o Pai e o Filho, é plenamente divino e atua para consolar, ensinar e santificar a igreja. A Palavra de Deus nos revela o Espírito Santo como a Terceira Pessoa da Trindade que foi enviada a este mundo para avançar a obra de Cristo. Uma vez que o Filho Unigênito de Deus, que consolava e ensinava Seus discípulos, foi assunto ao Céu, o Pai enviou “outro” Consolador para que estivesse com eles até o fim (Jo 14.16). Este mesmo Espírito da verdade que o mundo não pode receber seria responsável por conduzir os discípulos a cumprir a missão de tornar mundialmente conhecida a mensagem do Evangelho (Mc 16.15). Os três aspectos de Sua atuação (consolo, ensino e santificação) não estariam restritos aos primeiros anos da igreja, mas se estendem às próximas gerações e continuam presentes.
- A obra Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal (CPAD) discorre que “a obra do Espírito Santo como Consolador inclui o seu papel como Espírito da Verdade que habita em nós (Jo 14.16; 15.26), como Ensinador de todas as coisas, como aquEle que nos faz lembrar tudo o que Cristo tem dito (14.26), como aquEle que dará testemunho de Cristo (15.26) e como aquEle que convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo (16.8). Não se pode subestimar a importância dessas tarefas. O Espírito Santo, dentro em nós, começa a esclarecer as crenças incompletas e errôneas sobre Deus, sua obra, seus propósitos, sua Palavra, o mundo, crenças estas que trazemos conosco ao iniciarmos nosso relacionamento com Deus. Conforme as palavras de Paulo, é uma obra vitalícia, jamais completada neste lado da eternidade (1Co 13.12)” (2021, p.397).
- Não podemos negligenciar a necessidade que temos da Pessoa do Espírito Santo. Sem Sua presença, não podemos exercer o chamado que fomos desafiados a cumprir. É Ele quem nos escolhe para realização da Sua obra a partir da oração (At 13.2). O exercício dos dons espirituais e ministeriais (1Co 12.8-10; Ef 4.11,12), as decisões na condução de Sua obra, a tarefa de convencer os pecadores a Cristo (Jo 16.8) ou mesmo a libertação do pecado ou perdão entre irmãos são obras que dependem inquestionavelmente da atuação do Espírito Santo na Igreja. Nossa dependência dEle é uma forma de glorificá-lo. Quando reconhecemos que sem Ele nada podemos, Sua presença se manifesta para nos mostrar a verdade, direcionar as decisões e nos aconselhar para que tenhamos uma vida sábia.


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
EU NAVEGAREI - GABRIELA ROCHA (CLIPE OFICIAL) | EP CÉU
SONDA-ME, USA-ME | BRUNA KARLA - AO VIVO
Espírito, enche a minha vida (Harpa Cristã 688)
Harpa Cristã: 360
A Unção Real - 101 - Harpa Cristã.mpg
O MOVER DO ESPÍRITO (QUERO QUE VALORIZE) - ARMANDO FILHO | LETRA - 1999
PARA INICIAR A AULA UTILIZEM A:
Dinâmica: Mora e está em mim

Material:
01 vaso de barro pequeno
01 caixa revestida com papel dourado
¼ de uma folha de papel ofício com o nome Espírito Santo.
Procedimento:
– Leiam Gn 2.7a: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra…”
– Apresentem um vaso de barro e falem que este objeto representa nosso corpo, as pessoas, a humanidade.
Observação: dentro do vaso deve estar a caixa dourada.
– Falem: O homem gozava de um relacionamento precioso com Deus, mas com o pecado, o homem perdeu este tesouro (retire a caixa dourada do vaso).
O homem perdeu a comunhão com Deus e ficou separado dEle, porém Deus por seu grande amor proveu a religação, através da salvação por meio de Jesus Cristo. Há dois grupos: os que não aceitam, preferindo permanecer sem o tesouro e os que aceitam, optando pelo resgate do tesouro.
Leiam II Co 4. 4, 5 e 7 e falem: Os que aceitam Jesus como Salvador, tem dentro de si um tesouro(coloquem a caixa dourada dentro do vaso).
– Então, retirem do vaso a caixinha dourada e peçam para que 01 aluno abra pra ver o que é o tesouro. O aluno deverá ler o que contém o papel: Espírito Santo.
– Para confirmar isto, leiam João 14:16-17:
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós”.
Objetivo:
Ilustrar a presença do Espírito Santo na vida daquele que recebe Jesus como salvador.

Material:
01 vaso de barro pequeno
01 caixa revestida com papel dourado
¼ de uma folha de papel ofício com o nome Espírito Santo.
Procedimento:
– Leiam Gn 2.7a: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra…”
– Apresentem um vaso de barro e falem que este objeto representa nosso corpo, as pessoas, a humanidade.
Observação: dentro do vaso deve estar a caixa dourada.
– Falem: O homem gozava de um relacionamento precioso com Deus, mas com o pecado, o homem perdeu este tesouro (retire a caixa dourada do vaso).
O homem perdeu a comunhão com Deus e ficou separado dEle, porém Deus por seu grande amor proveu a religação, através da salvação por meio de Jesus Cristo. Há dois grupos: os que não aceitam, preferindo permanecer sem o tesouro e os que aceitam, optando pelo resgate do tesouro.
Leiam II Co 4. 4, 5 e 7 e falem: Os que aceitam Jesus como Salvador, tem dentro de si um tesouro(coloquem a caixa dourada dentro do vaso).
– Então, retirem do vaso a caixinha dourada e peçam para que 01 aluno abra pra ver o que é o tesouro. O aluno deverá ler o que contém o papel: Espírito Santo.
– Para confirmar isto, leiam João 14:16-17:
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós”.
Por Sulamita Macedo.
Fonte da dinâmica/blog/atitudedeaprendiz.blogspot.com
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
C) Sugestão de Método:- Inicie a aula convidando os alunos a refletirem sobre como têm experimentado a presença de Deus em sua caminhada. Depois, leia pausadamente João 14.16, destacando a promessa de Jesus: O Consolador estaria conosco para sempre.
- Pergunte: “De que forma o Espírito Santo já consolou, guiou ou fortaleceu você em momentos difíceis?
- Permita que alguns compartilhem brevemente suas experiências.
- Em seguida, destaque: O Espírito é Pessoa, que se relaciona conosco; é Deus, que habita em nós; e realiza obras divinas, transformando nosso coração.
- Finalize com uma breve oração de gratidão, pedindo que a classe viva diariamente sob a direção do Espírito Santo.
Plano de Aula Bíblica – Adultos
Escrito por Adália Helena
INTRODUÇÃO
- Ao longo da história bíblica, o Espírito Santo sempre esteve presente, agindo com poder, sabedoria e propósito. Nesta lição, aprenderemos que o Espírito Santo não é uma força impessoal, mas o próprio Deus, que ensina, consola, capacita e transforma vidas.
DESENVOLVIMENTO DA LIÇÃO
I. O ESPÍRITO SANTO É DEUS
- Possui atributos divinos: Eternidade, onisciência, onipresença e onipotência;
- É mencionado em igualdade com o Pai e o Filho;
- Age na criação, na inspiração das Escrituras e na redenção.
Aplicação:
- Crer no Espírito Santo como Deus fortalece nossa fé e reverência.
II. O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA
- Ele fala, ensina, consola e orienta;
- Pode ser entristecido ou resistido;
- Relaciona-se pessoalmente com o crente.
Aplicação:
- Devemos desenvolver um relacionamento diário e sensível com o Espírito Santo.
III. A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NA VIDA DO CRENTE
- Convence do pecado, da justiça e do juízo;
- Regenera, santifica e capacita;
- Concede dons espirituais para edificação da Igreja.
Aplicação:
- Uma vida cheia do Espírito é marcada por obediência, frutos espirituais e serviço cristão.
IV. O ESPÍRITO SANTO NA IGREJA
- Capacita a Igreja para testemunhar;
- Produz unidade, comunhão e crescimento espiritual;
- Direciona a missão e o ministério cristão.
Aplicação:
A Igreja precisa depender do Espírito Santo em todas as suas ações.
CONCLUSÃO
- O Espírito Santo é Deus presente e atuante hoje. Ele deseja conduzir o crente a uma vida santa, frutífera e cheia da presença divina. Cabe a nós ouvir Sua voz, obedecer à Sua direção e permitir que Ele governe nossa vida.
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO
- De que forma você reconhece a atuação do Espírito Santo em sua vida diária?
- O que significa, na prática, viver cheio do Espírito Santo?
- Como a Igreja pode demonstrar maior dependência do Espírito Santo?
SUGESTÃO AO PROFESSOR
- Inicie a aula com uma breve oração pedindo direção do Espírito Santo;
- Utilize exemplos práticos do cotidiano cristão;
- Estimule a participação dos alunos com perguntas e testemunhos;
- Finalize com um momento de oração e consagração.
- Plano de Aula Bíblica – Adultos/ Escrito por Adália Helena.
TEXTO ÁUREO
João 14.16.
VERDADE PRÁTICA
O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade, plenamente divino, atuando como Consolador, Ensinador e Santificador da Igreja.LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 14.16- O Espírito é o Consolador prometido
Terça — 1Co 12.11
- O Espírito distribui os dons soberanamente
Quarta — Jo 14.26
- O Espírito ensina e faz lembrar da verdade
Quinta — Rm 8.11
- O Espírito é o agente da ressurreição
Sexta — 2Ts 2.13
- O Espírito opera a santificação do crente
Sábado — At 13.2
- O Espírito chama e designa para a missão
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 14.25-31.25 — Tenho-vos dito isso, estando convosco.
26 — Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
27 — Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
28 — Ouvistes o que eu vos disse: vou e venho para vós. Se me amásseis, certamente, exultaríeis por ter dito: vou para o Pai, porque o Pai é maior do que eu.
29 — Eu vo-lo disse, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis.
30 — Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo e nada tem em mim.
31 — Mas é para que o mundo saiba que eu amo o Pai e que faço como o Pai me mandou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.
INTRODUÇÃO
O Espírito Santo é uma Pessoa divina, não uma força impessoal ou uma mera influência espiritual. Ele é o Consolador prometido que procede do Pai e do Filho (Jo 14.25-31). Ele é plenamente Deus — a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Esta lição discorre acerca da Pneumatologia com base bíblica e teológica, evidenciando a Pessoa do Espírito Santo, sua eterna divindade e suas obras maravilhosas.PALAVRAS CHAVE
ESPÍRITO SANTO
I. A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO
1. O Espírito Santo é uma Pessoa. O Espírito não é uma força impessoal, uma energia ou uma influência, mas o próprio Deus. Ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Ele age com autonomia, exercendo funções próprias de uma Pessoa. Ele tem propósito, mente e consciência, o que comprova sua racionalidade (Rm 8.27). Ele pode ser entristecido, o que envolve sensibilidade e emoções (Ef 4.30). Ele ensina e faz lembrar, o que demonstra inteligência e comunicação consciente (Jo 14.26). Ele guia os crentes, função que exige entendimento e relacionamento (Jo 16.13). Ele distribui os dons soberanamente, o que confirma sua vontade em ação (1Co 12.11). Ele fala com clareza, chama pessoas e designa tarefas, que são ações de uma Pessoa divina (At 13.2). Negar sua Pessoa é mutilar a Trindade.
2. Pessoa distinta na Trindade.
A doutrina da Trindade afirma que Deus é um só em essência, mas subsiste em três Pessoas distintas (1Pe 1.2). Embora o Espírito Santo compartilhe da mesma natureza divina do Pai e do Filho, sendo plenamente Deus, Ele é uma Pessoa distinta dentro da unidade da Trindade (Tt 3.5). Essa distinção do Espírito Santo é essencial para refutar heresias, como o modalismo que ensina que Pai, Filho e Espírito são apenas “modos” sucessivos de uma única Pessoa divina. E o arianismo, que negava a divindade do Filho e do Espírito; e os pneumatómacos que negavam a deidade. Porém, as Escrituras ensinam que o Espírito é enviado pelo Pai e em nome do Filho, evidenciando seu papel distinto e sua missão específica (Jo 14.26). Em suma, o Espírito Santo é distinto do Pai e do Filho, mas plenamente Deus (1Co 2.10,11).
3. O Consolador prometido.
Jesus prometeu aos discípulos um divino companheiro: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “Consolador” é tradução do grego paráklētos, que significa “aquele que encoraja e conforta”; e, “Ajudador”, que auxilia na necessidade; e, ainda “Advogado”, que intercede ou defende alguém perante uma autoridade. O vocábulo paráklētos aparece cinco vezes nos escritos de João, referindo-se tanto ao Espírito Santo como a Cristo (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7; 1Jo 2.1). Nesse contexto, o Espírito Santo é chamado de “outro Consolador”, isto é, alguém da mesma natureza que Jesus. O Espírito Santo, portanto, não é inferior ao Filho, mas assume o papel da presença permanente de Deus na vida dos crentes.
SINOPSE I
O Espírito Santo é uma Pessoa, distinta do Pai e do Filho, mas plenamente divina.AUXÍLIO TEOLÓGICO
COMO CONSOLADOR
- Conforme observado no estudo dos títulos do Espírito Santo, eles nos oferecem chaves para entendermos a sua pessoa e obra. A obra do Espírito Santo como Consolador inclui o seu papel como Espírito da Verdade que habita em nós (Jo 14.16; 15.26), como Ensinador de todas as coisas, como aquEle que nos faz lembrar tudo o que Cristo tem dito (14.26), como aquEle que dará testemunho de Cristo (15.26) e como aquEle que convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo (16.8). Não se pode subestimar a importância dessas tarefas. O Espírito Santo, dentro em nós, começa a esclarecer as crenças incompletas e errôneas sobre Deus, sua obra, seus propósitos, sua Palavra, o mundo, crenças estas que trazemos conosco ao iniciarmos nosso relacionamento com Deus. Conforme as palavras de Paulo, é uma obra vitalícia, jamais completada neste lado da eternidade (1Co 13.12). Claro está que a obra do Espírito Santo é mais que nos consolar em nossas tristezas; Ele também nos leva à vitória sobre o pecado e sobre a tristeza. O Espírito Santo habita em nós para completar a transformação que iniciou no momento de nossa salvação. Jesus veio para nos salvar dos nossos pecados, e não dentro deles. Ele veio não somente para nos salvar do inferno no além. [...] Jesus trabalha para realizar essa obra por intermédio do Espírito Santo.” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.397,398).
II. A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO
1. O debate “Filioque”. A expressão latina filioque significa “e do Filho”, foi inserida no Credo Niceno-Constantino-politano para reafirmar o ensino bíblico que o Espírito procede do Pai e do Filho: “o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome” (Jo 15.26 — NAA); “se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8.9); “Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho” (Gl 4.6). Esse debate ocorreu no século IV em virtude das heresias do arianismo e dos pneumatómacos. Em 381, após confirmar que o Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem a mesma essência divina, a igreja aprovou o Credo que ratificava as Escrituras e professava a fé: “no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado”.
2. Os atributos divinos do Espírito.
Todos os atributos divinos do Pai e do Filho podem ser igualmente relacionados com o Espírito Santo, tais como: Onipotência, o Consolador tem pleno poder sobre todas as coisas (Lc 1.15; Rm 15.19). Onisciência, não existe nada além de seu conhecimento (At 5.3,4; 1Co 2.10,11). Onipresença, não há lugar algum onde se possa fugir da sua presença (Sl 139.7-10). Eternidade, Ele não passou a existir no Pentecostes, pois estava presente no ato da criação (Gn 1.1,2; Hb 9.14). Esses atributos absolutos são exclusivos da divindade. Tais virtudes são, de modo inequívoco, evidências da deidade do Espírito Santo. Essas características lhe são inerentes, não lhe foram agregadas nem conferidas. A Terceira Pessoa da Trindade possui a mesma essência do Pai e do Filho.
3. Os símbolos do Espírito.
Os principais símbolos representativos do Espírito Santo são: Fogo, utilizado para retratar o batismo no Espírito (At 2.3), simboliza pureza, a presença e o poder de Deus. Água, o Espírito flui da Palavra como águas vivas que refrigeram o crente e o revestem de poder (Jo 7.37-39). Vento, se refere à natureza invisível do Espírito (Jo 3.8). No Pentecostes é representado pelo som como de um vento (At 2.2). Óleo, usado para a luz e a unção, simboliza a consagração do crente para o serviço, e a iluminação para o entendimento das Escrituras (2Co 1.21,22; 1Jo 2.20,27). Pomba, o Espírito desceu sobre Jesus em forma de pomba (Mt 3.16), é símbolo da paz e da mansidão. Cada símbolo atua como figuras para a compreensão do caráter e da atuação do Espírito.
A encarnação do Filho de Deus revela o papel do Espírito como o agente divino na concepção de Jesus: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá [...] o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). O Espírito Santo, em união com o poder do Pai, atua de modo sobrenatural no ventre de Maria. Embora Jesus tenha sido concebido pelo Espírito (Mt 1.18), Ele é Filho do Pai, pois foi gerado na eternidade (Mq 5.2; Jo 1.1). O evento é uma ação trinitária: o Pai envia o Filho (Gl 4.4); o Filho assume a forma humana (Fp 2.7); e o Espírito realiza o milagre da concepção (Mt 1.20). A divindade do Espírito é confirmada por sua participação direta na encarnação do Verbo, uma obra que somente Deus poderia realizar.
2. O Espírito Santo e a Ressurreição.
A vida e o poder sobre a morte são atribuições exclusivas de Deus (Jo 5.21). Nesse sentido, a ressurreição de Cristo é uma obra da Trindade: o Pai ressuscitou o Filho (At 2.24), o Filho declarou possuir poder para dar a sua vida e retomá-la, Ele próprio é a ressurreição (Jo 10.18; 11.25); e o Espírito Santo é o agente vivificador: “E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita” (Rm 8.11). Paulo atribui ao Espírito Santo a ação direta na ressurreição, e afirma que esse mesmo Espírito habita nos crentes, garantindo-lhes a ressurreição final, uma ação que apenas Deus é capaz de executar (Ef 1.13,14). A atuação do Espírito nessa obra comprova sua plena divindade.
3. O Espírito Santo e a Santificação.
O Espírito não apenas nos convence do pecado (Jo 16.8), mas também promove transformação (2Co 3.18). Deus nos escolheu para vivermos em santidade (Ef 1.4; 2Ts 2.13). A santificação possui duas dimensões: uma posicional, no momento da conversão (1Co 6.11), e outra progressiva, como processo contínuo de transformação (Hb 12.14). O Espírito Santo habita no crente desde a regeneração até a glorificação, conduzindo-o em santidade. Porém, requer a cooperação do crente. Paulo exorta: “andai em Espírito” (Gl 5.16), e adverte: “não entristeçais o Espírito” (Ef 4.30). No entanto, não é resultado exclusivo do esforço humano, mas uma ação permanente do Espírito (1Pe 1.2). Essa ação atesta a deidade do Espírito, pois apenas Deus pode transformar o coração humano (Ez 36.26).
R. Ele tem mente, vontade e emoções; pode ser entristecido; guia, ensina e distribui dons.
2. Cite três dos atributos divinos do Pai e do Filho que podem ser igualmente relacionados com o Espírito Santo, apresentados na lição.
R. Onipotência, Onisciência, Onipresença e Eternidade.
3. Quais os cinco principais símbolos representativos do Espírito Santo mostrados na lição?
R. Fogo, Água, Vento, Óleo e Pomba.
4. Paulo atribui ao Espírito Santo a ação direta em que episódio?
R. No episódio da ressurreição de Cristo.
5. Quais são as duas dimensões da santificação?
R. Santificação posicional (na conversão) e progressiva (processo contínuo de transformação).
SINOPSE II
A divindade do Espírito é confirmada por seus atributos e símbolos revelados na Bíblia.AUXÍLIO TEOLÓGICO
SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO
- Os símbolos oferecem quadros concretos de coisas abstratas, tais como a terceira Pessoa da Trindade. Os símbolos do Espírito Santo também são arquétipos. Em literatura, arquétipo é uma personagem, tema ou símbolo comum a várias culturas e épocas. Em todos os lugares, o vento representa forças poderosas, porém invisíveis; a água límpida que flui representa o poder e refrigério sustentador da vida a todos os que têm sede, física ou espiritual; o fogo representa uma força purificadora (como na purificação de minérios) ou destruidora (frequentemente citada no juízo). Tais símbolos representam realidades intangíveis, porém genuínas. Vento. A palavra hebraica ruach tem amplo alcance semântico. Pode significar ‘sopro’, ‘espírito’ ou ‘vento’. É empregada em paralelo com nephesh. O significado básico de nephesh é ‘ser vivente’, ou seja, tudo que tem fôlego. A partir daí, seu alcance semântico desenvolve-se ao ponto de referir-se a quase todos os aspectos emocionais e espirituais do ser humano vivente.” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.387,388).
III. AS OBRAS DO ESPÍRITO SANTO
1. O Espírito Santo e a Encarnação. A encarnação do Filho de Deus revela o papel do Espírito como o agente divino na concepção de Jesus: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá [...] o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). O Espírito Santo, em união com o poder do Pai, atua de modo sobrenatural no ventre de Maria. Embora Jesus tenha sido concebido pelo Espírito (Mt 1.18), Ele é Filho do Pai, pois foi gerado na eternidade (Mq 5.2; Jo 1.1). O evento é uma ação trinitária: o Pai envia o Filho (Gl 4.4); o Filho assume a forma humana (Fp 2.7); e o Espírito realiza o milagre da concepção (Mt 1.20). A divindade do Espírito é confirmada por sua participação direta na encarnação do Verbo, uma obra que somente Deus poderia realizar.
2. O Espírito Santo e a Ressurreição.
A vida e o poder sobre a morte são atribuições exclusivas de Deus (Jo 5.21). Nesse sentido, a ressurreição de Cristo é uma obra da Trindade: o Pai ressuscitou o Filho (At 2.24), o Filho declarou possuir poder para dar a sua vida e retomá-la, Ele próprio é a ressurreição (Jo 10.18; 11.25); e o Espírito Santo é o agente vivificador: “E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita” (Rm 8.11). Paulo atribui ao Espírito Santo a ação direta na ressurreição, e afirma que esse mesmo Espírito habita nos crentes, garantindo-lhes a ressurreição final, uma ação que apenas Deus é capaz de executar (Ef 1.13,14). A atuação do Espírito nessa obra comprova sua plena divindade.
3. O Espírito Santo e a Santificação.
O Espírito não apenas nos convence do pecado (Jo 16.8), mas também promove transformação (2Co 3.18). Deus nos escolheu para vivermos em santidade (Ef 1.4; 2Ts 2.13). A santificação possui duas dimensões: uma posicional, no momento da conversão (1Co 6.11), e outra progressiva, como processo contínuo de transformação (Hb 12.14). O Espírito Santo habita no crente desde a regeneração até a glorificação, conduzindo-o em santidade. Porém, requer a cooperação do crente. Paulo exorta: “andai em Espírito” (Gl 5.16), e adverte: “não entristeçais o Espírito” (Ef 4.30). No entanto, não é resultado exclusivo do esforço humano, mas uma ação permanente do Espírito (1Pe 1.2). Essa ação atesta a deidade do Espírito, pois apenas Deus pode transformar o coração humano (Ez 36.26).
SINOPSE III
As obras do Espírito Santo — encarnação, ressurreição e santificação — revelam seu poder e atuação contínua na vida da Igreja.REVISANDO O CONTEÚDO
1. O Espírito não é uma força impessoal, uma energia ou uma influência, mas o próprio Deus. Ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Cite três características apresentadas na lição que confirmam essa verdade.R. Ele tem mente, vontade e emoções; pode ser entristecido; guia, ensina e distribui dons.
2. Cite três dos atributos divinos do Pai e do Filho que podem ser igualmente relacionados com o Espírito Santo, apresentados na lição.
R. Onipotência, Onisciência, Onipresença e Eternidade.
3. Quais os cinco principais símbolos representativos do Espírito Santo mostrados na lição?
R. Fogo, Água, Vento, Óleo e Pomba.
4. Paulo atribui ao Espírito Santo a ação direta em que episódio?
R. No episódio da ressurreição de Cristo.
5. Quais são as duas dimensões da santificação?
R. Santificação posicional (na conversão) e progressiva (processo contínuo de transformação).
PENSE NISSO!
- O Espírito Santo é plenamente Deus, distinto do Pai e do Filho, mas coigual em essência, poder e glória. Ele habita em nós como Consolador, guia nossa vida, transforma nosso caráter e fortalece nossa missão. Devemos abrir espaço para sua atuação, andando em santidade e vivendo sob sua direção até a volta de Cristo.
CONCLUSÃO
- Compreender a divindade do Espírito Santo fortalece nossa fé na Trindade. O Espírito é distinto do Pai e do Filho, mas coigual em essência, poder e glória. Como Consolador, Ele continua a Obra de Cristo, e habita na vida dos crentes. Sua presença é viva e transformadora, indispensável na edificação, ensino, e missão da Igreja. Que todos nós vivamos guiados pelo Espírito, até que Cristo volte.
Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos!!

O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.
DE TODO O MEU CORAÇÃO!!!



Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
Filipenses 3:13,14


2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
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Deus sempre em Primeiro Lugar.
