- Sejam todos muito bem-vindos, especialmente você que ama e tem prazer na Palavra de Deus. É uma grande alegria receber cada irmão e irmã que deseja crescer no conhecimento dos caminhos do Senhor.
- Que o Espírito Santo nos conduza neste momento, trazendo sabedoria, edificação e comunhão. Que cada coração seja alcançado pela graça e pela presença viva do nosso Deus, e que tudo o que aqui for compartilhado glorifique o nome do Senhor.
ANTES DA AULA
- Professor(a). Planejar antecipadamente sua aula é indispensável para alcançar os resultados esperados em classe. Por isso, estabeleça metas claras a serem atingidas em cada lição.
- Prepare com cuidado o esboço da aula e dedique-se a estudá-lo ao longo da semana. Selecione com antecedência os recursos didáticos que serão utilizados, pense em ilustrações e exemplos que facilitem a compreensão do tema e elabore perguntas que estimulem a reflexão e a participação dos alunos.
- Acima de tudo, ore pedindo a capacitação do Espírito Santo. Lembre-se de que Ele é o seu Auxiliador neste ministério do ensino. Durante a semana, interceda também por cada aluno e por suas respectivas famílias, confiando que Deus age poderosamente por meio da sua dedicação e do seu compromisso com a Palavra.

Antes de abordar o tema da aula, é importante:
• Manter uma conversa inicial, breve e informal com os alunos, criando um ambiente acolhedor.• Ter todo o material da aula preparado e à mão, evitando interrupções desnecessárias.
• Receber cada aluno com amor e alegria. Aos que têm faltado, demonstre o quanto são importantes e fazem falta na classe.
• Perguntar como foi a semana de cada um, demonstrando interesse genuíno.
• Ouvir com atenção aquilo que os alunos compartilham.
• Observar se há alguém que necessita de uma conversa particular e/ou de oração.
• Verificar se há alunos novatos ou visitantes e apresentá-los à turma, promovendo integração e comunhão.

Ore com seus alunos.
- Observe se há algum pedido especial, pois, às vezes, algo pode ter acontecido durante a semana. A sua oração pode ser o instrumento que Deus usará para trazer paz, consolo e confiança ao coração deles.
- Ao conduzir esse momento, incentive os alunos a depositarem suas preocupações diante do Senhor, lembrando que Deus ouve, cuida e responde no tempo certo.
- Não se esqueça: Para uma boa conclusão da aula, a revisão é fundamental. Retome os principais pontos do conteúdo e procure aplicá-los à realidade dos alunos, utilizando exemplos vivos e práticos com os quais eles se identifiquem no cotidiano.
- Foi assim que Jesus ensinou as maiores lições: Por meio de exemplos simples, histórias do dia a dia e verdades profundas que alcançavam o coração. Que o mesmo método continue sendo usado para edificação e transformação de vidas.
CONHEÇA OS SEUS ALUNOS
- Cada aluno(a) representa uma oportunidade de mudar o mundo. Os princípios que você compartilha com uma pessoa podem influenciar a vida de muitas outras. No entanto, essa influência só é possível quando há atenção dedicada ao indivíduo.
- Uma palavra pessoal, um bilhete de encorajamento, um conselho em particular — é preciso muito pouco para causar um grande impacto.
- Ao longo da Bíblia, vemos Jesus Cristo chamando pessoas em meio à multidão e ministrando a elas de forma pessoal. Para Ele, todos eram importantes — um de cada vez. Ninguém era descartável. Cada pessoa carregava um potencial único e precioso.
- Que esse mesmo olhar de cuidado, valor e atenção esteja presente no ministério do ensino, refletindo o amor de Cristo em cada detalhe.
- Ore, estude, pesquise, analise e prepare-se para mais este encontro com seus alunos. Cada aula é uma oportunidade divina de semear verdades eternas nos corações.
- Busque, antes de tudo, a renovação do Espírito Santo para a sua própria vida. Um professor cheio da presença de Deus ministra não apenas com palavras, mas com testemunho, sensibilidade espiritual e amor genuíno.
- Que o Senhor renove suas forças e use sua dedicação para edificação de muitas vidas. 🙏
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Apresentem o título da lição:
A falácia do Triunfalismo
- Professor(a). O Triunfalismo distorce o Evangelho ao prometer uma vida cristã sem sofrimentos, enquanto a Bíblia revela que a verdadeira vitória está na perseverança, na cruz e na esperança eterna em Cristo.
- Use a aula deste domingo como uma oportunidade preciosa para abrir os olhos espirituais dos seus alunos em relação ao Triunfalismo. Saiba que você está diante de uma geração que ama vitórias, mas teme a cruz. Vivemos em um tempo em que as redes sociais, a cultura do sucesso e até alguns líderes pregam um “cristianismo sem dor”, um evangelho de vitórias instantâneas e conquistas pessoais. Por isso, o seu papel como educador cristão é ajudar esses jovens a entender que a maior vitória não está na ausência de sofrimento, e sim na fidelidade que demonstramos em meio a ele. Saiba que você não está apenas transmitindo conhecimento, mas formando uma cosmovisão cristã nos seus alunos. A fé dos jovens precisa de raízes profundas que não estão nas promessas de sucesso, mas na esperança eterna que há em Cristo Jesus (Tg 1.12).


Momento do louvor
Cante:
Movimente-se cante com alegria .
Ensine como devemos adorar a Deus e porque devemos.
Créditos na descrições dos vídeos abaixo:
🎵 "Aquieta Minh'alma" – Ministério Zoe
Mensagem: O contentamento vem da presença de Deus.
Mensagem: O contentamento vem da presença de Deus.
“Sou Humano” – Bruna Karla
🎵 “Além do Rio Azul” – Voz da Verdade
A música reforça a esperança eterna do cristão, lembrando que nossa maior vitória está em Cristo e não apenas nas conquistas desta vida.
A tua palavra escondi-Cassiane.
- Trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Utilizem mapa bíblico para apresentar os lugares apontados na narrativa da lição.
- Mapa é um documento geográfico e recurso visual importante para facilitar a aprendizagem.
SUGESTÃO
COMO FAZER UMA RODA DE CONVERSA
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os alunos têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
_____ A roda de conversa é um método bastante utilizado há diversos anos, mas geralmente não é visto como uma prática pedagógica.
_____ Apesar disso, o seu objetivo é a construção de um espaço de diálogo que permita aos alunos(as) se expressarem e aprenderem em conjunto.
Para criar uma roda de conversa, o professor(a) deve fazer um planejamento, estabelecer as regras e intervir quando necessário para garantir a sua compreensão e dos alunos.
O professor(a) deve estabelecer inicialmente que todos devem ser protagonistas. Devem aprender a respeitar o que o outro tem a dizer, não interromper e esperar a sua vez de falar.
RODA DE CONVERSA
SUGESTÃO DE MÉTODO
A aprendizagem acontece de diferentes maneiras e quanto mais possibilidades são exploradas, melhor. Para envolver todos os alunos e desenvolver mais autonomia e coletividade, a roda de conversa é uma ótima metodologia que pode ser aplicada em todas as aulas.
Ao invés de somente escutar o que os professores estão ensinando, os estudantes têm a oportunidade de dar a sua opinião, ouvir e aprender.
PROFESSOR(A). CONVERSE COM SEUS ALUNOS
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor(a), apresente o tema da lição.
- Não comece condenando o pensamento triunfalista, mas estabeleça um diálogo com os alunos perguntando o que eles entendem por “vitória” e “derrota”.
- Você descobrirá que muitos associam fé com sucesso, e fracasso com falta de fé.
- É aí que nasce o momento perfeito para mostrar como o Triunfalismo distorce o Evangelho ao prometer glória sem cruz.
- Para isso, use textos como João 16.33; 2 Coríntios 12.9,10; Romanos 8.17,18.
- Explique que Deus nos faz triunfar espiritualmente, não pelo fato de eliminar as lutas, mas porque nos sustenta durante este momento.
- Ao final da aula, proponha um debate com as seguintes perguntas:
- • Como o Triunfalismo tem influenciado os Jovens cristãos hoje?
- • Qual a diferença entre ter fé para vencer e ter fé para perseverar?
- • Como o Espírito Santo nos ajuda a discernir o que é falso?
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Plano de Aula EBD – Jovens CPAD
Lição 12: A Falácia do Triunfalismo
Escrito por Adália Helena.
“Sou Humano” – Bruna Karla
Texto Principal
Objetivos
Ao final da aula, os jovens deverão:
Explique que o triunfalismo apresenta uma fé baseada apenas em conquistas, sucesso e vitórias visíveis, enquanto a Bíblia ensina que a vida cristã inclui perseverança, renúncia e confiança em Deus em todas as circunstâncias.
II – O que a Bíblia ensina sobre as aflições?
A Palavra de Deus mostra que:
A verdadeira vitória cristã não é:
Mas é:
III – Como refutar o Triunfalismo?
A Bíblia ensina que:
“No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”
Cartolina 1: "Vitória segundo o mundo"
Cartolina 2: "Vitória segundo Cristo"
Como Fazer
Aplicação
Aplicação Prática
Pergunte:
Conclusão
Encerramento
Leitura Final
Oração Final
- A canção enfatiza que o cristão enfrenta lutas, limitações e dependência da graça de Deus, contrapondo a ideia triunfalista de uma vida sem sofrimento.
Texto Principal
- “E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lc 9.23).
- O Triunfalismo distorce o Evangelho ao prometer uma vida cristã sem sofrimentos, enquanto a Bíblia revela que a verdadeira vitória está na perseverança, na cruz e na esperança eterna em Cristo.
Objetivos
Ao final da aula, os jovens deverão:
- Refletir sobre a comercialização da fé e da bênção.
- Identificar os principais artifícios do triunfalismo.
- Refutar biblicamente essa falsa doutrina.
Introdução (5 minutos)
Pergunte à turma:- O cristão verdadeiro nunca sofre?
- Ter fé significa vencer sempre?
- Como reagimos quando Deus permite dificuldades em nossa vida?
Explique que o triunfalismo apresenta uma fé baseada apenas em conquistas, sucesso e vitórias visíveis, enquanto a Bíblia ensina que a vida cristã inclui perseverança, renúncia e confiança em Deus em todas as circunstâncias.
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Desenvolvimento da Aula
I – O que é o Triunfalismo?- O triunfalismo é um ensino que:
- Promete vitórias constantes.
- Minimiza ou nega o sofrimento cristão.
- Exalta o sucesso material e pessoal.
- Apresenta a fé como garantia de resultados imediatos.
- Muitos acabam acreditando que problemas financeiros, enfermidades ou dificuldades espirituais são sinais de falta de fé.
Pergunta para reflexão
- Jesus prometeu ausência de lutas ou presença constante em meio às lutas?
II – O que a Bíblia ensina sobre as aflições?
A Palavra de Deus mostra que:
- Jesus disse: “No mundo tereis aflições” (Jo 16.33).
- Os servos de Deus enfrentaram perseguições e dificuldades.
- O sofrimento pode produzir maturidade espiritual.
- A graça de Deus é suficiente em nossas fraquezas (2Co 12.9).
- Destaque
A verdadeira vitória cristã não é:
- ❌ Nunca sofrer
- ❌ Nunca perder
- ❌ Ter tudo o que deseja
Mas é:
- ✅ Permanecer fiel
- ✅ Confiar em Deus
- ✅ Vencer o pecado
- ✅ Perseverar até o fim
III – Como refutar o Triunfalismo?
A Bíblia ensina que:
- A cruz faz parte da caminhada cristã.
- O sofrimento não significa abandono divino.
- A esperança do cristão está em Cristo e na eternidade.
- O maior triunfo é permanecer firme na fé.
Texto para reflexão
João 16.33“No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”
Dinâmica (10 minutos)
“Vitória Verdadeira”
Material- Duas cartolinas:
Cartolina 1: "Vitória segundo o mundo"
- Dinheiro
- Fama
- Poder
- Popularidade
Cartolina 2: "Vitória segundo Cristo"
- Fidelidade
- Santidade
- Perseverança
- Obediência
- Salvação
Como Fazer
- Peça aos alunos que discutam as diferenças entre os dois conceitos de vitória.
Aplicação
- Mostre que Deus valoriza muito mais o caráter transformado do que conquistas materiais.
Aplicação Prática
Pergunte:
- Minha fé permanece firme quando enfrento dificuldades?
- Eu sigo Jesus apenas quando tudo vai bem?
- O que considero sucesso diante de Deus?
Conclusão
- O triunfalismo oferece um evangelho sem cruz, mas Jesus ensinou que seus discípulos deveriam tomar a cruz diariamente e segui-lo. A verdadeira vitória cristã não está na ausência de sofrimento, mas na fidelidade a Deus em qualquer circunstância.
Encerramento
Leitura Final
- João 16.33
Música Final
🎵 “Além do Rio Azul” – Voz da Verdade
🎵 “Além do Rio Azul” – Voz da Verdade
A música reforça a esperança eterna do cristão, lembrando que nossa maior vitória está em Cristo e não apenas nas conquistas desta vida.
A tua palavra escondi-Cassiane.
Oração Final
- Ore para que os jovens desenvolvam uma fé madura, capaz de permanecer firme nas lutas, confiando que Deus continua sendo bom mesmo nos momentos difíceis. 🙏🏻
- Plano de Aula EBD – Jovens CPAD
- Lição 12: A Falácia do Triunfalismo
- Escrito por Adália Helena.
TEXTO ÁUREO
E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.Lucas 9.23.
LEITURA DA SEMANA
- SEGUNDA — Jo 16.33
- A verdadeira paz está em Cristo
- TERÇA — 2Tm 3.12
- As aflições fazem parte da jornada
- QUARTA — Mt 5.11,12
- São felizes aqueles que sofrem pela causa de Cristo
- QUINTA — Lc 9.23
- Tome a sua cruz diariamente
- SEXTA — 2Co 12.9
- A graça de Cristo nos basta
- SÁBADO — Hb 11.38
- Servos de Cristo, dos quais o mundo não é digno
OBJETIVOS
- REFLETIR a respeito da comercialização da fé e da bênção;
- APRESENTAR os artifícios dos triunfalistas identificando a ênfase na prosperidade material;
- REFUTAR o Triunfalismo.
TEXTO BÍBLICO
2 Coríntios 2.14-17.
14 — E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento.15 — Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.
16 — Para estes, certamente, cheiro de morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para essas coisas, quem é idôneo?
17 — Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.
INTRODUÇÃO
A fé cristã está profundamente enraizada na cruz, na dependência do Espírito Santo e na soberania de Deus. Contudo, em nossos dias, cresce entre muitos cristãos um ensino que, embora revestido de linguagem espiritual, está distante das Escrituras: o Triunfalismo. Essa abordagem religiosa prega uma vida cristã marcada apenas por vitórias, abundância e ausência de sofrimento, negando a realidade das tribulações e a centralidade da cruz.Esta lição propõe-se apresentar a falácia do Triunfalismo, denunciando seus equívocos e reafirmando a genuína fé cristã, que se manifesta na humildade, na integridade e na dependência de Deus. Vamos analisar três aspectos importantes: a simonia como raiz do Triunfalismo, os artifícios usados por seus proponentes, e a refutação bíblica dessa falsa teologia a partir da doutrina bíblica pentecostal.
I. A SIMONIA E SUAS MANIFESTAÇÕES NA IGREJA CONTEMPORÂNEA
1. Definição bíblica de simonia.
O termo “simonia” tem origem na história narrada em Atos 8. Trata-se do pecado de tentar comprar o dom de Deus, como fez Simão, o mágico (At 8.18-20). Ele tentou comprar com dinheiro o poder de impor as mãos para que outros recebessem o Espírito Santo. O apóstolo Pedro o repreendeu severamente, dizendo que seu coração não era reto diante de Deus. Essa atitude representa uma tentativa de transformar algo sagrado e espiritual em mercadoria, negando a natureza gratuita e graciosa da ação divina.
Na prática, a simonia é a corrupção da graça. Ela nasce quando os dons de Deus, que deveriam ser recebidos com humildade e usados para o serviço, passam a ser objeto de cobiça, manipulação ou venda. Embora, hoje, não seja comum alguém tentar “comprar” o Espírito Santo com dinheiro como fez Simão, muitas atitudes no meio cristão reproduzem esse espírito simoníaco.
2. A comercialização da fé e da bênção.
A comercialização da fé é um sintoma grave da teologia triunfalista. Programas de TV religiosos que promovem “campanhas de fé” com ênfase em doações financeiras para obter milagres, contribuem para transformar o Evangelho em um produto de mercado. A bênção é apresentada como uma moeda de troca, e o fiel é ensinado a investir no “negócio espiritual”, esperando retorno. Essa visão deturpa a graça de Deus e coloca os crentes sob um jugo legalista e opressor. Em vez de enxergarem Deus como Pai amoroso, começam a vê-lo como um empresário divino que só responde àqueles que pagam. A espiritualidade torna-se uma performance comercial, e não uma relação de comunhão com o Senhor.
A verdadeira fé cristã nos ensina que a bênção vem pela obediência, humildade e confiança na Palavra de Deus. Não existem atalhos ou barganhas no Reino de Deus. A bênção não está à venda, e o Espírito Santo não é mercadoria de prateleira.
3. O espírito mercenário na pregação.
Em 2 Coríntios 2.17, Paulo declara que ele e seus companheiros não estão falsificando a Palavra de Deus, mas falam “em Cristo, com sinceridade, como de Deus, na presença de Deus”. O contraste que ele faz é com aqueles que pregam por motivos escusos, movidos pelo lucro e pela autopromoção.
Hoje, infelizmente, não são poucos os que moldam a mensagem conforme o interesse da audiência, visando agradar, arrecadar e conquistar popularidade. O Evangelho é adaptado, diluído e manipulado para se tornar palatável e lucrativo. O pregador mercenário não se preocupa com a glória de Deus nem com a salvação das almas. Ele visa o próprio benefício, transformando o sagrado em espetáculo. Suas palavras soam convincentes, mas carecem de unção. São mensagens sem cruz, sem renúncia e sem arrependimento.
SUBSÍDIO I
Professor(a), em relação à comercialização da fé e da bênção, “a frase ‘tudo tem um preço’ parece ser verdadeira em nosso mundo de subornos e materialismo. Simão pensou que pudesse comprar o poder do Espírito Santo, mas Pedro o repreendeu severamente. O único caminho para receber o poder de Deus está em fazer o que Pedro aconselhou Simão a fazer: afastar-se do pecado, pedir perdão a Deus e ser cheio do seu Espírito. Nenhum bem e nenhuma quantia em dinheiro podem comprar a salvação, o perdão dos pecados ou o poder de Deus. Estes são obtidos somente pelo arrependimento e pela fé em Cristo como Salvador”. (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p.1494).II. OS ARTIFÍCIOS DOS TRIUNFALISTAS: SINAIS E SINTOMAS
1. Ênfase excessiva na prosperidade material.
A prosperidade material, em si mesma, não é algo errado ou pecaminoso. No entanto, torna-se uma armadilha quando é colocada como evidência principal da bênção de Deus. O Triunfalismo comete o erro de apresentar o sucesso financeiro como sinal inequívoco da aprovação divina. Essa doutrina ignora a vasta galeria bíblica de homens e mulheres fiéis que, embora pobres, eram riquíssimos diante de Deus. Jesus nasceu numa manjedoura, viveu sem lugar fixo para dormir, e morreu entre dois ladrões. Os apóstolos enfrentaram fome, perseguição e escassez.
Ao ensinar que a riqueza é o padrão para medir a fé, o Triunfalismo gera culpa e frustração nos corações sinceros que enfrentam dificuldades. Em vez de consolo e direção, recebem acusações de falta de fé ou pecado oculto. Isso distorce o caráter amoroso e paciente de Deus. A verdadeira bênção é ser salvo, andar com Deus, desfrutar da paz interior, viver em santidade e ter esperança eterna. A riqueza pode ou não vir, mas nunca deve ser o centro de nossa fé ou o critério de uma vida espiritual.
2. A doutrina da Confissão Positiva.
A Confissão Positiva, em sua essência, é o ensino de que aquilo que declaramos com a boca se torna realidade. No Triunfalismo, ela se transforma numa espécie de decreto humano que tenta obrigar Deus a agir.
A confissão é, então, reduzida a uma fórmula mágica: “declare e acontecerá”, ignorando-se a soberania de Deus, o tempo divino e os processos da vida cristã. Essa abordagem transforma a oração em encantamento e afasta os crentes da submissão ao Senhor. Além disso, essa doutrina ensina que qualquer expressão de fraqueza, dor ou luta é um “mau testemunho” ou uma declaração de derrota. Isso leva muitos cristãos a esconderem suas angústias e a viverem uma fé superficial, onde não há espaço para o lamento, o choro ou o pedido sincero de socorro.
3. Negação da realidade do sofrimento e da perseguição.
O Triunfalismo prega um Evangelho sem cruz, sem espinhos, sem lágrimas. Ele promete uma vida de vitórias constantes, ignorando que o próprio Cristo advertiu: “No mundo tereis aflições” (Jo 16.33). A perseguição, o sofrimento e a dor fazem parte da caminhada cristã. Ao negar essa realidade, o Triunfalismo gera crentes despreparados para as adversidades. Quando a doença chega, quando a porta não se abre, quando a resposta demora, muitos se frustram, duvidam da fé e até abandonam a comunhão, pois foram ensinados a esperar apenas conquistas e triunfos.
Essa doutrina também esvazia o valor redentor do sofrimento. Não que o sofrimento em si seja bom, mas a Bíblia ensina que Deus o usa para forjar nosso caráter, desenvolver a paciência e nos conformar à imagem de Cristo. A cruz não é um acidente no caminho, é parte do caminho. Negar a cruz é negar o próprio Evangelho. Jesus nos chama a tomarmos nossa cruz diariamente e segui-lo (Lc 9.23). Uma teologia que ignora o sofrimento é uma teologia incompleta e antibíblica.
III. REFUTANDO O TRIUNFALISMO
1. O equilíbrio entre a Soberania de Deus e a responsabilidade humana. A teologia bíblica nos ensina que Deus é soberano: Ele reina sobre todas as coisas e realiza seu plano conforme sua vontade. Ao mesmo tempo, o homem é responsável por responder em fé, viver em obediência e perseverar na oração. O Triunfalismo ignora esse equilíbrio. Ele transforma a fé em chave mágica e coloca o homem como o centro da ação divina. Assim, Deus se torna refém da fé do homem, e não o Senhor soberano que age conforme seu querer.
A doutrina bíblica pentecostal ensina que devemos buscar a Deus com fervor, mas também descansar em sua soberania. Há momentos em que a resposta de Deus será “não” ou “ainda não”, e isso não diminui seu amor ou poder. O segredo da vida cristã está em confiar mesmo sem entender, obedecer mesmo sem ver, e crer que a graça de Deus é suficiente. Esse equilíbrio protege o crente da frustração triunfalista e o conduz à maturidade espiritual.
2. A valorização da cruz e do sofrimento redentor.
A cruz é o centro do Evangelho. Jesus venceu, sim, mas antes sofreu, foi rejeitado e morreu. O cristianismo não é um caminho de glória sem dor, mas de glória através da dor, pois o Evangelho não é um caminho fácil. O triunfo de Cristo foi conquistado na cruz (Fp 3.10). O sofrimento é parte da identificação com Cristo. Ele não é sinal de derrota, mas de fé autêntica.
O Triunfalismo tenta remover a cruz da jornada cristã, mas isso é impossível. Uma fé sem cruz é uma ilusão. A cruz nos ensina a humildade, a dependência, o amor sacrificial e a perseverança. A teologia pentecostal deve sempre exaltar a cruz. É nela que encontramos salvação, cura, libertação e vida eterna. O verdadeiro triunfo cristão começa na rendição.
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Para ilustrar o item III. 2 “A valorização da cruz e do sofrimento redentor”, utilizem a dinâmica:
Dinâmica: O Sacrifício Perfeito
Objetivos:Demonstrar a religação do homem com Deus, através do sacrifício perfeito e único de Jesus.

Material:
4 folhas de papel ofício
01 tubo de cola branca
01 pincel atômico
01 rolo de durex colorido(vermelho)
Procedimento:
- Cole 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado da folha, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresente para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado; nesse momento rasgue o caminho.
- Entregue os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, fale que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através do sacrifício perfeito e único de Cristo na cruz.
- Então, apresente o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler. Conclua, lendo João 14.06.
- Não se esqueçam de enfatizar que o sofrimento de Jesus foi para salvar cada um deles e que sua ressurreição dá sentido a vida cristã, pois se Cristo não tivesse ressuscitado vã seria nossa fé, conforme lemos em 1 Co 15:14:
“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
- Para concluir, leiam:
“Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”(Hebreus 9:11,12).
E, ainda, Hebreus 10:19-23:
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”
Ideia original desconhecida.
Fonte das dinâmicas por Sulamita Macedo: Blog/
atitudedeaprendizblogspot.com.
4 folhas de papel ofício
01 tubo de cola branca
01 pincel atômico
01 rolo de durex colorido(vermelho)
Procedimento:
- Cole 4 folhas de papel ofício, formando um caminho e escreva, em um lado da folha, o versículo: “Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2.13).
- Apresente para os alunos este caminho sem mostrar o versículo, dizendo que o homem tinha livre acesso a Deus, porém este caminho foi destruído por causa do pecado; nesse momento rasgue o caminho.
- Entregue os pedaços para os alunos e peça para que eles colem as partes, com durex colorido vermelho. Ao terminarem, fale que somente através do sangue de Jesus o caminho pode ser restaurado, através do sacrifício perfeito e único de Cristo na cruz.
- Então, apresente o lado do caminho que contém o versículo(Ef 2.13) para que todos possam ler. Conclua, lendo João 14.06.
- Não se esqueçam de enfatizar que o sofrimento de Jesus foi para salvar cada um deles e que sua ressurreição dá sentido a vida cristã, pois se Cristo não tivesse ressuscitado vã seria nossa fé, conforme lemos em 1 Co 15:14:
“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
- Para concluir, leiam:
“Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”(Hebreus 9:11,12).
E, ainda, Hebreus 10:19-23:
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”
Ideia original desconhecida.
Fonte das dinâmicas por Sulamita Macedo: Blog/
atitudedeaprendizblogspot.com.
3. A pureza da pregação e a dependência do Espírito Santo.
O apóstolo Paulo foi claro: sua pregação era feita com sinceridade, como de Deus, e na presença de Deus. A motivação era pura, e o conteúdo era fiel à verdade. Esse é o padrão para todo pregador e ministro do evangelho.
O Triunfalismo, ao contrário, adultera a Palavra, remove as partes “difíceis”, omite a cruz e promete apenas as bênçãos. Ele manipula as Escrituras para agradar ao público, e não para glorificar a Deus. O verdadeiro ministério é aquele que depende do Espírito Santo, que prega com temor, e que não está em busca de lucros, mas da salvação das almas. A pregação deve ser ungida, bíblica e centrada em Cristo.
SUBSÍDIO III
Professor(a), neste tópico veremos que esse é um dos muitos “-ismos” que buscam afetar a relação do ser humano com o nosso Deus. Por esse motivo, seus alunos precisam ser alertados que “quando os cristãos falam sobre a importância de desenvolver uma mensagem de cosmovisão, eles querem dizer aprender a discutir persuasivamente contra os ‘ismos’ de nossos dias. Mas ter uma cosmovisão cristã não é só responder a perguntas intelectuais. Também significa seguir princípios bíblicos nas esferas pessoais e práticas da vida. Os cristãos podem ser infectados por cosmovisões seculares em suas crenças e em suas práticas.Por exemplo, uma igreja ou ministério cristão pode ser bíblico em sua mensagem, porém, mesmo assim, não ser bíblico em seus métodos”. (PEARCEY, Nancy. Verdade Absoluta. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.404).
CONCLUSÃO
A falácia do Triunfalismo é um desvio perigoso da fé bíblica. Prometendo uma vida sem dor, ele desvaloriza a cruz, ignora o sofrimento e transforma Deus em um distribuidor de bênçãos por interesse. Precisamos resistir às tentações do Triunfalismo e manter nossos olhos fixos em Cristo. A verdadeira vitória é permanecer firme, mesmo nas provações. É crer quando tudo diz o contrário. É amar a Deus mais pelo que Ele é, do que pelo que Ele dá. Vivamos, pois, não segundo o Triunfalismo, mas segundo o Evangelho. Que nossa fé seja sincera, nossa pregação pura e nossa caminhada perseverante, para a glória de Deus.HORA DA REVISÃO
1. Onde a fé cristã está profundamente enraizada?R. A fé cristã está profundamente enraizada na cruz, na dependência do Espírito Santo e na soberania de Deus.
2. O que é simonia?
R. É o pecado de tentar comprar o dom de Deus, como fez Simão, o mágico (At 8.18-20).
3. O que o Triunfalismo gera ao ensinar que a riqueza é o padrão para medir a fé?
R. Ao ensinar que a riqueza é o padrão para medir a fé, o Triunfalismo gera culpa e frustração nos corações sinceros que enfrentam dificuldades.
4. O que é a Confissão Positiva e no que ela se transforma no Triunfalismo?
R. A Confissão Positiva, em sua essência, é o ensino de que aquilo que declaramos com a boca se torna realidade. No Triunfalismo, ela se transforma numa espécie de decreto humano que tenta obrigar Deus a agir.
5. De acordo com a lição, o que a cruz nos ensina?
R. A cruz nos ensina a humildade, a dependência, o amor sacrificial e a perseverança.
O amor é maior motivação de nosso compromisso com Deus.


Volte sempre e traga mais gente se Deus tocar fique com a gente.
Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...
Filipenses 3:13,14
Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.

Ide....pregai o evangelho a toda criatura
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
AS NAÇÕES PRECISAM OUVIR FALAR DO AMOR DE CRISTO
2Timóteo 2.15.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

João 3.16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo...Filipenses 3:13,14

Todos querem ser felizes mas umas pessoas são mais felizes que outras. Qual é o segredo da felicidade? Filipenses 4 explica o que você precisa para ser feliz:
1. Se alegrar em Deus

2. Ser grato e entregar os problemas a Deus

- Atenção! Não se esqueça de agradecer a Deus pela ajuda! Quem é grato é mais feliz.
3. Pensar em coisas boas

4. Pôr em prática

Seja feliz!
Fonte: BÍBLIA SAGRADA ONLINE
Seja imitador de Deus


Se é ensinar, haja dedicação ao ensino". Rm12 : 7b.
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade. Provérbios 16:32.

Deus é fiel


A tranquilidade de um momento
